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    Make, Moda

    A revolução de Rihanna com a Fenty

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    Textos

    Para todos os quase momentos

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    Moda, Tendência

    O street style do NYFW

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    Livros

    Livro: 13 Segundos – Bel Rodrigues

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  • Novembro 9, 2015
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    largelarge

    Ilustração no weheartit

    Chegando no meu último ano do ensino médio, eu cheguei à conclusão de que a escola – além de ser o local “óbvio” para aprendermos – também é aquele onde a gente é obrigado (tipo, na marra mesmo) a lidar com pessoas muito diferentes de nós. Algumas, de modo surpreendente, são bem parecidas conosco, o que pode gerar amizades maravilhosas. Não importa se elas vão durar só os três anos de ensino médio, ou a sua vida inteira. Mas outras são o oposto da nossa personalidade; o que é totalmente comum na vida real. Afinal, nem todo mundo vai ter os mesmos ideais, objetivos e pensamentos que você. E para quem é meio cabeça dura e controlador, como eu, é sempre meio difícil aceitar isso.

    Mas eu já passei dessa fase da aceitação; e acredito que estou naquela em que temos que lidar com a situação, sabe? Mas preciso confessar que às vezes é bem complicado. Principalmente quando a gente ouve tanta bobagem em um tempo curto de quatro horas e meia (desde piadas machistas, até outras homofóbicas. E não tem nada no mundo que eu odeie mais do que isso, do fundo do meu coração). Mas eu sei, nem todo mundo pensa como nós. Ás vezes alguém me diz: “você tem que entender que as pessoas são educadas de formas diferentes.” E eu entendo isso, mas como jovens e pessoas que estão (tecnicamente) amadurecendo, é interessante dispor um pouco do seu tempo para pesquisar, se informar, correr atrás, se “educar” mesmo, sabe? Pode ser mais fácil continuar com aquela ideia que seus pais te ensinaram na infância pelo resto da vida, mas o mundo muda o tempo inteiro, e a internet está aí, te dando a chance de rever seus conceitos e aprender mais (em um mar de absurdos, tem também coisas interessantes).

    Eu tive a sorte de ter dois pais que sempre me incentivaram a debater assuntos, ler e pesquisar, sair da minha zona de conforto. Mas sei que muitas famílias são diferentes; por isso mesmo acho que a gente deve procurar mais informação por aí. E tentar aprender com as outras pessoas também. E não só com os mais velhos: muitas meninas da minha idade me ensinaram muitas coisas, principalmente sobre feminismo. O tempo todo somos bombardeados com milhares de opiniões, e pode ser complicado formular a sua própria no meio de tantas pessoas falando ao mesmo tempo. Mas acho que é importante não engolir tudo “mastigado”, pronto, enlatado e simplesmente concordar. Afinal, estamos sempre buscando evoluir, não é?

    É super maçante quando você entra numa sala de aula e algum professor passa 10 minutos da aula fazendo comentários preconceituosos e piadas machistas. É algo que, sinceramente, me entristece. Porque no papel de um educador, ele poderia usar a oportunidade para tentar ensinar alguma coisa legal para os jovens presentes na sala. Isso me leva a crer que temos que aprender a questionar o tempo todo; não dá pra aceitar tudo e ponto.

    Opiniões divergentes sempre vão existir. Mas é preciso aprender a ter respeito pelas outras pessoas; o preconceito ainda está, infelizmente, muito presente na sociedade. Nas salas de aula, no trabalho, em casa, na internet. E por isso que eu tento tirar a minha própria conclusão, formular a minha opinião. Não se deixe levar por tudo que as outras pessoas falam, pelo senso comum, por aquela ideia que te ensinam desde que você é pequeno e que você se acostumou tanto, que esqueceu de questioná-la. Ignore quando alguém te falar que as coisas são desse jeito, porque simplesmente são. Desconstruir valores e ideias que te ensinaram por anos é difícil; mas se você quiser crescer, é mais que necessário.

    Agosto 9, 2015
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    “A minha ansiedade não me define.”

    Ilustração de autoria de Ambivalently Yours.

    Confesso, eu queria muito saber a resposta da pergunta que dá título a esse post. Eu sempre fui uma pessoa ansiosa, desde criança. Não era só o primeiro dia de aula ou o passeio da escola que me deixavam sem dormir; coisas meio clichês para todo mundo no ensino fundamental. Mas sim outras situações relativamente normais, como ir à algum lugar aleatório, ir na casa de um amigo, e quando fui crescendo só ficou pior. O que é compreensível, porque aos 13 e 14 anos você tem aquela sensação de que os seus problemas são gigantes, e que se eles não forem resolvidos, sua vida não vai ter solução nunca mais (ok, ou talvez eu era extremamente dramática, porém melhorei nesse aspecto) Eu era mais emotiva no passado, mas com o tempo fui ficando mais racional. Aprendi a tentar “controlar” mais as coisas, com muito treino, é claro. Não foi nada fácil.

    Mas tem épocas do ano em que a ansiedade volta a bater. Eu sempre tive uma característica forte de imaginar as situações na minha cabeça, querer planejar tudo, e sempre esperar, aguardar, e inventar mil coisas que poderiam acontecer. Na maioria das vezes, elas não se concretizavam. Eu sou meio pessimista, então sempre criava uma situação ruim que eu achava que aconteceria. Resultado? Mais ansiedade, nervosismo, o que resultava em situações chatas.

    A ansiedade se manifesta de maneiras diferentes para muitas pessoas. Algumas não conseguem se expressar direito, outras acabam com dores físicas (meu caso) como dor de cabeça, ou sei lá, ficam paralisadas. Sem saber o que dizer. E é bem complicado aprender a contornar a situação, a confiar em você (por quê quase tudo está muito ligado à insegurança que sentimos), a tentar entender essa sensação que quando nos invade, parece muito complicado de superar. Cada um tem a sua própria maneira de tentar enfrentar isso.

    Eu acredito que a ansiedade pode ser dividida em boa e ruim. Quando eu estou esperando um acontecimento legal, algo que eu sei que vai ser positivo (como por exemplo, o show que eu fui) eu encaro as coisas com uma positividade bem maior. Ou seja, tem aquele frio na barriga, mas ele não é ruim: pode trazer uma felicidade junto, uma expectativa, de algo que você sabe que vai valer a pena. Agora, quando é uma situação que você já não está encarando com bons olhos… Como por exemplo, vestibular. Minha ansiedade anda a mil. O motivo? O último ano da escola já me cansou muito, o Enem tá chegando, eu preciso passar, e mais outras milhares de questões que ficam batendo na nossa cabeça o dia inteiro, e nos atormentando.

    Muito disso tem relação do lugar em que estamos. Se eu estou confortável com a situação, com as pessoas, com o local, a ansiedade pode até estar ali, mas ela não se manifesta de um jeito que me atrapalhe. Mas quando você está insatisfeito com muitas variáveis, é quase impossível fugir dela. E é fato: se você é ansioso (a) como eu, não dá para fingir que a ansiedade não existe. Ela vai aparecer, uma hora ou outra. E se você, como eu, às vezes não sabe como agir, talvez o primeiro passo para melhorá-la seja começar a falar dela. E é fundamental estar ao lado de pessoas que te ajudem. Às vezes nós achamos que os problemas de todo mundo são bobos, e estar ao lado de quem não tenta te entender nem um pouco, só deixa tudo pior.

    Eu já descobri os motivos que me deixam ansiosa. Normalmente, eles não variam. Se passam anos, e continuam quase os mesmos. Mas daqui a algum tempo o cenário pode mudar, mas as razões não. Por isso é importante tentar enxergá-las, saber quais são. Eu já compreendi que fugir não adianta nada (por mais que em momentos de extremo nervosismo, isso seja o que a gente mais quer fazer. Sair correndo mesmo). E sempre vai ter alguma coisa na vida que vai tentar nos desestabilizar. Eu já fiz a primeira ação que precisava para tentar resolver esse problema: escrever sobre ele, para que nem tudo exista só na minha cabeça.

    Agosto 3, 2015
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    Queria falar com vocês sobre um assunto que muitas pessoas não conhecem. Se você é uma delas, a chance para se informar é agora! Apropriação Cultural, segundo o nosso amigo Wikipedia:

    Apropriação cultural é a adoção de alguns elementos específicos de uma cultura por um grupo cultural diferente. Ela descreve aculturação ou assimilação, mas pode implicar uma visão negativa em relação a aculturação de uma cultura minoritária por uma cultura dominante. Ela pode incluir a introdução de formas de vestir ou adorno pessoal, música e arte, religião, língua, ou comportamento social.

    Apropriação Cultural seria o ato, por exemplo, de usar roupas específicas e com um significado mais complexo por trás delas, e torná-las uma tendência, uma “moda passageira”, ou até mesmo fantasias de Halloween ou Carnaval (como tentar imitar a cultura indiana, árabe, indígena, e que são chamadas de “exóticas” apenas porque não participam do modelo estereotipado, de cultura branca e norte-americana, que é nos imposto hoje). Usar ideias ou tradições de outra cultura e se apossar dela, como se fossem suas.

    Esse tema tem aparecido ainda mais na mídia nos últimos anos, pois podemos ver exemplos claros de apropriação cultural sendo praticadas por celebridades. A Zendaya Coleman, neste ano, usou dreads no red carpet do Oscar; isso faz parte da cultura dela. Porém, a apresentadora do programa Fashion Police da E!, disse que o cabelo dela estaria cheirando à maconha (???) ou patchouli. Por outro lado, quando Kylie Jenner usou dreads para a capa da Teen Vogue e usou penteados da cultura negra, ela não foi criticada. A maioria das publicações disse que ela estava lançando uma tendência. Mas pera aí… isso já é algo que as mulheres negras fazem há muito tempo. Então por quê elas não foram admiradas antes por isso? O fato é que quando uma garota branca usou esse penteado, ela foi chamada de “cool” e “edgy.” Mas quando Zendaya o usou, ela foi criticada.

    O vídeo que a Amandla Stenberg publicou no Youtube há alguns meses vai fazer vocês entenderem melhor sobre o assunto. Amandla é uma atriz (ela interpretou a Rue em Hunger Games) e ativista. Ela tem 16 anos e sempre fala nas suas redes sociais sobre movimentos e causas importantes.

    Quer aprender mais? Esses links vão te ajudar!
    Revista Capitolina
    Lugar de Mulher
    Blogueiras Negras

    Julho 18, 2015
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    Conhecer um lugar novo traz uma das melhores sensações, na minha opinião: aquela que você tem quando descobre que o mundo é muito grande. Surpresa, talvez? Ou ansiedade, ao pensar que o futuro pode nos aguardar coisas que a gente nem espera? Eu não sei dizer exatamente, mas acho que ando deixando para trás uma característica que sempre esteve na minha personalidade: eu nunca gostei de mudanças. Mas já faz uns dois anos que eu percebi o quanto é importante deixar a sua zona de conforto, às vezes arriscar em situações que você não sabe se vão dar certo ou não, e dizer mais “sim” ao invés de “não.”

    Meu primeiro instinto quando surge uma oportunidade que eu não planejei é a negação. O motivo? Eu sempre fui aquela pessoa que vai planejando as coisas na cabeça: detalhe por detalhe. É por isso que eu também sempre criei muitas expectativas (outra coisa que estou conseguindo controlar. Ainda bem!). Confesso que ainda tenho medo de coisas que surgem do nada. De uma situação que eu não esperava, uma viagem que eu não tinha me preparado. Isso acontece até em situações simples; se alguém me chama para ir à algum lugar e eu não tinha pensado em fazer aquilo naquele dia, minha reação imediata é não querer. Mas eu vi que vale muito mais a pena aceitar mais as coisas que fogem do roteiro que você tinha planejado. E arriscar.

    Isso não quer dizer que todos os riscos vão dar certo, é claro. Já mergulhei de cabeça em situações imprevisíveis, achando que tudo iria se acertar, e as coisas se tornaram uma bagunça. Mas tudo que deu errado acabou ajudando a me tornar a pessoa que eu sou hoje: mais experiente. E valeu a pena, mesmo que no momento eu estivesse carregando aquele sentimento de culpa, pensando que eu devia ter ouvido os conselhos que ignorei.

    A rotina faz parte da nossa vida, mas é chato demais viver sempre sabendo tudo o que vai acontecer no seu dia. Ou quase tudo. É mais divertido encarar coisas novas, diferentes, e que talvez você nunca tenha gostado muito, mas que podem não ter nada a ver com o que você imaginava. E te surpreenderem de um modo positivo. Até por quê, não é para isso que serve a vida? Eu não consigo me imaginar fazendo as mesmas coisas sempre. Frio na barriga dá um nervoso horrível, eu sei, mas é meio emocionante ao mesmo tempo.

    Gosto de descobrir uma cidade nova. De conhecer alguém que não tem a ver comigo, mas mesmo assim encontrar algumas coisas em comum. Ouvir uma banda nova, ler um livro de gênero que eu nunca comprei antes.

    Quando faço pequenas ou grandes coisas que me tiram daquele lugar conhecido, que eu já sei tudo, eu noto como é importante tentar conhecer sempre mais. Conhecer outros lugares, viajar. Sair da onde você sempre está, da onde as coisas são daquele jeitinho que você gosta, mas elas nunca vão mudar. Vão estar sempre ali, exatamente iguais. Então, se um dia você quiser voltar, elas estarão lá. Mas por enquanto, eu quero mesmo é conhecer o meu futuro, e explorar o que é desconhecido.

    Março 9, 2015
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    Como vocês já sabem, no dia 8 de Março é o Dia Internacional da Mulher. É uma data comemorativa pra celebrar o sexo feminino falei o óbvio e também quando somos obrigados a ler na internet frases do tipo: “feliz dia para pra quem passa 3 horas se arrumando”, “feliz dia da mulher, para quem é mulher de verdade”. Essa última é a pior. Da vontade de chegar e perguntar: amigo, mas o que afinal você acha que é ‘mulher de verdade’?

    Na minha opinião o mais legal de ver esse ano, foi a força do feminismo ainda maior em todas as redes sociais, nas ruas (em Portugal rolou um protesto, já que o país é um dos que mais possui desigualdade salarial entre homens e mulheres) e muitas pessoas falando do tema, e finalmente entendendo o que ele significa. Eu não queria deixar esse dia passar em branco de jeito nenhum, e hoje trago uma ideia que está entre uma das várias vertentes do feminismo: o famoso “apoie as irmãs!”.

    Ilustração postada no Tumblr

    Vou dar uma explicação rápida dessa ilustração: nela, vemos duas garotas. Uma que se veste de modo mais básico e a outra é girlie. Em um dos lados está escrito: “Boa música”, “Eu gosto das minhas roupas”, “Eu tenho sentimentos” e “Eu quero ser respeitada.” E no outro, exatamente a mesma coisa, mas mudando o pronome eu para ela. O que isso significa? Que as duas garotas, que tem estilos pessoais diferentes, devem ser tratadas de forma igual. E que não rola uma garota ter preconceito com a outra. Para ser feminista, você não precisa ser de um determinado jeito. Você pode amar make, ao mesmo tempo que pode preferir sair com a cara limpa. Pode amar o seu tênis, e ao mesmo tempo nunca abandonar o salto. Ou a calça jeans comprida, ou a saia. Você pode ser o que quiser e usar o que quiser na hora que bem entender. E ninguém vai te julgar; é exatamente por isso que as mulheres tem que se apoiar.

    Quando eu tinha 13/14 anos, eu estava numa época da vida em que a maioria das pessoas ao meu redor começou a namorar, a ficar, enfim, a entrar em relacionamentos. E eu me lembro de quantas vezes ouvi dos outros que homem “não queria garota que ficava com muitos.” Eu vivia com o rosto nos livros (essa foi uma das épocas em que eu mais lia) e me falavam que eu deveria me orgulhar que eu preferia ficar lendo do que sair ou namorar. E eu ouvi tanto essas frases prontas que aquilo entrou na minha cabeça; é difícil romper conceitos que criamos quando ainda somos novos, que os outros nos ensinam, que a sociedade nos diz. E eu acreditei naquilo.

    Até crescer, chegar aos meus 16 anos e perceber que aquela foi uma das piores besteiras que alguém já me disse na vida. Primeiro, porque ler livros ao invés de namorar não me tornava melhor do que nenhuma outra garota. Assim como aquela que já estava tendo experiências amorosas também não era superior à mim. Nós éramos iguais. E não precisávamos competir, não precisávamos entrar em conflito. O tempo todo, tentam incentivar a competição feminina. Querem que a gente veja umas às outras como rivais. É por isso que te dizem durante a infância que “amizade de mulher não é sincera igual à de homem”. Ou seja, antes mesmo de você aprender a desenvolver suas próprias opiniões, já tem alguém tentando te fazer acreditar que você não deve confiar na sua amiga, na sua prima, na sua irmã. Esses conceitos ridículos infelizmente ganharam popularidade e muitas garotas podem já ter acredito nisso alguma vez na vida. Mas é um momento lindo, eu garanto, quando você descobre o feminismo e destrói todos esses conceitos dentro de si pra sempre.

    É claro que a desconstrução de algumas ideias não acontecem do dia para a noite. Pode levar um tempo, mas quando você compreender que nós mulheres não precisamos ser rivais em nenhum momento da nossa vida, e sim confidentes, amigas, companheiras, parece que o mundo vai ganhar um sentido diferente. E acredite, se cada uma de nós se esforçar todo os dias para ver o que há de melhor na outra (não deixe ninguém te convencer que todo mundo é “inimiga, “recalcada”, “invejosa” dentre outros adjetivos blé) todas nós vamos ficar mais fortes, por que estaremos juntas.

    Tente o exercício de sempre ver algo de legal na outra. Seja uma roupa, um traço da personalidade, o cabelo, uma característica. Não veja alguém e olhe imediatamente para os defeitos da pessoa. Tente quebrar aquele julgamento instantâneo do qual estamos acostumados à fazer. Vamos quebrar essas barreiras. Durante essa jornada, você provavelmente vai encontrar alguma garota que não conhece muito bem o feminismo, que talvez não o entenda (ainda!) mas lembre-se: ninguém “nasce” pronto. É bem complicado acabar com alguns “valores” que colocaram na nossa cabeça, desde sempre. Eu admito que ainda acho dificuldades às vezes; mas não desisto, nunca! Então, se você tiver alguma conhecida que ainda não tenha sido apresentada à todas essas ideias, mostre pra ela. Tome essa iniciativa!

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