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  • Janeiro 31, 2018
    postado por

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    Título: Sempre Teremos O Verão

    Autor (a): Jenny Han

    Sinopse: Belly sempre esteve dividida entre os Fisher. Mas isso parecia ter ficado no passado. Assim como os incríveis dias de verão na casa de praia em Cousins Beach. Conrad, seu primeiro amor, se tornou apenas uma recordação. Agora, era Jeremiah quem ela amava, era com ele que Belly imaginava o futuro.
    Eles resolvem se casar e passar o resto da vida juntos, mesmo que para isso precisem enfrentar as famílias, que desde o início são contra essa decisão. Mas quando Belly retorna à casa de praia e reencontra Conrad, antigos sentimentos vêm à tona. Com o dia do casamento se aproximando, as incertezas só aumentam. Seria possível voltar atrás? Ou melhor, seria o certo a fazer? Mais uma vez ela está na casa de praia, dividida entre os dois únicos meninos que já amou.
    Neste último volume da série O verão que mudou minha vida, Belly está mais madura e se vê diante de uma importante decisão que mudará sua vida e a dos Fisher para sempre.

    Preço Sugerido: R$27,90

    Sempre Teremos O Verão é o terceiro e último livro da série criada por Jenny Han, e a responsável por tê-la deixado conhecida pelo grande público que lê YA (Young Adult). Eu resenhei o primeiro livro aqui no blog em 2017, “The Summer I Turned Pretty”. O enredo trata sobre a protagonista Belly, que viveu grande parte dos seus verões em uma casa em Cousins, com os filhos da melhor amiga de sua mãe. Sendo assim, as duas famílias se uniram e mantiveram-se próximas durante muito tempo. Belly cresceu com os irmãos Jeremiah e Conrad. O primeiro se tornou o seu melhor amigo desde a infância, e o segundo, o seu primeiro amor.

    Nos dois primeiros livros, acompanhamos o crescimento da personagem, quando ela tem apenas quinze anos, até os seus dezoito (e posteriormente, chegando à vida adulta). É nessa passagem que Belly, Jeremiah e Conrad estão amadurecendo. Eles não são mais crianças, mas também ainda não são adultos, e muito menos seguros de todas as suas decisões e comportamentos. O triângulo amoroso não aparece de maneira forçada; Jenny Han consegue fazer com que o sentimento entre os personagens aconteça de forma gradual, mesmo ele sempre estando lá. Histórias de romance, aliás, são o trunfo dessa autora.

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    Eu li o primeiro e o terceiro livro em inglês (quando viajei para a Georgia, decidi comprar as edições em inglês mesmo, já que aqui no Brasil a coleção só vende pela internet). We’ll Always Have Summer ganhou uma capa diferente (que eu adorei, aliás!). Os outros dois livros da série também tiveram suas capas alteradas nos Estados Unidos.

    Neste último volume, um tempo longo se passou desde o último verão em Cousins. Belly está terminando o seu primeiro ano na faculdade, e encontra-se completando dois anos de namoro com Jeremiah. O seu relacionamento com Conrad, que aconteceu durante um Natal no passado, encontrou o seu fim após seis meses, no seu baile de formatura do ensino médio. É nessa nova fase da universidade que Belly conhece novos amigos, passa por outras experiências e solidifica seu relacionamento com Jeremiah. Ela tem certeza absoluta que ele é o cara certo para ela, mesmo que o seu primeiro amor tenha sido Conrad.

    O seu namoro ocorria bem, até que Belly descobre que Jeremiah ficou com outra garota da faculdade durante o curto tempo em que eles estiveram separados. A situação é o bastante para causar uma frustração enorme na garota, e o término do namoro dos dois. Mestre em trazer plot twists durante o enredo, Jenny Han nos surpreende quando Jeremiah pede Belly em casamento (!). A personagem acaba aceitando, porque acredita que ela e o namorado vão enfrentar toda essa situação juntos.

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    Quando eu li a sinopse do livro e descobri que tinha um casamento envolvido, fiquei surpresa. Afinal, os personagens dão muitas provas ao longo da história de não serem maduros o suficiente para um compromisso desses. O tópico do casamento é o principal do último livro, e tudo gira ao redor da data e da cerimônia. Mas é óbvio que os pais de BellyJeremiah não aceitam a situação com facilidade. Nem Belly tem certeza se é isso mesmo que ela quer fazer. Apesar de achar que os seus sentimentos por Conrad estão enterrados e mortos, nós sabemos muito bem que apenas a presença do personagem seria suficiente para uma reviravolta.

    Um dos pontos legais é que, igual ao segundo livro, também temos vários capítulos na visão de Conrad, o que nos ajuda a compreender melhor o personagem, que desde o primeiro livro carrega uma aura de mistério consigo mesmo. É difícil entendê-lo, mas descobrimos que ele é mais simples do que parece, quando Jenny Han dá voz ao personagem para expor os seus sentimentos, ao invés de o enxergamos apenas pela visão de Belly.

    Apesar do último livro ter um desenvolvimento mais lento – ele não é tão focado em ações, e sim pensamentos e diàlogos -, alguns capítulos são de tirar o fôlego. A única coisa que eu gostaria de ter visto era um desenvolvimento melhor do relacionamento de Conrad e Belly. Apesar de sabermos que eles são o casal principal nessa história – o famoso meant to be -, ainda sinto que uma tensão muito grande foi construída ao redor dos personagens, praticamente um amor platônico, sem que os leitores pudessem mesmo saber como seria a rotina e o convívio deles sendo um casal de verdade, após tantos conflitos para ficarem juntos.

    Porém, o final me satisfez bastante. Eu acredito que foi uma conclusão que fez justiça a história, apesar de que poderia ter sido desenvolvido um pouquinho melhor.

    1. Patty Fev 01, 2018

      Eu gosto um pouco da escrita da Jenny Han, mas acho que todos os livros dela que eu li até hoje pecam um pouco no desenvolvimento. Não sei se é proposital, para aguçar o leitor, ou apenas uma falha mesmo.
      Tenho visto bastante gente lendo esse livro e não fazia a menor ideia que ele era parte de uma série, rs.

      xxx

    2. Camila Faria Fev 01, 2018

      Oi Ana, eu não sou muito fã de YA, especialmente quando a história se desenvolve em torno de um romance. Não curto mesmo, não curtia nem quando eu era YA. Hahaha! Acho que a série não é para mim, mas não tenho certeza porque nunca li nada da Jenny. Só lendo para saber, né?

      Curiosamente estou indicando um YA lá no blog hoje. Um que me surpreendeu positivamente (e que não é nada focado em romance, meu grande problema com o gênero).

      Um beijo! :*

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