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    Livro: 13 Segundos – Bel Rodrigues

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  • Julho 27, 2013
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    Titulo: A Mediadora – A terra das Sombras

    Autor (a): Meg Cabot

    Editora: Galera Record

    Preço Sugerido: R$37,90 (R$11 o vira-vira com volume 1 e 2)

    Sinopse: Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia.

    Sabe aquela série de livros que todo mundo vive elogiando e indicando? Foi assim que eu conheci A Mediadora, super sucesso de Meg Cabot. E como eu simplesmente amo os livros da autora, decidi ler depois que minha mãe (que também é super fã de livros!) comprou o vira-vira, que saiu muito mais em conta (na Saraiva custou onze reais) com o volume 1 e 2 do livro. Ah, também já garanti até do 5 e o 6, por isso, vocês podem aguardar resenha da série toda por aqui.

    Essa história segue o gênero sobrenatural e traz como protagonista Suzannah, que tem 16 anos e é como qualquer outra adolescente, se ela não fosse uma mediadora. Ela é uma das poucas pessoas na terra que tem o dom de se comunicar com os mortos, ou seja, ela vê todos os fantasmas. E é dela seu papel de ajudá-los a descobrir o motivo de eles ainda estarem presos no mundo humano e o que precisam fazer para partir para outro lugar.

    A personagem é bem cativante na minha opinião, pelo menos ela me interessou bastante, porém também é um pouco arrogante, acha que pode resolver todos os problemas do mundo sozinha sem a ajuda de ninguém. Mas essa é uma característica que também aparece em outras várias personagens da Meg. Ela é obrigada a se mudar de Nova York para a Califórnia com a mãe, no meio do segundo grau. Seu pai morreu há alguns anos e agora, a mãe se casou de novo, com um cara que possui três filhos também jovens.

    Ela tem que enfrentar uma nova escola, uma nova família, e principalmente uma casa, que é uma construção super antiga, por isso, seria meio óbvio que Suze iria encontrar algum fantasma. E é exatamente isso que acontece quando ela descobre que um fantasma super gato e com morte misteriosa está morando no seu quarto. Ele se chama Jesse e morreu há aproximadamente 150 anos, por isso, pouco se sabe sobre ele, só que é um dos personagens mais legais da história e logo prende nossa atenção.

    Na sua nova escola ela encontra um espirito bem revoltado e também perigoso de uma jovem, Heather, que se suicidou após ter problemas com o ex-namorado (que para piorar tudo, meio que se interessa por Suze). Ela tem que aprender a controlar os problemas e a lidar com Heather, que tem como grande objetivo matar o ex, matar a protagonista ou qualquer outro que possa vir a interferir nos seus planos.

    O livro é bem curtinho e a leitura super rápida. Há enrolação em alguns momentos pois as descrições da autora são longas (mas quem já leu outros livros sabe que ela curte encher uma linguiça em alguns momentos), porém a leitura é super indicada para quem curte séries assim. Sabe aquele primeiro volume que você sente que a história não é muito aprofundada, mas que os seguintes vão explorar bem mais tudo? É exatamente isso.

    Julho 11, 2013
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    Titulo: O Teorema Katherine

    Autor: John Green

    Editora: Intrínseca

    Preço Sugerido: R$23,90

    Sinopse: Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

    O nome de John Green na capa imediatamente já chama a atenção de milhares de leitores. O autor vem recebendo um grande hype nos últimos meses, principalmente após o lançamento de “A Culpa É Das Estrelas”, um dos seus lançamentos mais bem recebidos pela crítica. Por isso, assim que eu vi que era do John, já comprei. O enredo traz como protagonista Colin, um garoto meio egocêntrico, nerd, e que é apelidado de “gênio” pelo seu hilário melhor amigo, Hassan.

    Começamos o livro com Colin na fossa. Triste e depressivo, o protagonista está bem chateado porque levou um pé na bunda da décima Katherine de sua vida. Sim, ele já namorou 19 meninas com o mesmo nome. E essa é só uma das pequenas partes estranhas da sua personalidade. Ele dedica todo o tempo da sua vida à leitura e também ao desenvolvimento do seu cérebro, sempre buscando ser importante. O grande objetivo de sua vida é não ser esquecido. Ele quer ter o seu momento “eureca” criar alguma invenção ou ter uma grande ideia.

    Ele decide então partir para uma viagem sem rumo com Hassan, que é um dos personagens mais carismáticos da história. Eu gostei quase mais dele do que do Colin. Hassan leva a vida numa boa, prefere ficar fazendo piadas e nunca quis se matricular numa faculdade. Porém, ele e Colin, mesmo sendo diferentes, tentam se respeitar. Os dois vão parar em uma cidade pacata e super do interior, Gutshot.

    Na cidade, eles são acolhidos por Hollis, uma mulher que trabalha lá, e sua filha, Lindsey, que tem a mesma idade dos dois. Lindsey é meio caipira, mas logo faz amizade com os meninos. É nesta cidade que Colin tem a ideia de fazer o “Teorema da Previsibilidade das Katherines”, em que ele pode saber quando um romance irá começar e também terminar, e quem será o terminante e o terminado da relação.

    Os personagens são bem curiosos. Todos tem uma personalidade peculiar, e são bem trabalhados durante o livro. John usa e abusa das gírias dos adolescentes americanos, e também da linguagem coloquial, que aparece no texto. Isso é interessante para adaptar mais o leitor à realidade que é mostrada no livro. O grande trunfo do John é sempre fazer com que, quem lê o livro, goste dos personagens.

    Ele também tem aquelas dicas sutis sobre fatos da humanidade e coisas muito inteligentes. John Green, afinal, é um escritor inteligente. Ele sempre gosta de colocar coisas meio cômicas ou diferentes nos rodapés do livro. No apêndice, temos uma parte toda de matemática explicando o teorema de Colin.

    Achei o livro bem genial, para falar a verdade. Algumas partes eu achei que foram encheção de linguiça, mas é uma característica do autor fazer várias descrições mais longas e usar muitas expressões e fatos curiosos durante um capítulo. Quem já leu os seus outros livros está acostumado com esse fato.

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