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  • May 6, 2017
    postado por
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    Título: “Dear White People”

    Estréia: 28 de Abril

    Diretores (as): Justin Simien, Berry Jenkins, Nisha Ganatra, Tina Mabry, Charlie McDowell e Steven K. Tsuchida

    Dear White People pode ser considerada uma das melhores séries já produzidas pela Netflix. O motivo? Com apenas 10 episódios, com 30 minutos cada, a série consegue abordar diversos temas importantes que envolvem a negritude: racismo, colorismo, militância, violência policial, e também a vida do negro nos espaços como a universidade. Na série, nós conhecemos Samantha White (Logan Browning) que é dona de um programa de rádio que leva o nome da série. Samantha usa a sua voz para denunciar todos os problemas que ela e os seus amigos vivenciam todos os dias. Tudo começa quando os estudantes de um dos jornais da faculdade organizam uma festa com o tema de “black face”, causando uma reação de Samantha e dos seus amigos, que também são personagens importantíssimos nesta história.

    A série não possui só um protagonista, e sim vários, no qual temos a oportunidade de conhecer a história, os medos e a vivência de cada um. Os personagens são complexos e muito bem trabalhados em episódios dedicados à eles, dando espaço para mais assuntos serem abordados, como por exemplo, o desafio de Lionel (DeRon Horton) em lidar com a sua homossexualidade, em como as maneiras de resistência podem ser diferentes com Coco (Antonitte Robertson), o esforço de quem sempre é o líder dos movimentos, como o Reggie (Marque Richardson), e a busca pelos seus objetivos, por sempre querer agradar o pai, de Troy (Brandon P Bell).

    Eu assisti tudo em uma só tarde, tamanho foi o jeito que a série me prendeu. Ela te faz questionar, refletir, e traz um episódio extremamente comovente: o episódio 5, dirigido por ninguém menos que Berry Jenkins, de Moonlight, é impactante, honesto e precisa ser discutido. Não quero dar spoilers, mas ele aborda um dos assuntos mais atuais do momento, que originou o movimento Black Lives Matter.

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    Título: You, Me, Her

    Estréia: 10 de Fevereiro

    Diretores (as): Nisha Ganatra e Sara St. Onge

    You, Me, Her possui duas temporadas e a sua primeira estreou este ano na Netflix. A série é uma comédia (com um pouquinho de drama) bem diferente do que estamos acostumados a ver. Sem muitos clichês, a série aborda o casamento de Emma (Rachel Blanchard) e Jack (Greg Pohler). Os dois estão juntos faz um bom tempo e se amam. Eles não possuem problemas no casamento, mas algo os incomoda: a rotina bateu e os dois não tem mais aquele romance que possuíam antes. É aos poucos que Izzy (Priscila Faia) entra na história, após conhecer Jack. Ambos se atraem instantaneamente por Izzy, e ela pelos dois.

    Izzy está na universidade. Ela tem uma rommate, a Nina (Melanie Papalia), e alguns relacionamentos frustrados na bagagem. Ela até tem alguns rolos, mas nenhum deles funciona de verdade. Izzy, de início, fica com medo de se envolver demais com Emma e Jack, mas eles tem muita química e a paixão acontece. You, Me, Her é sobre poliamor, aceitação, confiança, bissexualidade e relações não monogâmicas que funcionam sim, muito bem.

    O enredo é responsável por desconstruir estereótipos e aqueles tramas em que relacionamentos LGBTQ+ sempre acabam em tragédias (estamos cansados de ver essa repetição). Óbvio que nem tudo são flores – assim como em qualquer outro namoro – mas  os personagens conseguem lidar com os conflitos, os ciúmes, e os problemas que aparecem no meio da relação. Eles também tem que encarar o preconceito dos amigos e das pessoas ao redor, que não tem absolutamente nada a ver com a vida deles, mas insistem em se meter na relação dos três. Sim, bem parecido com a vida real!

    Ah, e o cast é excelente. Os três atores principais tem uma interação incrível juntos.

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