• large-2
    Comportamento, Textos

    O que fazer em tempos de ódio?

    ver post
  • large-2
    Playlist

    Playlist: Agosto

    ver post
  • large
    Amor, Textos

    Ser sensível é corajoso

    ver post
  • imagem.aspx
    Livros

    Livro: Siga Os Balões

    ver post
  • May 7, 2015
    postado por
    large

    Eu sou uma pessoa muito observadora. Tenho esse costume de prestar a atenção no comportamento dos outros, nas manias, e sempre vejo os detalhes em praticamente tudo. Às vezes, não sei se isso é bom ou ruim (é mais uma característica que me faz ser muito avoada no dia-dia, e acabo me esquecendo do mundo real de vez em quando).

    Mas ultimamente, o que eu mais tenho notado – e acho que outras pessoas também, provavelmente – é como o ser humano está ficando cada vez mais egoísta. Eu sei, na sociedade em que vivemos somos ensinados a ser sempre individualistas, afinal, vivemos no capitalismo. Pensamos no futuro, em executar nossa rotina todos os dias e depois voltar para casa, dormir, e na manhã seguinte começar tudo de novo. Todos nós temos problemas, e tem dias que eles não são poucos, então não é a coisa mais simples do mundo deixar um pouco isso de lado e prestar mais atenção nos outros.

    Porém, existem momentos em que isso é necessário. Todo mundo conhece algumas pessoas que tem certeza que o mundo gira em torno delas; em algum momento da vida, todos nós já fomos assim. Quando eu tinha uns treze, eu tinha certeza que o mundo estava conspirando contra mim. E não, isso não acontece só quando você tem essa idade; pode ser aos 10, 20 aos 30 anos.

    Mas uma hora o ser humano cresce. E eu não sei se isso já aconteceu com você, mas se ainda não, provavelmente ainda vai, pelo menos alguma vez. Você vai ter que enfrentar experiências difíceis, vai ter dúvidas consigo mesmo e vai precisar de verdade amadurecer, nem que o mundo ao seu redor acabe te obrigando. E vai ser nesse momento que você vai notar que todas as outras milhares de pessoas que estão ai também tem inseguranças enormes. Tem medos, defeitos e que ninguém sabe com certeza absoluta o que fará nos próximos cinco anos.

    E que não é tão complicado assim tentar compreender o outro. Tentar ajudar às pessoas, sem julgar tudo e todos instantaneamente. É meio triste notar isso, mas todo mundo tem a sua opinião pronta para jogar na cara dos outros. Sem pensar, nem por dois segundos, se eles vão se machucar ou não com isso.

    Olha ai, te trago uma novidade: não é só você que tem sentimentos. Não é só você que se magoa e não quer sair da cama em alguns dias. O seu melhor amigo, os seus pais, e aquela pessoa que você não conhece muito bem, também passam por isso.

    Às vezes é bom fazer esse exercício de tentar se colocar no lugar dos outros. Uma coisa que quase ninguém faz hoje em dia. Nunca tentamos ver o outro lado da história, só o nosso. Só levamos nossa vontade em conta; ignoramos a dos outros. Pode ser uma fase que o ser humano passa ao longo da vida, mas não dá pra achar que o sofrimento do outro nunca é válido.

    Não dá pra saber o que uma pessoa sente de verdade, se você não for ela. Tentamos entender, mas é complicado. Quando nos decepcionamos e parece que tudo sai do lugar, temos a sensação de que não tem ninguém no mundo que compreenda isso. E talvez não tenha mesmo alguém que tenha sentido algo semelhante, mas com certeza, outra pessoa também já passou por isso.

    O que eu estou tentando dizer é que eu sinto que nós precisamos tentar entender melhor as pessoas. Tentar ser mais compreensivo, sabe? Todo mundo sente falta de uma pessoa assim em alguns momentos; alguém que realmente tente te entender, e não só questione, coloque mais dúvidas na sua cabeça, ache que você só está sempre dramatizando tudo.

    E por mais que a gente espere que não, ainda vamos encontrar por ai muitas pessoas que são extremamente frias. E quando eu digo frio, não quero dizer aquela pessoa que não se apaixona, que não se apega aos outros, que não demonstra tanto empolgação. Eu quero dizer o tipo de pessoa que simplesmente não liga para os sentimentos dos outros. Que é totalmente alheio à isso. Ela não se importa se vai te machucar ou não, se os outros tem problemas e precisam de ajuda, de uma mão. Elas apenas ignoram.

    E não dá para fugir disso; mas cabe a nós tentar fazer alguma coisa diferente. Tentar ajudar, pensar por alguns minutos em como seria ruim se você estivesse naquela situação, ou precisasse de ajuda e ninguém te desse uma mão.

    Compaixão. É isso que as pessoas precisam ter mais.

    May 3, 2015
    postado por
    large (1)

    Eu cansei de me sentir sozinha. Não de estar sozinha. São coisas muito diferentes, dependendo do seu ponto de vista. Eu sei gostar da minha própria companhia; aliás, sou boa nisso, e sei que muitas pessoas não conseguem ficar um tempo sem outros ao seu lado. Eu até prefiro, às vezes, fazer meus compromissos e minhas coisas favoritas sem ninguém por perto. Depois que conquistei a minha independência – que pode ser pequena, por enquanto, mas já é algo grande para quem, até um ano atrás, não conseguia enfrentar nada sem apoio – percebi que podemos fazer milhares de coisas sem precisar que os outros estejam te acompanhando.

    É óbvio que é bom ter alguém ali para você segurar a mão quando for precisar, mas não é sempre que isso acontece. Quando você cresce, isso se torna algo raro. E é legal saber que você tem coragem e liberdade para tomar decisões e enfrentar o que antes achava ser impossível, de maneira totalmente só.

    Não que isso não exija uma dose enorme de confiança que pode durar só alguns segundos, mas que em alguma situações é o suficiente para que você faça o que realmente quer. E isso também não significa que a nossa mente não crie mil versões assustadoras do que pode acontecer; um problema que os ansiosos sempre são obrigados a enfrentar.

    A solidão (segundo o próprio dicionário online, “estado de quem está só, retirado do mundo; isolamento: os encantos da solidão) vai te cansando aos poucos. Ou vai deixando as coisas mais cinzas. Sem graça. É que, com o tempo, você sente falta de companheirismo. De poder sentir que realmente pode contar mais com as pessoas, confessar medos, falar sobre o mundo, falar sobre tudo, suas vontades. Não, não estou dizendo que eu quero ficar falando sobre mim mesma por 30 minutos seguidos para alguém. É só que de vez em quando, faz falta não poder compartilhar algumas coisas.

    A gente vai se refugindo aos poucos. Sem perceber muito. E de repente, o seu quarto parece o lugar mais confortável do mundo no Sábado a noite. E acredite, não dá nenhuma vontade de sair de lá. É meio agoniante esse sentimento de se sentir fora do contexto. Você tenta ir se encaixando em alguns lugares pelo caminho, mas não consegue.

    Acredito que eu não sou a única que tem aquela sensação de que quer enfrentar o mundo mas ao mesmo tempo, quando está fora de casa, quer voltar desesperadamente para lá.

    Ou talvez seja só a acomodação, a zona-de-conforto. Eu não sou muito fã de lugares do qual eu já conheço e sei tudo; que eu sei que quase nada vai me surpreender mais. E é exatamente onde eu estou agora.

    Tem dias que você quer ir ao cinema acompanhado, quer falar sobre suas bandas favoritas, quer poder saber que é só surgir com alguma proposta aleatória em um final de semana para alguém que essa pessoa vai topar na hora, quer respostas imediatas no celular quando você só quer conversar sobre o nada.

    É muito possível, sim, fazer algumas coisas por ai sem precisar dos outros. Mas, vou confessar que nas últimas semanas pareceu mais difícil. Pareceu mais solitário enfrentar as coisas sozinha. E lidar com tudo, guardar coisas amargas para si mesmo. E não poder contá-las a ninguém, a não ser para você mesmo.

    April 16, 2015
    postado por

    Ilustração via WeHeartIt

    Sabe aqueles dias em que você acorda sem saber muito o que esperar de tudo? Mas já sabe exatamente como vai ser a sua rotina. Levantar. Ônibus. Escola. Estudar. Música. E vai dormir à noite e tudo recomeça de novo. Um ciclo exatamente igual; de vez em quando, uma coisa ou outra surpreendente acontece. Mas é raro, vale dizer. As surpresas são poucas. Você vive pensando no futuro, ansiando por ele. Desejando que algo especial aconteça. Porque vamos confessar, é meio desanimador a mesmice.

    Eu sempre disse que tenho medo de mudanças. Mas acho que no fundo, comecei a gostar muito delas. Gosto da empolgação, do frio (absurdo) que eu sinto na barriga quando algo novo vai acontecer. E aprendi a enfrentar muitas situações sozinha; e isso é algo do qual eu me orgulho. No passado, eu sempre precisava de uma mão para me ajudar, encarar às coisas. E agora não. Eu consigo ir para lugares inesperados, sem que outra pessoa tenha que me apoiar para eu não surtar. É a coisa mais fácil do mundo? Não. Especialmente porque eu sou muito ansiosa, mas isso só nos faz crescer.

    Por isso, quando nada de desafiador acontece, eu fico meio sem saber o que fazer. Gosto de planejar e esperar por algumas coisas que vão acontecer. E descobri também que no futuro quero conhecer muitos lugares novos. Não há nada melhor do que conhecer coisas diferentes, que sejam legais, e tenham a ver com você. Eu tenho é pânico de viver a minha vida inteira no mesmo lugar, e tendo como alegria um shopping no final de semana pra sempre. Ok, eu só tenho 16, mas sim, os anos passam muito rápido. Não dá para esperar demais, sabe?

    Até porquê, as pessoas sempre te pressionam enquanto você cresce. Para entrar na faculdade, para arrumar um emprego, decidir o que quer fazer da vida, namorar, dentre outras coisas que você não percebe porque já acha normal. Mas repare: as pessoas sugerem, mesmo que de modo discreto, que é isso que você tem que fazer da vida. E ponto. Mas, cadê a liberdade nisso tudo? A vontade de sair um pouco do caminho de sempre?

    Parece que todos os detalhes tem que estar no papel. E você tem que segui-los à risca. E eu nunca gostei que outras pessoas mandassem em mim. Costumo dizer que eu penso grande. E sim, é verdade. Eu penso mesmo! Sonho, crio objetivos. Mas eu não quero ficar só imaginando eles. Pretendo fazer todas essas coisas acontecerem; morar fora, conhecer gente nova e surpreendente, ir em mais shows, me divertir. Um dos meus pensamentos é esse: às vezes, o dia-dia é sempre meio tedioso. E eu sou obrigada a fazer tudo igual sempre.

    Então, quando eu for independente financeiramente, quando poder me virar, quero me divertir demais. Em todos os momentos. E me arriscar no desconhecido, porque é o que vale a pena. Mas nada disso é super simples de fazer. E não tem nada, nada nessa vida que seja extremamente fácil (só ficar sentado no computador mesmo).

    E um dia, quando a gente parar para pensar, vamos estar em um estágio bem mais avançado da vida. Acredite, nem tudo passa dão devagar assim. Eu não quero me arrepender de não ter feito coisas por medo. Só quero me lembrar que sim, eu me joguei, mas pode ter valido a pena (ou não) no final. Mas é aquela história: tem que tentar pra saber, né?

    March 28, 2015
    postado por

    Eu nunca estive em muitos relacionamentos. Só de amizades. Amorosos? Acho que se me perguntarem, eu nem sei explicar direito o que é isso; afinal, não dá pra gente fingir que sabe tudo sobre algo que mal conhece. Mas o que eu entendi, nesses poucos quase dezessete anos de vida, é como o ser humano é extremamente confuso em 90% do tempo. Possessivo, inseguro, e quer ser dono – além de si mesmo, é claro – um pouco dos outros também. Eu sempre fui controladora, mesmo que nos últimos anos essa característica em mim tenha diminuído de modo significativo. Então, por isso, posso compreender um pouco o fato das pessoas verem nas relações uma ótima forma de poder sentir aquela falsa sensação de que estão conseguindo controlar tudo ao seu redor. Seja o namorado, os amigos, algum parente. Mesmo que seja uma mentira deslavada (que nós alimentamos), porque ninguém pertence ao outro. Só a si mesmo.

    Não nascemos com o objetivo de “pertencer à alguém” e eu também sinceramente não acredito na ideia de que alguma pessoa está aí vivendo o seu dia, apenas esperando pelo dia que ela será “sua” e todo esse papo que parece que acabou de sair das páginas de um livro do Nicholas Sparks. Já tentei, muitas vezes, compreender porque apostamos tanto no ciúmes. Ou porque algumas pessoas possuem um sentimento tão grande de posse. Pode ser difícil entender, caso você tenha sempre acreditado nessa ideia de que precisamos de outra pessoa para sermos completos (não!!!), mas eventualmente temos que aprender a lidar com o fato que não dá pra decidir o que os outros vão sentir, falar, e muito menos se um dia elas vão nos corresponder.

    Demorou um tempão, mas eu me orgulho de dizer que eu consegui aceitar isso. E ah, que alivio que dá, hein? Deixei pra trás um monte de incomodações. Parece que há uma grande preocupação em entrar em relacionamentos. Em encontrar uma pessoa, em ter uma companhia; e podem dizer que não, mas existe sim. As pessoas cobram, mesmo sem perceber, isso dos outros.

    Na minha opinião, antes de embarcar em qualquer relação, é melhor entender a si mesmo. E não estou falando só de namoro. Amizades também. Há milhares de relacionamentos tóxicos por ai. Muitos de nós já podemos ter enfrentado um. Mas insistimos, não saímos do lugar. Ficamos com medo de perder as pessoas. Mas quer saber a real? Quando você finalmente consegue deixar para trás as coisas que te fazem mal, você percebe o quanto é melhor, sim, estar sozinho do que lidar com coisas que te decepcionam e te fazem perder qualquer vontade de sair da cama de manhã.

    Eu confesso, tenho um pouco de preguiça de lidar com algumas coisas. Por isso, continuo as evitando. E não sinto muita falta, não. Afinal, tô aqui, viva e bem, viu gente? Não temos que perder tempo com o que no final, não nos ensina muita coisa e só faz a gente carregar aquele peso nas costas. E se você tem alguma dúvida sobre se deve ou não continuar onde está, eu te encorajo à seguir em frente. Às vezes, é preciso deixar para trás o que te entristece, e finalmente apostar em novos caminhos. Não tenha, nunca, medo de se sentir solitário. Eu juro que não incomoda!

    March 9, 2015
    postado por

    Como vocês já sabem, no dia 8 de Março é o Dia Internacional da Mulher. É uma data comemorativa pra celebrar o sexo feminino falei o óbvio e também quando somos obrigados a ler na internet frases do tipo: “feliz dia para pra quem passa 3 horas se arrumando”, “feliz dia da mulher, para quem é mulher de verdade”. Essa última é a pior. Da vontade de chegar e perguntar: amigo, mas o que afinal você acha que é ‘mulher de verdade’?

    Na minha opinião o mais legal de ver esse ano, foi a força do feminismo ainda maior em todas as redes sociais, nas ruas (em Portugal rolou um protesto, já que o país é um dos que mais possui desigualdade salarial entre homens e mulheres) e muitas pessoas falando do tema, e finalmente entendendo o que ele significa. Eu não queria deixar esse dia passar em branco de jeito nenhum, e hoje trago uma ideia que está entre uma das várias vertentes do feminismo: o famoso “apoie as irmãs!”.

    Ilustração postada no Tumblr

    Vou dar uma explicação rápida dessa ilustração: nela, vemos duas garotas. Uma que se veste de modo mais básico e a outra é girlie. Em um dos lados está escrito: “Boa música”, “Eu gosto das minhas roupas”, “Eu tenho sentimentos” e “Eu quero ser respeitada.” E no outro, exatamente a mesma coisa, mas mudando o pronome eu para ela. O que isso significa? Que as duas garotas, que tem estilos pessoais diferentes, devem ser tratadas de forma igual. E que não rola uma garota ter preconceito com a outra. Para ser feminista, você não precisa ser de um determinado jeito. Você pode amar make, ao mesmo tempo que pode preferir sair com a cara limpa. Pode amar o seu tênis, e ao mesmo tempo nunca abandonar o salto. Ou a calça jeans comprida, ou a saia. Você pode ser o que quiser e usar o que quiser na hora que bem entender. E ninguém vai te julgar; é exatamente por isso que as mulheres tem que se apoiar.

    Quando eu tinha 13/14 anos, eu estava numa época da vida em que a maioria das pessoas ao meu redor começou a namorar, a ficar, enfim, a entrar em relacionamentos. E eu me lembro de quantas vezes ouvi dos outros que homem “não queria garota que ficava com muitos.” Eu vivia com o rosto nos livros (essa foi uma das épocas em que eu mais lia) e me falavam que eu deveria me orgulhar que eu preferia ficar lendo do que sair ou namorar. E eu ouvi tanto essas frases prontas que aquilo entrou na minha cabeça; é difícil romper conceitos que criamos quando ainda somos novos, que os outros nos ensinam, que a sociedade nos diz. E eu acreditei naquilo.

    Até crescer, chegar aos meus 16 anos e perceber que aquela foi uma das piores besteiras que alguém já me disse na vida. Primeiro, porque ler livros ao invés de namorar não me tornava melhor do que nenhuma outra garota. Assim como aquela que já estava tendo experiências amorosas também não era superior à mim. Nós éramos iguais. E não precisávamos competir, não precisávamos entrar em conflito. O tempo todo, tentam incentivar a competição feminina. Querem que a gente veja umas às outras como rivais. É por isso que te dizem durante a infância que “amizade de mulher não é sincera igual à de homem”. Ou seja, antes mesmo de você aprender a desenvolver suas próprias opiniões, já tem alguém tentando te fazer acreditar que você não deve confiar na sua amiga, na sua prima, na sua irmã. Esses conceitos ridículos infelizmente ganharam popularidade e muitas garotas podem já ter acredito nisso alguma vez na vida. Mas é um momento lindo, eu garanto, quando você descobre o feminismo e destrói todos esses conceitos dentro de si pra sempre.

    É claro que a desconstrução de algumas ideias não acontecem do dia para a noite. Pode levar um tempo, mas quando você compreender que nós mulheres não precisamos ser rivais em nenhum momento da nossa vida, e sim confidentes, amigas, companheiras, parece que o mundo vai ganhar um sentido diferente. E acredite, se cada uma de nós se esforçar todo os dias para ver o que há de melhor na outra (não deixe ninguém te convencer que todo mundo é “inimiga, “recalcada”, “invejosa” dentre outros adjetivos blé) todas nós vamos ficar mais fortes, por que estaremos juntas.

    Tente o exercício de sempre ver algo de legal na outra. Seja uma roupa, um traço da personalidade, o cabelo, uma característica. Não veja alguém e olhe imediatamente para os defeitos da pessoa. Tente quebrar aquele julgamento instantâneo do qual estamos acostumados à fazer. Vamos quebrar essas barreiras. Durante essa jornada, você provavelmente vai encontrar alguma garota que não conhece muito bem o feminismo, que talvez não o entenda (ainda!) mas lembre-se: ninguém “nasce” pronto. É bem complicado acabar com alguns “valores” que colocaram na nossa cabeça, desde sempre. Eu admito que ainda acho dificuldades às vezes; mas não desisto, nunca! Então, se você tiver alguma conhecida que ainda não tenha sido apresentada à todas essas ideias, mostre pra ela. Tome essa iniciativa!

    subir
    elas disseram TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2017 // DESIGN POR SARA SILVA