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    Livro: A Quimica Que Há Entre Nós

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    Reflexão

    O que eu quero te dizer

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  • May 2, 2014
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    Resolva seu amor mal resolvido

    É de conhecimento geral da nação que manter contato depois que o relacionamento acaba não é sadio. Fala sério. Como manter amizade com uma pessoa que você já trocou saliva? Ops, beijos? “E aí ex namorado, quem você vai pegar hoje?” “Fala linda, hoje vou finalizar aquela sua colega de sala.” “Beleza, boa sorte amigo!”. Exageros à parte, vocês entenderam o que quis dizer.

    Experiência própria, não dá certo. Lembro que quando era mais nova tinha um amigo de que gostava muito, gostava tanto que achei que ”fosse dar certo”. Digo, deu certo, só que não para sempre. Daí terminamos e tentamos reatar a amizade. Resultado? Eu morrendo de ciúme da nova namorada dele, a namorada morrendo de ciúme de mim e ele confuso com ciúme das duas. Eu não via motivos para me afastar dele e foi necessário que a vida me mostrasse na marra, que essa amizade não seria possível.

    Claro que também não estou dizendo pra você passar do lado do seu ex companheiro e cuspir na cara dele, convenhamos. Respeito e consideração eu acho que nós devemos ter por todas pessoas que já passaram por nossas vidas, o que infelizmente, não é tão fácil na prática. Vai dizer que você nunca virou a cara pra nenhum ex namorado? Ou falou mal dele quando teve oportunidade? É claro que já. Somos seres humanos. Nos magoamos fácil e dificilmente superamos em tão pouco espaço de tempo. Mas chega um dia que a maturidade fala “Alô, hora de crescer”. E a gente cresce, a gente esquece. O tempo passa e ele vira apenas um pontinho na linha cronológica da nossa vida.

    O que é difícil mesmo é o tal do amor mal resolvido. Todo mundo já teve – ou vai ter – um amor mal resolvido. Daqueles que por mais que se passem anos, toda vez que você o encontra em algum lugar, o seu coração dispara. Não se sabe devido a que, amor ou ódio, mas o coração reage sempre que chega perto. Isso é culpa da mágoa, sabia? Pois é. Vamos imaginar a mágoa como uma camada de poeira em uma estante. A cada ano que se passa, mais poeira é acumulada. Um ano, dois anos, três anos. E a poeira continua a acumular. Depois que se passam muitos anos, essa crosta de poeira passa a pertencer à tal estante, tornando impossível que ela seja limpa um dia. Não dá mais pra separar poeira e estante, elas são uma só. É isso que acontece quando guardamos mágoa de alguém, quando não damos um fim à história ou melhor dizendo, quando não resolvemos o que se era pra resolver. Uma coisa que aprendi é que por mais que um livro tenha muitos pontos finais, o que conta mesmo, é o ponto final da última página. Você não pode simplesmente virar as costas para os problemas e fugir deles tão facilmente, quem dera. Tudo que você deixa para depois, te consome por dentro. Aquele trabalho que você deixa pra fazer de última hora, o relatório que o chefe pediu, aquela conversa séria com a sua mãe, aquela mágoa do ex namorado… Não tem jeito. Você só vai conseguir seguir em frente quando resolver o passado.

    Então não faça isso com seu coração. Abra a gaveta, pegue todas as histórias inacabadas e dê um fim a elas. Não necessariamente feliz, mas fim.

    Sobre a autora: Isabela Freitas, 23 anos é blogueira e escritora, terá seu primeiro livro Não se apega, não lançado esse ano pela edita Intrínseca. Conheça mais do seu trabalho aqui

    January 29, 2014
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    Siobhan Vivian é uma autora norte-americana que nasceu na cidade de Nova York em 1979. Porém, ela cresceu em Nova Jersey e viveu lá durante a sua adolescência. Ela estudou na universidade de Artes, sendo graduada em escrita para filmes e televisão. Aliás, a autora já escreveu diversos roteiros para a Disney, trabalhou como editora no New York Times e nos dias de hoje é professora na Universidade de Pittsburgh.

    O seu gênero principal de livros é o teen e o Young Adult, do qual ela vem apostando nos últimos lançamentos. Sua lista de livros lançados no Brasil não é tão grande, mas todos eles são um absoluto sucesso. O primeiro que eu li da Siobhan foi o apaixonante “Não Sou Este Tipo de Garota” em 2011, e comecei a admirá-la muito depois que terminei a leitura. Sua escrita é super cativante, e ela consegue envolver completamente o leitor, com histórias que podem até parecer já caídas no clichê, mas os personagens da autora são ótimos.

    A editora que lança os seus livros aqui no país é a Novo Conceito que sempre capricha nas capas do livro (querendo ou não, quando ele é voltado para jovens, uma linda capa sempre chama mais a nossa atenção né?). Em seguida veio “Conselho de Amiga”, que eu ainda não li – mas tô na vontade! – e o grande sucesso Olho por Olho, e a continuação Dente por Dente, que são dois livros de tirar o fôlego, em parceria com a autora Jenny Han, que é uma das suas melhores amigas.

    Esses são os quatro dela já lançados por aqui. Burn for Burn é uma trilogia, e o terceiro será lançado em breve e eu estou super ansiosa. O número de páginas do segundo volume me surpreendeu positivamente, por ele ter em torno de 500 páginas. Sem falar que a história evoluiu muito. Um dos próximos lançamentos é “The List” que vai chegar nas livrarias em breve também pela Novo Conceito. Ele recebeu reviews super positivas nos EUA, e a autora foi muito elogiada. A história fala sobre uma lista que é publicada todos os anos em um colégio, mas o autor há anos é anônimo e ela é praticamente uma tradição. Ela possui 8 nomes: 4 meninas que recebem o título de as mais bonitas, e as outras 4, de feias. A personagem principal é a Ruby. O enredo fala como as garotas lidam com a repercussão da lista.

    Ela mantém contato com os fãs pelo Twitter e também sempre responde os leitores! Siobhan é uma das autoras americanas que andou ganhando reconhecimento que eu mais gosto. Quem gosta de Sarah Dessen, Elizabeth Eulberg e Stephanie Perkins vai amar os livros dela!

    December 28, 2013
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    O MELHOR DA AMIZADE

    Outro dia participei de uma mesa-redonda que propunha uma discussão sobre amizade feminina. Existe mesmo? Há quem acredite que as mulheres são eternas concorrentes e, portanto, muito pouco leais.

    Existe amizade feminina, sim. Amizade real, sólida e vitalícia. O que acontece é que as mulheres se envolvem muito na vida umas das outras, e isso, como em qualquer relação, gera alguns mal-entendidos, ciúmes e até brigas feias, o que faz parecer que amizade entre mulheres é frágil. Os homens são menos invasivos, não se envolvem tanto com a intimidade dos amigos. Por isso, atritam-se menos e passam a idéia de serem mais estáveis.

    A amizade é o melhor – e provavelmente – o único antídoto contra a solidão. E não precisa ser uma amizade grandiloquente, do tipo grude 24 horas e sem segredos. Uma amizade pode ser forte e leve ao mesmo tempo. E melhor ainda se forem amizades variadas. Uma boa amiga para ser sua sócia, outra para dar dicas de viagens, uma amiga especial para conversar sobre sentimentos escusos, outra amiga fantástica para falar sobre livros e filmes, uma amiga indispensável para lhe dar um ombro quando você está caidaça. Nenhum problema em departamentalizar. Ao menos nas amizades, viva a poligamia.

    Amigos homens são igualmente imprescindíveis. Quando ouço que não existe amizade entre homem e mulher por causa da possibilidade de um envolvimento amoroso, pergunto: e daí? Qual o problema de haver uma sensualidade no ar? Todas as relações incluem alguma espécie de sedução – todas.

    Amigo homem é bom porque eles não falam toda hora sobre filhos, empregadas, liquidações, esses papos xaropes. Amigo homem não faz drama, ri das nossas manias, traz novos pontos de vista sobre as coisas que nos angustiam, não pede nossas roupas emprestadas e, o que é melhor, comenta sobre suas ex-namoradas e com isso acaba nos dando dicas muito úteis para enfrentar esta tal guerra dos sexos.

    Amiga de infância, amiga irmã, amigo homem, amigo gay, amigos virtuais, amigos inteligentes, amigos engraçados, amigos que não cobram, que não são rancorosos, amigos gentis, amigos que se mantêm amigos na distância e no silêncio, todos eles ajudam a formar nossa identidade e a nos sentir protegidos nesta sociedade cada vez mais bruta e individualista. E não posso esquecer do melhor amigo de todos, e não é seu cachorro, seu gato ou seu hamster: estou falando daquele ser humano com quem a gente casou, aquela pessoa que convive conosco dia e noite, numa promiscuidade escandalosa, e cujo vínculo se mantém com muita paciência, humor, respeito e solidariedade, tal qual acontece entre os verdadeiros amigos do peito.

    Sobre a autora: Martha Medeiros (Porto Alegre, 20 de agosto de 1961) é uma jornalista e escritora brasileira. Filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros, é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro

    December 19, 2013
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    Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

    Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

    Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.

    É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…

    E, quando você errar o caminho, recomece. Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

    Jamais desista de si mesmo.
    Jamais desista das pessoas que você ama.
    Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

    Sobre o autor: Augusto Jorge Cury tem 55 anos e é brasileiro. Além de ser psiquiatra, médico e escritor, já vendeu mais de 16 milhões de livros. Também foi considerado pela Folha de São Paulo o autor brasileiro que mais foi lido na década. Tem mais de 30 livros publicados ao todo.

    December 19, 2013
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    A escritora mineira de BH, Fernanda Mello decidiu deixar suas crônicas mais dinâmicas e expressar seus pensamentos sobre relacionamentos de uma forma diferente. É que ela transformou seus textos em videos recheados de poesia. Com seu carisma e sotaque envolve quem a ouve em suas crônicas digitais. Penso que aqui o objetivo é estimular e encorajar as pessoas a debaterem sobre este tipo de assunto: relacionamento e comportamento, tornando mais fácil cada um deixar sua opinião em claro, tirar seus modo de pensar do papel.

    Quer mais um motivo para conferir seu trabalho? Além de escrever crônicas, ela já compôs músicas para alguns artistas famosos, como Wanessa Camargo e Jota Quest, inclusive a letra de Só Hoje, é dela. Deixo abaixo uma das minhas crônicas digitais preferidas e sua transcrição. Para conhecer melhor seu trabalho, visite seu blog.

    ENCONTROS E DESENCONTROS

    Percebo que, hoje em dia, as pessoas estão muito exigentes em relação ao amor.  Qualquer passo em falso: Adeus!  Não aceitamos erros alheios. Não aceitamos qualidades no outro que, pra nós, sejam defeitos. Queremos que todos estejam conectados com nossas expectativas, que estão altíssimas e não param de crescer. O que nos é possível, não nos interessa. Almejamos o perfeito. O irreal. O ilusório. Queremos sempre o melhor, mesmo que o “melhor” não se adéque à nossa vida.

    Vivemos – na verdade – na era da Intolerância. Do imediatismo.  Da falta de paciência. Seja com downloads lentos, celulares fora de serviço. Ou pessoas que não seguem o nosso ritmo.

    No meio do caos,  esquecemos o essencial: para se relacionar, é preciso tempo.  Tolerância. E uma boa dose de bom senso. Não, pessoas não são descartáveis. Não existe manual, nem informações no rótulo.  Quer saber? Todo mundo tem lá seus “defeitos”. Mas, nessas horas, não existe “loja autorizada”, nem garantia. No máximo, uma terapia ou um bom ombro amigo pra se reajustar.

    Agora, minha pergunta: porque andamos, assim, tão exigentes? Será culpa da tecnologia e sua crescente evolução? Será falta de auto-conhecimento e amor próprio? Será que, no fundo, temos medo de amar e nos autoboicotamos com situações que nunca vão dar em nada?

    Pode ser um pouco de cada coisa. Outro dia, ouvi uma frase interessante de uma amiga: o dilema da mulher moderna é saber, ao certo, o que ela procura. Porque, se ela procurar, vai achar! Achei de uma sabedoria incrível. E pensei: ao dizer isso, sei que muita gente vai me criticar. Mas pense comigo: será que estou, de fato, errada?

    Não, não vamos colocar a culpa no outro. Se as coisas não estão dando certo, temos grande responsabilidade sobre elas.  Não vamos começar nosso discurso manjado que queremos viver o amor, quando, na verdade, atraímos pessoas problemáticas, instáveis e avessas a compromisso. Se isso acontece uma vez ou outra, tudo bem. Do azar no amor, ninguém foge.

    Mas se o padrão prevalece, então, está na hora revermos nossos conceitos. A gente acha o que – na verdade –  procura. Se encontramos pessoas (e amores) que só nos trazem infelicidade, angústia e ansiedade, o melhor a fazer é nos voltarmos para dentro. E repensarmos quem somos.  E o que realmente queremos.

    Olha, eu não sou psicóloga, nem dona de nenhuma verdade. Adoro lugar comum, gosto de escrever sobre o que meu coração dita. Sei que ninguém gosta de aceitar suas culpas, muito menos admitir quando faz escolhas erradas. Mas, se estou aqui hoje, dando a cara à tapa, é porque descobri que me boicotei durante muitos anos. É, fugi do amor com medo de perder minha liberdade. Ou com medo de perceber que ter um relacionamento não traz garantia nenhuma de felicidade.  (Adeus sonhos de adolescente!).

    Agora, eu vejo que viver o amor nada mais é do que conhecer a si mesmo profundamente e entender quem a gente é. E o que nos faz bem. Portanto, antes de colocar a culpa da sua vida amorosa no outro. No destino. Em algum karma. Ou em qualquer lugar fora de você, pense bem. Nós encontramos fora o que – na verdade – mora aqui dentro.

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