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  • December 18, 2013
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    Provavelmente se você é fã de literatura teen já ouviu falar de Cecily Von Ziegesar, uma autora nova-iorquina de 43 anos, famosa principalmente por ter escrito a série de livros Gossip Girl, os seus livros mais conhecidos até hoje, que viraram um fenômeno no mundo todo, ainda maior impulsionado pela série de televisão de mesmo nome, exibido pela CW nos Estados Unidos de 2007 até 2012. Ela nasceu em uma familia tradicional de aristocracia germânica, e também era do Upper East Side, e frequentou uma escola elitizada, o que acabou fazendo-a tirar inspiração para escrever sua história mais famosa.

    O primeiro livro, intitulado de “As Delícias da Fofoca” foi publicado em 2002, e a autora conta que retratou (com alguns exageros, claros) os amigos que ela tinha na época de escola, e muitos personagens são baseados em pessoas que ela realmente conheceu. Na época em que estava na escola a internet e a tecnologia ainda não eram comuns e que um acontecimento em especial inspirou a ideia da “blogueira” Gossip Girl. “Tive a ideia quando estava lendo uma matéria no “New York Times” sobre uma garota que criou uma página na internet para falar mal da amiga e isso foi um escândalo na época.”

    Os livros possuem treze volumes atualmente, sendo dois deles um prequel que conta a história antes do primeiro volume, de Blair e Serena na oitava série, como começou o triângulo amoroso com Nate e também Dan conhecendo Serena (é bem interessante, um dos mais legais e quem é fã vai gostar!). O mais novo é Gossip Girl: Psycho Killer, um spin-off do volume 1. A autora inclusive veio ao Brasil lançá-lo.

    Essa foi a primeira série de livros que eu li depois de ter começado a me interessar por Harry Potter. Comecei a leitura lá por 2008, depois que assisti a alguns episódios da primeira temporada, em 2007, e adorei a história. Então fui comprando a maioria dos volumes (quase todo mês era um!) até dar uma pausa, quando cheguei no volume 8 da história. Uma pausa, que aliás, durou praticamente dois anos. Recentemente li o volume 9, e agora estou pronta pra terminar o 10, 11 e o 12. Acho que a maioria conhece as diferenças dos livros e da série, né? Jenny e Vanessa são (bem!) diferentes, e Blair e Chuck não existe; os dois são só amigos e ela tem um namoro instável com Nate.

    Já a série It Girl, que tem o mesmo padrão de GG, a protagonista é Jenny Humphrey. Na história, ela vai frequentar o mesmo internato que Serena já estudou, a Waverly Academy. O enredo também fala sobre fofocas, brigas, e intrigas. O primeiro volume foi publicado em 2005, e até lá já foram muitos outros publicados pelo Brasil, possuindo mais de nove livros. Eu já li o primeiro pela internet, futuramente pretendo continuar os outros.

    Ela também tem no currículo Os Carlyle, com quatro volumes publicados. Os boatos é que a verdadeira autora dessa série seria Annabelle Sacristia, embora o nome de Cecily vá na capa. Ela também tem o livro “Class”, lançado, que foi publicado no Brasil pelo título de “Com Louvor” sobre uma garota que vai para a faculdade.

    Em entrevistas, ela já polemizou dizendo que caiu na risada quando assistiu Crepúsculo no cinema, mas que achou a história um bom romance, e disse que não é fã de enredos sobrenaturais. E também admitiu ter adorado “A Culpa É Das Estrelas” de John Green.

    E vocês, já leram algum livro dela?

    November 5, 2013
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    A vida é feita de escolhas. O amor também. Podemos escolher entre a felicidade plena e linear, ou a vulnerabilidade da paixão. Mesmo quando temos a chance de optar pela serenidade de um sentimento maduro, concreto e estável, há quem prefira aquela dúvida de um olhar correspondido. Não tem jeito, algumas pessoas não se adaptam ao outono de uma relação duradoura. Preferem o fogo no vão da incerteza, o desafio constante da autoestima.

    Não é fácil escolher entre o calor que incendeia e o morno que aquece. É uma armadilha do destino, que instiga as nossas vontades urgentes. Uma paixão que desatina nos faz refletir sobre tudo que nos envolve. Somos tomados por um desejo de eternidade daquela sensação flutuante de êxtase. O problema é que a paixão nunca será eterna. O fogo que queima a pele é inebriante, porém efêmero, como todo ápice da vida. Nem sempre temos a maturidade necessária para entender isso.

    A adrenalina do caos emociona. Mais do que isso: ensina. Estar envolvido num turbilhão de sentimentos, dúvidas e sorrisos, permite uma visão além do corpo. Lidarmos com a tempestade nos prepara para as adversidades do tempo. Enfrentar obstáculos é mais do que edificante. É recompensador.

    Muitas vezes fazemos escolhas erradas. Escolher é também renunciar, abdicar algo que não consideramos o ideal para aquele momento. A resposta se acertamos ou não pode vir muito tempo depois, mas o segredo é sempre tomar uma decisão com o coração, jamais com a cabeça. Se a razão lhe cobrar depois, responda que a sua consciência emocional está tranquila. O que não podemos fazer é insistirmos numa escolha equivocada. Não existem decisões definitivas.

    Nenhuma escolha é fácil, especialmente na vida amorosa. Aquele cara que mexe comigo como ninguém, ou aquela pessoa que me completa e me entende? Uma vida suspeitando daquela mulher que não sei se posso confiar, ou aquele homem bem sucedido, gentil e que me faz rir?

    Nossa felicidade depende das nossas escolhas. Quero ser feliz agora ou pra sempre?

    Você escolhe!

    Sobre o Autor: Chico Garcia é jornalista e cronista da vida real. Romances, experiências e novas descobertas em cada palavra, em cada memória. Conheça seu blog!

    October 21, 2013
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    Não é segredo que eu virei super fã da Paula Pimenta. Ela se tornou a nova queridinha das leitoras brasileiras, né? E uma das coisas que mais agradou na série FMF foram os quotes que apareciam sempre no início de cada capítulo, de filmes, por que a protagonista, Fani, é apaixonada pelo mundo cinematográfico. Já na série protagonizada por Priscila, em Minha Vida Fora de Série, as frases são todos de seriados da TV.

    “Você ainda não andou o bastante. E acho que deve se preocupar com o caminho, escolher bem a direção que vai tomar, senão corre o risco de caminhar em círculos e não chegar a lugar nenhum.”

    “Quando estou no auge da felicidade, aparece algo que me presenteia com o ápice da tristeza.”

    “Eu já tinha acreditado que algum dia eu seria como a protagonista de um daqueles filmes, que o final feliz seria questão de tempo… Mas descobri que a felicidade e finais não combinam.

    “Acho que só quem já passou por isso sabe o que é ter o coração arrancado do peito. A sensação é exatamente essa, como se estivesse faltando um órgão vital dentro de mim. Como se eu estivesse sangrando por dentro.”

    “— Você não é feliz?
    Aquela pergunta me desorientou. Claro que eu tinha momentos de felicidade. Mas ninguém é feliz o tempo todo. Ser feliz não é uma característica estática, como ser louro ou moreno. Eu posso estar feliz agora e no segundo seguinte não estar mais.”

    “As pessoas mudam, sabe? Elas têm que mudar. Alguns acontecimentos nos fazem crescer.”

    “Tem que saber para quem contar a sua vida, quando a gente espalha nossos sentimentos, o vento leva… lembre-se que quando você quiser muito que uma coisa aconteça, deve guardar para você mesma, manter segredo!”

    “Quero te falar uma coisa, mas estou sem graça. Mas vou falar assim mesmo, porque essa semana eu tive certeza disso. Eu te amo. Acho que desde o primeiro dia que te vi.”

    “A vida aos poucos nos leva, sem pedir permissão, para longe de quem gostamos… Outras pessoas aparecem, o tempo fica cada vez mais curto – pois arrumamos cada vez mais tarefas – e, de repente, percebemos que aquela pessoa ficou no passado…”

    “Hoje eu sei que nenhum filme é melhor do que a própria vida.”

    “Quando a gente gosta de alguém, não fica se contentando só com amizade, né? É preferível pagar pra ver… Eu, pelo menos, arriscaria!”

    “Eu não sei como, mas você consegue fazer com que eu me apaixone cada vez mais por você, mesmo que eu pense que isso não é possível, que não tem jeito de caber mais amor aqui dentro.”

    “Quer ganhar qualquer pessoa? Faça um elogio. O ser humano é vaidoso a esse ponto. Um simples elogio abre mais portas do que qualquer chave-mestra.”

    “Mas aprendi que felicidade é uma opção. Ela mora em todo lugar. Basta que a gente permita que ela nos faça companhia.

    “Não se preocupe com o que está deixando pra trás. Certas coisas vão e voltam em nossa vida. No momento certo, elas ficam.”

    “É tão estranho como uma pessoa fica diferente aos nossos olhos quando o sentimento da gente muda…”

    “Eu sei que devo aproveitar o presente, pois o tempo passa muito rápido e não dá pra prever nada.”

    “Nesse tempo, eu descobri que o que eu pensava ser amor antes de te conhecer era uma pobre imitação, um projeto malfeito, um rascunho.”

    “Os melhores casais são aqueles que, além de namorados, são amigos um do outro.”

    “A quantidade de abraços que acontecem nos aeroportos deve ser maior do que em qualquer outro lugar. Abraços tristes de despedida e alegres de chegada.”

    “O destino pode ser cruel, como sua cartomante disse. O amanhã pode não existir, como escrevem os poetas. O mundo pode até acabar, como os cientistas preveem. Mas nada vai ter força de apagar o meu sentimento. Você pode ir para longe, se esconder, sumir. Mas eu vou continuar te amando. Para sempre. Assim como eu te amo agora e como eu te amei desde o primeiro dia em que te vi.”

    “Toda a graça da vida está nesse jogo do amor. Apostamos sempre, em busca da combinação que nos faça ganhar o maior prêmio: a felicidade de um amor recíproco.”

    October 15, 2013
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    Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa.

    Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado.

    Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo.

    Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado.

    Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito.

    Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo.

    Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça.

    Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”.

    Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo.

    Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso.

    Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.

    Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.

    Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.

    E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.

    Sobre o autor: Tati Bernardi é uma autora e cronista brasileira,  é colunista de variadas revistas famosas brasileiras. Jovem, com uma escrita acessível, Tati é adorada pelas jovens pelo simples motivo de que seus textos transparecem sentimentos, o que os torna mais fácil de serem identificados. Saiba mais sobre ela no seu site.

    October 8, 2013
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    Se eu não tivesse você pra me lembrar de limpar as mãos, os braços, o queixo e o lábio no seu, eu sairia por aí cheio de molhos, doces, sorvetes e de todas as coisas que lambuzam a gente quando a gente se permite lambuzar. Talvez eu tivesse mais dinheiro guardado na poupança e nada, nadinha, nada mesmo na agenda e fora dela por seus convites fora de hora e fora de padrão e você gosta de ver as estrelas? Só gosto delas quando aponto pra algumas e você toca no meu braço me mandando baixar a mão. Sem isso seriam só umas estrelas salpicadas num céu-azul-escuro-sem-graça-nenhuma-e-sem-você.

    Se eu não me embaraçasse em você pra achar alguma posição confortável na cama, talvez eu caísse no chão fugindo de um sonho ruim em todas as noites frias. E tenho certeza de que engordaria menos, mas olha pra mim e diz se você se importa tanto com isso ou se prefere que a gente divida a sobremesa e divida os momentos e divida a nossa vida numa estranha divisão que não diminui e nem deixa cada um com só um pouquinho do outro. Se eu não tivesse você eu teria reprovado em álgebra porque não saberia somar. Não saberia daquelas coisas que você me ensina e nem me encantaria com facilidade quando você pega no volante e diz que vai me levar pra algum lugar bacana que eu ainda não conheço. Bobagem, meu bem, você é meu lugar-comum-especial-pra-vida-toda nessa noite.

    Se você não tivesse esbarrado, me olhado, insistido em não parecer invisível e me dado aquela puxada sensível no braço eu nunca, nunca, nem mesmo hoje em dia, acreditaria que tem coisas erradas que precisam acontecer pra gente se encontrar lá na frente porque o nosso clichê foi assim. Foi no jeito com que eu paro subitamente de falar pra te ouvir disparando sentenças e se pegar constrangida, me olhando e se perguntando o que é que eu tô olhando. Eu tô olhando a sua forma desordenada, fora do tom, um tanto quanto desafinada de gesticular e me fazer rir no meio da praça de alimentação do shopping por ser você.

    Se eu não tivesse você, eu ia ter aquele vazio que eu tinha faz tanto tempo e tanta chuva e tanta gente que passava e esbarrava e nunca ficava como você ficou. Você ficou e ficou mais um pouco, fica mais um pouco, vai ficando e não se acomoda, viu? Me incomoda, me acorda quando eu dormir no seu banco de carona e te deixar sozinha, me atordoa com a saudade que nem dura uns três dias direito e me diz que a noite só foi boa porque eu desejei que fosse, porque eu deitei com você do outro lado da linha. Me diz que não importa quão brega-apaixonado-bobo-despreocupado eu possa parecer, que importa é que dá pra ver como eu fico feliz e me faço feliz por ter você. Diz que me odeia, mas diz com aquela forma meio irritada pra si mesma porque você sabe que é uma daquelas mentiras mal contadas, daquelas que faria o seu nariz crescer e que nem entonação de atriz faria mudar. Diz que se eu não tivesse você, você daria um jeito de me acordar com voz de sono só pra eu virar pro lado e sonhar em ter você mais uma vez.

    Sobre o autor: Daniel Bovolento é colunista de alguns sites e blogs e também redator publicitário. Está no twitter @danielbovolento e escreve em seu site, sempre atualizado Entre todas as coisas.

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