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    Make, Moda

    A revolução de Rihanna com a Fenty

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    Textos

    Para todos os quase momentos

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    Moda, Tendência

    O street style do NYFW

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    Livros

    Livro: 13 Segundos – Bel Rodrigues

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  • Fevereiro 24, 2016
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    Uatt

    Em Janeiro veio a notícia de que a Bruna Vieira estaria lançando uma coleção especial com a Uatt, chamada “Cultive Seus Sonhos.” A proposta, que tem tudo a ver com a blogueira, traz vários produtos desenvolvidos pela marca e pela Bruna, e que também contam com estampas incríveis, de coisas que ela gosta. Um exemplo disso é as andorinhas (ela tem uma tatuagem delas e o desenho também sempre apareceu nos layouts do Depois dos Quinze, assim como na capa do seu primeiro livro) e as flores.

    UATT produtos

    A coleção conta com oito produtos: 1. Mochila Cultive Seus Sonhos (R$249,90) 2. Capa de Almofadas (R$42,90) 3. Caderno Cultive Seus Sonhos (R$39,90) 4. Caneconserva (R$54,90) 5. Mega Marcador (R$24,90) 6. Tapa Olhos (R$39,90) 7. Caixa de Lembranças (R$89,90) 8. Necessaire (R$49,90).

    Eu gostei muito da coleção, eu realmente achei tudo lindo e bem inspirador. Eu comprei o caderno, porque ele vai ser bem útil durante as aulas (quando eu quiser fazer anotações, marcar datas, dentre outros). Agora, eu tenho que confessar que me apaixonei pela Caneconserva. É o meu item favorito! Ela é grande, linda e de vidro. As estampas são incríveis e dão um destaque maior aos produtos. A Bruna e a Uatt acertaram muito nessa escolha. Ela já está a venda desde o dia 13 de Fevereiro em todas as lojas da marca no país, mas caso não tenha uma na sua cidade, dá pra comprar pelo site também.

    eu e a bruna

    Para comemorar o lançamento da coleção, a Uatt promoveu sessões de autógrafo com a Bruna em vários lugares do Brasil, começando por São Paulo (13/02), e logo depois Rio de Janeiro (14/02), Belo Horizonte (20/02), Florianópolis (21/02), Recife (27/02), e Belém (5/03). É a primeira vez que ela vem para Floripa, então eu não podia perder a chance de conhecê-la, né? O esquema era simples: 300 senhas foram distribuídas, a partir do dia 13. Caso você comprasse um produto da coleção na Uatt, já garantia a chance de ter a sua senha anteriormente. Eu fui no primeiro dia e ganhei a senha 48 (o que foi ótimo, por que eu não esperei muito: fiquei na fila em torno de 1h20).

    Eu cheguei cedo (o evento começava às 14h) e já tinha bastante gente lá. A fila foi formada de modo organizado, e logo depois eu já entrei no local para esperar a minha vez. Também pude conhecer várias meninas legais enquanto esperava, o que ajudou o tempo a passar mais rápido. Eu levei o primeiro livro da série “Meu Primeiro Blog”, e também o caderno para a Bruna autografar.

    Quando finalmente chegou a minha vez, eu fiquei um pouco nervosa, mas consegui falar tudo o que eu queria. A Bruna é muito simpática, tranquila, um amor, sério! Eu contei para ela o quanto o DDQ tinha me inspirado a começar o meu blog, como eu adorava os livros dela, e que estava super feliz por estar conhecendo-a. Ela foi muito legal e atenciosa com todo mundo, exatamente do jeito que eu já imaginava que ela seria! Ela é de longe a minha blogueira favorita (e também uma das escritoras que eu mais curto, claro!) e foi uma experiência ótima poder dizer isso para uma pessoa que você acompanha há tanto tempo e admira bastante. Então, minha dica é: se ela fizer um evento na cidade de vocês, não percam a chance!

    Bruna
    Fevereiro 10, 2016
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    Desde que eu comecei a ficar viciada no Tumblr ano passado, eu comecei a acompanhar artistas que postam os seus trabalhos por lá. É um espaço onde você pode encontrar muitas pessoas talentosas, com ideias originais e criativas, e que também expressam os seus sentimentos por meio dos desenhos, das ilustrações e da arte em geral. Eu sempre gosto de pesquisar muito e achar outros blogs para acompanhar no site. Pode se tratar um pouco de gosto pessoal também, mas vale a pena dar uma olhada. Eu já fiz um post sobre ilustrações feministas também!

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    Anastasia Tasou

    Eu conheci o trabalho da britânica Anastasia Tasou pelo Instagram ano passado, e desde então venho acompanhando os desenhos dela no seu Tumblr (e também site oficial) e eles são incríveis; o legal é que é bem fácil se identificar, já que eles tem o intuito de expressar diversos sentimentos, como tristeza, solidão, felicidade, por meios dos seus traços e das frases, que sempre ganham um espaço importante nos seus desenhos. Ela é uma das minhas artistas favoritas e sempre cria projetos diferentes, como o “Your Secret”, em que as pessoas poderiam enviar por escrito algo que elas gostariam de expressar, e ela transformaria em uma ilustração.

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    Você pode conferir a loja virtual dela aqui!

    Geneviève Darling

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    A canadense de Montréal tem um dos Tumblrs mais legais quando se fala sobre desenhos voltado para o público feminino, principalmente para quem apoia o feminismo. Se você também quer aprender mais sobre e também poder ver ilustrações maravilhosas sobre o empoderamento das mulheres, esse é o lugar certo. A artista também diz na sua página que o seu objetivo é dar mais visibilidade para as garotas lésbicas e queer por meio do seu trabalho. Ela tem uma loja no Etsy (um site que transforma os desenhos dos artistas em estampas e outros produtos) com T-Shirts lindas; ah, e o site entrega no Brasil. Geneviève também está no Instagram.

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    geneviève

    Impossível não amar!

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    Gemma Flack

    A Gemma tem 20 anos e nasceu na Inglaterra, mas ela atualmente mora em Melbourne, na Austrália. Eu conheci a sua arte no final de 2015 enquanto navegava pelo Tumblr. Quando eu me deparei com os seus desenhos, me apaixonei na hora. O feminismo, os anos 80/90 e o movimento body positive são algumas das muitas coisas que a inspiram na hora de ilustrar. Eu gosto muito de acompanha-la em todas as redes sociais (dê uma olhada no IG dela!). Sabe aquelas meninas que você admira de verdade? Então! Também curto muito o estilo dela.

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    Ela também tem a sua loja no Etsy!

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    Olivia Moriarty

    Olivia Moriarty tem 18 anos e vive na Austrália: ela sempre desenhou, desde pequena, e está no final do ensino médio. Eu descobri mais sobre ela e o seu trabalho em uma entrevista recente que ela concedeu para Rookie Magazine. Ela revela que costuma fazer auto-retratos e usa fotos suas para se basear em referências de pose: por isso também sempre foi mais automático para ela desenhar mulheres. Ela também disse que ao longo do ano, alguns dos seus trabalhos serão exibidos pela primeira vez em uma exposição. 

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    E o Tumblr pessoal dela também é bem interessante, vale dar uma olhada!

    Fevereiro 5, 2016
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    série

    Quero indicar para vocês uma série incrível que estreou faz pouco tempo (então não tem desculpa: ainda dá para se atualizar nos episódios!). The Shannara Chronicles, produzido pela MTV e baseado na trilogia de livros “A Espada de Shannara”, do autor Terry Brooks, é uma das estreias mais legais dessa mid season (período nos EUA que definem as séries que começam a serem exibidas em Janeiro, quando a maioria está em pausa). O seriado tem uma mega produção, ou seja, você pode esperar por cenários muito legais e que transmitem com maestria o universo onde o enredo acontece.

    Milhares de anos depois da destruição da nossa civilização, a Terra é dividida em o que é conhecido como Quatro Terras, cujos habitantes são uma mistura de raças, incluindo elfos, anões, trolls, gnomos e seres humanos. No centro está a família Shannara, cujos descendentes são capacitados com magia antiga e cujas aventuras continuam a mudar o futuro do mundo. Quando a história começa, as forças escuras e terríveis que se pensava estarem confinados por anos, começam a escapar.

    Quando Amberle, uma jovem princesa élfica; Wil, o último descendente da família Shannara; e Eretria, uma Rover humana, aprendem que apenas eles têm o poder de parar o avanço do mal, eles formam uma aliança. A missão aparentemente impossível para salvar o mundo, torna-se uma viagem de auto-descoberta, enquanto eles encontram a força interior para superar a auto-dúvida e o medo, e abraçam seus destinos.

    A protagonista dessa história é a princesa Amberle (Poppy Drayton), que precisa liderar uma missão para salvar a Ellecrys, uma árvore sagrada. Cada folha que cai dela representa um novo demônio que é liberado para a Terra. O enredo é cheio de mitologias interessantes, que vamos descobrindo aos poucos em cada episódio. O elenco também é super competente e os personagens são complexos. A Eretria (Ivana Baquero), uma nômade, vai roubar a sua atenção: ela completa o triângulo amoroso entre Amberle e o Will (Austin Butler). Mas a série, mesmo sendo teen, foge daqueles clichês de sempre e te surpreende bastante. Em outros arcos da história, também temos o Allanon (Manu Bennett) que é um druida e feiticeiro, e o Bandon (Marcus Vanco), que pode ver as possibilidades do futuro e a morte de quem o toca.

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    Se você gosta das séries feitas pela MTV, provavelmente também irá gostar de Shannara, que traz um diferencial com ótimos efeitos especiais e personagens femininas fortes. Eretria, Amberle e a comandante Tilton são guerreiras natas e conquistam de primeira quem assiste. A audiência anda bem e é provável que ela seja renovada para uma segunda temporada. A season one tem dez episódios confirmados até agora.

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    • Você pode fazer o download dos episódios em torrent aqui e assistir online aqui.
    • Se você, como eu, já está viciado, não deixe de conferir o Shannara Brasil, site da série que sempre tem novidades.
    Fevereiro 2, 2016
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    Eu descobri por meio do Twitter da Clara Averbuck, autora do incrível Lugar de Mulher  (o blog que praticamente me ensinou o que é feminismo!) sobre a realização do projeto feito pela Plan International Brasil – uma organização sem fins lucrativos que atua no pais há 18 anos – “Essa É A Minha Vez”, que tem o intuito de dar voz a diversas meninas de regiões, idades e vidas diferentes. Reunidas, elas participaram de debates e oficinas para contribuir com os objetivos definidos pela ONU, chamados de ODS’S: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

    O projeto Essa É Minha Vez configurou-se um marco importante na agenda que envolve a pauta de gênero e incidência política no Brasil. Desenvolver ações que incluem meninas de diferentes regiões com realidades distintas, demandas e perspectivas diferentes sobre o mundo e a vida foi um desafio para a Plan Brasil. No país, o projeto foi realizado nas cinco regiões sendo escolhido um estado por região para atuação do projeto. Essa escolha teve como principal base, a pesquisa Por Ser Menina realizada pela Plan Brasil em 2013.

    Você pode conferir tudo no site oficial da ONG. 

    A estréia do filme-documentário aconteceu nesta última Sexta-Feira (29/01) em São Paulo. Eu vi as fotos no Facebook e pareceu ter sido uma experiência maravilhosa. No final da exibição, as meninas participantes e a equipe também conversaram com quem estava por lá. Acredito que outros eventos como esse devem rolar, e se você mora nas capitais, incentivo todo mundo a ir!

    Eu me emocionei bastante assistindo ao vídeo. Primeiramente, porque é muito importante, na minha opinião, poder ver como há realidades e vidas muito diferentes da sua. E ver como tem milhares de garotas lutando por aí todos os dias. Essas meninas estão fazendo a diferença e tomando atitudes. Isso me inspira a também fazer o mesmo, e acredito que quem assistir ao filme vai ter a mesma sensação. Se nós tivermos oportunidades e a chance de sermos ouvidas, podemos fazer mudanças concretas. Elas se juntaram com garotas de outros países para trazer os problemas que muitas meninas e mulheres enfrentam, como a questão da falta de oportunidade de educação: lembrando que 62 milhões de pessoas do sexo feminino no mundo todo não tem acesso a educação.

    Também achei muito legal o fato de elas poderem ter assistido o discurso da Malala ao vivo. Com certeza, uma experiência inesquecível. Ter lido o livro dela no ano passado mudou a minha percepção sobre muitas coisas.

    Sem mais delongas, não deixem de assistir!

    Fevereiro 1, 2016
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    “Vestibular” foi a palavra que eu mais ouvi em 2015, com toda a certeza. E também foi a que eu mais repeti para mim mesma durante os últimos doze meses. Eu confesso que em Janeiro do ano passado eu não encarava o terceiro ano como algo assustador, mas isso foi mudando com o tempo. A gente sempre tem uma ideia básica de algo, ou imagina como ela seja, baseado no que as outras pessoas dizem, ou o que nós experienciamos por meio dos nossos amigos. Mas só dá pra saber mesmo quando você passa a vivenciar aquilo todos os dias. Eu tenho o hábito de que quando decido algo, dificilmente volta atrás. E apesar de isso às vezes parecer algo positivo, pode te trazer muita dor de cabeça também.

    Por mais que o resto do mundo esteja te pressionando, não há nada pior do que você se tornar o seu pior inimigo. E mesmo que os professores, a escola e todo mundo que eu encontrasse na rua só falasse sobre o mesmo assunto, eu tenho certeza que eles não depositaram em mim metade da expectativa que eu coloquei nos meus ombros. O que eu admito, foi uma péssima ideia. Só fui perceber que eu não sei agir e nem trabalhar sob pressão e estresse no final do ano, quando não adiantava mais alterar as minhas atitudes.

    Nunca te falam muito sobre a experiência de falhar. Todo mundo sempre fala sobre vencer e superar os obstáculos, sobre não deixar nada te atrapalhar e aquele blablabla motivador. Mas talvez falhar seja extremamente importante em alguns momentos da vida. Seja para te fazer perceber os erros que você cometeu consigo mesmo, ou sobre que atitude diferente tomar da próxima vez. Por que, vamos ser sinceros, quase sempre há uma outra vez. Você vai ter outra chance e outra oportunidade. Só que a gente sempre se esquece disso. Eu, pelo menos, esqueci. Achei que o mundo se resumia a um propósito. No fundo, eu nem sabia muito o que eu queria fazer. Entrar na faculdade parecia interessante no inicio de 2015. E depois, virou uma obrigação.

    Uma prova de fogo, um tipo de desafio que se eu não conseguisse superar, eu estaria fadada ao completo fracasso. Ok, talvez eu tenha sido dramática. Mas esse não era o maior objetivo da minha vida, e de repente, se tornou. Não sei se por que a escola meio que te obriga a pensar que você tem que conseguir, tem que ser aprovado, que o número de acertos vai definir quem você vai ser hoje e amanhã. O que é bem assustador. Na maioria das vezes, eu não tenho certeza sobre muitas coisas.

    E de repente você precisa ser bom em tudo, da noite para o dia. A sua rotina e os seus pensamentos precisam se resumir a apenas uma coisa. Eu não acho justo e também não acho que haja um culpado. Mas ainda acredito que deveria ser permitido que as pessoas falhassem mais vezes. Metade dos nossos planos talvez não deem certo, e tá tudo bem. Pode ser decepcionante no momento, mas é importante permitir que você erre e seja ruim em alguma coisa. Assim como eu, eu pude ver muitas pessoas que também não sabiam o que fazer e tinham um medo muito grande de falhar, e acabavam se pressionando demais. O que é normal. Eu aceitei aos poucos que sou péssima em Matemática. Horrível. E pretendo me esforçar de verdade para que isso mude (quem sabe, eu até tente começar a gostar de exatas?) e me dava vontade de falar para os outros: “se permita não ser bom em tudo. É impossível ser bom em tudo, e você não é menos do que ninguém por causa disso.”

    Para resumir a ópera: não é nada legal não ver o seu nome na lista de aprovados. E pior do que isso, é ficar imaginando quantas experiências novas você vai perder no próximo ano. Eu fiquei uns seis dias realmente triste por não ter sido aprovada. Depois, comecei a superar e pensar nas maneiras que eu poderia encontrar para que 2016 fosse encarado com mais tranquilidade e menos ansiedade, em como eu posso agir para que esse seja um ano bem diferente do anterior. Mas acho que o que faltava era escrever sobre isso. Escrever sempre nos ajuda a fechar um ciclo que demorou para ser finalizado. E de maneira mais clichê possível, também nos ajuda a queimar um livro e começar outro. E perceber que nada é o fim do mundo: algo que a gente sempre soube, mas se negou a acreditar.

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