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  • Resultados para: georgia

    Dezembro 27, 2017
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    O parque turístico em homenagem ao Martin Luther King Jr era uma atração que eu planejava conhecer desde a primeira vez que visitei Atlanta, em Janeiro deste ano. Na primeira viagem não deu tempo, mas dessa vez eu reservei um dia só para conhecer o local, que fica no centro da capital da Georgia, na Auburn Avenue. O parque, que na verdade se estende por diversas ruas no bairro em que Luther King Jr cresceu, reúne diversas atrações: museu, livraria, memorial e exibições.

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    O primeiro local que eu visitei foi o parque, que fica no centro da avenida que compõe todos os espaços do National Historic Site. Logo em seguida fomos para o Visitors Center, que reúne todas as informações do passeio e o mapa (que é essencial!). É ali que também se localiza as exibições que reúne por meio de imagens e objetos pessoais, toda a história de Luther King Jr e sua esposa Coretta Scott King. 

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    Conhecer mais sobre Coretta foi uma das partes mais legais do Visitors Center. Desde criança, ela possuia um interesse enorme pelos estudos e também pela música (aprendeu a tocar piano e diversos outros instrumentos bem jovem). Na adolescência, começou a se envolver com os estudos sociais e políticos. Foi na faculdade que ela conheceu o marido, e no meio dos anos 50, deu os primeiros passos para se tornar ativista e uma das principais líderes do movimento dos direitos cívis dos negros na década de 60. Em 2004 ganhou o Gandhi Peace Prize.

    IMG_0315 Livro escrito por Coretta e publicado em 1969.

     IMG_0307Capa da Time Magazine em Agosto de 2013.

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    Quem também possui uma sala reservada somente para ela é Rosa Parks, ativista norte-americana que nasceu no Alabama e marcou a história em 1955: ela estava voltando do trabalho de ônibus, sentada em um dos assentos – os negros só podiam se sentar nos locais intitulados para pessoas de cor -, quando o motorista exigiu que ela e outros três negros dessem lugar para brancos que haviam entrado no ônibus. Rosa se negou, e foi detida e presa.

    Seu protesto ganhou o apoio de Martin Luther King Jr e de outras pessoas que apoiavam a campanha dos direitos cívis dos negros. Naquela semana, aconteceu um boicote com as empresas de transporte coletivo.

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    Imagens da vida de Rosa: em duas ela aparece com Luther King

    IMG_0309Prêmio Nobel da Paz ganhado por Martin em 1964, em Oslo, na Noruega

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    A atração mais requisitada é, sem dúvidas, a casa em que o líder nasceu em 1929, no centro de Atlanta. Para entrar na casa você precisa garantir um ticket para as tours que acontecem das 10h até as 16h. Vale lembrar que é de graça: tudo que está inserido no complexo em homenagem ao Luther King é free. Mas se você não tiver tempo para conhecer a casa, é possível bater foto e entrar na varanda. Ele viveu no local até os 12 anos de idade. A livraria e loja de souvenirs fica bem ao lado.

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    O parque funciona normalmente das 9h da manhã até as 17h (praticamente todas as atrações históricas e museus nos EUA seguem esse horário, e fecham no final da tarde).

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    Dezembro 22, 2017
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    Então, parece que eu voltei antes do planejado! Hoje visitei aqui na Georgia, EUA, um café fofíssimo especializado em maccarons. Este doce francês é um dos meus favoritos, e além de ser extremamente fotogênico, ele também é muito gostoso. Apesar de dividir opiniões (algumas pessoas acham que ele é muito doce!), eu gosto bastante. No Brasil eu normalmente como os da Le Petit, que possuem quiosques espalhados por vários shoppings.

    Mac Lab Bakery foi fundado em 2015 em Duluth, e é chefiado por Lan Cheng Jack Cheng. Com mais de 15 sabores de maccarons, fica até difícil escolher o seu favorito: tem de oreo, blueberry, nutella, raspeberry lemonade, pistache, strawberry… e não só dos doces vive o local. Eles vendem uma infinidade de cafés (eu provei o capuccino) e as porções são bem grandes!

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    Os que eu provei foram: Oreo, Blueberry, Vanilla e Earl Grey. Eles são ótimos, saborosos, e bem doces. Portanto, se você não curte tanto áçucar, o ideal é provar apenas um ou dois (não faça como eu e exagere, que comi quatro e depois sai com açúcar até no cérebro).

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    Eu comprei o cappuccino ($3,25), mas quem estava comigo escolheu o latte (nosso café com leite), que custou $2,75, que é desse tamanho enorme! O café é uma pedida ideal para quem também gosta de apreciar a bebida, como eu.

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    A decoração do local é toda clean, cheia de quadros na parede e detalhes legais. A árvore de natal é charmosa e acompanha os outros acessórios natalinos que estavam espalhados pelo café. Eu adorei esse quadro com esse desenho na estante. Não posso afirmar, mas ele me parece uma ilustração dos donos do local e da sua família. O atendimento, aliás, foi impecável. As meninas que estavam no caixa eram umas fofas.

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    Esses maccarons são especiais para o Natal. Aliás, eles vivem fazendo versões diferentes para datas festivas. Tem até maccaron de unicórnio. No Halloween, rolou alguns de pokemon, caveira e gatinho! Estes custavam um pouco mais do que os outros, que estão na faixa de $2,50 a $3.

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    Eu adorei conhecer o local, e matei a minha vontade de comer maccarons nessa viagem. As opções de café também se destacam, e alguns deles também entravam na onda do Natal (tinha de pumpkin spice, que aparentemente é um sabor que faz sucesso aqui nesta época).

    Onde fica? 2131 Pleasent Hill Rd #135, Duluth (Georgia)

    Se você quer ver mais, vale a pena visitar a página deles no Instagram. Mas já alerto que vai bater a vontade!


    Fevereiro 7, 2017
    postado por
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    No meu primeiro final de semana na Georgia nós fomos visitar Atlanta, principal cidade do estado. Era 21 de Janeiro e esse dia ficou super marcado na minha memória, pois estava ocorrendo a Womens March, uma marcha realizada em todos os Estados Unidos como um protesto contra as ações recentes do Trump, as suas declarações e a campanha política extremamente sexista, homofóbica e racista.

    Poder presenciar essa marcha de perto foi incrível e emocionante. Eram milhares de pessoas unidas, segurando placas, com camisetas apoiando o feminismo e contra todos esses absurdos que andam acontecendo no mundo inteiro que nos deixam revoltados. Eu confesso que naquele momento me surgiu uma esperança de que a nossa geração seja mesmo uma mais politizada e que luta contra as injustiças sociais que as minorias são vítimas.

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    As ruas da cidade estavam lotadas, e o trânsito, paralisado. Eu vi muitos grupos de jovens indo juntos para a Marcha, animados, cheios de cartazes, e alguns com camisetas apoiando o ex candidato Bernie Sanders.

    hard rock

    Logo depois foi o momento de conhecer o Hard Rock Cafe, no centro de Atlanta. Eu já tinha visto o restaurante algumas vezes, mas não entrei. Eu queria conhecer a decoração, que é especial para quem ama música. Cheio de guitarras de artistas importantes do rock (e da música pop também), é difícil não se impressionar. O ponto forte com certeza é o ambiente.

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    Os Beatles possuem uma parede só com fotos memoráveis da banda, um violão que já foi usado pelo John Lennon, um desenho feito à lápis pelo mesmo, e outras coisas que fariam qualquer fã surtar. O meu pai, que ama a banda, adorou tudo. E nada mais justo do que eles ganharem um espaço grande no Hard Rock Cafe, né?

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    Dica: Os preços de alimentação do Hard Rock são bem mais salgados do que nos outros lugares. Então, se você quer economizar, dá para conhecer o local e ir almoçar/jantar em outro lugar. Ah, e sempre tem uma loja lá dentro (alguns preços são acessíveis) e dá para levar lembranças e camisetas para você ou para algum amigo.

    De volta para os arredores de Duluth, eu visitei um shopping aberto bem interessante, o The Forum, na Peachtree Parkway. Na verdade, o que me fez entrar nele foi que eu enxerguei a placa da Barnes & Nobles, uma livraria que eu sempre quis visitar, e que é uma das mais famosas nos EUA. As minhas expectativas foram atendidas! Eu passei mais de uma hora no local olhando tudo e desejando os livros.

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    Eu passei um tempão na seção Young Adult, olhando os lançamentos (sabe aquele livro que você espera há meses a continuação sair no Brasil?) decidindo o que eu poderia levar. Os livros com capa dura são mais caros, custando em torno de $19 dólares. Os com capa mole são bem mais em conta: eles são no máximo $10 dólares. Mas vamos confessar que a capa dura é quase irresistível.

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    Os fãs de Harry Potter possuem um espaço especial na Barnes & Nobles, com promoções de livros e a série com capas e versões diferentes. Eu não fotografei tudo, e tem muita coisa legal, de acessórios ao livro em formato HQ de HP. Eu fiquei impressionada. Quero começar a ler a série novamente, só que gostaria de comprar com uma capa alternativa (tem várias!).

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    Quem ai é fã da Nora Robers? Nessa parte da livraria eu encontrei todos os livros por preços incríveis (os de capa mole, que eu comentei a cima). Foi aqui que eu escolhi os dois que eu levaria: “The Summer I Turned Pretty”, da Jenny Han, e “That Summer”, da Sarah Dessen. Juntos eles custaram $20, e eu escolhi estes porque eu dificilmente achava aqui no Brasil (e eu sou fã das duas autoras).

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    A seção de vinil é imperdível! Tem desde os discos mais clássicos até os atuais, passando por The Beatles, Pink Floyd, The Smiths, até chegar em Ed Sheeran. Eu achei até mesmo o primeiro CD da carreira da Taylor Swift, que nunca foi vendido aqui no país. Fiquei desejando muito os vinis.

    Dentro da livraria também tem um Starbucks, e a galera toma um café ali enquanto lê os livros que comprou. Legal, né?

    Fevereiro 5, 2017
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    Esse é o primeiro de muitos posts que eu planejei sobre a viagem que fiz recentemente. Desembarquei de volta hoje, e já quis escrever para compartilhar com vocês como foi incrível conhecer a Georgia, um estado que fica no Sudeste dos Estados Unidos. Com uma população de mais de 9 milhões de habitantes, o estado tem como cidade principal Atlanta. Atualmente é inverno nos EUA, e a temperatura era amena, chegando ao máximo de 22 graus durante o dia e podendo chegar a 3 graus durante a noite.

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    A primeira parada foi em Duluth, uma cidade “pequena” que fica próximo de Marietta e Roswell. A estrada é ótima, e em 20 minutos você chega rapidamente na outra. Duluth é um dos lugares mais charmosos que eu já visitei. Aliás, todo o estado é assim: a vegetação é cheia de árvores enormes, muitas folhas no chão para dar o clima de inverno, e uma quantidade grande de verde. É tudo muito bem cuidado, limpo e organizado.

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    Além das paisagens lindas – que me impressionaram muito – a cidade possui um centro bem interessante, com alguns monumentos históricos, como o teatro City Hall, construído em 1876, e que sofreu uma reforma em 2007. A praça também tem palco e atrações (rolam festivais em determinadas épocas do ano). O clima de small town é complementado com diversos cafés, lojas de doces e sorvetes. O que eu mais gostei é que a cultura também é super valorizada. São diversos os ateliês de arte, que ficam numa mesma rua no centro da cidade, e escola de música.

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    Uma das lojas que eu mais gostei foi a Peace, Love & Decorating, que é uma boutique de roupas femininas e design de interiores. Os produtos são todos feitos por designers que fazem as peças manualmente e com muita delicadeza. É de ficar de queixo caído! E as roupas são maravilhosas, e trazem aquela vantagem da exclusividade. Cada coleção de um estilista traz algumas peças selecionadas, e marcas que destinam os seus lucros para ONGs também vendem seus produtos no local.

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    Vale super a pena conferir o Facebook da loja para entender mais do que eu estou falando. Eles também tem blog e loja online!

    Apaixonada por esse grafite

    Apaixonada por esse grafite

    O almoço neste dia foi na Dreamland Barbecue – ou simplesmente BBQ – que é um restaurante no estilo que os norte-americanos adoram (é semelhante ao Outback). Ele possui unidades na Georgia, Alabama, Tennessee e Florida. Para quem curte uma batata frita com queijo maravilhosa, carnes (no estilo costela) e uma comida com tempero, mas sem exageros (já que muitos restaurantes dos EUA exageram na pimenta) o local é uma ótima opção. Dá para conferir todo o menu.

    Dica: se você está viajando com mais de três pessoas, a Dreamland é uma boa escolha, porque os preços são bons e os pratos vem em grande quantidade.

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    Deu fome?

    Deu fome?

    Janeiro 31, 2018
    postado por

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    Título: Sempre Teremos O Verão

    Autor (a): Jenny Han

    Sinopse: Belly sempre esteve dividida entre os Fisher. Mas isso parecia ter ficado no passado. Assim como os incríveis dias de verão na casa de praia em Cousins Beach. Conrad, seu primeiro amor, se tornou apenas uma recordação. Agora, era Jeremiah quem ela amava, era com ele que Belly imaginava o futuro.
    Eles resolvem se casar e passar o resto da vida juntos, mesmo que para isso precisem enfrentar as famílias, que desde o início são contra essa decisão. Mas quando Belly retorna à casa de praia e reencontra Conrad, antigos sentimentos vêm à tona. Com o dia do casamento se aproximando, as incertezas só aumentam. Seria possível voltar atrás? Ou melhor, seria o certo a fazer? Mais uma vez ela está na casa de praia, dividida entre os dois únicos meninos que já amou.
    Neste último volume da série O verão que mudou minha vida, Belly está mais madura e se vê diante de uma importante decisão que mudará sua vida e a dos Fisher para sempre.

    Preço Sugerido: R$27,90

    Sempre Teremos O Verão é o terceiro e último livro da série criada por Jenny Han, e a responsável por tê-la deixado conhecida pelo grande público que lê YA (Young Adult). Eu resenhei o primeiro livro aqui no blog em 2017, “The Summer I Turned Pretty”. O enredo trata sobre a protagonista Belly, que viveu grande parte dos seus verões em uma casa em Cousins, com os filhos da melhor amiga de sua mãe. Sendo assim, as duas famílias se uniram e mantiveram-se próximas durante muito tempo. Belly cresceu com os irmãos Jeremiah e Conrad. O primeiro se tornou o seu melhor amigo desde a infância, e o segundo, o seu primeiro amor.

    Nos dois primeiros livros, acompanhamos o crescimento da personagem, quando ela tem apenas quinze anos, até os seus dezoito (e posteriormente, chegando à vida adulta). É nessa passagem que Belly, Jeremiah e Conrad estão amadurecendo. Eles não são mais crianças, mas também ainda não são adultos, e muito menos seguros de todas as suas decisões e comportamentos. O triângulo amoroso não aparece de maneira forçada; Jenny Han consegue fazer com que o sentimento entre os personagens aconteça de forma gradual, mesmo ele sempre estando lá. Histórias de romance, aliás, são o trunfo dessa autora.

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    Eu li o primeiro e o terceiro livro em inglês (quando viajei para a Georgia, decidi comprar as edições em inglês mesmo, já que aqui no Brasil a coleção só vende pela internet). We’ll Always Have Summer ganhou uma capa diferente (que eu adorei, aliás!). Os outros dois livros da série também tiveram suas capas alteradas nos Estados Unidos.

    Neste último volume, um tempo longo se passou desde o último verão em Cousins. Belly está terminando o seu primeiro ano na faculdade, e encontra-se completando dois anos de namoro com Jeremiah. O seu relacionamento com Conrad, que aconteceu durante um Natal no passado, encontrou o seu fim após seis meses, no seu baile de formatura do ensino médio. É nessa nova fase da universidade que Belly conhece novos amigos, passa por outras experiências e solidifica seu relacionamento com Jeremiah. Ela tem certeza absoluta que ele é o cara certo para ela, mesmo que o seu primeiro amor tenha sido Conrad.

    O seu namoro ocorria bem, até que Belly descobre que Jeremiah ficou com outra garota da faculdade durante o curto tempo em que eles estiveram separados. A situação é o bastante para causar uma frustração enorme na garota, e o término do namoro dos dois. Mestre em trazer plot twists durante o enredo, Jenny Han nos surpreende quando Jeremiah pede Belly em casamento (!). A personagem acaba aceitando, porque acredita que ela e o namorado vão enfrentar toda essa situação juntos.

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    Quando eu li a sinopse do livro e descobri que tinha um casamento envolvido, fiquei surpresa. Afinal, os personagens dão muitas provas ao longo da história de não serem maduros o suficiente para um compromisso desses. O tópico do casamento é o principal do último livro, e tudo gira ao redor da data e da cerimônia. Mas é óbvio que os pais de BellyJeremiah não aceitam a situação com facilidade. Nem Belly tem certeza se é isso mesmo que ela quer fazer. Apesar de achar que os seus sentimentos por Conrad estão enterrados e mortos, nós sabemos muito bem que apenas a presença do personagem seria suficiente para uma reviravolta.

    Um dos pontos legais é que, igual ao segundo livro, também temos vários capítulos na visão de Conrad, o que nos ajuda a compreender melhor o personagem, que desde o primeiro livro carrega uma aura de mistério consigo mesmo. É difícil entendê-lo, mas descobrimos que ele é mais simples do que parece, quando Jenny Han dá voz ao personagem para expor os seus sentimentos, ao invés de o enxergamos apenas pela visão de Belly.

    Apesar do último livro ter um desenvolvimento mais lento – ele não é tão focado em ações, e sim pensamentos e diàlogos -, alguns capítulos são de tirar o fôlego. A única coisa que eu gostaria de ter visto era um desenvolvimento melhor do relacionamento de Conrad e Belly. Apesar de sabermos que eles são o casal principal nessa história – o famoso meant to be -, ainda sinto que uma tensão muito grande foi construída ao redor dos personagens, praticamente um amor platônico, sem que os leitores pudessem mesmo saber como seria a rotina e o convívio deles sendo um casal de verdade, após tantos conflitos para ficarem juntos.

    Porém, o final me satisfez bastante. Eu acredito que foi uma conclusão que fez justiça a história, apesar de que poderia ter sido desenvolvido um pouquinho melhor.

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