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    Make, Moda

    A revolução de Rihanna com a Fenty

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    Textos

    Para todos os quase momentos

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    Moda, Tendência

    O street style do NYFW

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    Livros

    Livro: 13 Segundos – Bel Rodrigues

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  • Julho 18, 2015
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    Conhecer um lugar novo traz uma das melhores sensações, na minha opinião: aquela que você tem quando descobre que o mundo é muito grande. Surpresa, talvez? Ou ansiedade, ao pensar que o futuro pode nos aguardar coisas que a gente nem espera? Eu não sei dizer exatamente, mas acho que ando deixando para trás uma característica que sempre esteve na minha personalidade: eu nunca gostei de mudanças. Mas já faz uns dois anos que eu percebi o quanto é importante deixar a sua zona de conforto, às vezes arriscar em situações que você não sabe se vão dar certo ou não, e dizer mais “sim” ao invés de “não.”

    Meu primeiro instinto quando surge uma oportunidade que eu não planejei é a negação. O motivo? Eu sempre fui aquela pessoa que vai planejando as coisas na cabeça: detalhe por detalhe. É por isso que eu também sempre criei muitas expectativas (outra coisa que estou conseguindo controlar. Ainda bem!). Confesso que ainda tenho medo de coisas que surgem do nada. De uma situação que eu não esperava, uma viagem que eu não tinha me preparado. Isso acontece até em situações simples; se alguém me chama para ir à algum lugar e eu não tinha pensado em fazer aquilo naquele dia, minha reação imediata é não querer. Mas eu vi que vale muito mais a pena aceitar mais as coisas que fogem do roteiro que você tinha planejado. E arriscar.

    Isso não quer dizer que todos os riscos vão dar certo, é claro. Já mergulhei de cabeça em situações imprevisíveis, achando que tudo iria se acertar, e as coisas se tornaram uma bagunça. Mas tudo que deu errado acabou ajudando a me tornar a pessoa que eu sou hoje: mais experiente. E valeu a pena, mesmo que no momento eu estivesse carregando aquele sentimento de culpa, pensando que eu devia ter ouvido os conselhos que ignorei.

    A rotina faz parte da nossa vida, mas é chato demais viver sempre sabendo tudo o que vai acontecer no seu dia. Ou quase tudo. É mais divertido encarar coisas novas, diferentes, e que talvez você nunca tenha gostado muito, mas que podem não ter nada a ver com o que você imaginava. E te surpreenderem de um modo positivo. Até por quê, não é para isso que serve a vida? Eu não consigo me imaginar fazendo as mesmas coisas sempre. Frio na barriga dá um nervoso horrível, eu sei, mas é meio emocionante ao mesmo tempo.

    Gosto de descobrir uma cidade nova. De conhecer alguém que não tem a ver comigo, mas mesmo assim encontrar algumas coisas em comum. Ouvir uma banda nova, ler um livro de gênero que eu nunca comprei antes.

    Quando faço pequenas ou grandes coisas que me tiram daquele lugar conhecido, que eu já sei tudo, eu noto como é importante tentar conhecer sempre mais. Conhecer outros lugares, viajar. Sair da onde você sempre está, da onde as coisas são daquele jeitinho que você gosta, mas elas nunca vão mudar. Vão estar sempre ali, exatamente iguais. Então, se um dia você quiser voltar, elas estarão lá. Mas por enquanto, eu quero mesmo é conhecer o meu futuro, e explorar o que é desconhecido.

    Julho 13, 2015
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    Título: Para Todos Os Garotos Que Já Amei

    Autor (a): Jenny Han

    Editora: Intrínseca

    Preço Sugerido: R$34,90

    Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

    Primeiramente, esse livro me chamou a atenção por quê algumas blogueiras já leram e haviam elogiado bastante. Segundo, essa capa é muito amor! É linda e a versão brasileira também é igual à original. Eu li outros dois livros da Jenny Han (a série de vingança que ela e a Siobhan Vivian escreveram juntas, tem resenha aqui e aqui) e eles me agradaram muito. Então, quis apostar nessa nova leitura para as férias, e não me arrependi. Sabe aqueles livros românticos, com reviravoltas, com açúcar e que você não consegue parar de ler até chegar na última página? E tenta até desacelerar a leitura, para ele não acabar tão rápido! É esse o caso de To All The Boys I’ve Loved Before, lançado nos EUA em 2014.

    A protagonista do livro é a Lara Jean, de 16 anos, a irmã do meio de uma família composta pelo pai e pelas três filhas: ela, Margo – a mais velha – e Kitty, a caçula de dez anos. Elas perderam a mãe faz alguns anos, por isso, a família ficou praticamente sob o comando de Margo, que é dois anos mais velha que ela, sua melhor amiga e maior exemplo à ser seguido. A família tem em comum um vizinho em especial: Josh, que mora na casa da frente faz anos, e é adorado pelas três irmãs.

    Lara Jean sempre teve uma paixão secreta por ele desde quando era mais nova, mas quando sua irmã começou a namorá-lo, ela deu um jeito de esquecer o passado e tentar deixar tudo para trás. Uma das formas que ela faz isso é escrevendo cartas, que nunca são enviadas, para os garotos do qual ela já se apaixonou. Ela as guarda em uma caixa que foi dada pela sua mãe quando mais nova.

    Mas as coisas começam a mudar quando, sem explicações, uma das cartas é enviada. O garoto é uma das suas primeiras paixões do ensino fundamental, Peter Kavinsky, que agora é um dos jogadores de futebol da escola. Os dois possuem turmas completamente diferentes, e não tem muito a ver um com o outro. Mas eles se reaproximam depois que ele recebe a carta.

    Quem também recebe a sua é Josh. Margo foi embora de casa – deixando Lara Jean cuidando de tudo – e foi para a Escócia cursar o primeiro ano da faculdade. O vizinho agora é o seu ex-namorado, mas ela nem sonha que a irmã e ele já gostaram um do outro no passado. Por isso, as coisas ficam muito complicadas quando ele lê a sua carta, já que Josh nunca teve ideia de que os sentimentos dela eram recíprocos. 

    O enredo vai se desenvolvendo aos poucos, mas o que eu achei interessante é que os personagens crescem ao longo da história. Suas visões mudam, assim como os relacionamentos. Todos são obrigados a amadurecer diante dos problemas. Questões familiares também são muito abordadas, e vemos como a relação das duas irmãs, que sempre foram muito próximas, pode se tornar frágil com tantas mudanças.

    Lara Jean e Peter fingem um namoro: ela, por que quer que sua relação com Josh volte ao normal, e ele, porque quer fazer ciúme na ex namorada, a Genevive, que é uma garota meio cruel que havia sido amiga da protagonista quando elas eram mais novas. No início, as coisas eram apenas para consertar os problemas deles, até que tudo fosse resolvido. Mas eles descobrem que na verdade não conheciam um ao outro, e Peter é muito mais do que aparenta ser.

    Se você procura um livro de romance, sugiro esse. A personagem vive várias questões amorosas durante a história, com os seus amores antigos e com o fato de que pode estar se apaixonando por Peter, quando tudo era para ser apenas uma farsa. Assim como Lara Jean, o leitor vai gostando aos poucos dele, até que no final, você já está totalmente convencido e torcendo pelo mesmo. Adoro quando o autor tem essa capacidade de te envolver muito com a história!

    A questão das cartas não é o foco principal do livro, e sim as relações, sejam amorosas ou entre irmãs, pai e filhas. A leitura é leve (perfeita para ler nas férias de Julho, que são rápidas) a linguagem é super fácil e não te exige tanta atenção. Você vai se encantar com a história.

    O segundo volume (ainda bem!) já foi confirmado e será lançado em 2016 pela Intrínseca no Brasil. Mas nos Estados Unidos ele já saiu, em Maio deste ano. Eu não resisti e pedi para uma amiga que está viajando comprar para mim, porque preciso muito saber o que vai acontecer em seguida. Ou seja: já podem esperar pela resenha!

    Julho 10, 2015
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    Estreou ontem no Brasil o filme Cidades de Papel (Paper Towns) segunda adaptação de uma obra literária do John Green para os cinemas! Eu estava na expectativa para assistir o filme pois esse é o livro mais legal do autor, na minha opinião. A maioria de vocês conhece a sinopse, mas para quem ainda não está ligado: o Quentin, mais conhecido como “Q.”, (interpretado pelo Nat Wolff) é um garoto nerd, responsável e que se preocupa com o futuro. Ele tem dois melhores amigos, o Ben e o Radar, que também seguem a mesma linha. É o trio de melhores amigos que sempre está presente nas histórias do John Green! O Q. é vizinho de Margo Roth Spiegelman, uma garota que na infância foi sua amiga, mas na adolescência eles tomaram rumos totalmente distintos. Porém, ele sempre nutriu uma paixão platônica por ela, sempre a viu como uma pessoa misteriosa e diferente de todos os outros.

    Depois que ele é chamado pela Margo para uma missão especial – e totalmente inesperada – no meio da noite, Quentin espera que tudo mude no dia seguinte. Eles estão no final do ensino médio e ele nunca teve a chance de se aproximar dela, e esta seria a grande chance de tudo mudar. Mas ela acaba sumindo no dia seguinte não é spoiler, tá na sinopse  e ele começa a ficar desesperado para procurá-la. Afinal, ele não pode deixar a sua paixão de anos ir embora, né?

    Por mais que o marketing do filme dê a entender que essa história é um romance, para mim ela sempre foi sobre amizade, e questões filosóficas da vida (sim!). O Quentin não tem dúvidas sobre o futuro e quer se prender ao “sonho americano”: casar, ter filhos, um emprego estável e ser feliz assim. Já a Margo é diferente; ela busca por aventuras e novas experiências. E não quer se prender à nada.

    Um dos grandes trunfos do longa é a amizade de Ben, Radar e o Q. Os três são extremamente engraçados, garantindo toda a parte divertida do filme, com tiradas sarcásticas, muitas piadas boas e referências (tem até de Game Of Thrones!). Austin Abrams e Justice Smith roubam a cena em muitos momentos. O enredo mostra como o companheirismo e a confiança são importantes; tudo com um toque de nostalgia, já que eles estão se despedindo da escola. Quem também está vai poder se identificar. Sempre tem aquela dúvida se os melhores amigos vão continuar juntos ou não.

    O elenco está impecável. Todos te convencem muito e realmente se tornam os personagens. A road trip que rola no filme garante os melhores momentos e mostra a química do cast. Desde que o Nat Wolff havia sido anunciado como o protagonista, eu comecei a acreditar na ideia do filme, por quê para mim ele é um dos melhores atores jovens do momento. A sua atuação é muito natural. Cara Delevingne também me convenceu e ela não decepciona nem um pouco. Sim, Cara tem muito talento para modelo e atriz também! Ela entendeu a essência da personagem, e consegue trazer a aura aventureira da Margo, e reparem que ela não deu sinal do sotaque britânico em nenhum momento.

    Destaque também para Halson Stage, que interpreta a Lacey, a melhor amiga de Margo, que também sai à procura dela (a atriz é uma das apostas para o próximo ano!) e a Jaz Sinclair como Angela, a namorada do Radar, que é uma das personagens mais cativantes.

    O filme também traz uma surpresa bem legal, com uma participação especial inesperada. Não vou contar quem é! Eu não tinha nem ideia e por isso foi surpreendente (aliás, para todo o cinema!). O final do longa é um pouco diferente do livro; faz tanto tempo que eu li que eu nem me lembro exatamente, mas eu gostei do desfecho. Cidades de Papel é o tipo de filme que vai te fazer sair do cinema refletindo sobre as várias questões que foram abordadas: amor platônico, expectativas da sociedade sobre o futuro, criar uma visão das pessoas que simplesmente não existe, ilusões, dentre outros.

    A trilha sonora também é bem legal. Não tem uma presença tão forte como em TFIOS, mas as músicas são bem escolhidas. Tem Vance Joy, Grouplove, Mikky Ekko, Santigold, e na cena final tem uma música do HAIM! (Amei, amei).

    As alterações que aconteceram se encaixaram super bem e tudo ornou no filme. Vale super a pena assistir e só traz mais expectativas para as próximas adaptações do autor ao cinema. Já tá sabendo qual vai ser? Looking for Alaska vai sair do papel e também chegar às telas!

    Julho 5, 2015
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    Scream – MTV (Estréia)

    Eu confesso que nunca curti muito filmes de terror, até ver a franquia Scream, dirigida por Wes Craven e que foi um dos maiores sucessos que estreou nos anos 90. Quando fiquei sabendo que a MTV iria lançar uma adaptação (baseada no longa, mas com uma “nova história”) eu torci um pouco o nariz para a ideia, mas como sou viciada em séries, não poderia deixar de conferir né? Na história, um assassino misterioso começa a matar um grupo de amigos em comum da escola; ambientado na época da era digital, a tecnologia vai aparecer – e muito – assim como às famosas referências a outros filmes de terror famosos.

    Minha opinião? Eu gostei do pilot, mas não achei maravilhoso, sabe? Mas continuarei acompanhando, porque acredito que a série pode nos surpreender bastante no futuro. A produção é teen, então eu já esperava uma coisa mais nesse estilo (muitos clichês de high school e o elenco poderia ter sido mais bem escolhido, MTV e essa mania de só escolher atores bonitos… mas tem que ter talento também, né?). Você pode assistir online legendado aqui ou fazer o download aqui.

    My Mad Fat Diary – Season 3

    Eu comentei pela primeira vez aqui no blog sobre MMFD em 2013; dois anos se passaram e agora a série britânica chega ao fim, na sua terceira temporada (com só 3 episódios. Muitas, muitas lágrimas). A série, que no início não possuía muito público no Brasil, se popularizou bastante no último ano, então se você nunca assistiu, vale a pena! As temporadas tem poucos episódios e na minha opinião, é a melhor série jovem da Inglaterra desde Skins. O series finale vai ao ar hoje, e eu ainda não estou emocionalmente preparada para isso.

    Essa série trouxe uma abordagem nova ao mundo “adolescente” e com certeza, a Rae Earl inspirou à todos que assistiram, sendo uma personagem extremamente forte e fácil de se relacionar. Sem falar na trilha sonora incrível, no ótimo cast, e em um casal que cativou todo mundo: Rae e Finn. Gente, já estou com saudades agora. Parece que uma parte de nós se vai quando uma das suas séries favoritas acaba não estou exagerando.

    Assista online aqui ou faça o download.

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