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    Filme: A Morte Te Dá Parabéns

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    Playlist: Outubro

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    Beleza

    Cabelo curto para se inspirar

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    Looks, Moda

    O estilo da Noora Sætre de Skam

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  • March 9, 2017
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    largeEsse texto não é sobre a Kylie Jenner. É sobre um padrão de beleza, de moda, de rosto, de cabelo e de roupas que é determinado para nós, mulheres, todos os anos. Em 2017 é o corpo e o rosto da Kylie, mas ano passado foi de outra mulher, e em 2018 será de outra pessoa, e por aí vai. E isso não tem nada a ver com elas: tem a ver com a mídia, com as revistas e com a infinidade de redes sociais voltadas justamente para te convencer que você tem que ter um bocão, fazer contorno e usar roupas tendência para se sentir bonita. Se sentir valorizada, bem consigo mesma.

    Mas tudo isso é muito contraditório: ao mesmo tempo que eu amo maquiagem, eu sei que tudo ao meu redor me influencia para que eu só me sinta bem quando estiver usando-a. Para que eu só esteja feliz quando estiver com uma roupa parecida com a que eu vi em um site da internet. E isso nos leva a crer em metas impossíveis, e naquele pensamento doloroso de que só estaremos satisfeitas quando formos de um determinado jeito. Eu percebi isso quando, olhando pelo Instagram (que pode ser uma ótima rede social às vezes, mas também mentirosa em outros momentos) notei que o ideal de beleza estava impregnado em diversas fotos. Parecia que muitas de nós queríamos ser a Kylie. Ser vestir como ela, parecer com ela. Mas, novamente, não é sobre a pessoa. É sobre um padrão cruel que tentam nos fazer engolir.

    Lutar contra isso é necessário, mas não é a coisa mais simples do mundo. São forças externas que te influenciam o tempo todo. Opiniões que estão nos sites que você lê e nas fotos que alguém te manda. É triste porque tentam fazer com que sejamos todos iguais para sermos aceitas. Como se todas as mulheres tivessem que ser semelhantes, ter o mesmo cabelo, a mesma roupa, a mesma maquiagem. E se você não for desse jeito, você está errada. “Você tem que mudar”, o mundo te diz. Você tem que fazer de tudo pra se encaixar no padrão.

    Felizmente, algumas coisas estão sendo alteradas, aos poucos. Mas ainda falta uma representação enorme na mídia, no dia-dia. Uma representação de alguém que se pareça conosco, que você possa se inspirar, se espelhar, mas não desejar ser igual. Porque, por mais que todo mundo tente te convencer do contrário, você pode ser a melhor versão de você. E não precisa ser a cópia de mais ninguém. A gente é o suficiente. Sempre fomos, e sempre seremos. Só que entender isso é muito difícil. Eu demorei anos, e às vezes ainda existem dias que eu me questiono. Que eu me olho no espelho, que eu vejo uma foto no Instagram, e algo faz com que eu goste menos de mim mesma. É uma voz inaudível que fala “você ainda precisa melhorar.” Em algumas semanas, isso acontece com frequência. Em outras, não.

    É sempre uma constante batalha para nós, mulheres. Desde o momento em que nos levantamos da cama, que pegamos o celular, ligamos a televisão, lemos uma revista, saímos na rua, estamos no ônibus, até a hora de se deitar de novo. Por isso que nesse 8 de Março eu não aguento ler textos clichês que alguém me envia no Whatsapp. Eu quero ver mais pessoas falando da nossa luta. Aquela que a gente tem que enfrentar todos os dias, para tentar amar a nós mesmas.

    May 29, 2016
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    large (1)“Não” significa NÃO.

    Nos últimos três dias, eu fiquei meio paralisada. Não sabia o que dizer. Porém, três sentimentos me dominaram enquanto eu lia outras notícias sobre o caso da garota de 16 anos que foi alvo de um estupro coletivo no Rio de Janeiro: revolta, desprezo e nojo. E depois, senti impotência. Porque eu só queria, de alguma forma, poder ajudar essa menina. E acho que todas nós, mulheres e feministas, sentimos isso. É uma luta diária e constante. Em alguns momentos, sentimos que estamos avançando. Que o pensamento de muitas pessoas está mudando e que, quem sabe, a igualdade pode estar aí, presente no futuro. Mas então, casos como esse acontecem e somos obrigados a nos perguntar se um dia vai ser possível que as minorias alcancem o seu espaço. E também me fazem questionar os limites do ser humano. A capacidade que muitos tem de cometerem barbáries e nem por um momento, se colocarem no lugar do outro.

    Precisamos falar sobre a cultura do estupro. Precisamos falar sobre como todos os estupradores não podem sair impunes. Precisamos falar e repetir que a culpa NUNCA é da vítima. É preciso propagar, falar, discutir e debater todos os dias sobre o machismo. Não tolere piadas e difamações de ninguém: quando alguém fizer isso, chame a atenção dessas pessoas. Logo depois de conhecer o feminismo, comecei a perceber como nós, mulheres, somos ridicularizadas o tempo inteiro. Na escola, na balada, no ponto de ônibus. São “brincadeiras” que acontecem o e que não são nada engraçadas: são mais um ato de perpetuar a cultura que normaliza o abuso contra a mulher.

    Às vezes eu sinto que quero fazer mais. Que palavras e atitudes não são só o suficiente, mas precisamos, de todos os modos que nós tivermos, nos expressar e nunca nos calar. Apoiar umas às outras é a etapa mais importante disso tudo. Todos esses crimes contra a mulher, que tanto nos aterrorizam e machucam todas nós, devem nos lembrar que devemos estar juntas sempre. A sociedade impõe uma rivalidade entre nós: recuse-a. Nós não somos inimigas. Vamos reafirmar as nossas relações, nos unir, nos apoiar, afinal, estamos enfrentando os mesmos problemas. Se você vê que outra garota precisa de ajuda – pode ser algo simples, ou mais complicado – não tenha medo ou vergonha. Quantas vezes a gente não presencia uma menina sendo agarrada numa festa sem ser por vontade própria? É triste dizer, mas são muitas. E acontece toda hora. É nosso papel ajudá-la. O movimento “Vamos Juntas?” incentiva justamente isso.

    Eu gostaria de poder tirar um pouco da dor que todas as vítimas sentiram ou irão sentir. De todos os traumas que ficarão guardados dentro delas.

    O nosso sistema de justiça, como nós sabemos, falha muitas vezes e oferece poucas proteções às vitimas. São inúmeros os casos em que os criminosos saem impunes, são pouquíssimas as vezes que as mulheres acham apoio nas delegacias de polícia e que elas não são desacreditadas. Isso contribui para que mais abusos aconteçam, pois não temos leis e o amparo necessário.

    Por isso, devemos continuar lutando e dizendo às nossas opiniões. Comece em casa, na escola, em qualquer lugar: nossas atitudes e nossas vozes são algumas das maneiras que temos para acabar com essa cultura que tanto nos oprime. 

    April 17, 2016
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    Você provavelmente já ouviu falar, nos últimos meses, do que está acontecendo com a Kesha. A cantora norte-americana de 29 anos está passando por um dos momentos mais difíceis de sua vida: em 2014, a cantora iniciou um processo contra o produtor Dr.Luke, que administra a sua carreira e também é o dono da gravadora responsável pelos lançamentos da cantora, a Kemosabe Records (em parceria com a Sony). No processo, Kesha o acusa de abuso sexual, mental e físico. Ela também alegou que não possuía liberdade criativa na sua carreira (ou seja, era controlada pelo produtor e pela gravadora). Essa situação traumática também levou Kesha a desenvolver bulimia (ela foi internada em 2014), e diversos problemas psicológicos.

    A primeira liminar do julgamento aconteceu em 19 de Fevereiro deste ano, e a vitória inicial foi dada ao produtor. A justificativa do Supremo Tribunal nos EUA, é que o processo envolvia contratos milionários e “comuns” para a indústria musical. E o pior: ela teria que continuar a sua carreira, gravando mais seis álbuns, que seriam chefiados pelo Dr. Luke. A cantora tentou se libertar do contrato, mas até agora, ela ainda não conseguiu. Ou seja: a carreira de Kesha está completamente parada. Ela não pode gravar singles, álbuns ou nenhuma música nova. E a sua situação econômica também se encontra complicada, já que um processo como este é extremamente caro.

    Esse acontecimento invadiu as redes sociais e a cantora está recebendo um apoio incondicional dos fãs e de outros artistas. Impossibilitada de se expressar artisticamente, Kesha continua presa ao seu abusador. Esse caso nos leva a debater e refletir sobre como a mulher ainda sofre com a injustiça das leis e como o abuso, de todas as formas, ainda não é reconhecido, e sim desvalidado. A mulher precisa passar por uma guerra para prová-lo. No final de Fevereiro, a cantora disse, em um post no Facebook: “Infelizmente, eu acredito que o meu caso não esteja dando às pessoas que sofreram abusos a confiança necessária para que eles possam denunciar, e isso é um problema. Mas eu só queria dizer que, se você já sofreu algum abuso, por favor, não tenha medo de falar sobre isso. Existem lugares onde você pode se sentir segura e existem pessoas que vão te ajudar.”

    Kesha é conhecida no mundo inteiro e já possui uma carreira consolidada. Mesmo assim, a cantora não conseguiu provar perante à lei o que sofreu. Se até mesmo as acusações de alguém que possui uma grande voz na mídia são ignoradas, o que acontece com todas as outras mulheres? Aquelas que não possuem dinheiro para iniciar um processo e contratar um advogado, para as que não tem apoio de ninguém – pois, muitas vezes, nem a família ou os amigos reconhece ou acredita na pessoa que sofreu um abuso -, e as que precisam viver, todos os dias, com o seu abusador?

    Diversas artistas deram declarações em apoio à cantora. No BRIT Awards, Adele, quando levou uma das principais categorias da noite, dedicou o primeiro a Kesha. Ariana Grande, em entrevista, disse que um artista masculino não estaria naquela posição: “Os diferentes padrões que temos que enfrentar no mundo são chocantes.” A manifestação feita por Kelly Clarkson reafirmou o que muitos já desconfiavam: Kesha não foi a única a ser controlada por Dr. Luke. Ela revelou que foi chantageada pela gravadora para trabalhar com ele. Se ela não o fizesse, eles não lançariam o seu álbum. “Eu fugi de diversas situações realmente ruins, musicalmente. É realmente difícil porque ele só vai mentir para as pessoas e isso faz com que o artista fique mal. Ele é difícil de trabalhar, foi humilhante.”

    No inicio de Abril, Dr. Luke venceu o processo e as acusações foram retiradas. A juíza da corte de Nova York disse que as agressões não foram comprovadas, e que o “estupro não seria um crime de ódio motivado pelo sexo” (oi???). A sentença final causou repúdio na mídia, entre os fãs da cantora, e todos aqueles que apoiaram Kesha durante tudo isso. Por enquanto, o processo encontra-se fechado, e não há possibilidade futura de uma reabertura do mesmo.

    A sentença injusta e que deixou muitas pessoas inconformadas, é um exemplo de como a cultura do estupro está presente em todos os âmbitos da sociedade. Nós ainda precisamos conquistar e lutar por muitas coisas. Kesha passou por inúmeras situações de abuso e experiências traumáticas na sua vida, e sua luta ainda não terminou, assim como a de muitas mulheres, que continuam tendo suas vozes silenciadas.

    February 2, 2016
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    Eu descobri por meio do Twitter da Clara Averbuck, autora do incrível Lugar de Mulher  (o blog que praticamente me ensinou o que é feminismo!) sobre a realização do projeto feito pela Plan International Brasil – uma organização sem fins lucrativos que atua no pais há 18 anos – “Essa É A Minha Vez”, que tem o intuito de dar voz a diversas meninas de regiões, idades e vidas diferentes. Reunidas, elas participaram de debates e oficinas para contribuir com os objetivos definidos pela ONU, chamados de ODS’S: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

    O projeto Essa É Minha Vez configurou-se um marco importante na agenda que envolve a pauta de gênero e incidência política no Brasil. Desenvolver ações que incluem meninas de diferentes regiões com realidades distintas, demandas e perspectivas diferentes sobre o mundo e a vida foi um desafio para a Plan Brasil. No país, o projeto foi realizado nas cinco regiões sendo escolhido um estado por região para atuação do projeto. Essa escolha teve como principal base, a pesquisa Por Ser Menina realizada pela Plan Brasil em 2013.

    Você pode conferir tudo no site oficial da ONG. 

    A estréia do filme-documentário aconteceu nesta última Sexta-Feira (29/01) em São Paulo. Eu vi as fotos no Facebook e pareceu ter sido uma experiência maravilhosa. No final da exibição, as meninas participantes e a equipe também conversaram com quem estava por lá. Acredito que outros eventos como esse devem rolar, e se você mora nas capitais, incentivo todo mundo a ir!

    Eu me emocionei bastante assistindo ao vídeo. Primeiramente, porque é muito importante, na minha opinião, poder ver como há realidades e vidas muito diferentes da sua. E ver como tem milhares de garotas lutando por aí todos os dias. Essas meninas estão fazendo a diferença e tomando atitudes. Isso me inspira a também fazer o mesmo, e acredito que quem assistir ao filme vai ter a mesma sensação. Se nós tivermos oportunidades e a chance de sermos ouvidas, podemos fazer mudanças concretas. Elas se juntaram com garotas de outros países para trazer os problemas que muitas meninas e mulheres enfrentam, como a questão da falta de oportunidade de educação: lembrando que 62 milhões de pessoas do sexo feminino no mundo todo não tem acesso a educação.

    Também achei muito legal o fato de elas poderem ter assistido o discurso da Malala ao vivo. Com certeza, uma experiência inesquecível. Ter lido o livro dela no ano passado mudou a minha percepção sobre muitas coisas.

    Sem mais delongas, não deixem de assistir!

    January 13, 2016
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    Amandla Stenberg

    Eu falei bem recentemente da Amandla Stenberg no post das It Girls de 2015, e não é que ela já começou 2016 roubando a cena e trazendo atenção para assuntos que devem ser discutidos (e que merecem muita atenção)? Amandla é a capa de Fevereiro da Teen Vogue norte-americana; ela ganhou um ensaio fotográfico incrível e a sua entrevista foi feita por ninguém menos que Solange Knowles! Amandla, que tem 17 anos, falou sobre muitos temas: o sucesso do seu vídeo sobre Apropriação Cultural – que virou viral -, sobre aceitar a si mesma e aprender a amar o seu cabelo, feminismo e girl power, suas melhores amigas (um time composto por Willow Smith, Tavi Gevinson, Lorde e Kiernan Shipka!) e seus projetos futuros.

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    Solange questionou Amandla se ela sentiu algum medo antes de publicar o seu vídeo sobre Apropriação Cultural, que na verdade começou como um trabalho para a escola. Ela disse que não esperava que fosse visto de forma polêmica: “Eu não esperava que fosse ser tão controverso [polêmico]. E ter o rótulo de ‘revolucionário’ preso em você logo depois foi muito intimidante. Eu meio que tive um momento comigo mesma em que eu pensei, tipo: ‘OK. É isso que você quer fazer? Você realmente quer falar sobre esses problemas? Vai valer a pena?’, e ainda há momentos que eu fico: ‘Uau, isso é muita pressão.’ Mas vale a pena porque quando as pessoas vem até mim e dizem: ‘Eu estou mais confortável com a minha identidade por causa de você’ ou ‘Eu sinto que você me deu uma voz’, é a coisa mais poderosa de todas.”

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    Um dos assuntos que a atriz mais debate é sobre o seu cabelo, a aceitação e o preconceito com o cabelo afro. Ela revelou que não está cansada de falar sobre o tema como uma forma de empoderamento: “Eu sei que quando eu usei química para alisar o meu cabelo, eu o fiz por que que não estava confortável com o meu cabelo natural. Eu achava que ele era muito frisado. [aqui, ela usa o termo “poofy” e “kinky“, que poderiam significar ‘frisado’ e ‘retorcido’]. Então para mim, pessoalmente, quando eu comecei a usar o meu cabelo ao natural, foi como desabrochar, porque eu estava deixando ir todo o cabelo morto e toda a parte de mim que havia rejeitado o meu estado natural. Mas você sabe que não é assim para todas as garotas negras. Algumas tem cabelo liso porque é assim que elas gostam, e isso não significa que elas aceitam menos a si mesmas.”

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    Ela também disse que, nos dias de hoje, é mais fácil encontrar garotas que sejam parecidas com você, que possam te representar, nas redes sociais, e que antes não era fácil encontrar essa representação: “Eu acho que, honestamente, as mídias sociais mudaram isso de vários modos porque no passado você só poderia olhar para filmes, ou TV, ou música ou celebridades para sentir que você tivesse alguma representação. Agora você pode ir no Instagram e ver uma garota que parece como você e que está arrasando (‘killing the game‘) e expressando a si mesma. Só por poder ver isso, já é algo tão afirmativo.”

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    Sobre as suas melhores amigas (o seu #squadgoals), Amandla revelou que um dos seus amigos tem uma teoria de que quando você se torna amigo de outras pessoas poderosas e que possuam opiniões parecidas, o grupo de amigos brilha mais: “Kiernan [Shipka] está do meu lado desde o inicio. Willow é incrível. Eu sinto que nós somos destinadas a ser amigas. Nós estamos meio que na mesma vibe de longe, e então ela me manda uma mensagem do tipo: ‘Vamos sair’. Ela tem a maior energia atraente e radiante de todas. Sempre que nós saímos juntas, nós só rimos e dançamos, e vamos fazer caminhadas. E tem a Tavi – eu sou a maior fã do Rookie desde sempre. Eu checava o site todo dia, toda hora. Então o Rookie me chamou para fazer uma entrevista, e agora a Tavi é uma das minhas amigas mais próximas. Nós falamos sobre tudo e trocamos ideias entre nós; eu a mando alguns scripts, e ela os manda de volta.”

    Sem título

    Em parceria com a Teen Vogue e colaboradoras, Amandla também lançou três vídeos especiais no Youtube: “Black Womens Share Their Hair Stories”, “Why Black is Beautiful and Powerful” e “Things Black Girls are Tired of Hearing”, os vídeos são maravilhosos e vale muito a pena assisti-los. Eu não achei os vídeos legendados, mas se eu achar algum com legenda atualizarei aqui.



    • Você pode conferir a entrevista completa em inglês aqui. Lembrando que a tradução postada no blog não é literal.
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