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    O blog está de cara nova!

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  • November 20, 2016
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    Eu fiz esse texto curto para dizer que eu quero conhecer você. Eu sei, você nunca vai ler, mas eu queria colocar para fora. Eu quero conhecer as suas músicas favoritas. A banda que você mais ouve, o que você planeja para o futuro, o que te faz rir, o que você faz quando não está rodeado de livros, prestando atenção fixamente em um quadro branco. Sem piscar, sem olhar para o lado. Como se o mundo inteiro se resumisse em estar ali. Eu gostaria de poder te mostrar que ele não se resume: que isso é só um pedaço pequeno da terra e que, sinceramente, nem significa tanta coisa assim. Eu queria poder te perguntar coisas bobas, como qual é o grau do seu óculos e a série que você mais gosta. Queria poder conversar, saber o que tem por trás desse jeito quieto de quem guarda muita coisa e raramente compartilha algo. Talvez você seja uma daquelas pessoas difíceis de deixar alguém entrar no seu ambiente, mas que é também extremamente interessante. Ou talvez não. Pode ser que você simplesmente não tenha nada para dizer, e prefere manter tudo para si mesmo. Mas algo me diz que você não é assim: eu nunca fui muito de acreditar em sexto sentido, mas às vezes o meu insiste em falar mais alto do que tudo. Eu queria saber o que se passa por trás desses olhos azuis, que ficam o tempo inteiro contrastando com as suas roupas escuras e o cabelo preto. Você não sorri e nem gargalha muito. Mas quando faz isso, parece que poderia fazer tudo parar por alguns segundos, só para as pessoas te admirarem. Faz muito tempo que eu não via um sorriso tão bonito, que só aparece em pequenos momentos, tão rapidamente que se a gente não prestar a atenção, acaba perdendo-o. Eu quero chamar a sua atenção, mas é complicado. Eu quero falar sobre qualquer coisa aleatória, só para ouvir sua voz, sempre tão baixinha, inconstante, que eu tenho que me esforçar para não perder nada, porque qualquer palavra pode ser muito valiosa. Pode ser que eu esteja te imaginando demais. Eu sempre fui boa nisso. Eu sei que eu tenho pouco tempo e as chances de eu não te ver mais são grandes. Mas, quem sabe o que os próximos meses guardam? Essa cidade nem é tão grande assim. Talvez os nossos caminhos ainda se cruzem. Eu já achei que algumas histórias tinham acabado, quando elas ainda nem haviam começado de verdade. Talvez eu ainda tenha a chance de te conhecer.

    May 30, 2016
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    Todo mundo sempre tá falando sobre amor. O amor correspondido, o não correspondido, o coração partido, os términos, as traições, ou seja lá o que for. Definições de amor e romance não faltam em nenhum lugar, assim como reclamações sobre relacionamento. Mas eu vejo pouca gente falando de algo que na verdade, nem é chamado de amor pela maioria. Aquele, que fica sempre esquecido, de lado. Tudo bem, é compreensível que ele não seja muito lembrado. Afinal, ele nunca chega a se concretizar: pelo menos, em 90% das vezes. Mas para as pessoas que sentem – normalmente as sonhadoras, que leram uns dez livros da Meg Cabot na adolescência – ele é real. E tem algum tipo de sentimento que não seja real, por acaso? Eu afirmo que não.

    Todos podem ser, mesmo que eles nunca sejam reconhecidos, mesmo que eles não vejam à luz do dia e que só você mesmo saiba sobre eles. Eu confesso que tenho muita experiência no dito cujo. Amor platônico (quem nunca?) é algo meio engraçado e dramático para mim. Resultado de uma mente fértil que sempre gostou de idealizar praticamente todo mundo que vê pela frente, ele foi o responsável por grande parte das minhas paixões. O curioso é que elas sempre eram intensas, mas acabavam rápido, e não de  maneiras muito agradáveis.

    “Mas e a outra pessoa?” Elas nunca chegavam a saber de nada. Juro. Pelo menos eu acho. A maioria nunca nem suspeitou que eu nutrisse algum sentimento afetivo por eles. A paixão platônica não tem muitos limites. Ela pode surgir do nada, literalmente: sem você menos esperar aparece aquela pessoa impossível, inalcançável, seja lá por qual motivo. E isso é o suficiente para você, romântico que adora Taylor Swift, começar a criar histórias na sua cabeça. Eu não tomava atitudes drásticas. Não tentava, de verdade, me aproximar daquelas pessoas. E isso não significa que o sentimento seja menos válido; é só que, no fundo, eu não queria destruir aquela idealização legal que eu tinha de alguém. Ou eu não queria arriscar, ou não tive coragem.

    E às vezes a gente tem medo mesmo, e não há nada de errado nisso. Óbvio que um relacionamento real é muito melhor. Mas estamos falando aqui do que é platônico, algo que não se realiza; e talvez seja justamente isso que atrai tantas pessoas. Você não vai se machucar, não vai se decepcionar (em tese): então, assim tá ótimo. Por outro lado, amor platônico também pode te fazer querer ouvir músicas melancólicas e passar dois dias sem sair de casa. No meu caso, quando eu superava, eu sempre olhava para trás e dava algumas risadas das situações que aconteceram comigo.

    Foram muitas: a paixão que eu tive aos 14 anos por um garoto mais velho, e quando eu finalmente arranjei coragem e falei com ele, descobri no dia seguinte que ele mudaria de colégio (e de cidade). Na época, foi triste. Hoje, eu acho engraçado. Ou quando eu fiquei três meses tentando falar com um cara, só para depois descobrir que ele tinha namorada (não tá fácil pra ninguém, né?). E não foram somente essas; existiram outras, que me provocaram frio na barriga, dor de cabeça ou tristeza por algumas semanas. Talvez elas não sejam as únicas: pode ser que eu ainda tenha muitas outras paixões platônicas.

    Mas o que sempre fica na minha cabeça é que você deve se permitir sentir o que quiser. E que, modéstia a parte, arriscar é sempre melhor. Mesmo que seja só para descobrir que a realidade é bem diferente daquilo que você tanto imaginou.

    May 4, 2014
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    As pessoas dizem que amor não tem explicação. E no fundo, eu acho que não tem mesmo. Não há fórmulas, frases clichês ou textos que expliquem coisas que nem todo mundo descobriu ainda. Que expliquem coisas que muitas pessoas não sentiram ou nem sabem direito o que é.

    Talvez gostar de alguém seja uma coisa meio estranha, que surge do nada. Não há controle sobre isso. A gente pode até saber quando deve se apaixonar ou não. Existem pessoas que vem quase que com um aviso na testa: “Não se apaixone por mim. Isso vai acabar mal.” Mas quem disse que a gente liga? Ignoramos. Pulamos num mar imprevisível assim mesmo. Não obedecemos a nossa intuição, que em alguns momentos é melhor que qualquer conselho no mundo e pode ser uma alternativa poderosa pra escapar de burradas.

    No final da história talvez a gente deva se permitir. Permitir que se faça escolhas erradas, decisões que podem não ser as melhores do mundo. Está escrito em algum lugar que não devemos mudar de ideia? Não. Alguém definiu que é regra qual é o tipo de pessoa que você tem que gostar? Também não. Não precisamos saber de tudo o tempo todo. Não precisamos ter a resposta de todas as nossas milhares dúvidas. De vez em quando indecisão ou confusão é bom. Você passa a se conhecer melhor.

    Existem amores platônicos, não correspondidos, recíprocos, ou aqueles que não vão te levar pra lugar nenhum, mas quem liga? Nós não temos o direito de julgar ninguém. Não é nossa decisão de quem o coração dos outros vai pertencer. Nunca é. Podemos tentar, mas isso não cabe a nós, acredite. Não se decide os sentimentos alheios. Nunca.

    Eu sei que tem pessoas que evitam tudo isso ao máximo. O amor traz consequências e às vezes elas não são muito boas. É pensar negativo? Não, é tentar ser realista. Porque é de conhecimento do mundo inteiro que quando você confessa que sim, está apaixonado, diz quais são seus sentimentos, vai estar vulnerável e a chance de sair magoado é muito maior. Ninguém é obrigado a sentir o mesmo, e nos negamos a entender isso.

    Talvez a gente só devesse parar de ser um pouco amargo de vez em quando. Não esperar sempre o pior. E se isso der certo? E se o que você realmente quiser acontecer? O futuro é imprevisível e é impossível saber que rumo as coisas vão tomar. Mas eu acho que de vez em quando é necessário um pouco de coragem. É o que dizem: amar é só pra quem tem coragem. Se você não tem ou não quer assumir os riscos, é melhor sair dessa. Se você quer, então pode colher surpresas ruins, mas outras incrivelmente boas no caminho também.

    É o que eu sempre digo: a gente nunca sabe. É o legítimo “pagar pra ver.” De vez em quando tem coisas que só vamos saber se valem a pena, se a gente tentar. Ficar só na imaginação nunca é uma opção muito boa. As pessoas podem te surpreender positivamente. Quem sabe, né?

    March 4, 2014
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    Mas tudo bem, tudo bem. Pode acreditar em mim. Não devíamos ter confundido tanto as coisas. Nascemos para sermos amigos. A-m-i-g-o-s. Desses que ficam semanas sem se falar e quando se procuram nada mudou. Nem a forma de abraçar ou o “oi” através de mensagens. Esses amigos que implicam 24 horas por dia um com o outro. Tudo bem. Naquele último dia em que nos vimos, na última conversa que tivemos pessoalmente, por mais duro e difícil que foi eu descobri que não poderíamos ser nada mais que amigos. Não simples amigos, você sabe, nós dois nunca fomos simples em nada. Complicamos tudo, absolutamente tudo. “Simples amigos” não serve para nós dois. Naquela festa, eu descobri isso. Eu percebi que seria loucura tentar amar você como minha mãe ama o meu pai ou como o seu pai ama a sua madrasta. Você entende? Não dá. Simplesmente não dá. Por quê? Eu também não sei. Mas quando você estava lá, conversando com aquele seu amigo bêbado e eu te observando (in) quieta, eu tive certeza disso. Por mais difícil e triste que seja de aceitar, eu precisei parar de insistir. Porque simplesmente não era pra ser. Mesmo que eu tenha pedido você em todas as estrelas cadentes que eu já vi. E todas as moedas que eu joguei na fonte, meu pedido era você. E quando eu ouvia alguma música, meu pensamento voava até você. Nos meus sonhos, era você. Tudo. Absolutamente tudo. Os caminhos que eu seguia, os passos que eu dava, sempre pensando em você. E nada poderia ser mais triste do que aceitar o fato de que não era pra ser. De que nunca passaríamos de bons amigos. Nem mesmo uma “amizade colorida” funciona com nós dois, porque complicamos tudo. Porque sempre queremos mais e mais, além da simplicidade, além do que podemos. E assim acabamos esquecendo que isso pode ser que tanto procuramos. Mas, olha, está tudo bem. Antes perceber cedo do que insistirmos até não conseguirmos mais olharmos um para a cara do outro, não é? É. Claro que é. Melhor assim. Amigos. Como sempre foi, como sempre deveria ter sido. Nada além. Eu não te procurei porque achei que deveria sentir a minha falta. E parece que você sentiu! Por um momento, eu senti um fio de alegria, de esperança… Mas lembrei de tudo e não, só amigos. Lembra? Lembro. Então, é isso. Você vai precisar visitar o seu pai qualquer dia, vai me mandar alguma mensagem dizendo que está na cidade, se podemos nos ver. Só para conversar. E eu não vou conseguir digitar um “não” como resposta e enviar. Só que dessa vez nossas intenções serão diferentes. Você não vai mais reclamar por eu ter demorado tanto pra chegar ou pela forma que eu arrumei o cabelo. Nem mesmo vai se preocupar se eu não estou com frio ou calor com a roupa que estarei usando. Vamos sentar, pela primeira vez, a quase um quilômetro de distância um do outro e, agora, diferente das outras vezes, você não vai se importar em eu ter sentado um degrau a mais que você. Porque agora já não faz tanta diferença eu parecer um pouquinho mais alta que você. E também não vamos sair correndo, com medo, quando um casal chegar no parque e nos ver por lá. Dessa vez, somos amigos. Nada mais. E você vai olhar para o longe, e eu já não irei comentar sobre o tempo, como o céu está cinza, porque o seu silêncio me assusta e me dói. Mas é uma dor bonita. Meu telefone irá tocar algumas vezes, mensagens dos meus outros amigos. Não tão especiais e importantes como você. Não tão essenciais na minha vida como você. Não tão incríveis como você. E eu vou ler, e rir. E você vai sorrir de canto para mim, num silêncio quase infinito. E o tempo passa, as nossas conversas já não são mais as mesmas, tudo mudou. Mas meu coração ainda irá acelerar quando os teus olhos castanhos ficarem dourados no reflexo do sol. E minha risada será ainda mais verdadeira quando você contar uma das tuas histórias. Porque existem certas coisas que não mudam. Jamais. Na hora de ir embora, nos abraçaríamos. Aqueles abraços que não dá vontade de sair, nunca, você sabe? E eu iria te dar tchau, você acenaria de longe e depois desapareceria. E eu ficaria ali, por um bom tempo, tentando absorver tudo. Tudo. E depois, todo o meu pensamento se transformaria em lágrimas, em lembranças. Doces lembranças. Porque eu sei que nunca vai ter alguém como você. Nem para ser meu amigo ou meu namorado, marido. Porque você é único. A sua risada é única, seu jeito de me fazer sorrir, a cor do seu cabelo é única. Seu cheiro não se encontra nem nas melhores lojas de perfumes. Seu abraço, sua respiração, seu coração batendo junto ao meu… Nada nunca será igual com outra pessoa. Agora nós somos amigos. E você talvez nunca tenha sentido algo como eu senti, nem tenha percebido o que eu percebi. Talvez tudo aconteça diferente, quem sabe, eu olhe para trás e veja: ele é o homem da minha vida. E você é. Mas antes disso você precisa parar e perceber que também precisa de mim. Precisa voltar a me ligar às 4 da manhã, em número desconhecido, para saber se eu ainda reconheço a tua voz. Precisa voltar a me provocar até que eu sinta ciúmes de você, até sentir que eu ainda sou a mesma. Precisa me irritar, me tirar do sério, precisa dizer coisas bobas. E sabe, semana passada eu conheci um outro garoto. E ele é divertido e tem uma conversa legal. Ele tem olhos azuis e o cabelo loiro cheio de cachos. E nós ficamos abraçados por um bom tempo. Mas eu percebi que ele é só mais um, e mesmo que eu tenha pensado em ligar para ele por dois dias, eu penso em ligar para você há muito mais tempo. E eu amo você, ainda que você já saiba. Eu amo muito você, muito, muito. E não importa o que o futuro nos reserve, ainda amarei você. Nunca ninguém conseguirá o que você conseguiu de mim. Você é a minha melhor lembrança, você é uma força, você é o melhor amigo, o melhor beijo, o melhor abraço. E ninguém nunca vai tirar você de mim.

    January 21, 2014
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    Tá ai um assunto que é polêmico. As opiniões se dividem: algumas pessoas acreditem em namoro à distância, outros não. Eu nunca tinha conhecido muitos casais que passassem por isso, então não podia opinar. Afinal, eu acho que a gente deve ter vivido isso, ou pelo menos conhecer alguém que esteja em um relacionamento assim, para poder saber de perto o que é o namoro à distância. É muito difícil fazer suposições só em base na opinião dos outros ou no que você acha.

    Na minha opinião, para começar, namoros não são a coisa mais simples do mundo. E acho que mesmo as pessoas se vendo todos os dias, na escola, no bairro ou em qualquer outro lugar, vão passar por problemas muitos semelhantes aos casais que tem alguns (ou muitos) km os separando. Não há tantas diferenças. O ciúme está ali, assim como as brigas, os desentendimentos que podem surgir, porém, os momentos bons também devem estar presente. Aqueles momentos de felicidade, as comemorações das datas (de namoro ou de aniversário) as experiências que eles passam juntos. Viu como a diferença não é tão grande assim?

    É óbvio que saudade atrapalha. Se eu estivesse apaixonada também ia sentir saudade da pessoa e achar bem melhor vê-la todo dia. Mas confesso que em muitos momentos acho que o espaço é importante sempre. Não é legal namorar alguém e as duas pessoas ficarem sufocadas, juntas o tempo inteiro. Parece que se tornam um só, e vamos combinar que todo mundo sabe o final dessa história: o fim um dia pode chegar, e você não pode depositar sua felicidade ou colocar todas as suas atividades diárias ou expectativas nas costas de alguém.

    A sorte é que a internet, o whatsapp, o skype, o facebook, o SMS, está ai para facilitar a vida de muita gente. Assim como tantas outras redes sociais que podem aproximar muito o casal. É tão simples, com toda essa tecnologia, eles compartilharem os momentos que quiserem do seu dia-dia com o parceiro. Um clique ali, outro aqui, e pronto: você manda uma foto, uma mensagem, qualquer coisa, e o dia não passa em branco. Não é como se eles deixassem de participar da vida um do outro por causa da distância.

    Eu acho que quando um pessoa quer algo de verdade ela pode fazer dar certo sim. É aquele velho clichê do não importa os obstáculos, se ela estiver com vontade, a fim mesmo, vai ir atrás e não vai se deixar abalar pelos problemas de passagem, de muitas horas de viagem, de não conseguir ver o namorado todo mês… É claro que isso não é fácil. Não é simples lidar com um relacionamento que exige tanto de ambos, afinal, para que dê certo, é necessário o comprometimento das duas pessoas. Se uma não quiser se dedicar do mesmo jeito, não vai rolar. Mas se acontecer de você encontrar alguém que também vai se envolver do mesmo jeito, então, uma dose de boa vontade e as coisas irão funcionar.

    Existem pessoas que não entrariam num relacionamento à distância simplesmente porque não gostariam de lidar com outras questões X que surgem no namoro. Vai da decisão de cada um. Mas eu acho que a partir do momento que você gosta mesmo de alguém, vale a pena apostar, ainda mais se tiver o apoio dos amigos e dos pais. O amor não tem lugar marcado pra acontecer. Não precisa ser na sua rua ou na sua escola. Pode ser durante uma viagem, um feriado, um passeio pra uma cidade distante. Nem sempre está ali do seu lado.

    Todo namoro vai ter problemas. E todo namoro vai ter coisas boas também. Basta saber lidar com isso, o que não é a parte mais fácil, claro, mas quando a gente quer realmente alguma coisa pode fazer acontecer, e dar certo. E isso vale para namoros à distância, ou aqueles do qual o namorado (a) está bem perto de você.

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