Amores e pessoas certas
07/03/2013 | Categoria: Amor, Comportamento

Encontre alguém que tenha sentimentos verdadeiros por você e não só atração. Encontre alguém que te complete, mesmo que seja de um jeito estranho e que ninguém mais reconheça isso, só você. Encontre alguém que você entenda pelo olhar, ou pelo simples modo de mexer as mãos ou de balançar a cabeça, você já entende o que a pessoa está sentindo. Não desperdice aqueles que ficam do teu lado mas não são as mais bonitas do mundo. Mas elas tem qualidades tão incríveis, que inevitavelmente, acabam se tornando as pessoas mais bonitas e com o maior brilho nos olhos.

É engraçado quando você conhece alguma pessoa e ela tem a aparência mais agradável e sim, faz as suas pernas balançarem. Mas é só por alguns poucos minutos. É só ela abrir a boca que parece que tudo se perde; por isso eu digo que não vale apostar naquilo que você sabe que no fundo não tem nada a ver contigo. Que vai te decepcionar, pelo simples fato de que beleza não é e nem nunca vai ser tudo. Aprendi e nunca mais esqueci: rostinho bonito não é sinal de boa personalidade.

Acho mais interessante uma pessoa que pode ser até diferente de você em muitos sentidos, mas de algum modo, ela te entende. Te compreende, algo que ninguém mais parece conseguir fazer. E esse é – e deveria ser – o maior trunfo do amor. Um parceiro, um melhor amigo, um amor, tudo isso juntos em uma só pessoa. Relacionamento não deveria significar briga, ciúmes ou traição (pelo menos na minha opinião).

Não acho que amor seja significado de pensar igual. Até porque, não tem graça conversar com alguém que só concorda e assente com a cabeça. Tem que ter uns defeitos aqui e ali, pode até ser um pouco complicado, dizer bobagens de vez em quando. Perfeição não existe, e buscá-la é total perda de tempo.

Eu só acho que talvez as pessoas que deem certo conosco nos surpreendam. Não sejam quem imaginamos. Criamos um ideal de pessoa que combina conosco e talvez ela nem seja tudo aquilo. Do que vale a pessoa dos seus sonhos, se por dentro ela é vazia? Simplesmente não encaixa. É tão fútil e sei lá, incompreensível, buscar sempre alguém por aparência e por motivos errados.

Por isso eu não espero ninguém óbvio demais. Sei que, quando aparecer, pode ser tudo o que eu não imaginava (e de um modo bom).


Arrisque-se de novo
06/02/2013 | Categoria: Amor, Comportamento

Você se apaixonou e teve uma chance de fazer tudo dar certo. Apenas uma. E aí algum fato da vida, um detalhe ou uma briga boba podem ter estragado tudo. Dentro de você, as coisas se despedaçam. Um namoro que terminou, uma oportunidade deixada para trás ou um erro que você cometeu e fez as coisas ficarem do jeito que estão. Pronto! São os suficientes para todo mundo estampar a famosa frase pós fim de relacionamento na testa: “nunca mais vou me apaixonar.”

Ah, como o mundo seria fácil e leve se fosse desse jeito, não é mesmo? Se você e eu pudéssemos escolher alguma coisa sobre o nosso futuro, ou sobre quem vamos amar. Não se sabe quando, nem onde vai acontecer. Mas dentro do seu coração existe aquela barreira de ferro que nunca mais vai deixar ninguém se aproximar. Aí que está o grande erro. Se fechar para o mundo e não deixar mais ninguém entrar.

Quando você decide que ninguém mais é digno da sua paixão, as portas que estavam abertas acabam batendo e nunca mais abrindo, de um jeito ou de outro. Porque decidir que nenhuma pessoa mais vale à pena é como ler um livro, ouvir uma música ruim ou assistir a um filme que te decepcionou, e nunca mais dar uma chance para nada do gênero, achando que tudo vai ser igual.

E não é que em 90% das vezes é os nossos erros que acabam sendo os mesmos? Por isso que eu digo que quando você tem um medo ou um desafio, deve superá-lo. Se não conseguiu da primeira vez em um relacionamento ou amizade, tudo bem. Mas saiba que na próxima ele vai estar lá, de volta, ao seu lado te atrapalhando. Pode ser a timidez, o medo de ser feliz, ou o simples pensamento de achar que os outros adivinham sozinhos o que sentimos.

Ter cuidado com os outros já é bem diferente. Você não precisa se fechar, se esconder dentro do seu próprio mundinho para isso. Basta só aprender uma vez e pronto. Nas próximas você já sabe que deve tomar mais cuidado, que nada nesse mundo é tão simples quanto pareça e pessoas erram e vão. É assim o ciclo. Algumas voltam depois para pedir desculpas ou tentar mais uma vez, e só basta você decidir se quer fazer isso ou não.

Chega de dúvidas, de incertezas, de pensamentos que nunca são definidos. Ou você quer, ou você não quer. O único jeito de o amor dar certo é ter a confiança necessária para se arriscar, apostar com força em algo que você não tem a mínima certeza se vai dar certo no futuro ou não. Mas você já viu aquela frase que diz que, amar é só para os corajosos? É exatamente isso. É só pra quem tem muita coragem de mergulhar em um mundo de sentimentos onde você não sabe onde vai dar.


Problemas no namoro
03/02/2013 | Categoria: Amor, Comportamento

Eu não tenho a maior experiência do mundo em relacionamentos (até porque nunca namorei) mas se tem algo que eu percebo muito, em namoros de amigas, primas e até com pessoas ainda mais próximas, é que ao invés de ele acrescentar no dia-dia, em muitos momentos acaba prejudicando. Em muitos casos, a garota não sabe se impor e acaba encontrando problemas, como o namorado querer mandar nela. Isso ainda acontece muito hoje em dia, mesmo que a gente saiba, homem mandar em mulher já está ultrapassado faz tempo.

1. Ele quer te proibir de ter amigos homens

Sério que isso ainda acontece? Pior que é verdade. Conheço muitas pessoas que já foram impedidas de ter amigos homens porque o namorado não quis. Do mesmo jeito que ele pode ter amigas mulheres – até porque é fundamental no relacionamento as pessoas terem outros amigos (a) – você também pode ter uma amizade sincera com outros garotos. Claro que ele pode ter ciúme, isso acontece. Mas aí é só os dois saberem o limite de cada um. Se você sabe que ele fica irritado, evite ficar abraçando, dando beijinho no rosto o tempo todo. Mas levar um papo com outro garoto no Twitter, na rua, na escola, não vejo problema algum!

2. Decide o que você vai fazer o tempo todo

Algo que eu percebi é que no início de todo namoro, o casal gosta de ficar grudado praticamente 24 horas, fazendo tudo juntos o tempo todo. Porém, depois de algumas semanas essa vontade de fazer tudo em conjunto acaba diminuindo, e os dois se dedicam a outras atividades que sempre faziam, sozinhos. Mas ainda tem muito garoto querendo decidir o que a menina vai fazer. Se ela pode ou não ir em um cinema só com as amigas, ou em algum evento da cidade sem que esteja acompanhada… confiança é tudo. Cada um precisa de um tempo sozinho sem o namorado junto. Além disso, fica meio chato, né? A garota quando sai com as amigas não vai atacar ninguém no meio da rua. Ou seja, ela não precisa de nenhum vigia.

3. Adora um drama

Existem garotos que podem ser bem carentes. Se você não dá atenção o tempo todo, não fica sempre respondendo os vários SMSs ou notificações no Facebook, eles dizem que você está o ignorando e simples coisas, acabam se tornando uma briga por causa disso. Principalmente quando tem a ver com outros meninos: se ele não gosta de ver você com o fulano, já fica bravo e a questiona por causa disso. E então a maior confusão está feita! Nessas horas, o melhor é manter a calma e explicar que você também faz outras coisas, além de estar conversando com ele na internet. E que o fato de conversar na boa com outros meninos ou não responder a mensagem dele um segundo depois, não quer dizer que não está mais apaixonada.

4. “As amiguinhas” atrapalham o namoro

Ele tem ciúme dos seus amigos. E você tem ciúme das dele. Nenhum dos dois está certo. Do mesmo jeito que ele acha que o seu amigo pode querer alguma coisa a mais com você, a sua opinião sobre as amigas dele também é a mesma. Mas é importante frisar aqui que as amigas gente boa, que estão somente de papo com ele, colegas de escola, não atrapalham em nada. O que te irrita são aquelas que tem segundas intenções (que você sabe que no fundo, gostariam é de ficar com ele quando você não estiver por perto). Isso gera várias brigas e os dois se desentendem por terceiros no relacionamento. A solução? Saber separar muito bem as amigas verdadeiras, do que aquelas que não querem só ser amigas. E ficar ligada, mas sem o pressionar ou exagerar! O mesmo vale para ele.


Paixão platônica
27/01/2013 | Categoria: Amor, Comportamento

Paixão platônica. Tá aí um daqueles assuntos que todo mundo já conhece ou sabe o que significa. E eu aposto que pelo menos uma vez na vida qualquer garota vai passar por isso (meninos também) ou conhece um amigo que já teve uma paixão daquelas, super platônica, mas que mesmo assim o faz suspirar todos os dias por uma pessoa que ela não conhece muito bem. Porque o significado de platônico é exatamente esse: você sonhar muito com uma pessoa que pode não estar ao seu alcance. É uma relação idealizada. Ela existe no seu pensamento. E mesmo que o outro nem ao menos saiba quem você é, a questão é que você sim, o conhece muito bem.

Conhece as músicas que ele (a) gosta de ouvir, as roupas que usa, seus melhores amigos (as), os lugares que frequenta, seus hobbies e álbuns favoritos. E também gosta do jeito que aquela pessoa mexe no cabelo, se veste e vamos confessar, você já até sabe de cor a ordem das fotos do ser humano no Facebook. E o twitter dele (a) também está lá, na barra dos mais visitados. Engraçado, né? Aposto que muita gente se identificou com esse trecho. A internet possibilita, além de uma falsa sensação de conhecimento de alguém, o sentimento de que sabemos tudo da vida dela por meras páginas do computador.

Ou a pessoa pode ser também da sua escola. Você a vê passando pelo corredor e imaginou na sua cabeça (umas quinze vezes só naquele dia) uma possível abordagem. As palavras estão na língua, prontas para ser ditas, mas na hora “H”, você esquece de tudo, se atrapalha, e a coragem se perde. Pronto. Vocês ainda são completamente estranhos um para o outro.

Há também casos em que pode ser alguém que você vê todos os dias no ônibus indo para o mesmo lugar, ou aquele amigo que está sempre fazendo tudo contigo. Um conhecido de infância que nunca percebeu seu maior interesse. Enfim, pode ser qualquer um, que de um dia para o outro, acaba se tornando o dono de nossos pensamentos. Mas não se esqueça: você não sabe tudo sobre ele (a). Na verdade, a gente só conhece alguém quando se torna próxima dela de verdade.

Aparência no fundo pode não significar nada, e sorrisos também não. Dentro da nossa cabeça, existe uma imagem. Uma realidade que pode ser muito diferente daquela que acontece realmente. Você vê alguém todos os dias e de repente, a imagina como se fosse alguém confiável, simpática, etc, que tenha milhões de qualidade. Quase achou que ela é a pessoa mais perfeita que você já conheceu. Mas aí, o choque maior acontece quando você percebe que isso não existe. Ela tem defeitos como todo mundo. Já vi muitos casos em que a paixão platônica acabou de um modo em que ambos os lados não se falaram mais. O apaixonado, porque descobriu que aquela pessoa não era nada que ela imaginava, e o outro, porque se assustou com tudo aquilo.

Não que paixão platônica seja ruim. Ela tem um lado gostoso também. Aquele do frio na barriga, da imaginação rolar solta, sempre pensando em coisas que possivelmente poderiam acontecer. Para alguns, ela acaba sendo esquecida depois de um tempo. Para outros, se torna realidade. Pode acontecer quando as pessoas realmente buscam por isso. Eu conheço um exemplo em que a pessoa platônica não decepcionou. Ou melhor: foi uma boa surpresa. Procure ganhar o seu objetivo, mas para que isso finalmente aconteça, é preciso por algo na cabeça: não veja ninguém como um ser perfeito. Todos tem defeitos e qualidades.

Esse texto é feito especialmente para todas as pessoas que já sentiram algo platônico. Conheço algumas por aí que conseguiram tornar algo platônico, em algo muito real. Outras, ainda estão tentando e admiro a coragem deles de saberem que a realidade pode ser melhor que a fantasia. Então, tudo isso é pra você que sentiu, ou ainda está sentindo, tudo isso.


O maior amor que pode existir
01/01/2013 | Categoria: Amor, Comportamento

Decidi que ia começar o ano fazendo um texto sobre amor. Pensei que esse poderia ser o meu primeiro post no blog em 2013 para estrear essa nova fase só com positividade. Mas aí, me peguei pensando: por quê falar de amores que já passaram? Que já foram ou que nos trouxeram – além de bons momentos, claros – alguns ruins que insistem em não sair da memória? Aí pensei melhor e achei que a opção mais justa seria, afinal, falar de um tipo de amor diferente. Aquele que nem todo mundo tem, mas que pode ser cultivado.

Dizem também que esse tipo de amor deve estar presente no nosso coração todos os dias. Sem ele, não vamos conseguir alcançar o que a gente tanto quer. Que não adianta ficar reclamando da vida ou se botando pra baixo. Todo mundo precisa, acima de tudo, aprender a se apaixonar por si mesmo primeiramente, e não pelos outros. Eu tenho amigas que sim, já sofreram por se apaixonar pela pessoa errada, mas foi por pouquíssimo tempo. Logo depois elas já estavam lá, lindas e sorrindo pra todo mundo ver.

Se era só uma felicidade fingida? Claro que não. Elas é que se amavam demais pra ficarem decepcionadas com tudo ao seu redor. Poderiam até se chatear com os outros, mas com elas mesmas, nunca. E isso que é bonito de se ver, afinal: gostar de si mesmo e nunca deixar ninguém te fazer se sentir a última pessoa do mundo que merece consideração. Isso acontece frequentemente quando depositamos em alguém, a nossa razão de ser feliz.

Como podemos ter coragem de por toda a nossa felicidade nas mãos de alguém, ou fazer ela ser o centro da nossa vida? Não dá certo, porque é peso demais para um ser humano só ter que fazer alguém se sentir satisfeito consigo mesmo o tempo todo. É uma tarefa realmente difícil. Por isso, coloque a chave da sua auto satisfação nas suas mãos.

É você que vai poder conseguir percorrer os seus sonhos, alcançá-los e só depois, olhar pra dentro e pensar: eu que fiz isso. Foi por causa da minha persistência e coragem que eu consegui. Nunca deixe ninguém, por mais especial que essa pessoa aparente ser, te dizer que você não serve o bastante para almejar qualquer coisa na vida.

Sorria quando passar um batom vermelho, ouvir a sua música favorita no último volume, gargalhar com alguém que você ama ou quando ler um bom livro. Sorria quando as razões não forem só os outros, e sim você mesma, e o próprio prazer de se fazer alegre.


Ame o que você não esperava.
28/12/2012 | Categoria: Amor

Sabe aquela mania que algumas pessoas tem de sempre procurar a pessoa perfeita? Ou melhor, aquele que vai corresponder todas às suas expectativas, desejos, e o melhor, ainda vai entender todos os seus defeitos e não se preocupar com eles? Pois é. Todo mundo busca por isso. Eu, você, e a sua melhor amiga também. Estamos sempre buscando por uma pessoa que possa nos compreender. Alguns chamam isso de amor, já eu encaro que esse fato é uma resposta para muitas de nossas vontades. Todos nós, no fundo, queremos ser amados ou aceitos exatamente do jeito que somos.

O problema é toda essa insistência em achar a perfeição. A verdade é que não vamos encontrá-la. Sempre que gostamos de alguém, essa pessoa vai ter seus defeitos e suas manias estranhas também. Mas já parou para perceber que muita gente gosta quando tá tudo simples, fácil e feliz, mas nos momentos complicados ou quando o joguinho já não tem mais graça, pula do barco?

Por isso que dizem que amor e paixão são duas coisas bem diferentes. Se interessar por alguém também. Interesse pode acontecer dia sim, dia não, e no outro aquele alguém já não nos atrai mais do mesmo jeito que antes, ainda mais quando enxergamos o lado negativo de alguém. Sim, por que no início da paixão tudo é muito bom e simples. Depois é que as coisas ficam complicadas.

E o único jeito de você ir conquistando aos poucos pessoas que realmente querem o seu bem, em vez de sempre tropeçar só com as erradas, é dando um tempo para si mesmo. É conhecendo lugares, pessoas e sentimentos diferentes. Se deixando viver novas experiências. Não precisamos viver sempre na nossa zona-de-conforto, no lugar mais prático, onde todos sabem onde nos achar.

Tente fugir dos estereótipos. Às vezes as pessoas que mais vão nos fazer felizes, é aquelas que não esperamos. É aquela pessoa que você não percebe, que não dá muita bola por ela não se encaixar naquela descrição de garoto (a) perfeito. E sabe qual é a verdade? No fundo, essas são as pessoas certas. Aquelas que nos surpreendem por serem diferentes do que queríamos ou imaginávamos.


Virar a página, mas continuar sendo você
20/12/2012 | Categoria: Amor

Depois de virarmos uma página e conhecermos outras histórias, encontramos pessoas diferentes. Quando um amor se acaba, todo mundo entra naquela fase de pensar mais em si mesmo, esquecer os dois lados da história e “toda aquela bobagem” que todo mundo insiste em dizer o tempo todo sobre como estar apaixonado é muito legal. Se torna importante conhecer melhor a si mesmo, criar menos expectativas e aprender que “pra sempre” não existe, e que no fundo, há outras pessoas que podem te entender no mundo.

Quando você para de prestar a atenção em somente uma pessoa, entende (e aprende) que se tem muito mais para descobrir por aí. Existem outras risadas, outros sorrisos – ás vezes até mais interessantes – que podem te fazer feliz. Sempre insistimos em achar alguém certo, que possa nos completar, mas não percebemos que até achar essa pessoa, vamos ter que encontrar muitas outras erradas, mas que de algum modo, vão nos completar. O importante é elas nos ensinarem alguma lição, mesmo que esta seja bem difícil de se compreender no início.

Sabe quando você se deixa de lado, as coisas que você gosta vão em segunda opção e outra pessoa se torna a primeira? Esquecemos que há outras possibilidades. E é sempre bom, acreditem em mim, conhecer pessoas novas. Mesmo que estas não sejam, no fundo, as mais legais do mundo ou que também te tragam algumas feridas no futuro, mudar de ares é como conhecer a si mesmo mais uma vez.

Outro dia passei por uma experiência e pensei: por quê nós queremos tanto nos prender a uma pessoa só, assim tão jovens, quando existem tantas outras que podem nos ensinar coisas novas? Não vale a pena insistir na mesma história que não vai pra frente. Eu sei, é  complicado esquecer o que te marcou. Na realidade, você nem precisa esquecer. Existe a tática de deixar ali guardado em um canto e seguir em frente, pronto para outras pessoas, outros erros e algumas lágrimas que, eventualmente, vão surgir.

Afinal, é assim que se vive. Saindo de uma história, dando um tempo e olhando pra dentro de você, e entrando em outra. Até achar a ideal. Mas nunca se esqueça de preservar as escolhas e decisões da pessoa que mais importa: você.


Dicas de livros – Romance.
08/12/2012 | Categoria: Amor, Escrita, Livros

Para quem não sabe, eu adoro ler. Leio vários tipos de liros, mas ultimamente estou lendo mais romances, então resolvi vir aqui e dar minhas dicas de livros com histórias de romance, para vocês.

Um dia –

O livro conta a história de Emma Morley e Dexte Mayhew. Os dois se conhecem no dia de suas formaturas, em 1988, e sabem que no dia seguinte terão que seguir caminhos diferentes em suas vidas. Mas mesmo passando apenas um dia juntos, não param de pensar um no outro. Os anos passam e Em e Dex tem vidas bem diferentes do que planejaram, mas o sentimento de um pelo outro continua o mesmo. O livro narra flashes do relacionamento dos dois, durante vinte anos. Os dois enfrentam juntos risos, lágrimas, brigas e disputas. Em cada ano, os acontecimentos são no dia 15 de julho , o significado deste dia importante é desvendado durante o livro.

Eu adorei o livro, me fez rir e chorar, ainda mais porque me identifiquei muito com muitas partes do livro. Uma história emocionante.

Diário de uma paixão –

Tudo começa em 1946 quando Allie Nelson e Noah Calhoun se apaixonam perdidamente e tudo parece perfeito. Até que os pais de Allie, a impendem de continuar vendo Noah, por conta de suas classes sociais. Os dois fazem de tudo para levar uma vida normal, mas o sentimento de um pelo outro nunca acabou. Até que, 14 anos depois, um artigo de um jornal faz reacender este amor adormecido.

Eu gostei bastante do livro, é uma história envolvente e surpreendente!

A última música –

Aos 17 anos, Verõnica Miller, ou Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando seus pais se separam e seu pai decide passar a morar na praia de Wrightsville , na Carolina do Norte. Três anos se passam e Ronnie ainda está distante dos pais, principalmente do pai. Então sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias com o pai, na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade. Ronnie, revoltada, rejeita qualquer tipo de aproximação com o pai e ameaça voltar para Nova Iorque antes do verão terminar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade. Conforme vai baixando a guarda, vai se apaixonando por ele, abrindo-se para uma história que lhe trará muita felicidade – e dor.

É um livro maravilhoso, que mostra a relação de pais e filhos, a história de um primeiro amor, como recomeçar e perdoar. Muito bom.

Querido John –

Querido John, conta a história de um soldado americano que se apaixona por Savannah, um jovem conservadora. Ele é um jovem rebelde que se alista no exército, quando termina a escola, sem saber o que iria fazer da vida.  Durante sua licença, ele conhece Savannah a garota de seus sonhos.  Os dois começam a se relacionar e logo se transforma em um tipo de amor, em que Savannah jura que irá esperá-lo concluir seus deveres militares.  Mas em 11 de setembro, ocorre o atentado as torres gêmeas em que mudou o mundo todo. E como muitos homens e mulheres de coragem, John deveria escolher entre seu amor e seu país. Quando finalmente volta para a Carolina do Norte, John vê como o amor pode nos mudar de uma forma que nunca poderíamos imaginar.

Dentre todos os livros, esse foi o que menos me emocionou, mas isso não desmerece a história. É uma brilhante história de amor, mas eu achei clichê.

Espero que tenham gostado das dicas!

Beijos.


Gostar das coisas erradas
07/12/2012 | Categoria: Amor

Toda mulher adora um desafio. Ah, se adora… daqueles bem complicados. Mesmo que elas estejam mais maduras e mais confiantes do que no passado (afinal, nós mudamos, e nem todo mundo acredita mais em contos de fadas) ainda há dentro de nós aquela esperança de achar que pode alterar, mudar alguém. Ou melhor, se apaixonar justo pela pessoa difícil. Porque, afinal, qual seria a graça de querer algo simples e que está ali, entregado de bandeja? Todo mundo gosta de algo interessante, que dê trabalho e esgote tempo.

E é por isso mesmo que embarcamos em tantas furadas. Gostamos da pessoa problema, ou melhor, daquela que ás vezes nem nota a existência das outras pessoas que não seja ela mesmo. Jogue a primeira pedra quem nunca se interessou pelo garoto que não dá bola pra nada. Todo mundo, inclusive as melhores amigas, podem te avisar: “Cuidado! Esse aí não vale nada.” Mas e quem disse que a gente ouve? O bom mesmo é pagar pra ver. Queremos quebrar a nossa cara por conta própria.

E por um lado isso é até bom: a responsabilidade de se arriscar é totalmente nossa. Só que é preciso ter cuidado, viu? Se você sabe que uma pessoa não é nem um pouco a sua cara e não tem nada a ver com você, já está escrito na testa dela para não se aproximar. Por que as coisas podem não sair nada do jeito que você quiser no final.

Na realidade, temos é que começar a se interessar pelas pessoas que estão ali do nosso lado, sempre nos acompanhando e a gente insiste em não perceber. Talvez esses sim, combinem bem mais com você, do que aquele outro que fala com você dia sim, dia não, ou só quando aparenta ter vontade.

A regra é clara: valorize-se. Chega um dia em que aprendemos a gostar de quem gosta de nós, ou melhor, de valorizar aqueles que realmente se importam com você. Por que, afinal, não dá para ficar perdendo tempo com pessoas que não valem nem um pouco a pena. De vez em quando pode até dar certo, como apostar naquilo que tem poucas probabilidades de se realizar. Mas ai você tem que ser daquelas garotas que não leva tudo para o lado sentimental o tempo todo e tem força para aguentar desafios. E é como dizem: nada vem fácil.


Autor (a): Martha Medeiros
18/11/2012 | Categoria: Amor, Autores

“Sentir-se amado.”

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.

Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.

Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?

Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. “Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho”.

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. “Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato.”

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.