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    Série: The Defenders

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  • March 4, 2014
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    Mas tudo bem, tudo bem. Pode acreditar em mim. Não devíamos ter confundido tanto as coisas. Nascemos para sermos amigos. A-m-i-g-o-s. Desses que ficam semanas sem se falar e quando se procuram nada mudou. Nem a forma de abraçar ou o “oi” através de mensagens. Esses amigos que implicam 24 horas por dia um com o outro. Tudo bem. Naquele último dia em que nos vimos, na última conversa que tivemos pessoalmente, por mais duro e difícil que foi eu descobri que não poderíamos ser nada mais que amigos. Não simples amigos, você sabe, nós dois nunca fomos simples em nada. Complicamos tudo, absolutamente tudo. “Simples amigos” não serve para nós dois. Naquela festa, eu descobri isso. Eu percebi que seria loucura tentar amar você como minha mãe ama o meu pai ou como o seu pai ama a sua madrasta. Você entende? Não dá. Simplesmente não dá. Por quê? Eu também não sei. Mas quando você estava lá, conversando com aquele seu amigo bêbado e eu te observando (in) quieta, eu tive certeza disso. Por mais difícil e triste que seja de aceitar, eu precisei parar de insistir. Porque simplesmente não era pra ser. Mesmo que eu tenha pedido você em todas as estrelas cadentes que eu já vi. E todas as moedas que eu joguei na fonte, meu pedido era você. E quando eu ouvia alguma música, meu pensamento voava até você. Nos meus sonhos, era você. Tudo. Absolutamente tudo. Os caminhos que eu seguia, os passos que eu dava, sempre pensando em você. E nada poderia ser mais triste do que aceitar o fato de que não era pra ser. De que nunca passaríamos de bons amigos. Nem mesmo uma “amizade colorida” funciona com nós dois, porque complicamos tudo. Porque sempre queremos mais e mais, além da simplicidade, além do que podemos. E assim acabamos esquecendo que isso pode ser que tanto procuramos. Mas, olha, está tudo bem. Antes perceber cedo do que insistirmos até não conseguirmos mais olharmos um para a cara do outro, não é? É. Claro que é. Melhor assim. Amigos. Como sempre foi, como sempre deveria ter sido. Nada além. Eu não te procurei porque achei que deveria sentir a minha falta. E parece que você sentiu! Por um momento, eu senti um fio de alegria, de esperança… Mas lembrei de tudo e não, só amigos. Lembra? Lembro. Então, é isso. Você vai precisar visitar o seu pai qualquer dia, vai me mandar alguma mensagem dizendo que está na cidade, se podemos nos ver. Só para conversar. E eu não vou conseguir digitar um “não” como resposta e enviar. Só que dessa vez nossas intenções serão diferentes. Você não vai mais reclamar por eu ter demorado tanto pra chegar ou pela forma que eu arrumei o cabelo. Nem mesmo vai se preocupar se eu não estou com frio ou calor com a roupa que estarei usando. Vamos sentar, pela primeira vez, a quase um quilômetro de distância um do outro e, agora, diferente das outras vezes, você não vai se importar em eu ter sentado um degrau a mais que você. Porque agora já não faz tanta diferença eu parecer um pouquinho mais alta que você. E também não vamos sair correndo, com medo, quando um casal chegar no parque e nos ver por lá. Dessa vez, somos amigos. Nada mais. E você vai olhar para o longe, e eu já não irei comentar sobre o tempo, como o céu está cinza, porque o seu silêncio me assusta e me dói. Mas é uma dor bonita. Meu telefone irá tocar algumas vezes, mensagens dos meus outros amigos. Não tão especiais e importantes como você. Não tão essenciais na minha vida como você. Não tão incríveis como você. E eu vou ler, e rir. E você vai sorrir de canto para mim, num silêncio quase infinito. E o tempo passa, as nossas conversas já não são mais as mesmas, tudo mudou. Mas meu coração ainda irá acelerar quando os teus olhos castanhos ficarem dourados no reflexo do sol. E minha risada será ainda mais verdadeira quando você contar uma das tuas histórias. Porque existem certas coisas que não mudam. Jamais. Na hora de ir embora, nos abraçaríamos. Aqueles abraços que não dá vontade de sair, nunca, você sabe? E eu iria te dar tchau, você acenaria de longe e depois desapareceria. E eu ficaria ali, por um bom tempo, tentando absorver tudo. Tudo. E depois, todo o meu pensamento se transformaria em lágrimas, em lembranças. Doces lembranças. Porque eu sei que nunca vai ter alguém como você. Nem para ser meu amigo ou meu namorado, marido. Porque você é único. A sua risada é única, seu jeito de me fazer sorrir, a cor do seu cabelo é única. Seu cheiro não se encontra nem nas melhores lojas de perfumes. Seu abraço, sua respiração, seu coração batendo junto ao meu… Nada nunca será igual com outra pessoa. Agora nós somos amigos. E você talvez nunca tenha sentido algo como eu senti, nem tenha percebido o que eu percebi. Talvez tudo aconteça diferente, quem sabe, eu olhe para trás e veja: ele é o homem da minha vida. E você é. Mas antes disso você precisa parar e perceber que também precisa de mim. Precisa voltar a me ligar às 4 da manhã, em número desconhecido, para saber se eu ainda reconheço a tua voz. Precisa voltar a me provocar até que eu sinta ciúmes de você, até sentir que eu ainda sou a mesma. Precisa me irritar, me tirar do sério, precisa dizer coisas bobas. E sabe, semana passada eu conheci um outro garoto. E ele é divertido e tem uma conversa legal. Ele tem olhos azuis e o cabelo loiro cheio de cachos. E nós ficamos abraçados por um bom tempo. Mas eu percebi que ele é só mais um, e mesmo que eu tenha pensado em ligar para ele por dois dias, eu penso em ligar para você há muito mais tempo. E eu amo você, ainda que você já saiba. Eu amo muito você, muito, muito. E não importa o que o futuro nos reserve, ainda amarei você. Nunca ninguém conseguirá o que você conseguiu de mim. Você é a minha melhor lembrança, você é uma força, você é o melhor amigo, o melhor beijo, o melhor abraço. E ninguém nunca vai tirar você de mim.

    February 23, 2014
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    “Viver é mudar. Você não é o mesmo de ontem, e nem o mesmo de amanhã.” Gabito Nunes

    Mudar. A maioria das pessoas tem medo das tais mudanças, mas será que deveríamos temê-las? O que significa realmente mudar? Afinal, por que mudar? Acredito que vivemos uma mudança e estamos com os olhos fechados para ela. O mundo muda a cada novo instante. Algo novo surge e já é “velho”. E nós não podemos ignorar e recusar essas mudanças, exceto se alguém quer parar no tempo, mas quem vai querer ficar para trás?

    Mudar é algo natural. Mudamos o tempo todo, junto com o mundo. Quando ainda somos crianças, não entendemos muito bem o significado das coisas, mas gostamos de desenhos animados e programas infantis. Adolescentes, já achamos “bobagem” tudo que fazíamos antes; mudamos. Crescemos. E isso é preciso para nos tornamos pessoas melhores. E fazermos o mundo melhor.

    As mudanças podem ser muito assustadoras, sim, principalmente quando acontecem drasticamente; algumas vezes, a vida nos dá um “soco” e te obriga a mudar. Mas sem perder a nossa essência. Sem deixar para trás nossos planos, sonhos e objetivos. Sem esquecer nossos amigos de infância, as pessoas que nos cercam e nos desejam bem.

    Decidi escrever sobre isso porque estou numa fase de mudanças. E eu também tenho – muito – medo delas. O motivo, nem sei! Mas assusta, sim. Dá um baita medo. Medo de você não se reconhecer mais. De você não saber mais quem é e o que quer. Mas isso faz parte da nossa vida. Não se negue ao prazer de mudar! Comece devagar, com o estilo musical, os filmes que assiste e os gêneros literários. Mude o corte de cabelo, a cor; modifique-se. Há sempre algo novo e interessante no mundo. Arrisque-se. Conheça novas pessoas, novas palavras, novos mundos, novos sonhos, novas línguas, novos lugares. Viva novas aventuras. Ainda há tempo. Há muito, muito tempo para mudarmos uma, duas, quantas vezes forem preciso. Mas o tempo passa. Como cantam os – queridos – Los Hermanos: “tempo voa e quando vê, já foi”. É preciso mudar, sim. Eu aprendi isso. Ter mais amor. Mais calma. Pensar antes de falar. Saber ouvir. Mais paciência. Mais respeito. Mais confiança. Tirar algumas coisas da gaveta. Encher a mente e o coração com coisas boas. Contar estrelas, dançar ballet, fazer teatro, viajar para a Nova Zelândia. Usar batom vermelho, laranja, amarelo. Pintar o cabelo de rosa e as unhas de azul turquesa. Fazer o que tiver vontade. Ser quem você é, quem você acha que é ou quem você quer ser. Você.

    January 8, 2013
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    Convido a vocês, leitoras do Elas Disseram, a conhecerem o meu novo blog! Abordando assuntos de nosso interesse, o Ensaio sobre Ela procura trazer novidades sobre o que gostamos:  músicas, cinema, livros, séries. Quero compartilhar todos os meus vícios, paixões, sonhos e interagir com meus leitores! Conto com a visita de vocês por lá, espero que gostem, comentem e acompanhem-me nessa nova “fase”, rs!

    January 7, 2013
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    1. E as Estrelas? Quantas são? – Giulia Carcasi: Este é um livro a duas vozes. De um lado, Alice, uma garota inteligente e sonhadora, que algumas vezes se sente deslocada em meio à multidão. De outro, Carlo, sensível e autêntico, diferente dos garotos de sua turma. Dois jovens corações que se veem diante do desafio de enfrentar um mundo adulto que ainda não conhecem. Alice e Carlo sempre foram amigos, daqueles que se entendem apenas com olhares e sorrisos, entretanto algumas de suas escolhas acabam levando-os a caminhos distintos. Alice conhece Giorgio e se encanta por ele. E Carlo é seduzido por Ludovica, uma das meninas mais populares da escola. Rumos que vão levá-los a vivenciar grandes descobertas e, quem sabe, ajudá-los a perceber que suas histórias, assim como as pessoas, não foram feitas para ficar sozinhas.

    2. O Vendedor de Sonhos – Augusto Cury: Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. Ninguém sabe sua origem, seu nome sua história. Proclama aos quatro ventos que a sociedades modernas se converteram num hospício Global. Com uma eloqüência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos. Ao mesmo tempo em que arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, arruma muitos inimigos. Será ele um sábio ou um louco? Este é uma romance que nos fará rir chorar e pensar muito.

    3. Um Dia – David Nicholls: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

    4. O Casamento – Nicholas Sparks: Advogado de sucesso, Wilson Lewis sempre se esforçou para que a família vivesse confortavelmente, mas talvez tenha dedicado tempo demais ao trabalho e de menos às pessoas mais importantes de sua vida. Depois de 30 anos casado e com a filha mais velha prestes a fazer os próprios votos matrimoniais, ele é forçado a encarar uma verdade dolorosa: já não há paixão em seu casamento – e a culpa é dele. Wilson e sua esposa Jane se afastam cada dia mais e ele questiona se a mulher ainda o ama. Uma coisa é certa: seu amor por Jane só aumentou ao longo dos anos e ele está disposto a fazer o possível para reconquistá-la. Inspirado pela maravilhosa história de amor dos sogros, Noah e Allie (de Diário de uma Paixão), ele promete a si mesmo que encontrará uma forma de levar o romantismo de volta à sua vida conjugal e fazer a espos apaixonar-se por ele novamente.

    5. Os 13 Porquês – Jay Asher: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker – uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

    6. “As Vantagens de Ser Invisível” – Stephen Chbosky: O livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
    As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

    Já leu algum desses livros? O que pretende ler em 2013? Aproveite e conta nos comentários qual livro você está lendo e quais nos indica!


    January 6, 2013
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    James Morrison é um cantor e guitarrista britânico de 29 anos. Quando era um adolescente ele começou a atuar nas ruas da sua aldeia, mas lançou seu primeiro álbum somente em 2006. Seu primeiro single foi “You Give Me Something” e se tornou hit na Europa, Austrália e no Japão. O álbum recebeu boas críticas, com o The Sun afirmando: “Não existe uma faixa ruim nele”.

    No dia 29 de setembro de 2008, Morrison lança seu segundo álbum “Songs for You, Truths for Me”, qual contém participações especiais de Nelly Furtado na canção “Broken Strings”, que se tornou um de seus maiores sucessos. Jessie J também participa de um de seus singles, “Up”.

    James lançou quatro álbuns: Undiscovered (2006), Songs for You, Truths for Me (2008),  Songs for You, Truths for Me – Deluxe Edition (2009) e The Awakening (2009) e seus vídeos no Youtube têm bastante acessos.

    Atualmente, James mora com Gill, sua namorada, e Elsie, sua filha. Os três vivem na cidade de Hangleton, em Hove, East Sussex.

    James é dono de uma voz rouca e totalmente incrível. Suas músicas, em grande maioria, têm letras românticas e calmas: Boas para se ouvir onde quer que se esteja. Sozinha ou bem acompanhada, Morrison é um verdadeiro sucesso.

    Se você não o conhece, não sabe o que está perdendo! E depois deixem um comentário aqui no blog sobre o que achou!

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