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  • February 10, 2013
    postado por

    Título: As Vantagens De Ser Invisível

    Autor (a): Stephen Chbosky

    Editora: Rocco – Jovens Leitores

    Preço Sugerido: R$29,90 (Pode variar).

    Sinopse: Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

    E agora vocês já podem comemorar: finalmente essa menina vai parar de falar que quer ler esse livro e fazer a resenha logo. Pois é, demorou, mas foi! Após semanas procurando na livrarias, comprei pela internet mesmo no site da Saraiva a minha cópia de Perks of Being a Wallflower finalmente chegou. Óbvio que comecei a ler o livro no mesmo dia, com altas expectativas. E não me decepcionei. Bom, começamos falando de Charlie, o protagonista.

    Charlie é um garoto de quinze anos que vai começar a frequentar o ensino médio da sua escola. Ele não tem amigos, mas possui a companhia da sua família, e dos seus dois irmãos. Quieto, ele já passou por problemas psicológicos anteriormente, e escreve cartas para um amigo (que pode ser real ou não, mas acredito que seja, de uma forma que o leitor se torna esse “amigo” do Charlie) contando tudo sobre a sua vida e as coisas que ele enfrenta. É por meio dessas cartas que o conhecemos. O personagem guarda grandes dúvidas dentro de si.

    Uma delas é que ele não consegue se aproximar das pessoas, primeiramente porque seu melhor amigo, Michael, se suicidou e ele nunca soube ao certo o motivo. E sua tia Helen, a pessoa que ele mais gostava no mundo, morreu e no fundo ele acredita que tem certa culpa pelo que aconteceu com ela. Ele é inocente, e observa praticamente tudo. Guarda muitos pensamentos dentro de si e como ele mesmo diz, “não participa.” Ele não vive momentos que possam ser lembrados depois. Realmente, é como se ele alguém invisível, pelo menos para o mundo.

    Mas as coisas mudam quando ele conhece Sam e Patrick, dois meio-irmãos mais velhos que já estão no último ano da escola e apresentam para ele um mundo bem diferente do que ele imaginava. Pela primeira vez, ele tem novos amigos e sente que pode ser parte de alguma coisa. Charlie conhece as festas – inclusive o livro aborda o tema das drogas – começa a fazer amizade com pessoas que não são parecidas com ele, e com isso começa a viver experiências diferentes. O primeiro amor, o drama de não ser correspondido e até mesmo o homossexualismo. Patrick, seu melhor amigo, é gay, o que é muito bem explorado durante a leitura, porém de modo leve. Lembrando que a história se passa no início dos anos 90.

    Também é citado muitas referências a músicas, filmes e livros, o que torna tudo mais especial. The Smiths, por exemplo, com a faixa “Asleep” se torna meio que a canção tema do livro, já que é a favorita do personagem. Charlie ama ler e também tem em mente que talvez no futuro ele possa ser escritor.

    Vários temas abordados aqui já são super comuns aos olhos do público. Lembrando que ele foi lançado pela primeira vez em 1999, ou seja, esses temas não eram tão populares assim e não existiam ainda milhares de livros falando sobre os mesmos problemas de colegial. Por isso, quem não conseguir interpretar os sentimentos de Charlie ou se conectar com ele, pode achar que a história não saiu do lugar comum.

    O enredo também é super reflexivo. Charlie pensa muito, além de ser romântico e planejar bastante. Ele vive momentos inesquecíveis, mas também passa por várias dificuldades, como o segredo do que sua tia Helen significou para ele e a paixão que Sam não correspondia, mesmo que no final aconteça um romance com eles.

    Um dos temas principais é o fato do abuso sexual também. A irmã de Charlie é agredida uma vez pelo namorado, e ele fica pasmo, porque sua tia também sofreu com isso uma vez e teve muitos problemas (assim como ele tem). No final, descobrimos um fato que envolve ele e tia Helen, que é a resposta para tudo.

    Indico para quem gosta de uma leitura mais profunda, que a pessoa realmente entenda a história e saiba apreciá-la. Eu, pelo menos, sempre me lembrarei dessa frase: “Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos.”

    1. Érika Gevarauskas Feb 10, 2013

      Eu já tinha visto outros blogs falando desse livro, e eu gostei bastante da sua resenha, to super curiosa pra ler esse livro rs
      Seu blog é um charme, eu adorei, voltarei mais vezes.
      Beijos

      sonhosdegarota.blogspot.com.br

    2. Carla Feb 11, 2013

      Confesso que quando comprei o livro estava com a expectativa bem elevada. Não me decepcionei, mas confesso que esperava mais. De qualquer forma, o livro tem umas passagens bem bonitas, outras que fazem a gente pensar… Essa última frase do seu post foi a que mais me marcou no livro.

      ;*

    3. Carolina Hermanas Feb 11, 2013

      Todos estão falando BASTANTE desse livro e eu quero ler logo,assim que meu salário chegar o/
      HAUAHUAHAUHAUAHAU.Mas eu gostei da resenha,ficou muuuito boa *_*
      Cada vez me deixa mais curiosa rs

      Bom Carnaval <3

      Beeijinhos.

    4. Tati Lemos Feb 11, 2013

      Bia,

      Não li o livro, nem assisti a este filme ainda, mas parecem ser muito bons.

      No momento do lendo Hobbit, mas acredito que em seguida, eu leio esse.

      Beijo flor, ótimo carnaval.

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