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  • December 28, 2013
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    O MELHOR DA AMIZADE

    Outro dia participei de uma mesa-redonda que propunha uma discussão sobre amizade feminina. Existe mesmo? Há quem acredite que as mulheres são eternas concorrentes e, portanto, muito pouco leais.

    Existe amizade feminina, sim. Amizade real, sólida e vitalícia. O que acontece é que as mulheres se envolvem muito na vida umas das outras, e isso, como em qualquer relação, gera alguns mal-entendidos, ciúmes e até brigas feias, o que faz parecer que amizade entre mulheres é frágil. Os homens são menos invasivos, não se envolvem tanto com a intimidade dos amigos. Por isso, atritam-se menos e passam a idéia de serem mais estáveis.

    A amizade é o melhor – e provavelmente – o único antídoto contra a solidão. E não precisa ser uma amizade grandiloquente, do tipo grude 24 horas e sem segredos. Uma amizade pode ser forte e leve ao mesmo tempo. E melhor ainda se forem amizades variadas. Uma boa amiga para ser sua sócia, outra para dar dicas de viagens, uma amiga especial para conversar sobre sentimentos escusos, outra amiga fantástica para falar sobre livros e filmes, uma amiga indispensável para lhe dar um ombro quando você está caidaça. Nenhum problema em departamentalizar. Ao menos nas amizades, viva a poligamia.

    Amigos homens são igualmente imprescindíveis. Quando ouço que não existe amizade entre homem e mulher por causa da possibilidade de um envolvimento amoroso, pergunto: e daí? Qual o problema de haver uma sensualidade no ar? Todas as relações incluem alguma espécie de sedução – todas.

    Amigo homem é bom porque eles não falam toda hora sobre filhos, empregadas, liquidações, esses papos xaropes. Amigo homem não faz drama, ri das nossas manias, traz novos pontos de vista sobre as coisas que nos angustiam, não pede nossas roupas emprestadas e, o que é melhor, comenta sobre suas ex-namoradas e com isso acaba nos dando dicas muito úteis para enfrentar esta tal guerra dos sexos.

    Amiga de infância, amiga irmã, amigo homem, amigo gay, amigos virtuais, amigos inteligentes, amigos engraçados, amigos que não cobram, que não são rancorosos, amigos gentis, amigos que se mantêm amigos na distância e no silêncio, todos eles ajudam a formar nossa identidade e a nos sentir protegidos nesta sociedade cada vez mais bruta e individualista. E não posso esquecer do melhor amigo de todos, e não é seu cachorro, seu gato ou seu hamster: estou falando daquele ser humano com quem a gente casou, aquela pessoa que convive conosco dia e noite, numa promiscuidade escandalosa, e cujo vínculo se mantém com muita paciência, humor, respeito e solidariedade, tal qual acontece entre os verdadeiros amigos do peito.

    Sobre a autora: Martha Medeiros (Porto Alegre, 20 de agosto de 1961) é uma jornalista e escritora brasileira. Filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros, é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro

    November 14, 2013
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    Se fizessem essa pergunta a mim a uns meses atrás, responderia que sim, sem sombra de dúvidas. Mas com a tempo vamos mudando nossos conceitos e eu mudei o meu. Hoje responderia: depende. Depende de quanto tempo esses dois seres se conhecem, depende de como e porque se aproximaram, depende de como eles se relacionam, depende da personalidade de cada um, depende de tudo e cada detalhe entre duas pessoas de sexos opostos contam para afirmar se é só amizade entre eles ou se pode existir algo a mais ali. É claro que tenho amigos homens, e acredito nestes tipos de amizades, mas afirmar que nunca haverá um pensamento de segunda intenção de algumas das partes seria um erro – na minha humilde opinião, pelo menos. A maioria das garotas que responderam a enquete acredita nesse tipo de amizade, veja os resultados:

    Veja a opinião de algumas leitoras:

    Thaynara, 16 anos – “Um garoto só se aproxima de uma menina caso esteja afim dela ou de alguma amiga – ou esteja interessado em algo do tipo. Caso não consigo, aí sim, se tornam amigos!”

    Ana Lúcia, 16 anos – “Tenho um amigo desde criança, ele sabe praticamente tudo sobre mim e vice-versa, e nunca tivemos nada de mais. Acho que tudo depende da maneira como você vê o seu amigo. É claro que sempre rola alguns climas estranhos, resta saber contornar e ter vontade de manter tal amizade!”

    Não deixou nome – “Normalmente sempre existe uma segunda intenção na amizade entre homens e mulheres, principalmente da parte dos homens. Muitos não podem ver uma mulher carente, triste, que quer um ombro amigo que se aproveitam da situação e dão em cima. Por isso costumo nas minhas amizades deixar claro que é só amizade e quem tem essa intenção acaba desaparecendo aos poucos…”

    Não deixou nome – “Acho que pode acontecer sim uma amizade entre sexo oposto! Com certeza! Claro que em outras relações pode rolar uma segunda intenção da parte um do outro, por isso acho super importante separar uma amizade masculina de um possível menino para ficar. Uma coisa não tem nada a ver com a outra… acho que meninos podem ser muito confiáveis, sim. Não todos, mas alguns são e sabem guardar segredos melhor!”

    Não deixou nome – “As amizades entre sexos opostos são muito bonitas, às vezes mais que as entre mesmo sexo, já que não tem competição de menino e uma parte pode aconselhar a outra como agir quando for conquistar um paquera ou até como mantê-lo. Amigos meninos, quando não se tem segundas intenções, são irmãos que pudemos escolher. Brincam, batem, fazem cócegas, dão bronca, protegem, são carinhosos, sem parecerem muito sensíveis, te zoam, te aconselham. São verdadeiramente cativantes amizades entre sexos opostos.”

    October 26, 2013
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    Antes de divulgar o resultado da enquete, queria agradecer a participação de todas vocês, me surpreendi muito com o resultado. Obrigada. Além disso, apesar de tudo houve uma pequena falha, esqueci de pedir que colocassem o nome de vocês na pesquisa, assim ficaria fácil identificar quem mandou cada frase, por tanto, colocarei as frases sem a autoria de vocês e por favor, coloquem nos comentários se sua frase apareceu aqui. Vamos lá.

    “Nem sempre, competição é algo ruim. Eu por exemplo, vivo competindo no trabalho com meus amigos. Temos metas para bater e chega uma hora que é cada um por si e não podemos parar pra pensar no outro.”

    “Acho que se é uma amizade profunda, de anos, por exemplo, não tem essa coisa de competição. Se a amizade for sincera existe a confiança de compartilhar isso caso aconteça e, mesmo que indiretamente, acabe criticando de uma forma ”amigável” se essa tal competição vem da outra parte. Na minha opinião, confiança vem em primeiro lugar, se a amizade for booaaa mesmo, vale a pena conversar sobre essa tal competição para preservar a parceria.”

    “Algumas pessoas fazem parte do teu circulo de amizade apenas porque você convém a elas, seja para dar carona, única companhia no momento ou para conseguir alguma coisa. Isso gera inveja, pois não são teus inimigos que te decepcionam e sim muitas vezes teus próprios amigos, pois eles sabem direitinho da tua vida e teus objetivos.”

    “Depende. Não é aquela competição agressiva, não tem trapaça nem sabotagem, muitas vezes é tão natural que não da nem pra perceber. Eu e minhas amigas competimos nas notas. Quando uma tira uma nota maior que a outra pensa “Uau! Eu consegui!” ou menor “Poxa, o que eu errei?”. Não tem maldade, e nós torcemos uma pela outra, mesmo tirando uma nota menor ficamos felizes pela outra. Então depende, depende da amizade, depende da pessoa, depende do assunto. Competição por meninos é sempre a pior…”

    “Acho que as pessoas sempre gostam de se sentir um pouco superior ou pelo menos igual as outras. A competição sempre existirá, apenas deve-se ter cuidado para que não seja prejudicial.”

    O próximo tema é com vocês, comentem qual próximo assunto gostariam de falar.

    October 22, 2013
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    Como prometido a tag Entre elas voltaria e hoje trouxe a primeira enquete para vocês responderem e darem suas opiniões. O tema é fácil e de certa forma comum, se trata de competição na amizade. Podemos dizer que é comum, porque cada vez mais encontramos as pessoas competindo entre um grupo de amigos, seja qual for o motivo. O que você acha sobre isso? Venha responder a nossa enquete aqui em baixo sobre o assunto e logo mais você confere as respostas mais legais dadas por vocês.

    September 29, 2013
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    Texto que eu encontrei numa pasta de arquivos do início de 2012. É bom poder reler seus textos antigos, né? Como gostei muito desse, resolvi postá-lo. Escrevi entre Março e Abril do ano passado.

    Fiz esse texto para te falar muitas coisas. Uma delas é que sua presença é uma das melhores coisas que me aconteceu. A outra é que tenho muitas memórias de coisas que passamos e apagá-las não é e nem nunca vai ser uma das opções que eu espero seguir. Mas eu não posso fingir. Não vou mentir e dizer que quando te vejo eu não perco o que eu sou. Cada parte de mim vai indo, e outras vão se quebrando. E é muito difícil elas voltarem para onde pertencem, entende? Eu não sei o que dizer e sinto que fico presa. Presa num ciclo que nunca acaba e não tem fim.

    Porque uma hora ou outra esperamos que o futuro siga um caminho que a gente não espera e é muito bom vivenciar coisas novas. Mas porque os seus olhos não brilham quando eu conto alguma coisa incrível que me aconteceu? Porque quando eu te questiono de algo você só vira os olhos e eu fico sem resposta, sem nada? Não costumava ser assim. Bem, comigo, pelo menos, nunca foi. Uma das coisas que eu mais valorizo é tratar os outros do jeito que elas merecem. E eu sempre te tratei do melhor jeito possível.

    Mas eu sinto que em muitos momentos isso não é reciproco. E eu perdi as contas das vezes em que entrei numa saia justa, em que fiz de tudo pra te ajudar, que entrei em conflitos gigantes comigo mesma, quebrei meus próprios conceitos, sei lá, pra tentar fazer as suas vontades. Dependi muito de você e me desculpa mas, eu não mereço suas mudanças constantes, não mereço ser deixada de lado e muito menos ser a segunda opção.

    Me cansei da posição de segundo lugar, daquela que sempre vai estar ali quando os outros precisarem mas quando ela precisa, as pessoas não estão; se esquecem simplesmente e voltam dias depois, quando querem alguma coisa. Só que chegou a um ponto em que eu não quero mais estar nesse lugar. Porque os outros não podem me tratar como eu trato eles, ué? Será que é tão complicado reconhecer as coisas boas que alguém faz por ti? Tentar, pelo menos um pouco, fazer o mesmo de vez em quando?

    São pessoas demais que passam pela nossa vida exigindo, cobrando e querendo mais do que podemos oferecer. E eu tentei de todos os meios agradar e me esforçar para preencher essas expectativas mas percebi que essa saída que eu escolhi me deixou infeliz, irritada, vulnerável e com vontade de esfregar muitas caras no asfalto.

    Então é hoje que eu estou escolhendo sair desse lugar. Não se irrite se perceber que eu não sou mais a mesma ou ando com uma cara de brava. É que eu fui por tempo demais aquela que tenta fazer tudo pelos outros e o que recebi em troca? Não recebi nada. Só mais pedidos, e mais coisas que eu precisava fazer, e mais alguns socos pelas costas. E essa posição não é mais pra mim. Não me sinto mais confortável nela. Não quero mais estar nesse lugar que por tanto tempo, foi meu.

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