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    Looks, Moda

    O vintage que me inspira

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    It Girl, Moda

    Estilo: brasileiras para acompanhar

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    Textos

    Uma pausa para resistir

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    Filmes

    Filme: Nasce Uma Estrela

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  • Agosto 26, 2018
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    Já faz algumas estações que a tendência de usar meia com sandália aberta chegou pra ficar, mas foi só recentemente que eu mesma resolvi apostar e me inspirei nos milhares de looks que existem por aí no street style. Apesar de algumas pessoas acharem um pouco “ousado” demais, eu garanto que depois que você usa pela primeira vez, vai se acostumar e achar bem confortável (dá a sensação de que você está em casa). Uma boa pedida é usar as meias – as minhas favoritas são as de cetim e glitter –  com os modelos abertos da Melissa. 

    Design sem nome

    As inspirações são muitas, mas a versão com glitter e cetim é a que mais tem conquistado adeptos nesse último inverno, seja no Brasil ou lá fora. Sim, aqui ainda é mais dificil ver a galera apostar na sandália + meia, mas fica charmoso, além de você poder usar sapatos abertos mesmo nos dias mais frios.

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    Para as mais discretas, vale apostar em cores sóbrias (cinza, preto, marrom) ou até mesmo aquelas que casem com a cor do sapato. Outra opção são as meias arrastão, que voltaram em versões mais básicas. Ao invés de usar o modelo normal, elas aparecem menores, só para combinar com as sandálias (os tons pastéis são os favoritos).

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    Se você, por algum motivo de força maior, não curte usar sandálias no inverno, pode combinar as meias de glitter com o dad sneaker, esse modelo de tênis mais pesado que ganhou destaque há alguns invernos na Escandinávia, e chegou com tudo no hemisfério Norte em Janeiro. Desde então, eles roubaram espaço nos desfiles e ao que tudo indica, vão demorar um bom tempo para perder o seu posto de queridinho.

    Agosto 19, 2018
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    Título: Para Todos os Garotos que Já Amei

    Diretor (a): Susan Johnson

    Roteiro: Sofia Alvarez e Jenny Han

    Elenco: Lana Condor, Noah Centineo, Janel Parrish, Israel Broussard, Anna Catchcart, John Corbett

    Sinopse: Lara Jean Song Covey (Lana Condor) escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, essas cartas são misteriosamente enviadas para os meninos sobre os quem ela escreve, virando sua vida de cabeça para baixo.

    Jenny Han é uma das minhas autoras favoritas dos livros de gênero Young Adult e eu sou apaixonada pela série protagonizada por Lara Jean. Em 2015, eu li o primeiro livro, e já faz alguns anos que a notícia de que a história viraria filme saiu. Eu, obviamente, fiquei super empolgada, mas quando somos muito fãs de um livro, sempre carregamos aquele misto de preocupação e medo da adaptação ficar muito diferente da história original, o que quase sempre acontece. Mas a boa surpresa aqui é que o filme de To All The Boys I’ve Loved Before, dirigido pela norte-americana Susan Johnson, é muito fiel ao livro.

    Para quem não conhece a história, o longa trás como protagonista a adolescente de 16 anos Lara Jean, irmã do meio de uma família composta por três garotas coreanas e o seu pai. A mãe das meninas morreu quando elas ainda eram pequenas, por isso, o pai representa um grande papel no ambiente familiar. As irmãs Song – Kitty, Lara Jean e Margot – são extremamente unidas. Kitty é a caçula da família; Lara Jean é a que está crescendo e Margot é a mais velha (e a mais madura), que está prestes a embarcar para a Escócia para iniciar a faculdade.

    Cada uma tem suas características únicas – que são bem trabalhadas durante o livro e no filme também não ficam à mercê – e a cultura coreana, tão retratada no livro, também ganha seu espaço no filme. Lembrando que a autora Jenny Hann também tem descendência coreana. Nascida na Virginia, ela se esforça para representar essa cultura e a diversidade na sua trilogia de livros. É refrescante ver uma personagem asiática sendo abordada em um filme de grande repercussão, sendo lançado na Netflix (ainda mais na época que o white-washing anda tão forte). É uma quebra de padrões das protagonistas que estamos sempre acostumados a ver.

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    Lara Jean é uma jovem extremamente romântica, apesar de nunca ter tido uma experiência amorosa real. Quando ela queria terminar uma paixão, costumava escrever cartas para o garoto do qual estava apaixonada; ao todo, foram cinco, de amores que marcaram sua vida em fases diferente. Porém, o plot twist ocorre quando suas cartas são misteriosamente enviadas, e os garotos que as inspiraram recebem-as. O que mais a preocupa é o fato de Josh, seu amigo de anos, vizinho e namorado de sua irmã mais velha, tenha recebido a sua. Lara Jean nutre uma paixão platônica por Josh há muito tempo, mas só descobriu quando viu o garoto com Margot.

    Ao mesmo tempo que Josh recebe a dele, Peter Kavinsky, menino que Lara conhece desde pequena, também tem acesso à carta. Ele é ex-namorado de uma antiga amiga de Lara Jean – Genevive -, mas as duas se afastaram devido a brigas antes do início do ensino médio. Lara Jean entra em pânico, pois Josh não pode descobrir que ela gosta dele; e Peter quer causar ciúmes na antiga namorada. Isso é o suficiente para os dois se unirem e assumirem um namoro fake.

    Pode parecer clichê, mas é um clichê bem explorado e que trás uma história convincente e personagens bem elaborados. Lara Jean encontra na companhia de Peter um suposto namorado e também um amigo: os dois trocam confidências (ela, sobre a mãe que faleceu, e ele, sobre o pai distante) e essa é a primeira experiência que ela tem de algum relacionamento. Por isso, é fácil se identificar com a personagem, principalmente se você já passou por aquela fase de inícios. É o primeiro beijo, a primeira briga, a primeira difícil sensação de como é gostar de alguém, e ter que lidar com a parte boa e ruim dessa pessoa (e tudo o que isso traz).

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    Uma das características do filme que mais me impressionou foi a semelhança com o livro e o cuidado para que o longa ficasse com a mesma essência, em todos os detalhes. A escolha do elenco, para mim, foi totalmente certeira. Lana Condor (Lara Jean) incorporou a personagem principal, seja no jeito de agir, de falar, de se vestir, e de realmente enxergarmos aquela versão dos livros na tela; assim como Noah Centineo (Peter), que foi o Peter Kevinsky perfeito. Ele é um dos personagens mais importantes da história, e o ator fez jus à personalidade encantadora, doce e (bem) confusa de Peter. No inicio, eu achei que o ator  escolhido para ser o Josh (Israel Broussard) teria sido um bom Peter; mas antes da metade do filme mudei de ideia. O Noah conseguiu ser ainda melhor do que o personagem que eu imaginei em minha cabeça tantas vezes.

    Destaque também para a estética do filme, que trabalhou as cores pastéis e claras – as favoritas da personagem – e que foram utilizadas em todas as capas do livro; tivemos até mesmo a cena de Lara Jean preparando os seus famosos cupcakes.

    A autora Jenny Han acompanhou todo o processo de filmagem, e eu acredito que isso tenha sido fundamental para que o filme tivesse o mesmo jeito especial dos livros, e não caísse no clichê caricato que já vimos em muitas produções adolescentes da Netflix (alô, Barraca do Beijo).

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    “Para Todos os Garotos que Já Amei” também ressalta um ponto importante da amizade feminina, e do companheirismo e união entre irmãs. A relação de Kitty, Margot e Lara Jean é extremamente importante para a personagem principal. Durante toda a sua vida Margot sempre foi a líder, a sua inspiração e quem ela queria seguir os passos; agora que a irmã foi para a universidade, é papel de Lara Jean cuidar da irmã mais nova de onze anos, e ser o “exemplo”. O filme, porém, também tem tropeços, como na representação da rivalidade feminina representada por Genevive e Lara Jean, tão presente no primeiro livro. Porém, são nas duas sequencias que é desenvolvida de maneira mais profunda a amizade de ambas, e a personagem de Genevive também passa a ser explorada, e conhecemos outras facetas dela.

    É um filme delicado e romântico, que respeita a versão literária e encanta ainda mais os fãs do livro, e também aqueles que não conheceram a obra. Palmas para Jenny Han e a Netflix!

    Agosto 7, 2018
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    A playlist deste mês é toda inspirada, na verdade, nas músicas que eu ouvi no final do mês de Junho e marcaram a minha viagem para Nova York. Quando eu estou numa cidade viajando, eu gosto de prestar atenção em quais músicas estão tocando na rádio, nas ruas e nas lojas, e nos artistas que eu não ouço muito aqui no Brasil. No dia 21 e 22 eu fui ao show da Taylor Swift (foi uma experiência maravilhosa que vou contar depois), e antes dos shows algumas músicas ficam tocando, e elas também me fazem lembrar daqueles dias incríveis!

    NYC é um dos lugares mais inspiradores que eu já conheci e essas músicas transmitem pelo menos um pouco da emoção e da energia – que você nunca sente em outro lugar -, de como é andar por aquelas ruas.

    Para quem quiser ouvir mais, eu fiz uma playlist completa no Spotify <3

    Agosto 4, 2018
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    Continuando o roteiro de Nova Iorque, hoje vou falar um pouco sobre dois bairros grandes que eu conheci: ChinatownSoho. Na minha primeira viagem para NYC – que rolou no inverno, em Fevereiro de 2017 -, eu fiz o roteiro baseado nos pontos turísticos. Dessa vez, todos os dias foram planejados por bairros. Ou seja, eu saía do hotel de manhã, pegava o metrô e partia para o bairro que estava na lista naquele dia.

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    O Chinatown fica localizado em Manhattan, no Lower East Side, e é um bairro que nasceu no século 19. Habitado desde o início por imigrantes, os orientais que chegavam em Nova York escolhiam esta área – de inicio também escolhida pelos italianos, a conhecida Little Italy -, para viver. O local é bem famoso e já apareceu em diversas séries e filmes. Sendo a mais recente delas “Punho de Ferro” da Netflix. Durante os anos 70 e 80 o Chinatown cresceu ainda mais, ocupando diversas ruas. Hoje, até mesmo a Little Italy é tomada pelo comércio.

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    Esse é um dos bairros mais lotados, é super turístico e a muvuca nele é enorme. Ou seja, se você não curte muita agitação, te indico visitar outros bairros mais tranquilos, como o Chelsea e o Soho (que eu fui depois). As calçadas são bem pequenas, então todo mundo anda no meio da rua mesmo. Sendo sincera, em vários posts de viagens que eu vi sobre o Chinatown, o pessoal deixava de lado a “realidade” do bairro: ele é mais focado no comércio e é praticamente a 25 de Março dos EUA. Como o meu foco não era comprar, eu passei rápido por lá: tomei um sorvete na Little Italy e conheci as ruas principais, apinhadas de gente.

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    Nos comércios tem muita comida, vegetais, algumas iguarias e também peixe (aliás, algumas ruas são tomadas pelo cheiro de peixe, rs!).

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    Mas por trás de um pouco de confusão e bastante sujeira nas ruas (confesso) o Chinatown também tem espaço para arte, prédios antigos e bem bonitos, parecidos com aqueles que nós já vimos várias vezes em filmes. Logo ao lado está a Little Italy, com vários restaurantes italianos e lugares para comer gelato. Os dois lugares se confundem pois são um ao lado do outro.

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    Depois de passar um tempo no bairro eu voltei para o metrô e parti para o próximo: Soho, que eu sempre quis visitar. Queridinho pelas celebridades e cheia de lojas de moda, restaurantes, cafés e algumas casas de show, ele é charmosíssimo e corresponde às expectativas e aos elogios. Minha dica é andar a pé por lá, tranquilamente – principalmente no final de tarde, em que as ruas tinham poucas pessoas -, e admirar as ruas.

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    Após sair da estação de metrô, estamos no Tribeca. O Soho fica a alguns minutos dali; o The Roxy Hotel estava na nossa cara. Ele é bem sofisticado, e eu só admirei a entrada. O preço para se hospedar lá é super salgado (até porquê, a localização é super privilegiada).

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    Apreciar as ruas desse bairro maravilhoso é uma das coisas mais legais que se pode fazer lá. Se você quer dar uma olhada nas lojas, existe uma lista extensa (muitas grifes estão localizadas no Soho, e até mesmo algumas marcas mais diferentes, como a Acne Studios). O meu objetivo era passear mesmo, então eu mal entrei em lojas – principalmente porque nesses bairros elas são carésimas -.

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    Os prédios são praticamente uma obra de arte, assim como os cafés que ficam nas ruas, e reúnem bastante gente no verão. O sol  só dava tchau às 20h30 da noite, ou seja, o dia rendia muito. O Soho é o local em que você vai encontrar muita gente estilosa, bem arrumada e que parece que acabou de sair daquele blog de moda.

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    Andando uns 25 minutos a pé, eu enxerguei o Empire State de longe e me lembrei do World Trade Center, memorial do 11 de Setembro que eu visitei no inverno de 2017. Naquele dia eu me lembro que fazia um frio enorme, e o clima do lugar era diferente dos outros da cidade (mais triste mesmo). Na época, muitas obras estavam sendo feitas: um shopping enorme foi inaugurado e uma estação de metrô própria do local estava em construção.

    Um ano e alguns meses depois, eu visitei o mesmo lugar e me deparei com um cenário bem diferente: podia ser o clima de verão e de sol, mas ele estava cheio de gente, com música tocando ao fundo e artes e grafites maravilhosos nos muros próximos do memorial. Tudo é pensado de maneira a respeitar o memorial e fazer uma homenagem bonita em respeito às vítimas e suas respectivas famílias. Diversos quiosques ficam espalhados pelo local, em que o dinheiro arrecado das vendas vai para estas famílias.

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    Eu sou eternamente apaixonada por arte de rua, então imaginem a minha emoção, né?

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    Esta arte foi, de longe, a minha favorita de todas.

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    O Soho é um bairro que te inspira e foi, sem dúvidas, provavelmente o meu favorito da viagem. Se eu pudesse escolher um lugar dos sonhos para morar, seria lá (e olha que a disputa fica acirrada com o Chelsea e o Dumbo, que fica no Brooklyn. Mas isso nós veremos em outro post!).

    Julho 28, 2018
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    Nas últimas duas semanas eu andei sumida do blog, mas foram por bons motivos: viajei para Nova York e preparei um roteiro legal contando todos os detalhes e os lugares interessantes que eu fui, e que valem a pena caso você também esteja planejando a sua viagem.

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    Coney Island fica localizado a 50 minutos de distância de Manhattan (de metrô), e faz parte do distrito do Brooklyn. Eu conheci o lugar por indicação de um amigo, que visitou no inverno e ficou apaixonado. A vibe de Coney Island é bem diferente daquela da ilha de Manhattan: pouca correria, praia, um clima enorme de verão e descanso. Enquanto na cidade todo mundo está com pressa, aqui as pessoas vem em família e com os amigos para se transportar para uma energia diferente mesmo!

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    Eu estava hospedada próximo da Times Square e peguei o metrô Coney Island – Stillwell Av, que te deixa próximo do Luna Park, o parque de diversões que abre no verão em Coney Island.

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    O local todo possui uma estrutura grande e é bem diferente das nossas praias brasileiras. Além dos restaurantes e várias lojas legais (de doces, de sorvete!), o píer da praia é enorme e você pode andar tranquilamente, enquanto bate algumas fotos incríveis e também tem acesso aos brinquedos típicos que a gente vê nos filmes norte-americanos que se passam na praia.

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    As atrações são pagas, e os preços variam; para acessar a praia, o píer e o Luna Park você não gasta nada. Eu não cheguei a ir nas montanhas-russas, mas a Thunderbold custava 10 dólares. É um preço mais salgado; dá para aproveitar muito mesmo sem ir nos brinquedos, mas eu acho que é válido pela experiência.

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    O parque de diversões é o grande postal de Coney Island. Ele existe desde a década de 60 e em Novembro de 2009 começaram os projetos para que ele fosse restaurado; após 100 dias de obras, elas foram finalizadas em 2010 e o parque abriu novamente em 2011. Mais de 450 mil visitantes conhecem o parque todos os anos; ele sobreviveu também ao furação Sandy, sendo reaberto novamente em 2013.

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    São diversas atrações, contando com mais de quatro montanhas-russas, jogos e restaurantes. É super legal para ir com a família ou até mesmo se você gosta de mais tranquilidade; eu adoro o agito da cidade, mas Coney Island é imperdível. Além das paisagens maravilhosas, é um daqueles lugares não tão turísticos. Eu fui de manhã cedo, e o píer estava vazio ainda.

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    O restaurante mais famoso da cidade é o Nathan’s, que foi criado pelo imigrante polônes Nathan Handwerker, que chegou aos Estados unidos em 1916. Foi neste ano que ele abriu o local, especializado em cachorro quente. Sim, ele existe há mais de 100 anos e o local original continua sendo em Coney Island, apesar de outras franquias terem sido abertas. Rola anualmente um concurso de cachorro quente promovido pelo Nathan’s no 4 de Julho, um evento clássico.

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    É imperdível que você dê uma passada lá, e coma o cachorro quente (há diversas versões, e os norte-americanos costumam comer ele sem tanto molho que nem a gente aqui no Brasil), e a batata frita, que eu juro, possui um gosto único. O preço é bem OK e passa longe de ser caro; eu pedi o world famous beef hot dog e a crinkle out french fries. Se não me engano, gastei em torno de 23 dólares (minha mãe e eu).

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    E ainda deu tempo de tomar um sorvete maravilhoso no Lunatics Ice Cream, pertinho do píer. O preço era bom (duas bolas no pote por $4), e os sabores eram muito gostosos. Foi difícil decidir, mas os meus foram rainbow pistachio.

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    Coney Island é charmoso, tranquilo, cheio de comidas gostosas e um dos lugares favoritos de Lana Del Rey (que inclusive o citou na música Off the Races).

    Onde fica? Sudoeste do Brooklyn

    Como ir? Pegue o metrô N, D ou F, intitulado de “Coney Island Stillwell Avenue”, onde você vai parar no último ponto, que fica perto do Luna Park.

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