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  • January 25, 2016
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    JOY

    “Joy” (na versão brasileira do titulo “Joy: O Nome Do Sucesso”) é a nova parceria cinematográfica do diretor David O. Russell (de “O Lado Bom Da Vida” e “Trapaça”) junto com os atores Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e Robert De Niro. Os três atuaram juntos nos últimos três longas do diretor, que foram sucesso da crítica e renderam indicações ao Oscar (Jennifer está indicada como Melhor Atriz e Joy como Melhor Filme).

    O longa, adaptado do roteiro original de Annie Mumolo (Missão Madrinha de Casamento) conta a história real da inventora Joy Mangano (Lawrence), uma mãe solteira que acaba inventando o “Magic Mop” (“esfregão mágico”) para driblar dificuldades financeiras, em 1990. Após o sucesso do produto, ela emenda uma carreira de invenção e registro de patentes, até acabar vendendo sua marca por um contrato milionário. (Omelete).

    Eu estava super curiosa para assistir o Joy: não posso negar que um dos maiores motivos foram as indicações que ele recebeu ao Oscar e os prêmios ao Globo de Ouro. Vi alguns comentários na internet que não elogiavam o filme – nem um pouco – mas mesmo assim resolvi seguir o meu instinto e não me arrependi. O longa, que é estrelado por Jennifer Lawrence, tem como protagonista uma mulher independente e que é praticamente a única responsável pela sua família disfuncional. Joy é uma mãe solteira, que precisa cuidar dos seus dois filhos. Ela não tem o emprego mais lucrativo do mundo e luta com uma instabilidade financeira enorme, enquanto precisa amparar o pai e a mãe divorciados, que mesmo tendo se separado há anos, não possuem uma relação nada amigável.

    O filme se inicia mostrando a infância da personagem e de como ela sempre foi uma pessoa criativa, inteligente e que gostava de desenvolver as suas ideias. Fossem coisas pequenas, como construir castelos com papel, ou outras mais complexas, a única pessoa que incentivava o seu talento era a sua avó. O longa se passa no meio dos anos 80 e no inicio dos 90, e também aborda o machismo evidente que a personagem sofreu. Ela queria criar e investir na sua habilidade de construir coisas novas, mas o tempo todo boa parte da família insistia que ela devia buscar por um marido e casamento, e só depois tentar realizar os seus sonhos.

    Depois que o pai abandona o lar, ela precisa cuidar da sua família. Quando chega na idade adulta, é praticamente obrigada a pausar os seus objetivos e ter que lidar com milhares de problemas, sendo o dinheiro o maior deles. As coisas começam a virar de cabeça para baixo de vez quando o pai volta para casa e divide o porão com o seu ex-marido (apesar dos dois terem se separado, eles continuam amigos, e é legal a relação de amizade entre os dois abordada ao longo do filme).

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    Depois de muitos anos sem ter desenvolvido as suas ideias, Joy consegue por em prática uma das suas criações: um esfregão totalmente inovador no mercado, que ainda não havia sido comercializado. Começa aí a sua luta enorme para tentar conseguir investimento para o produto, conseguir a patente (o direito de exclusividade da sua criação) e provar para a sua família que apostar no produto seria algo certeiro. A personagem é muito bem desenvolvida e também carrega uma personalidade forte. É interessante ver como ela é explorada no enredo e também possui uma carga dramática grande. JLaw consegue, mais uma vez, fazer uma atuação sólida e convencer a quem está assistindo que o sofrimento e as ambições de Joy são reais.

    Ela precisa passar por diversos problemas para fazer o seu produto ter sucesso, e ela não desiste até o fim. Temos também a participação do Bradley Cooper como um executivo de um programa de TV que comercializa produtos, o Neil, uma das poucas pessoas que resolve dar uma chance para ela. A relação dos dois personagens é interessante e flui bem. Os dois atores já tem um histórico enorme de trabalhos juntos e passam muita naturalidade na tela quando dividem a cena.

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    Todos os atores estão bem nos papéis, e quem se destacou para mim também foi a Dascha Polanco (de “Orange Is The New Black”) que interpreta a Jackie, melhor amiga da personagem. O longa retrata muitos dramas familiares e também o poder feminino. Joy tenta de todas as maneiras mostrar do que ela é capaz e precisa lutar constantemente para provar o seu potencial, pois os empresários, advogados (enfim, a maioria das figuras masculinas) e até a própria irmã, duvidam que ela consiga mesmo realizar o seu objetivo e obter sucesso com a sua invenção.

    O filme é baseado numa história real e também é uma cinebiografia. Joy Mangano é uma norte-americana de 59 anos e presidente de uma empresa de design de invenções.

    1. Giuli Castro Jan 27, 2016

      To louca para assistir esse filme!
      Beijos

    2. Camila Faria Jan 28, 2016

      Oi Ana, estou super curiosa em relação a esse filme, não sei mesmo o que esperar… Mas quero assistir sim!

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