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  • Abril 22, 2014
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    Título: Quem É Você, Alasca?

    Autor: John Green

    Editora: Martins Fontes

    Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

    Quem É Você, Alasca? foi um dos primeiros sucessos de John Green e também um dos primeiros livros seus que foi publicado aqui no Brasil. Eu me lembro que há um tempão atrás sempre o via nas livrarias; mas só agora fui lê-lo, depois de já ter comprado muitos títulos do autor. Depois de ler milhões de quotes no Tumblr e muitas resenhas o elogiando, eu tinha expectativas bem altas para a leitura. E é claro que elas foram supridas, afinal, estamos falando de um autor que sabe encantar bem o leitor. O único livro dele que eu não amei de paixão foi O Teorema Katherine.

    Nesse livro temos como protagonista Miles, que decide abandonar sua vida sem graça e vai para o mesmo prestigiado internato que seu pai estudou quando adolescente. Ele nunca teve muitos amigos, sempre foi meio solitário e excluído, característica que vemos em 90% dos personagens masculinos do autor. O que para alguns, torna a identificação (bem) mais fácil, afinal ele não traz aqueles personagens norte-americanos caricatos e temas que já cansamos de ler, sobre romance e popularidade.

    Miles encontra, depois de um tempo, amigos que são parecidos com ele. Pessoas engraçadas, inteligentes, como Coronel (seu colega de quarto), Takumi, Lara, todos diferentes entre si porém com muitas coisas em comum, e uma garota enigmática, que conquista sua atenção já de primeira: Alasca Young, que é misteriosa, com personalidade e um tanto quanto contraditória e muito impulsiva.

    Se vocês repararem, as personagens femininas de Green sempre trazem um toque de mistério. Cativam o personagem e o leitor ao mesmo tempo. Além de nos fazer se interessar por Alasca, também ficamos com raiva dela, das suas atitudes, da sua maneira de brincar com os sentimentos de Miles de vez em quando, porém admiramos o jeito dela de ver a vida. Ela se torna o primeiro amor de Miles, que fica até mesmo um pouco obcecado pelo seu comportamento e tenta se provar constantemente para ela, mesmo que ela tenha um namorado mais velho que mora em outra cidade, o Jake.

    Ele também é doido por últimas palavras e nos fala constantemente sobre “o grande talvez.” Vários temas são abordados no livro, e eles conduzem o leitor à várias reflexões o tempo inteiro. Nós não sabemos o que nos espera depois da morte, e provavelmente nunca iremos descobrir isso. E tentamos constantemente sair “do labirinto” do sofrimento, que às vezes, parece não ter fim.

    Na minha opinião, Alasca é uma personagem mais complexa. Finalizamos o livro sem nem ao menos conhecê-la de verdade, assim como o Miles, e só sabemos a parte que ela quer mostrar.

    Uma reviravolta bem surpreendente acontece no enredo, e eu fiquei super surpresa por nunca ter lido nenhum spoiler sobre isso, principalmente quando se fala de um livro tão famoso como esse, que muitas pessoas já leram. Só sei que eu fiquei realmente chocada.

    Abaixo, confiram meus quotes favoritos:

    Só queria dormir com ela, no sentido mais inocente da palavra. Mas eu não tinha coragem. Ela tinha um namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuvas, eu era a garoa e ela, um furacão.

    Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.

    O que estava sentindo não era bem tristeza, era dor. Aquilo doía, e não é um eufemismo. Doía como uma surra.

    Eu queria ser seu último amor. Mas sabia que não era. Sabia e a odiava por isso. Eu a odiava por não se importar comigo. Eu a odiava por ter me deixado naquela noite. E odiava a mim mesmo por tê-la deixado ir embora, porque, se eu tivesse sido suficiente, ela não teria querido ir embora.”

    Abril 21, 2014
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    Esse é o parque favorito de todos os fãs de montanhas-russas super radicais, e é o local perfeito para quem ama adrenalina (como eu!). Como esse tipo de brinquedo sempre foi o que eu mais gostei, eu não poderia perder a oportunidade de ir para o Busch Gardens, que fica em Tampa, localizado à uma hora de Orlando. É fácil de chegar lá com GPS se você pegar as rodovias principais (na volta, nós quase nos perdemos no meio de umas ruas bem mais afastadas na cidade). O foco dele também são os animais. São zoológicos e áreas representando a África e a Ásia. Ah, e tem muitos locais lindos para bater fotos, com flores e animais fofos!

    O ingresso custa 90 dólares pelo site e eu paguei 98 comprando na hora, então a diferença não é muito grande; às vezes os preços são super semelhantes na internet ou no guichê. No dia que eu fui em Tampa, (no inicio de Março) estava fazendo muito frio! E eu nem tinha levado roupas quentes. Em Orlando estava sol e calor, e lá, um vento forte e fazia uns 10 graus. Então, não esqueça do moletom, às vezes a temperatura varia muito.

    A Sheikra tem 61 metros, e solta a galera numa queda livre de 90 graus a mais de 112 km/h. É somente para os corajosos! Só de me lembrar, eu ainda nem acredito mesmo que fui. A fila até que foi rápida, durou uns 45 minutos. Nada descreve a sensação de estar lá e sentir aquela adrenalina enorme. Antes da primeira queda – que é a maior e mais assustadora de todas – ela fica parada por alguns segundos lá em cima. É agoniante, isso eu posso garantir! Eu quase morri de emoção vale muito à pena, porque é uma experiência incrível. Normalmente tem mais fila que as outras do parque, por ser a atração mais famosa. Ela não assusta tanto assim depois que você cai os 90 graus. Ela tem até uma curva que sobe girando 360 graus!

    A Kumba, não é tão assustadora quando parece, mas é cheia de loopings emocionantes. O legal das montanhas-russas desses parques é que o trajeto é sempre surpreendente. Sem nem mesmo perceber, você passa por baixo de alguma coisa, por curvas inusitadas… é bem diferente. Ela dura três minutos (sendo uma das de maior duração no parque) e tem aspirais de 360 graus. Ela tem várias descidas emocionantes!

    Cheetah Hunt foi uma das minhas atrações favoritas do parque. Ela é uma montanha-russa cheia de curvas e surpresas, além de ser muito, mas muito rápida! Acho que é uma das mais velozes do parque e isso só deixa tudo ainda mais emocionante, você sai dela sem fôlego. O legal do inicio é que ela começa devagar e do nada pega uma velocidade grande, ou seja, ela te pega de surpresa. Além disso, também é uma das maiores do parque, dá pra enxergá-la de vários lugares.

    A Montu acaba se tornando uma montanha-russa mais leve depois que você já foi em todas as outras que eu citei. Ela é bem rápida e tem vários loopings, e é mais legal por não ser um carrinho, e sim o banco que está nos trilhos. Ótimo pra ver o parque inteiro lá de cima, ainda mais com dias ensolarados (como o que eu fui!). A única coisa que eu não gostei muito é que a cabeça bate mais, porque ela se movimenta muito e com força. Porém, os bancos são confortáveis (assim como os de todas as outras atrações no parque).

    Eu não fui com tantas expectativas para a Scorpion, já que ela tem uma estrutura menor, então não assusta muito, mas me surpreendi! Ela é bem divertida e a descida que te leva para um looping enorme é de deixar qualquer um com muito (sério!) frio na barriga. A fila foi bem rápida até, não tinha muita gente. No dia que eu fui no Busch Gardens o parque não estava lotado; me falaram que na temporada as filas são de horas.

    Eu só fui almoçar (ou quase jantar!) mesmo lá pelo final da tarde. O parque naquele dia fechava perto das seis horas, então próximo das cinco eu fui comer. Escolhemos o Zambia Smokehouse, opção mais perto. Tinha uma praça de alimentação maior no parque, mas no Busch Gardens tudo é muito distante, então se você quiser ir em outras áreas, tem que caminhar – e muito – a pé e naquele momento eu já estava super cansada. Esse restaurante é mais prático (fica no caminho da Sheikra, inclusive você consegue ver todo o trajeto dela enquanto come!) porque você escolhe o seu pedido, entra numa fila e eles já vão fazendo tudo rapidamente, ou ele já vai estar pronto na bancada. Então, se estiver em dúvida, é só escolher o que quiser ali e depois pagar. O processo é rápido. Porém, ele não tem comidas muito leves. Eu pedi o menor prato (só frango e batata) mas existem outros bem maiores com o molho barbecue. Eu não escolhia esses pratos porque lá tudo é pesado demais, então corria o risco de ficar mal do estômago. Os preços variam de 12/25 dólares.

    Abril 2, 2014
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    O parque que eu mais estava ansiosa quando soube que ia para Orlando era com certeza o Wizarding World Of Harry Potter, localizado dentro do Islands Of Adventure. Todos os fãs da saga – e até os que nem gostam tanto assim – vão se emocionar e gostar muito do lugar, que realmente faz você se sentir nas páginas do livro ou nos cenários do filme, de tão perfeito que os detalhes e cada pedaço são. De longe era o parque mais cheio! Muita gente também se programava para ir especialmente nele primeiro, assim que chegava no Islands Of Adventure.

    Essa foto foi tirada por mim assim que eu cheguei no parque. No primeiro dia caiu a maior chuva, mas nem isso conseguiu atrapalhar a alegria de estar lá (mesmo tendo que usar aquela capa de chuva, que depois de um tempo, fica insuportável!). Assim que você está se aproximando já é possível ver o castelo de longe e o pessoal bate as fotos logo ali no inicio (não existe apenas uma entrada). Um dos brinquedos principais é o simulador (que é dentro do castelo) e a montanha-russa Dragon Challenge. As lojas e restaurantes são com as descrições feitas nos livros. É tudo feito com extrema perfeição.

    Cerveja Amanteigada

    Eu tinha lido vários comentários sobre ela; alguns diziam que era ruim, outros que era muito bom. Quando eu fui pedir a minha, pedi a mais gelada possível, que era a frozen. Não experimentei a outra versão e me falaram que ela era mais doce que a minha. Eu gostei bastante, na verdade achei que parece meio que um sorvete, um milkshake. É deliciosa. Sério. E o copo também é bem grande, difícil é conseguir tomar tudo aquilo sozinho. Não é caro, porque a quantidade é grande, então vale a pena.

    Dragon Challenge

    Inspirada na primeira tarefa do Torneio Tribuxo, a montanha-russa é a única radical que tem no complexo do parque de HP. É composta por dois trilhos: o vermelho e o azul, que percorrem caminhos diferentes e parece que irão se chocar (embora quem está nela nem perceba!). Como tinha pouca fila, eu consegui ir nas duas. A azul tem mais curvas, porém a vermelha é mais rápida que a outra. Vale super a pena ir, mesmo que o trajeto em si seja bem rápido.

    Harry Potter and the Forbidden Journey

    É praticamente o brinquedo principal do parque todo. É um simulador incrível e MUITO real, onde você passa por vários lugares da história do filme acompanhado dos personagens. Está na lista o campo de quadribol, e também ver os dementadores de perto. Ele sacode bastante, o que deixa tudo mais realista. A fila costuma ser bem maior (na primeira vez eu peguei 20 minutos e na segunda, uma hora) mas aqui não tem essa história de ficar no tédio enquanto espera. Afinal, no caminho, você entra no castelo e passa pelo escritório do Dumbledore, a sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, pelo corredor da escola (aqui os quadros também falam!), é muito legal observar tudo. Tem que ir devagar mesmo. Ah, e não adianta muito levar câmera pois a luz não colabora nada pra foto (e é proposital mesmo).

    Honeydukes

    Conhecida como Honeydukes ou Dedos de Mel, essa foi uma das minhas lojas favoritas do parque. É o lugar perfeito para comprar os feijões, os sapos de chocolate, os doces, e tudo mais. Eu fiquei um tempão na loja escolhendo tudo. E o interessante é que cada doce tem um sabor único, ou seja, você não está comprando simplesmente uma barra de chocolate que vai achar fácil em outro lugar. As embalagens são muito legais e super trabalhadas. Amei os feijões (que realmente, tem gostos bem diferentes) e o chocolate que eu comprei.

    Na saída do simulador também tem uma loja que vendem as camisetas, os copos, uma coruja pra vender (sim!), além de muitas outras coisas que vão ser bem especiais pra quem é fã. Eu mesma fiquei louca na loja. Comprei um kit com quatro copos e uma regata da Grifinória. Vale lembrar que a varinha não vende nessa loja e sim em outros lugares espalhados pelo parque (e numa loja no Universal Studios também). A minha dica é: guarde bem o seu dinheiro para esse momento, por quê vale a pena, principalmente se quiser guardar as coisas de recordação. Os copos das casas de Hogwarts são incríveis, muito bonitos.

    Flight of the Hippogriff

    Se você não gosta de brinquedos muito acelerados, está com crianças e quer algo mais leve, essa montanha-russa é bem rápida (dura uns 40 segundos eu acho!) e também não é nem um pouco radical, apesar do carrinho ir numa velocidade alta. A fila também costuma ser bem menor. Não deixe a altura dela te assustar!

    Ah, e você pode também assistir algumas apresentações que rolam no parque.

    Resumindo: é tudo sensacional. Juro que foi um dos meus lugares favoritos da viagem! Ainda quero voltar lá um dia. Vale cada centavo que você gasta para estar lá.

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