Autor: Escolhas – Chico Garcia
05/11/2013 | Categoria: Autores, Crônicas

A vida é feita de escolhas. O amor também. Podemos escolher entre a felicidade plena e linear, ou a vulnerabilidade da paixão. Mesmo quando temos a chance de optar pela serenidade de um sentimento maduro, concreto e estável, há quem prefira aquela dúvida de um olhar correspondido. Não tem jeito, algumas pessoas não se adaptam ao outono de uma relação duradoura. Preferem o fogo no vão da incerteza, o desafio constante da autoestima.

Não é fácil escolher entre o calor que incendeia e o morno que aquece. É uma armadilha do destino, que instiga as nossas vontades urgentes. Uma paixão que desatina nos faz refletir sobre tudo que nos envolve. Somos tomados por um desejo de eternidade daquela sensação flutuante de êxtase. O problema é que a paixão nunca será eterna. O fogo que queima a pele é inebriante, porém efêmero, como todo ápice da vida. Nem sempre temos a maturidade necessária para entender isso.

A adrenalina do caos emociona. Mais do que isso: ensina. Estar envolvido num turbilhão de sentimentos, dúvidas e sorrisos, permite uma visão além do corpo. Lidarmos com a tempestade nos prepara para as adversidades do tempo. Enfrentar obstáculos é mais do que edificante. É recompensador.

Muitas vezes fazemos escolhas erradas. Escolher é também renunciar, abdicar algo que não consideramos o ideal para aquele momento. A resposta se acertamos ou não pode vir muito tempo depois, mas o segredo é sempre tomar uma decisão com o coração, jamais com a cabeça. Se a razão lhe cobrar depois, responda que a sua consciência emocional está tranquila. O que não podemos fazer é insistirmos numa escolha equivocada. Não existem decisões definitivas.

Nenhuma escolha é fácil, especialmente na vida amorosa. Aquele cara que mexe comigo como ninguém, ou aquela pessoa que me completa e me entende? Uma vida suspeitando daquela mulher que não sei se posso confiar, ou aquele homem bem sucedido, gentil e que me faz rir?

Nossa felicidade depende das nossas escolhas. Quero ser feliz agora ou pra sempre?

Você escolhe!

Sobre o Autor: Chico Garcia é jornalista e cronista da vida real. Romances, experiências e novas descobertas em cada palavra, em cada memória. Conheça seu blog!


Frases: Fazendo Meu Filme
21/10/2013 | Categoria: Autores, Frases

Não é segredo que eu virei super fã da Paula Pimenta. Ela se tornou a nova queridinha das leitoras brasileiras, né? E uma das coisas que mais agradou na série FMF foram os quotes que apareciam sempre no início de cada capítulo, de filmes, por que a protagonista, Fani, é apaixonada pelo mundo cinematográfico. Já na série protagonizada por Priscila, em Minha Vida Fora de Série, as frases são todos de seriados da TV.

“Você ainda não andou o bastante. E acho que deve se preocupar com o caminho, escolher bem a direção que vai tomar, senão corre o risco de caminhar em círculos e não chegar a lugar nenhum.”

“Quando estou no auge da felicidade, aparece algo que me presenteia com o ápice da tristeza.”

“Eu já tinha acreditado que algum dia eu seria como a protagonista de um daqueles filmes, que o final feliz seria questão de tempo… Mas descobri que a felicidade e finais não combinam.

“Acho que só quem já passou por isso sabe o que é ter o coração arrancado do peito. A sensação é exatamente essa, como se estivesse faltando um órgão vital dentro de mim. Como se eu estivesse sangrando por dentro.”

“— Você não é feliz?
Aquela pergunta me desorientou. Claro que eu tinha momentos de felicidade. Mas ninguém é feliz o tempo todo. Ser feliz não é uma característica estática, como ser louro ou moreno. Eu posso estar feliz agora e no segundo seguinte não estar mais.”

“As pessoas mudam, sabe? Elas têm que mudar. Alguns acontecimentos nos fazem crescer.”

“Tem que saber para quem contar a sua vida, quando a gente espalha nossos sentimentos, o vento leva… lembre-se que quando você quiser muito que uma coisa aconteça, deve guardar para você mesma, manter segredo!”

“Quero te falar uma coisa, mas estou sem graça. Mas vou falar assim mesmo, porque essa semana eu tive certeza disso. Eu te amo. Acho que desde o primeiro dia que te vi.”

“A vida aos poucos nos leva, sem pedir permissão, para longe de quem gostamos… Outras pessoas aparecem, o tempo fica cada vez mais curto – pois arrumamos cada vez mais tarefas – e, de repente, percebemos que aquela pessoa ficou no passado…”

“Hoje eu sei que nenhum filme é melhor do que a própria vida.”

“Quando a gente gosta de alguém, não fica se contentando só com amizade, né? É preferível pagar pra ver… Eu, pelo menos, arriscaria!”

“Eu não sei como, mas você consegue fazer com que eu me apaixone cada vez mais por você, mesmo que eu pense que isso não é possível, que não tem jeito de caber mais amor aqui dentro.”

“Quer ganhar qualquer pessoa? Faça um elogio. O ser humano é vaidoso a esse ponto. Um simples elogio abre mais portas do que qualquer chave-mestra.”

“Mas aprendi que felicidade é uma opção. Ela mora em todo lugar. Basta que a gente permita que ela nos faça companhia.

“Não se preocupe com o que está deixando pra trás. Certas coisas vão e voltam em nossa vida. No momento certo, elas ficam.”

“É tão estranho como uma pessoa fica diferente aos nossos olhos quando o sentimento da gente muda…”

“Eu sei que devo aproveitar o presente, pois o tempo passa muito rápido e não dá pra prever nada.”

“Nesse tempo, eu descobri que o que eu pensava ser amor antes de te conhecer era uma pobre imitação, um projeto malfeito, um rascunho.”

“Os melhores casais são aqueles que, além de namorados, são amigos um do outro.”

“A quantidade de abraços que acontecem nos aeroportos deve ser maior do que em qualquer outro lugar. Abraços tristes de despedida e alegres de chegada.”

“O destino pode ser cruel, como sua cartomante disse. O amanhã pode não existir, como escrevem os poetas. O mundo pode até acabar, como os cientistas preveem. Mas nada vai ter força de apagar o meu sentimento. Você pode ir para longe, se esconder, sumir. Mas eu vou continuar te amando. Para sempre. Assim como eu te amo agora e como eu te amei desde o primeiro dia em que te vi.”

“Toda a graça da vida está nesse jogo do amor. Apostamos sempre, em busca da combinação que nos faça ganhar o maior prêmio: a felicidade de um amor recíproco.”


Autor (a): A primeira vez
15/10/2013 | Categoria: Autores, Crônicas, Escrita, Textos

Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa.

Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado.

Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo.

Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado.

Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito.

Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo.

Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça.

Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”.

Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo.

Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso.

Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.

Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.

Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.

E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.

Sobre o autor: Tati Bernardi é uma autora e cronista brasileira,  é colunista de variadas revistas famosas brasileiras. Jovem, com uma escrita acessível, Tati é adorada pelas jovens pelo simples motivo de que seus textos transparecem sentimentos, o que os torna mais fácil de serem identificados. Saiba mais sobre ela no seu site.


Autor (a):Se eu não tivesse você
08/10/2013 | Categoria: Autores, Crônicas

Se eu não tivesse você pra me lembrar de limpar as mãos, os braços, o queixo e o lábio no seu, eu sairia por aí cheio de molhos, doces, sorvetes e de todas as coisas que lambuzam a gente quando a gente se permite lambuzar. Talvez eu tivesse mais dinheiro guardado na poupança e nada, nadinha, nada mesmo na agenda e fora dela por seus convites fora de hora e fora de padrão e você gosta de ver as estrelas? Só gosto delas quando aponto pra algumas e você toca no meu braço me mandando baixar a mão. Sem isso seriam só umas estrelas salpicadas num céu-azul-escuro-sem-graça-nenhuma-e-sem-você.

Se eu não me embaraçasse em você pra achar alguma posição confortável na cama, talvez eu caísse no chão fugindo de um sonho ruim em todas as noites frias. E tenho certeza de que engordaria menos, mas olha pra mim e diz se você se importa tanto com isso ou se prefere que a gente divida a sobremesa e divida os momentos e divida a nossa vida numa estranha divisão que não diminui e nem deixa cada um com só um pouquinho do outro. Se eu não tivesse você eu teria reprovado em álgebra porque não saberia somar. Não saberia daquelas coisas que você me ensina e nem me encantaria com facilidade quando você pega no volante e diz que vai me levar pra algum lugar bacana que eu ainda não conheço. Bobagem, meu bem, você é meu lugar-comum-especial-pra-vida-toda nessa noite.

Se você não tivesse esbarrado, me olhado, insistido em não parecer invisível e me dado aquela puxada sensível no braço eu nunca, nunca, nem mesmo hoje em dia, acreditaria que tem coisas erradas que precisam acontecer pra gente se encontrar lá na frente porque o nosso clichê foi assim. Foi no jeito com que eu paro subitamente de falar pra te ouvir disparando sentenças e se pegar constrangida, me olhando e se perguntando o que é que eu tô olhando. Eu tô olhando a sua forma desordenada, fora do tom, um tanto quanto desafinada de gesticular e me fazer rir no meio da praça de alimentação do shopping por ser você.

Se eu não tivesse você, eu ia ter aquele vazio que eu tinha faz tanto tempo e tanta chuva e tanta gente que passava e esbarrava e nunca ficava como você ficou. Você ficou e ficou mais um pouco, fica mais um pouco, vai ficando e não se acomoda, viu? Me incomoda, me acorda quando eu dormir no seu banco de carona e te deixar sozinha, me atordoa com a saudade que nem dura uns três dias direito e me diz que a noite só foi boa porque eu desejei que fosse, porque eu deitei com você do outro lado da linha. Me diz que não importa quão brega-apaixonado-bobo-despreocupado eu possa parecer, que importa é que dá pra ver como eu fico feliz e me faço feliz por ter você. Diz que me odeia, mas diz com aquela forma meio irritada pra si mesma porque você sabe que é uma daquelas mentiras mal contadas, daquelas que faria o seu nariz crescer e que nem entonação de atriz faria mudar. Diz que se eu não tivesse você, você daria um jeito de me acordar com voz de sono só pra eu virar pro lado e sonhar em ter você mais uma vez.

Sobre o autor: Daniel Bovolento é colunista de alguns sites e blogs e também redator publicitário. Está no twitter @danielbovolento e escreve em seu site, sempre atualizado Entre todas as coisas.


Simplesmente eu
15/09/2013 | Categoria: Autores

Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.

Autor: Clarissa Corrêa é uma escritora brasileira e também blogueira, postando seus textos no seu site. Sua popularidade aumentou ainda mais com as redes sociais em que seus textos e frases sempre são citadas, chamando a atenção para novos leitores. Também possui conta no Twitter e página no Facebook.


Autor: Rick Riordan
18/08/2013 | Categoria: Autores

Como não amar o autor Rick Riordan? O norte-americano do Texas, que já tem 49 anos, é um dos autores mais famosos que escreve livros do gênero infanto juvenis. Rick é conhecido por falar de Mitologia Grega, ele é inclusive considerado o mestre desse assunto quando se trata de literatura, já que a maioria dos seus livros aborda este assunto. Ele já havia escrito uma série de livros para adultos, mas o sucesso chegou definitivamente com Percy Jackson E Os Olimpianos, que foi lançado em 28 de Julho de 2005 e vendeu mais de 1,2 milhões de cópias.

A história trazia como protagonista o semideus Percy Jackson e mostrou aos leitores o mundo do Acampamento Meio-Sangue. O livro foi um sucesso e acabou se tornando uma série com cinco volumes. Eu já li todos e é uma das minhas favoritas. Quem só viu o filme, eu indico muito ler (pois na minha opinião a versão para o cinema não faz jus aos livros de Rick).

Ele também lançou As Crônicas de Kane, com três volumes até agora, que aborda a mitologia egípcia. Os protagonistas são Sadie Kane e Carter Kane, que narram a história. O primeiro livro, A pirâmide vermelha, foi lançado em 2010.

Depois da história de Percy, essa é a minha série favorita!

Os Heróis do Olimpo também é uma das coleções de maior sucesso do autor. O Herói Perdido foi lançado em 2010 e trazia novos personagens como protagonistas, e o segundo, “O Filho de Netuno”, sobre a busca por Percy que até então estava desaparecido; ele acorda sem memória em outro acampamento, o romano! Essa foi a primeira vez que essa parte do enredo foi apresentada aos leitores. A continuação veio por meio de “A Marca de Atena”, super aguardada pelos leitores. O quarto livro, “A Casa de Hades” tem lançamento confirmado para Outubro deste ano, junto com os EUA!

Pensa que acabou? Ainda não!

Ele também é o grande criador da série 39 Clues, que eu já li todos os livros (inclusive rolaram algumas resenhas aqui no blog!). A primeira parte é composta por 10 volumes, narrados por Amy e Dan, a dupla de irmãos que percorre o mundo competindo contra os outros clãs da sua família pelas 39 pistas, que levam o vencedor até um prêmio que pode mudar toda a humanidade. É cheio de ação e sequencias eletrizantes, e o autor foi quem desenvolveu toda a história. Rick escreveu o primeiro e último livro (cada volume tinha um autor diferente).

Quais livros do Rick Riordan vocês já leram? Também gostam?


Autor: J.K Rowling
11/08/2013 | Categoria: Autores

J.K Rowling dispensa descrições! Todo mundo sabe quem é essa autora britânica de 48 anos (nem parece!). Ela nasceu em 31 de Julho de 1965 na cidade de Yate. Ela já tem três filhos e sua carreira começou há mais de dez anos atrás, quando alcançou o sucesso mundial com sua série de livros mais famosa, Harry Potter, considerado um clássico da literatura infanto-juvenil. Seus livros já foram traduzidos para mais de 64 línguas e venderam mais de 450 milhões de cópias em todo mundo.

Só para quem pode né? É muito difícil um autor ultrapassar essa marca e também ser o número um em várias listas de livros mais vendidos. É quase impossível conhecer alguém que nunca tenha ouvido falar de HP. Sua fortuna é maior que 1 bilhão de dólares e ela é a primeira autora a se tornar milionária no mundo.

Mas sem citar tanto os números, J.K se tornou popular pelo seu estilo de escrita único e por ter escrito a jornada de Harry, que foi divida em sete volumes e no cinema, apareceu em oito filmes, que também lucraram muito. Seu primeiro livro após esse sucesso mundial foi “Morte Súbita”, totalmente voltado para o público mais adulto, uma história mais pesada, cheia de críticas sociais e capítulos ácidos, com cenas de violência. Ele foi lançado em Setembro de 2012. Antes mesmo do seu lançamento ele há havia vendido um milhão de cópias em pré-venda. Já foi anunciado que ele será adaptado para uma série de televisão, que tem estréia prevista para 2014 no canal BBC One.

Agora, uma polêmica que colocou seu nome no topo da mídia novamente nas últimas semanas foi o fato dela ser a autora do misterioso livro The Cuckoo’s Calling, que é do gênero romance policial. Ele foi lançado em Abril de 2013 sob o pseudônimo de Robert Galbraith e muitas poucas pessoas sabiam que ele na verdade era escrito por J.K Rowling. Ela deixou em segredo, pois tinha interesse em saber como seriam as críticas e os comentários dos jornalistas sobre a obra. Segundo ela, ser Robert foi uma experiência libertadora. Logo depois do anúncio, o livro pulou da posição 4.709 para o terceiro lugar na lista de best sellers do Amazon.

Capa oficial do livro

No enredo, um veterano de guerra se torna um detetive particular. Ele é chamado para investigar a morte de uma modelo. O sucesso foi tanto que muitos estúdios já levantaram interesse em comprar os direitos para transformá-lo em um filme, inclusive a Warner, que produziu todos os longas de Harry Potter. Um segundo volume também pode estar a caminho para ser lançado no meio de 2014. Ele vai ser lançado no Brasil pela editora Rocco, responsável por lançar todos os livros de Rowling no país.

E vocês, gostam dos outros trabalhos da autora além de Harry Potter? Já leram os outros livros?


Meg Cabot
27/07/2013 | Categoria: Autores, Livros

Hoje vou falar um pouco sobre uma das minhas autoras preferidas – e aposto que de vocês também – a Patricia Cabot, ou mais conhecida como Meg Cabot. Tem como não amar os livros dessa norte-americana que, pasmem, já tem 46 anos? Eu jurava que ela era bem mais nova. Aliás, para saber criar personagens adolescentes tão bem, ela tem que ter uma alma de jovem, né? Suas séries mais famosas são A Mediadora e O Diário da Princesa.

O primeiro livro que li de Meg foi lá por 2008, e era o “Como ser Popular”, um dos seus títulos mais conhecidos. Como o nome sugere, ele não é nenhum tipo de manual de como conseguir novos amigos. Conta a história de uma menina que era excluída na escola e resolve se aproximar dos populares da escola. Mesmo que com esse meu curto resumo a história pareça rasa, ela é um dos livros mais legais de Meg!

O segundo foi Tamanho 44 Não É Gorda, uma deliciosa comédia, que tem toques de leitura investigativa e policial também. Isso só prova que a autora é super versátil.  O livro segue o gênero check lit e me fez se apaixonar de vez por histórias assim, que são sempre hilárias, com personagens que tem vários problemas e se assemelham mais às mulheres da atualidade. Também li o segundo da série, e agora só falta o último.

E atualmente estou lendo uma das suas séries mais aclamadas, A Mediadora. Comprei a versão vira-vira, por isso estou lendo bem rápido todos os volumes da série. Logo, logo, tem resenha do primeiro aqui no blog. Quem nunca leu, eu indico. Impossível não se viciar; outra característica interessante é que as personagens de Meg são bem convincentes e nós passamos a gostar muito delas durante a leitura.

Sem falar também na série que conta a vida de Nikki, a super modelo, que agora está no corpo de Emerson Watts, uma adolescente. Cabeça de Vento é o primeiro volume, seguido por Sendo Nikki. Eles são bem interessantes e trabalham também com o gênero sci-fi.

E vocês? Qual seus livros preferidos da autora?


Autor: Tati Bernardi
06/06/2013 | Categoria: Autores, Crônicas, Escrita, Textos

Ontem depois que você foi embora confesso que fiquei triste como sempre. Mas, pela primeira vez, triste por você. Que outra mulher te veria além da sua casca? E você não sabe como vale a pena gostar de alguém e acordar na casa dessa pessoa e tomar suco de manga lendo notícias malucas no jornal como o cara que acha que é vampiro. Tudo sem vírgula mesmo e, nem por isso, desequilibrado ou antes da hora.Você não sabe como isso é infinitamente melhor do que acordar com essa ressaca de coisas erradas e vazias.

E eu tenho vontade de segurar seu rosto e ordenar que você seja esperto e jamais me perca e seja feliz. E entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho. A gente acha que o mundo está maluco e sonha com a praia do Espelho e com sonos jamais despertados antes do meio-dia. A gente tem certeza de que nenhum perfume do mundo é melhor do que a nuca do outro no final do dia. A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida.

E você me olha com essa carinha banal de ‘me-espera-só-mais-um-pouquinho’. Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta. Volta porque pode até ter uma coxa mais dura. Pode até ter uma conta bancária mais recheada. Pode até ter alguma descolada que te deixe instigado. Mas não tem nenhuma melhor do que eu. Não tem. Porque, quando você está com medo da vida, é na minha mania de rir de tudo que você encontra forças. E, quando você está rindo de tudo, é na minha neurose que encontra um pouco de chão. E, quando precisa se sentir especial e amado, é pra mim que você liga. E, quando está longe de casa gosta de ouvir minha voz pra se sentir perto de você. E, quando pensa em alguém em algum momento de solidão, seja para chorar ou para ter algum pensamento mais safado, é em mim que você pensa.

Eu sei de tudo. E eu passei os últimos anos escrevendo sobre como você era especial e como eu te amava e isso e aquilo. Mas chega disso. Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e somente, um cara burro. E do quanto você jamais vai encontrar uma mulher que nem eu nesses lugares deprê em que procura. Eu vou para a cama todo dia com 5 livros e uma saudade imensa de você. Ao invés de estar por aí caçando qualquer mala na rua pra te esquecer ou para me esquecer.Também sou convidada para essas festinhas com gente “wanna be” que você adora. Mas eu já sou alguém e não preciso mais querer ser. E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado.

Sobre o autor: Tati Bernardi é uma autora e cronista brasileira,  é colunista de variadas revistas famosas brasileiras. Jovem, com uma escrita acessível, Tati é adorada pelas jovens pelo simples motivo de que seus textos transparecem sentimentos, o que os torna mais fácil de serem identificados. Saiba mais sobre ela no seu site.


Autor: Clarissa Corrêa
20/05/2013 | Categoria: Autores, Textos

(…)

“Eu lembro, amor. De tudo, cada passo que a gente deu para as diversas direções que já fomos. Lembro das brigas também. Lembro de pensar que o amor é perfeito, que bobeira, o amor é pura imperfeição. Perfeitos só os casais do comercial da Becel (sem sal), te disse isso ontem enquanto estávamos deitados, com os olhos vermelhos de chorar por um desentendimento bobo. A maioria deles foram bobos, parte deles virou piada. Lembro da gente não deixar o silêncio e o mal resolvido virarem mágoas e rancores. Lembro de esquecer tudo com um abraço. Lembro de uma vez te dizer pra pensar em como seria a vida sem mim. Lembro de ter ouvido que a situação foi pensada. Lembro disso ter me doído, porque essas coisas machucam fundo a gente. Lembro de ter me arrependido de coisas que eu disse, lembro de pedir desculpas, lembro que algumas coisas a gente não esquece, amor.

Lembro de já ter ficado triste por te deixar triste. Lembro de me sentir mal com isso. Lembro dos momentos em que a gente foi bobo e feliz. Lembro que sou feliz a maior parte do tempo, pelo simples fato de você existir em mim. Lembro de descobrir que um sentimento não serve para ser dito, como coisa que fica bem em filme ou texto, ele tem que ser vivido de forma plena. Lembro de não conseguir me permitir sentir tanta felicidade assim. Lembro da tua mão, que sempre acha a minha. Lembro dos teus dedos, que sempre me fazem carinho. Lembro da tua boca, que sempre me acalma. Lembro do teu rosto de menino, que me olha como se ainda fosse aquela primeira vez. Lembro de cada coisa que descubro, manias, gestos, pensamentos.”