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  • March 5, 2015
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    Uma das coisas que eu ando refletindo nos últimos tempos é como a gente vai amadurecendo e também, ao mesmo tempo, aprendendo a lidar mais com as pessoas. E com as diferenças enormes que às vezes existem entre um ser humano e outro. A realidade é meio dura e o fato é: você não vai poder conviver só com aquele seu grupo de amigos, do qual você já conhece muito bem. Durante a vida, vai encontrar milhares de pessoas com personalidades que não tem nada a ver com a sua. E isso pode ser ótimo, porque acrescenta muito conviver com alguém que te ensina valores que você não conhecia, ou um outro jeito de ver a vida, de pensar. Isso só nos torna mais experientes.

    Mas é óbvio que não é só com gente legal que você vai esbarrar por ai. Não mesmo. A vida também coloca algumas pessoas que te fazem questionar algumas coisas. Uma delas, é porque o ser humano de vez em quando consegue ser extremamente cruel e não levar em consideração nem por dois segundos os sentimentos alheios. É triste, mas muita gente ainda não acredita naquela filosofia de que é bom sempre tentar achar pontos positivos nos outros. E elas simplesmente não ligam se a outra pessoa vai ficar magoado ou não. Porque palavras, acreditem, marcam mais do que qualquer coisa.

    O melhor exemplo de local onde você tem que aprender a conviver na marra com todo os tipos de pessoa? A escola. Claro que é um dos lugares onde a maioria das pessoas faz amizades que marcam a sua vida por muito tempo (é onde eu encontrei os meus melhores amigos) mas eu reparei que a escola é quase uma preparação para a vida real, pós terceiro ano, quando você é obrigado à crescer, querendo ou não. Eu fiz uma comparação de como eu lidava com pessoas do qual não me identificava nem um pouco (tenho tolerância zero pra quem faz a) piadinhas com os outros b) acha que é engraçado zoar as pessoas c) divide/coloca esterótipos nos outros baseado na aparência delas) há alguns anos atrás. E me lembro que eu ficava irritada. E queria brigar, ou deixava aquilo definir a minha vida. Hoje percebo que a opinião dos outros sobre você não é quem você é.

    Eu costumava pensar que mal podia esperar por uma nova etapa da vida onde beleza, roupa e balada não importassem tanto. Mas eu sei, estava sendo ingênua. Reparei algum tempo demais que a vida adulta também é assim. E que sempre vão existir rótulos, e pessoas que quase te fazem perder a fé na humanidade em alguns momentos. Mas que a gente tem que enfrentar isso. E de algum jeito, continuar sempre vivendo. Não dá pra parar pelos outros.

    Aos poucos vamos aprendendo formas distintas de não deixar isso te afetar. É difícil, eu sei. Eu sou daquelas pessoas que leva quase tudo à sério, mas percebi que quando você conhece a si mesmo, e sabe quem é, não há dúvidas: não se deixa incomodar pelo que os outros dizem. E sim, sempre vão existir mil pessoas idiotas por ai. Estamos cansados de saber disso. A solução? Não deixá-las entrar nem por um momento na sua vida (ou na sua cabeça!).

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