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    Filmes de Abril #1

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    Fevereiro 28, 2017
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    Uma questão que é importante na hora de viajar é: quanto custa a comida? Quanto eu devo levar? Em Nova York, as coisas realmente custam mais caro, mas é possível gastar menos do que a maioria das pessoas dizem, se você achar os lugares certos (os cafés da manhã na área turística podem ter preços mais exorbitantes). Eu, por exemplo, gastava no máximo 30 dólares por dia com a alimentação. A maioria dos hotéis não possuem café da manhã em NYC, por isso você tem que ter uma quantia extra, diferente da maioria das outras cidades.

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    Shake Shack – 8th Avenue, 691 – Fast Food

    Uma das hamburguerias mais famosas de NYC, você não pode deixar de ir no Shake Shack. Ele possui diversas unidades espalhadas em diferentes áreas da cidade. Esta, que eu fui, fica em Midtown, em Manhattan’s West Side, pertinho da Times Square e da maioria dos locais turísticos (era na rua do meu hotel). Se planeje para ir antes e saiba que você pode enfrentar fila, porque o local está quase sempre lotado, seja de turistas ou locais. Me falaram que a que fica na Grand Central Terminal costuma ficar mais vazio, mas casualmente no dia que eu fui, também estava cheio!

    Preço: É super em conta. Ótimo para ir comer com a família algo gostoso sem gastar muito (menu).

    O que eu experimentei: Cheese Fries ($3,99) e o Shack Burguer ($5,55)

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    Barraquinhas de cachorro quente – Central Park West – Fast Food

    Não é boato: as barracas de cachorro quente em NYC te dão a oportunidade de experimentar um dos melhores hot dogs que você já provou. Além da comida ser super barata, dá para quebrar o galho muito bem quando você não quer sair da rota do passeio e ir procurar um restaurante. Foi isso que eu fiz após sair do Museu de História Natural e ir em direção ao Central Park. Vale a pena, e você vai ver milhares de barraquinhas espalhadas pela cidade. Ah, vale lembrar que as comidas nos EUA sempre vem em grande quantidade.

    Preço: Talvez em uma lanchonete você pagasse um preço semelhante, mas vale a pena pelo custo benefício e para provar o famoso cachorro quente (e economizar tempo nos passeios).

    O que eu experimentei: Hot Dog ($3,00) e French Fries ($5,00).

    Imagem: TripAdvisor

    Imagem: TripAdvisor

    Carve Cafe – 8th Avenue, na esquina com a 47th – Café da manhã

    Após alguns dias comendo em cafés caros e que a comida não compensava, uma luz me guiou ao Carve, um dos locais com o café da manhã mais em conta na área turística, e que também faz o famoso pão na chapa. Então, se você já está com saudades de um breakfast mais brasileiro, aqui é uma ótima opção. O atendimento também é muito bom (vários atendentes falam espanhol e português). Tem sanduíches variados, um café delicioso e um menu enorme. Ah, ele fica aberto 24h.

    Preço: Se o seu café é mais básico, como o meu, vai custar barato. Se você quer comer mais, pode desembolsar em torno de $15,00 mas o preço é justo pois a comida é boa, e a quantidade, grande. Depende do sanduíche que você preferir. (Menu)

    O que eu experimentei: Café Latte ($3,50), Blueberry Crumb Muffin ($3,25) e French Toast ($7,95).

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    Daniela Trattoria – 8th Avenue, 728 – Jantar

    Perfeito para o jantar, o Daniela Trattoria tem uma decoração bem legal e é interessante também para quem está em casal. Se você está visitando NYC no inverno, é uma boa ideia parar neste restaurante para experimentar uma das sopas. Elas são deliciosas (a melhor que eu já comi!). Tem a chicken soup, minestrone e pasta e fagioli. A minestrone, de vegetais, é sensacional. As pizzas também são um ponto forte do local.

    Preço: É moderado e segue a faixa dos restaurantes da região. A pizza custa de $16 a $18, e a massa, de $21 a $26. (Menu)

    O que eu experimentei: Minestrone ($9) e pizza margerita ($17).

    Imagem: City News

    Imagem: City News

    Oliver Garden – Times Square – Almoço e jantar

    Fundado em 1981, o Oliver Garden é a maior rede de comida italiana dos Estados Unidos, com mais de 800 unidades no país. Foi um dos restaurantes mais legais que eu fui: o atendimento é impecável, e a comida é realmente maravilhosa. É difícil não sair de lá satisfeito! E o complicado mesmo é escolher o que você quer do menu. As opções são muitas. A minha mãe experimentou a lasagna frita ($12,49), e eu juro que nunca havia provado algo com aquele gosto antes (SÉRIO).

    Preço: O Oliver Garden tem um preço mais salgado caso você esteja indo com a família. Caso você queira pedir vinho, com certeza a conta sairá mais cara. Mas os preços continuam sendo bem OK para a região. (Menu)

    O que eu experimentei: Fettuccine Alfredo ($18,49)

    Fettuccine alfredo

    Fettuccine alfredo

    Fevereiro 23, 2017
    postado por
    Foto 26-01-17 14 29 38

    No último dia de viagem em NY foi o momento de passear em Lower Manhattan, onde fica o World Trade Center, o local em que se localizava as Torres Gêmeas. Visitamos o Ground Zero, o memorial dedicado a fatalidade do 11 de Setembro. É, com certeza, um dos memorais mais bonitos que eu visitei durante a viagem, porém ele carrega um misto inevitável de tristeza quando você está lá. Ao me deparar com tantos nomes – parecia que eles não acabavam nunca -, a gente se questiona porque a violência consegue superar a humanidade.

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    O local possui duas construções, representando ambas as torres, com o nome de todas as pessoas que estavam presentes nela. Dentro deles, tem uma cascata enorme de água. Ao lado você também encontra o museu do World Trade Center. O local tem várias barracas em que você pode comprar algumas coisas em memória do local, que ajudam na manutenção dele (que é impecável).

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    Bem próximo, tem o Westfield World Trade Center, o maior shopping de Manhattan, que tem toda a estrutura em cores claras. Ele possui a Forever 21, Apple, H&M, e outras lojas famosas. Diversas grifes também estão localizadas no mesmo, que tem lojas com preço mais salgado.

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    Sabe aquela história de andar na rua e encontrar algo muito interessante? Foi assim que conhecemos a St. Paul’s Chapel, a igreja mais antiga de Manhattan, construída em 1776 (sim!). Na frente dela, tem um cemitério com túmulos dos anos 1777, 1800, 1888… é incrível, sério! Famílias inteiras e importantes estão lá. Para alguns pode parecer estranho, mas é muito legal ver coisas do século passado na sua frente.

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    A igreja também possui um sino que toca apenas no dia 11 de Setembro, para homenagear as vítimas e suas famílias. Ela também está fortemente ligada a instituições de caridade e trabalhos voluntários.

    Quando foi construída, a propriedade era o “prédio” mais alto da cidade. Agora, ele parece até pequeno perto dos outros! Como as coisas mudam, né?

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    Pegamos um táxi de volta para o coração da cidade, com destino a Grand Central Terminal, a maior estação de trem do mundo, construída no século 20 e inaugurada em 1913. É uma das obras de arquitetura mais conhecidas de NYC, e motivos não faltam: o local é grandioso, lindo, e possui diversos andares.

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    Você provavelmente lembra desse local, pois diversos filmes e séries são gravados constantemente na Grand Central. Impossível não lembrar do primeiro episódio de Gossip Girl, em que a Serena chega nas escadarias da estação. Durante a viagem, eu assisti “The Girl In The Train” e vários episódios de Mr. Robot, e foi muito legal ter reconhecido tantos cenários da cidade.

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    Já na Quinta Avenida, esbarramos – literalmente – com a The New York Public Library, fundada em 1895 e que possui um acervo com milhares de livros. Aqui, você pode fazer reunião, estudar, ou simplesmente usar o seu computador em uma das diversas salas da biblioteca: e o silêncio impera em todas elas.

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    Dica: Todos os locais históricos da cidade possuem lojinhas específicas (nos museus, por exemplo, você não precisa comprar o ingresso para acessá-las). Elas são cheias de itens legais para quem quiser levar presentes e lembranças desses locais especiais. A do MET, por exemplo, é cheia de livros em edições especiais sobre moda e arte. A da Biblioteca foi uma das minhas favoritas. Vale a visita.

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    NYC é uma daquelas cidades maravilhosas que parece um mundo a parte. O tempo todo novidades acontecem, as pessoas se movimentam nas ruas, e a moda também está sempre presente (a galera se veste muito bem, sério!), e coisas legais para fazer é o que não falta. A diversidade e a tolerância também imperam no local. É um clima diferente das outras cidades dos EUA. Eu já quero voltar, principalmente para conhecer o Brooklyn, o Soho e o Chelsea.

    Fevereiro 12, 2017
    postado por

    Na viagem eu tive a oportunidade incrível de passar três dias em New York, e posso dizer que foi uma das experiências mais legais da minha vida. Eu – como a maioria das pessoas – sempre quis conhecer a cidade, mas não achava que a chance iria surgir ainda em 2017. Dois blogs me ajudaram muito na hora de montar o roteiro da viagem: O NY & About, da Martha Sachser, brasileira que mora há 10 anos na cidade, e o Matraqueando, com dicas preciosas. E a minha amiga Ana Maria, que conhece bem a cidade e me ajudou na hora de colocar tudo no papel (ou seria Word?).

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    No primeiro dia que eu cheguei na cidade, o tempo estava chuvoso, com muito vento e -2. Mas isso não me impediu de logo de cara, conhecer a Times Square (mesmo congelando!). O lugar era tudo o que eu imaginava, só que ainda melhor. Cheio de lojas, propagandas enormes e aqueles cenários que a gente vê muito nos seriados. Eu voltei posteriormente, a noite, e bati fotos bem legais (mas isso fica para outro post).

    O hotel que eu e a minha família nos hospedamos foi o ROW NYC. Ele fica na oitava avenida e tem uma localização muito boa, o que é essencial quando você vai viajar para NY. O hotel fica a apenas cinco minutos da Times Square, e em um local bem turístico da cidade, ou seja: tem muitos restaurantes, cafés e gifts shops. A reserva foi feita pelo Booking (que na maioria das vezes, garante preços bem mais amigáveis do que em comparação com outros sites). Eu super indico o hotel: o quarto para 3 pessoas era espaçoso, confortável, e o atendimento foi perfeito. Também tem bar, academia, e a famosa Sugar Factory dentro do saguão.

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    O dia seguinte já estava mais quente (em torno de 8 graus) com sol. A gente deu sorte, pois era o dia de fazer o passeio do Circle Line Liberty Cruise, pelo Rio Hudson, no Píer 83, perto do Hell’s Kitchen. Ele é uma boa pedida para quem quer ver partes legais da cidade com uma visão mais geral, se você não vai ficar tantos dias, como eu. Ah, e o barco também passa perto da Estátua da Liberdade. O narrador vai falando sobre todos os pontos turísticos. Ele mostra também o Píer 54, que foi o destino dos sobreviventes do Titanic, e que está sendo reformado atualmente.

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    Existem opções de passeios mais longos, para quem estiver interessado. Mas se você estiver com o roteiro apertado, vale a pena fazer este de uma hora.

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    O American Museum of Natural History foi a segunda parada. Fundado em 1869, ele fica em frente ao Central Park. É bom reservar algumas horas para visitá-lo (e mesmo assim, é bem difícil conseguir ver tudo!). Ele é separado em alas, com a história de vários povos e suas respectivas culturas. Eu passei pela história dos asiáticos e africanos, e é uma experiência muito legal. Você aprende muito, e de uma maneira divertida (o local era lotado de escolas com crianças pequenas impressionadas com tudo).

    Eu também visitei a ala dos animais vertebrados. Os fósseis de dinossauros são surpreendentes, e muitos foram descobertos na América Latina (principalmente na Argentina): ou seja, tem muita coisa que surgiu perto de nós, e nem sabíamos. Essa foi a única área que eu consegui bater fotos legais, porque as outras eram muito escuras.

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    Dica: Todos os museus possuem preços sugeridos (o ticket era $22 dólares para adultos) mas você pode pagar o preço que preferir por eles. Sim! É só ir ao balcão na compra dos ingressos e dizer o preço que você quer pagar. E é isso mesmo, sem erro.

    Vista do Central Park de dentro do museu

    Vista do Central Park de dentro do museu

    A visita ao Central Park aconteceu em seguida. Fomos direto para o Strawberry Fields, memorial do John Lennon, que fica bem pertinho do museu (uns 10 minutos a pé ou menos, seguindo na direção do trânsito, saindo na frente do museu).

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    O memorial do cantor é cheio de pessoas o tempo inteiro, então tirar a foto ali no centro escrito “Imagine” é uma missão complicada. Tem uma galera tocando violão, fazendo os seus covers das músicas dos Beatles, além de muitas camisetas, ilustrações e desenhos do John. O local foi construído com a ajuda de Yoko Ono. O apartamento em que ele viveu fica bem pertinho dali, o Dakota Building.

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    O parque é um dos locais mais bonitos de NY e você não pode deixar de visitá-lo. É necessário pelo menos uma hora para ver uma (pequena) parte. É possível passar horas no Central Park, batendo fotos e explorando cada lugar. A pista de patinação (que funciona no inverno) fica próximo da saída que é caminho para o Museu de Arte Moderna. Confira os preços aqui.

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    Antes de jantar passeamos pelos arredores do ponto em que estávamos do Central Park, que era próximo do MOMA, o Museum Of Modern Art, que data de 1929. Aqui, rola o mesmo esquema dos outros museus (você paga o que preferir). Essa foto, da entrada, foi uma das minhas favoritas que eu tirei na viagem.

    Janeiro 16, 2018
    postado por
    MEGHANN FAHY, KATIE STEVENS, AISHA DEE

    The Bold Type foi uma das minhas maiores surpresas no quesito séries em 2017. Após ler vários blogs indicando o seriado produzido pela Freeform (antiga ABC Family), eu resolvi dar uma chance. E sabe aqueles seriados que são classificados como guilty pleasure? Se você ler as críticas por cima, vai achar que The Bold Type é uma série bobinha, mas ela passa longe disso. Voltado para o público feminino e com um viés feminista, acompanhamos a vida de Jane Sloan (Katie Stevens), Kat Edison (Aisha Dee) e Sutton Brady (Meghann Fahy). Criada pela roteirista Sarah Watson, os episódios percorrem a vida no trabalho das três amigas que moram em Nova York.

    Elas possuem cargos diferentes na revista Scarlet (que é fictícia). Jane é escritora, Kat é diretora de mídias sociais e Sutton é assistente. Uma das personagens mais presentes é a editora-chefe da revista, Jacqueline (Melora Hardin). Em uma das primeiras cenas, é possível perceber que The Bold Type aposta em uma proposta diferente, sem cair nos milhares clichês de filmes e séries voltadas para as mulheres; Jacqueline não é uma chefe megera (como a Miranda de O Diabo Veste Prada). Pelo contrário: ela exige quando necessário das suas funcionárias, porque acredita no potencial delas. Aqui, o papel de que a chefe sempre é uma má pessoa é substituido por uma personagem poderosa e que quer dar o seu melhor como editora.

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    Cada uma das três protagonistas é super bem trabalhada, e podemos conhecê-las a fundo (você provavelmente vai se identificar mais com uma delas). Jane sempre sonhou em ser escritora e trabalhar na Scarlet. Quando é promovida, ela quer dar o seu melhor para escrever matérias que satisfaçam a sua chefe (e ganhem mais destaque na revista). Mas em muitos momentos, ela precisa desafiar a si mesma e sair da sua zona-de-conforto para fazer isso (o que nunca é fácil). Eu me enxerguei muito de mim na Jane.

    Kat cresceu em uma família com dois pais psicológos. Por isso, aparentemente, ela é a mais bem-resolvida… aparentemente. Ela sempre teve certeza que era heterossexual, até se apaixonar por Adena (Nikhol Boosheri), uma artista imigrante extremamente talentosa que vai para Nova York expor o seu trabalho. O relacionamento das duas cresce aos poucos. Enquanto Kat sempre teve uma vida privilegiada, Adena enfrenta todos os dias o preconceito por ser imigrante e muçulmana. Este tema, aliás, é bem recorrente nos episódios.

    Sutton é a que mais se envolve com o ambiente de trabalho. Quando ela se mudou para NYC não possuía uma faculdade no currículo; apenas o seu sonho de trabalhar com moda. Após três anos sendo assistente, ela quer subir de cargo. Acompanhamos a trajetória da personagem tentando lutar para provar o seu valor com o estilista que quer trabalhar, e também pedindo um salário justo. Apesar do seu romance com Richard (Sam Page) ganhar espaço, é muito legal vê-la batalhando no meio profissional.

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    A série aborda todos os temas possíveis que você possa imaginar, e que muitas vezes entram em pauta na editoria da revista. Imigração, feminismo, problemas na profissão, mulheres bissexuais, orgasmos, relacionamentos, política (e muitas alfinetadas ao Trump): tudo é tratado de maneira bem honesta e aberta. Um dos pontos chaves é a maneira como os roteiristas escolhem trabalhar cada tema. O toque de sororidade entre as protagonistas sempre está presente. Quando precisam, uma ajuda à outra. E quando a situação fica complicada, elas não deixam de dizer verdades, mas nunca se abandonam. É um exemplo de amizade feminina que ainda falta muito na televisão. Em The Bold Type, não há competição de mulheres com mulheres, e sim a união entre elas.

    Seja no ambiente de trabalho ou na vida pessoal, a mensagem que fica é que o apoio feminino pode sim, resolver muita coisa. Mesmo que a série tenha como pano de fundo o dia-dia no ambiente de quem trabalha com a moda e as mídias sociais e impressas, o foco aqui são os relacionamentos, os desafios e os problemas pessoais que muitas mulheres do século XXI enfrentam.

    A primeira temporada possui dez episódios, e uma segunda e terceira já foram confirmadas.

    Setembro 18, 2017
    postado por

    Eu já comentei aqui no blog como vlogs de viagem é uma das minhas categorias favoritas no Youtube. Eu já peguei muitas dicas assistindo vídeos e anotando o que me interessava, principalmente se é de algum destino que você vai em breve. Pensando nisso, selecionei os meus favoritos (mais recentes) que mostram um pouquinho de cada cidade, seja na América Látina, América do Norte, ou em outros locais legais.

    No início de 2017 eu fiz alguns posts sobre o estado da Georgia e a cidade de Nova York. No final de Dezembro e início de Janeiro eu pretendo trazer também alguns vídeos aqui para o blog, como se fosse um diário de viagem, mostrando alguns lugares legais que valem a pena conhecer! Vocês curtem a ideia?

    Peru

    Argentina

    Londres

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    Nova York

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