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  • April 16, 2014
    postado por

    A gente tem mania de perder um bocado de noites de sono só pensando no que poderia ter acontecido se tivesse feito algo diferente. Mania de ser perguntar “e se…?”. De inventar e reinventar acontecimentos em nossa mente. Trazer pessoas de volta. Isso tudo porque achamos que vai amenizar toda forma de arrependimento ou dor. O problema é que em certos casos vai, mas até quando?

    É comum recordar certos momentos, o erro está em recordá-los com freqüência e esquecer-se de viver o agora e poder colecionar mais memórias que possam ser lembradas em um determinado tempo. Mas a verdade é que a vida da gente é curta demais para focarmos só no passado e deixar o nosso presente.

    Passado não volta, mas também não morre.

    Na maioria das vezes eles são colocados no fundo de uma gaveta e quando menos esperamos, ressurgem. Às vezes causando um caos ou só para avisar alguma coisa. Mas é passageiro. Ele não fica e nem deveria ficar, porque – como diz o ditado – se passado fosse bom, seria presente. Pode parecer clichê essa frase, mas é a verdade.

    Já foi não volta mais e, caso volte, não é da mesma maneira que antes. Sempre vem com novos ensinamentos e conseqüências.

    O que estou tentando dizer é que tudo bem desenterrar vez ou outra o passado, desde que seja só para certificar o ensinamento que ele nos deixou. Somos feitos de pedaços, construídos através das experiências que adquirimos ao longo da vida, nossa essência é nosso passado, por isso ele não morre, mas também não volta.

    Eu acho.

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