• Kennedy em Porto Alegre. Foto: Guadalupe Bastos @_lupe
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  • June 30, 2017
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    Lançado em 16 de Junho de 2017, o sucessor de “Pure Heroine”, primeiro álbum de Lorde, chegou após quatro anos de muita espera e hits da cantora que emplacaram nas rádios, saindo dos locais mais alternativos e entrando de vez no mainstream. O primeiro álbum da cantora foi escrito quando ela tinha apenas 16 anos. Os temas falavam sobre a adolescência, só que de uma maneira mais madura, sempre do ponto de vista do observador (que segundo Lorde, era ela mesma: ela sempre observava tudo e transformou situações que viu em letras de músicas).

    Atualmente com 20 anos, o álbum “Melodrama” saí da zona-de-conforto do mundo adolescente e embarca na vivência dos jovens adultos, que apesar de já estarem em outra fase da vida, ainda passam por muitas coisas semelhantes àqueles que tem 15, 16 e 17 anos. O novo disco, produzido por Lorde, Jack Antonoff (que também produziu o 1989 de Taylor Swift) e Frank Dules, tem como tema principal a superação do final de um relacionamento. Com esse tema também estão ligados o autoconhecimento, o coração partido, a frustração e a ilusão de sair à noite, dançar e fingir que está tudo bem (e em alguns momentos, as coisas realmente estão!) e repetir o ciclo novamente. Lorde revelou que essa foi a primeira grande desilução amorosa de sua vida, que deu vida ao primeiro single, “Greenlight”. 

    Greenlight aborda o final de uma relação, em que a pessoa que Lorde gosta já está em outro relacionamento, mas ela ainda não consegue deixar o sentimento que sente ir embora. A letra pode ser melancólica, mas as batidas da música a transformam em um hino de balada. Em entrevista, a cantora disse que essa música representa o momento que uma garota sofre na balada pelo (a) ex, mas que no dia seguinte, ela está pronta para se construir novamente.

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    Em “Sober nós temos mais referências sobre festas e ácool, um tema muito presente no álbum. Mas não se engane, eles não aparecem de maneira superflúa: nessa canção, Lorde questiona o que acontecerá com todas aquelas pessoas (ela incluída) depois que a festa acabar e todas aquelas sensações chegarem ao fim. O trecho “We pretend that we just don’t care, but we care”, afirma que todos ali estão apenas fingindo. Segundo a cantora, o álbum é justamente sobre se importar“Homemade Dynamite”, co-escrita por Tove Lo, segue o mesmo estilo de batida, porém fazendo menção as noites em que a cantora se sentiu livre. É uma música que traz um sentimento de otimisto sobre o lugar que ela está: um local que ela se sente confortável.

    “The Louvre” – na minha opinião uma das mais originais do disco -, é sobre aquele momento do relacionamento que você está feliz ao lado da pessoa e acha bonito absolutamente tudo que ela faz; mesmo que sejam coisas bobas. Lorde descreve isso: “é como estar usando drogas, é como ‘Eu quero estar com você o tempo todo'”. Ela se descreve como obsessiva por essa pessoa, reparando em cada detalhe no outro. “Liability”, uma música também muito diferente das já feitas pela cantora, é o seu momento mais honesto e cru da carreira. Como citado nesta análise da música feito pelo Valkírias, a letra aborda o fato de Lorde achar que em algum ponto da sua vida, as pessoas sempre vão deixá-la. Seja por causa da falta de privacidade, da sua personalidade, ou da fama. Mas ela sempre vai ter ela mesma.

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    “Hard Feelings/Loveless” é sobre o doloroso momento do término. O casal não pode mais adiar aquela situação, e o eu lírico deseja que as coisas terminem bem, de uma maneira amigável, mas ela sabe que provavelmente não vai ser assim. Ela confessa que amou aquela pessoa durante três anos, e que mesmo que não esteja bem, vai fingir estar feliz. A segunda parte, em Loveless, descreve a maioria dos relacionamentos da nossa geração, que são baseados em relações de poder e experiências que duram apenas uma noite.

    “Sober II (Melodrama)” é a continuação da segunda música do álbum. A manhã chegou, a fantasia acabou e agora ela tem que lidar com tudo o que vem em seguida, e arrumar toda a bagunça que foi feita (“how fast the evening passes, cleaning up the champagne glasses”). É nesta faixa que encontramos o sentido principal do nome do disco. Melodrama é descrito como uma forma artística em que tudo é mais exagerado“Writer In The Dark”, uma das melhores músicas escritas pela cantora, é profunda e fala sobre a mesma pessoa de Liability. Ou seja: o amado rejeita a fama de Lorde, e ela diz que ele provavelmente está arrependido de ter se aproximado dela (“bet you rue the day you kissed a writer in the dark”). O escritor citado na letra é ela mesma.

    “Supercut” é sobre lembrar apenas dos bons momentos de algo que já terminou. Lorde cria em sua cabeça imagens de todos os momentos felizes daquela relação; mas ela sabe que está escondendo também os lados ruins. Nessa visão idealizada tudo muda, as situações tem outros rumos e o final não é o mesmo. É algo que explícita aquele sentimento que muitas pessoas passam no fim de um namoro, quando querem que aquela pessoa volte, mas esquecem de ver tudo de negativo que também fez parte do relacionamento. “Liability (reprise)” é onde toda a festa e os momentos gloriosos são questionados. “Mas você não é o que eu achava que você seria”: apesar dos momentos de alegrias, nada é perfeito.

    “Perfect Places”, canção que fecha o álbum, me lembrou o tema da faixa “New Romantics”, da Taylor. É sobre se sentir confuso, sobre saber que o ambiente da festa, do círculo social, está longe de ser o ideal: mas de um jeito ou de outro, Lorde acaba voltando para ele. Apesar de saber que é só apenas mais uma noite, igual à outras (“it’s just another graceless night”) ela tem apenas 19 anos e quer se divertir. Ela revelou que o trecho em que diz não aguentar ficar sozinha, também é um dos motivos pelo qual ela festejou tanto no último ano: ficar sozinha em casa ouvindo seus pensamentos era difícil. A conclusão final é que não existem lugares ideais; mesmo que as influências externas te façam acreditar nisso.

    June 25, 2017
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    A série norueguesa Skam, que estreou na Escandinávia em 2015, virou um fenômeno nas redes sociais rapidamente (ela é exibida na internet), e ganhou milhares de fãs no mundo todo e no Brasil também. Nós já vimos diversas séries adolescentes ganhando popularidade, mas o diferencial do seriado, criado por Julie Andem, é que os dramas da série são relatados de maneira honesta e o mais próximo possível da vivência dos jovens, pelo menos os da Noruega (que foram a inspiração principal da criadora).

    Outro detalhe é que os atores são todos iniciantes e bem novos. Ou seja, os personagens de 17 e 18 anos são interpretados por pessoas desta idade, dando um tom bem mais verdadeiro aos episódios (eles tem espinhas e repetem roupas, assim como na vida real, sem ilusões). Além da trama bem executada, os personagens também são bem trabalhados. O destaque do post de hoje fica para a representação feminina na série, que tenta ao máximo fugir dos clichês, nos mostrando garotas fortes, mas humanas, que falham e cometem erros como nós. Como a produção da série é chefiada por uma mulher, essa representação é mais verdadeira do que as das séries que conhecemos, que retratam a vida dos adolescentes.

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    A primeira protagonista da série é Eva Mohn (Lisa Teige). Acompanhamos a entrada dela no ensino médio (no tão turbulento primeiro ano), o relacionamento dela com o seu namorado Jonas e o término da amizade com as suas duas melhores amigas, que eram muito próximas de Eva no ano anterior. Eva é insegura, tem poucos amigos e tem que enfrentar mudanças não apenas no ambiente em que vive, ao mudar de colégio, mas em si mesma. Ela se sente perdida: sua vida gira praticamente em torno do namorado, já que ela perdeu as amigas, e ainda não conseguiu se enturmar na escola nova.

    É uma personagem bem realista, que podia ser você, a sua amiga, ou alguém que você conhece. O único relacionamento que ela tem em sua vida não é estável: o ciúmes permeia o seu relacionamento com Jonas, apesar dos dois gostarem um do outro. Eva tem medo de que o namorado esteja a traindo, e eles ficam nesse jogo de brigas e desconfianças, quase que interminável. Fica claro que a personagem ainda está descobrindo quem ela é, mas não possui espaço para fazer isso no namoro.

    Eva também enfrenta slut shaming no colégio, quando ela fica com um cara mais velho do terceiro ano que tinha namorada, sem saber. Skam aborda de maneira bem real o fato das garotas sempre receberem o título de “vadias” ou “vagabundas”, enquanto os homens normalmente saem ílesos. É nesse momento difícil que Eva recebe o apoio de amigas que ela conheceu recentemente: Sana e Noora, que a defendem sem pensar duas vezes.

    Um dos temas abordados na temporada é como relacionamentos adolescentes – e namoros no geral – podem limitar algumas pessoas, quando o casal não possui o próprio espaço ou não conhece a si mesmo de verdade. É aquele clichê tão real: “como amar ao outro, se você nem ama a si mesmo?”.

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    A evolução da personagens é nítida ao longo das outras temporadas. Apesar do seu destaque ter diminuído, é possível observar outras fases pelas quais Eva passa: a de fim do namoro, quando ela se liberta e vai para todas as festas possíveis, ou decidindo que não quer se envolver de maneira séria com mais ninguém, e focando apenas nas suas amizades. O interessante é o paralelo com a Eva do primeiro ano e a do segundo: ela era insegura, e agora, Eva encontra confiança em si mesma para fazer o que tiver vontade, sem medo de julgamentos sobre a sua vida sexual.

    Essa tornou-se uma das características mais legais da representação da personagem: Eva fica com quem quiser, quando quiser, e tem diversas ficadas ao longo dos episódios, sempre sentindo-se livre para dizer quando ficou com alguém ou quando não quer um relacionamento sério. Ela torna-se feliz com as suas decisões. Quer character development maior que esse?

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    A segunda temporada é protagonizada por Noora Saetre (Josephine Frida Pettersen), uma das personagens mais querida pelos fãs da série. A primeira imagem que temos de Noora – vista na primeira temporada pelos olhos de Eva – é de uma garota independente, corajosa, confiante, bem resolvida, feminista e obcecada por batom vermelho. Em todas as cenas ela aparece com esse batom: um dos fatores que só incentiva aquela imagem de garota poderosa – e sem grandes problemas na vida, pelo que as cenas nos mostram – que temos de Noora.

    Mas conforme vamos conhecendo quem Noora realmente é, é que a autora da série só confirma o fato de que a imagem de que temos que alguém, pode não ter muito a ver com o que ela é de verdade. Não que Noora não seja todas as características que citamos: ela é, mas também tem grandes doses de insegurança e dúvidas, como qualquer outra pessoa. Ela também é extremamente sentimental, característica que só percebemos mais tarde. O lema da segunda temporada é: “Todo mundo que você conhece está lutando uma batalha da qual você não sabe nada sobre. Seja gentil. Sempre.”

    Na minha visão, a Julie Andem tentou quebrar aquele estigma de que as mulheres feministas são intocáveis. Que nós não podemos demonstrar nossos sentimentos, nos apaixonar ou mostrar vulnerabilidade, algo muito presente nos episódios de Noora, principalmente quando ela se envolve com William, um garoto que, segundo ela própria, “é o maior clichê de todos”, mas que de alguma forma consegue conquistá-la.

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    O relacionamento dos dois divide opiniões entre os fãs da série. Alguns odeiam, e outros amam. O fato é que a personagem, muitas vezes, parecia anular-se ao lado de William. Mas a criadora da série – pelos dialógos, por exemplo – deixa claro que isso não seria o ocorrido. Entre uma conversa de Noora Sana, em que a primeira questiona a amiga dizendo que ela não queria mudar suas opiniões por causa de William, Sana argumenta que não havia nada de errado em alterar suas opiniões – se ela não se sentisse obrigada a fazer isso -, não importasse o gênero da pessoa.

    Para mim, o lado mais especial da personagem é a sua relação com as amigas, principalmente com a Vilde. Noora é observadora, e quando percebeu que a amiga tinha problemas alimentares, tentou ajudá-la, mesmo não a confrontando diretamente sobre o assunto. Durante todas as temporadas, ela é atenta ao que acontece com as pessoas que ama: quando ajuda Sana a revelar os seus sentimentos para o garoto que ela gosta, por exemplo.

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    A última temporada é construída a partir dos olhos de Sana Bakkoush (Iman Meskini). Logo nos primeiros episódios da série, a personagem já diz uma das suas frases mais famosas, ao explicitar na frente das novas amigas que ela “é a maior perdedora de todas, pois é uma muçulmana em um país sem fé”. Tudo isso é dito em um tom irônico e debochado, características da personagem que não tem papas na língua. Durante as três temporadas, Sana dá alfinetadas na cultura norueguesa e na sociedade machista em que vive. Ao se tornar amiga de Eva, Noora, Vilde e Chris, ela começa a interagir mais com a cultura do seu país, mas sem nunca abandonar os preceitos islâmicos, como não ingerir bebida alcóolica.

    Na terceira temporada, vemos a aproximação inusitada da personagem com Isak, que se torna seu parceiro na aula de biologia. Os dois, tão diferentes, acham coisas em comum, mas se aproximam de verdade porque vivem debatendo sobre religião, homossexualismo, islamismo e até mesmo a teoria da evolução. São cenas em que mostram dois contrapontos: um garoto ateu e uma menina muçulmana, que apesar de começarem uma amizade aos tropeços, se tornam melhores amigos, porque passam a compreender as dificuldades um do outro.

    Isak é um garoto que se descobriu gay e tem medo de sofrer preconceito, e Sana, uma muçulmana que é julgada constantemente na escola, nas ruas, e às vezes até no próprio grupo de amigos.

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    Mas é na quarta temporada que conhecemos Sana a fundo: seus hábitos, suas relações famíliares – como a amizade com o irmão Elias -, os seus questionamentos sobre a sua própria religião, e como é difícil ser fiel aos seus costumes, quando todos os seus amigos e o ambiente que vivem caminham de maneira completamente contrária. Ao mesmo tempo que suas amigas mantém relacionamentos e vão a festas, Sana quer acompanhá-las, mas sem perder a sua essência, as suas raízes e a sua fé. As cenas mais importantes são as que a personagem se silencia em um quarto e reza: ela faz isso no primeiro episódio desta temporada, quando procura um quarto vazio em uma festa lotada, para realizar a sua oração. Ela é interrompida, porém, por um casal que entra no quarto de maneira abrupta. E então fica claro a grande dúvida da personagem: como conciliar a sua fé com o ambiente que ela está?

    Sana sempre demonstrou uma imagem de garota forte e que aguenta tudo: ela não tinha medo de ninguém, sempre falava a sua opinião e parecia conseguir enfrentar qualquer dificuldade. Mas quando passamos a ver tudo pelos olhos dela, é que enxergamos que Sana usa a sua personalidade dura para se proteger do preconceito e das críticas da sociedade perante ela e a sua família, que são constantes no seu dia-dia. É interessante também ver o interesse amoroso dela com Yousef, um garoto ex-muçulmano. Porém, a relação deles é construída apenas na base de diálogos, trocas de reflexões e em alguns momentos a falta de comunicação (tão comum entre os adolescentes) que gera desentendimentos entre os dois. Mas o mais legal é ver que a autora construiu um “ship” de maneira bem diferente, respeitando ambas as religiões dos atores, que também são muçulmanos na vida real. Ou seja: ela mostra que dá sim, para dois adolescentes gostarem um do outro, sem ter contatos sexuais.

    June 20, 2017
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    Junho está sendo um mês cheio de novidades no mundo da música pop e da indie também. Assim como quase todos os meses de 2017, nós temos música boa saindo do forno praticamente todos os dias. O grande destaque fica, é claro, para a Lorde, que lançou o Melodrama – seu segundo álbum, 4 anos após o seu debut -, em 16 de Junho (em breve vai ter resenha aqui no site). A Halsey também nos presenteou com o sucessor de Badlands em 2 de junho, intitulado de Hopeless Fountain of Kingdom. E o The Killers lançou a primeira música desde 2012. Será que vem disco novo por aí?

    June 17, 2017
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    Eu sou taurina e comer é uma das minhas atividades favoritas (sério). E ultimamente eu estou experimentando bastante hambúrguer gourmet, algo que se popularizou nos últimos anos. Toda cidade está cheia de restaurantes com essas propostas, e alguns trazem os burgers mais gostosos (e é uma tarefa difícil escolher qual é o melhor, acredite). Nesse post eu selecionei os meus restaurantes favoritos de hambúrguer – falando também sobre os preços – de Florianópolis. E já que essa é uma cidade turística, fica aqui as dicas para quando você visitar Floripa, já estar sabendo onde comer!

    P.S: Todas as fotos utilizadas neste post são de autoria dos estabelecimentos citados.

    São Paulo Hamburgueria

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    Endereço: Rua Gentil Sandin, Praia Comprida, São José (SC).

    Faixa de preço: $$ (Mediano)

    Um dos meus restaurantes favoritos, o São Paulo, tem burgers deliciosos e com tamanhos consideráveis (também sempre vem a batata frita e o molho como acompanhamento). O meu favorito é o Barueri, que custa apenas R$20,00. O preço dos outros burgers mais elaborados varia (o que o meu irmão adora é R$26,00). É um local ótimo para ir com amigos, bem descontraído, e que tem preços bem legais pra quem não quer gastar muito. Em 2016, o São Paulo foi considerado o dono do melhor hambúrguer de Floripa!

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    Gourmet Burger Market

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    Endereço: Rua Desembargador Pedro Silva, 2045, Coqueiros

    Faixa de preço: $$$ (Se você estiver disposto a gastar mais!)

    Esse é o meu restaurante preferido da lista. Mas é também um local que eu vou mais em ocasiões especiais, porque o preço dele é mais salgado. Porém, a comida, os drinks e o ambiente compensam. É um local para comemorar com os amigos, e também ideal para quem é super exigente com a qualidade da comida. Os hambúrguer são extremamente deliciosos, e as porções acompanham dois molhos, fritas ou onion rings. O meu prato favorito é o Fiesta (R$47,00) que serve duas pessoas. Os burgers são super elaborados, então se você gosta de algo diferente e mais inusitado, o Burger Market não vai te decepcionar. As sobremesas também são ótimas.

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    Nobre Burger

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    Endereço: Rua Santo Antônio, Barreiros, São José

    Faixa de preço: $ (Muito barato!)

    Se você está naquela fase de ter que economizar muito, mas mesmo assim não quer deixar de lado o sagrado hambúrguer, a Nobre é o melhor local para comer bem e pagar pouco em Floripa, acredite! E só porque o preço é baixo não significa que a qualidade não seja boa: pelo contrário, é tudo muito bom, bem feito e delicioso. O burger classic, que é o mais simples (e o meu favorito, porque eu, surpreendentemente, não gosto de burgers muito elaborados) custa apenas R$16,00, com fritas. A maionese verde deles também é uma das melhores que eu já provei. Ah, e eles também tem hot dogs. Eu nunca provei, mas eles são bem elogiados!

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    Bartô Burger Lounge

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    Endereço: Rua Koesa, 99, Kobrasol (São José)

    Preço: $$ (Mediano)

    O Bartô tem um lugar especial no meu coração, porque ele foi o responsável por iniciar a minha paixão por burgers gourmet. As porções são bem grandes, os preços são bons, os burgers são ótimos e um dos destaques é a batata frita com queijo, um dos melhores pratos do restaurante. O restaurante também é um bar com música ao vivo e que oferece vários drinks diferentes. É um ponto de encontro para aquela saída depois do trabalho, ou para comemorar um aniversário, como eu mesma já fiz.

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    E você, tem algum restaurante que é o seu favorito?

    June 15, 2017
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    Nos últimos meses eu passei por várias mudanças, e nada melhor do que o blog acompanhar isso também. Afinal, esse é o meu espaço (e de todos os leitores que passam por aqui) e eu sinto que o Elas Disseram também tem que refletir a minha personalidade no visual. E é justamente por isso que o novo layout está um pouco mais sóbrio, com ícones que lembram o feminismo – um assunto que eu venho falando cada vez mais aqui, e que começou definitivamente a fazer parte da minha vida em 2014 -, e com duas cores tão opostas, mas que combinam perfeitamente: o preto e o cinza. No banner também está presente as ilustrações de flores, que são especiais para mim: eu tatuei em Maio deste ano duas rosas no braço, em preto e branco, com detalhes em sombreado.

    Pensando nessa nova fase, eu elaborei uma pesquisa rápida para que vocês deem as suas opiniões e eu possa descobrir como estão os gostos dos leitores. Mesmo que você conheça o blog faz poucos dias ou nos acompanhe há mais de um ano, eu gostaria de pedir a sua participação. Ela é bem importante pra mim!

    A responsável pelo novo layout é a querida Sara Silva, que sempre me acompanha nas mudanças de visual do blog. Ela fez o primeiro layout do blog – lá em 2011 -, e desde então continua sendo a responsável por todos os que vieram em seguida. E eles sempre ficam do jeitinho que eu quero (a Sara já conhece o meu gosto, né?). Eu super indico o trabalho dela!

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