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    Filmes de Abril #1

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  • Junho 13, 2017
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    A minha parte favorita de beleza, quando se fala em maquiagem, é o batom. A MAC fez eu me apaixonar por batons quando eu experimentei o Ruby Woo pela primeira vez e descobri que não poderia mais viver sem ele (é sério: pra mim batom vermelho não é para ocasiões especiais, é para usar todo dia!). Ultimamente eu ando experimentando alguns diferentes de marcas brasileiras que trazem preços legais e também tem uma ótima qualidade. E a gente sabe que o preço muitas vezes conta sim, na hora de escolher uma make.

    You will need

     

    Natura relançou em 2017 uma de suas linhas mais famosas, a Faces. Com uma pegada mais urbana e moderna, e também levantando a bandeira de que a make da marca é feita para mulheres e homens, eles também repaginaram a embalagem (eu adorei o preto com o branco). Eu experimentei os batons cremosos. O meu favorito e o que eu uso bastante é o Cereja Drama.

    Os cremosos são ideais para quem gosta de batons bem simples de passar, e que não gosta muito do estilo do matte (que fica bem sequinho na boca mesmo. Eu adoro mas conheço muitas pessoas que não curtem), e a durabilidade dele é boa para um batom cremoso, mas é para quem tem paciência de retocar durante o dia. A cor é super intensa, e esse foi um dos fatores que eu mais gostei.

    Como eu realmente gostei da linha, comprei um matte (o Shock in Pink) e vou experimentar em breve. O bom é que o preço é super amigável e a linha cumpre com o prometido. Essa semana eu vi que também foi lançado os batons líquidos, uma novidade a mais na linha Faces. Ou seja, tem estilos para todos os gostos. No site é possível encontrar todos.

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    Outra linha que eu experimentei também este ano foi a da Mary Kay. Eu gosto bastante dos produtos da marca, mas ainda não tinha nenhum batom. Por meio de uma amiga eu vi todas as cores e fiquei apaixonada (eu gosto de tons fortes, como vermelho e roxo). A única cor cheguei que faltava era um rosa. Eu tenho o Paparazzi pink – que faz parte da linha matte – e ele se tornou um dos meus batons mattes favoritos. A duração é muito boa, e mesmo que você coma e tome água ele não sai mesmo (eu preciso repassar somente uma vez ao dia).

    Quando se trata de batons que prometem longa duração, o da Mary Kay não decepciona e vale o preço, que é um pouco mais salgado que o da Natura, por exemplo. Ainda não experimentei os líquidos, mas uma amiga testou e ele sai ainda menos que o matte, e possui uma pigmentação bem alta.

    O ponto forte também são as cores, que são super variadas (dos nudes, aos intermediários, até os tons chamativos). Todas as linhas estão disponíveis no e-commerce.

    Maio 1, 2017
    postado por
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    Eu conheci o movimento Fashion Revolution – que já existe há três anos – faz pouco tempo. Mas esse curto espaço antes e pós conhecer o projeto me influenciaram de uma maneira positiva rapidamente. A ideia dele é incentivar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda, uma questão que eu comecei a refletir mais ultimamente. Acho que a minha ficha demorou a cair, mas quando eu percebi que a maioria das minhas roupas traziam etiquetas de Bangladesh e da Turquía, eu me toquei que havia algo extremamente errado aí. Quando realmente custava aquela blusa de 10 dólares da Forever 21? Quanto realmente é o valor que as pessoas que produzem essas roupas tem que pagar, para que depois elas sejam vendidas por um preço tão baixo?

    Eu consumi em lojas de fast fashion durante 18 anos da minha vida. Eu acreditei que as roupas poderiam me trazer felicidade durante todo esse tempo. Sim, eu adoro moda, eu adoro falar sobre o assunto. Mas, até onde esse consumismo todo afeta o planeta? São fatores complexos, mas que podem ser questionados com perguntas simples. E é desta ideia que surgiu o Fashion Revolution, atualmente presente em diversos países, que busca conscientizar por meio de informação e eventos sobre todas essas questões. Todo ano ocorre eventos, na semana de 24 a 30 de Abril, justamente na época em que aconteceu o desabamento de um prédio em Savar, Bangladesh, de oito pisos que servia de espaço para uma fábrica. Os trabalhadores não tinham mais condições de estar lá em segurança, mas foram ignorados, o que resultou em 1127 mortos. Eles produziam para marcas como H&M e Primark.

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    O movimento está bem forte aqui no Brasil. Coordenado por Fernanda Simon, as ações no nosso país são bem presentes: desde eventos em várias capitais, até campanhas nas ruas de São Paulo, como você pode conferir no vídeo abaixo. Também vale acompanhar a página no Facebook, onde você pode se atualizar sobre tudo o que está rolando e como ajudar. Na área brasileira do site do Fashion Revolution, há posts com informações que te ajudam a entender mais sobre a cadeia de produção da moda e como isso afeta os trabalhadores diretamente.


    Nesta última semana ocorreram vários eventos pelo Brasil, e aqui em Florianópolis, onde eu moro, também. Eu fui no dia do encerramento (30/04) e pude conferir de perto as marcas sustentáveis que estavam presentes, o trabalho de muitas pessoas criativas e engajadas, que faziam tudo à mão e por produção própria. Ou seja, é um produto totamente diferente do que nós estamos acostumados: é sustentável e você sabe de onde vem.

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    Neste dia rolou o Troca-Troca, em que você poderia levar 10 peças (incluindo sapatos e acessórios) em bom estado para poder trocar com outras pessoas. Era necessário apenas fazer a sua inscrição de maneira prévia. Ou seja, é uma ótima forma de você adquirir roupas novas sem precisar comprá-las e sim trocando com outra pessoa. Eu gosto bastante dessa ideia: eu acredito que roupas possuem histórias, e é legal fazer parte disso com uma peça que era de outra pessoa.

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    Eu também tive a oportunidade de conhecer a Zakii, criada pela Lais Costa. Os acessórios são todos feitos por ela, e são simplesmente maravilhosos! A marca tem como fundamento o empoderamento: “A Zakii tem como objetivo fortalecer o mercado de moda afro. Entre suas principais características estão a diversidades de produtos voltados a padronagens africanas, que valorizam mulheres interessadas em fortalecer uma cultura tão diversa.”

    As vendas também são feitas online pelo site, que está passando por uma reformulação pois vai se tornar também um blog. Vale super a pena acompanhar tudo no instagram da Zakii!

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    A designer Roberta Kremer também estava presente. As peças dela são bem criativas e originais: feitas com tingimento natural e tinta vegetal, todos produzidos em Florianópolis. Cada peça era mais única que a outra. Ela também faz vendas pelo site. Não deixe de conhecer o trabalho dela. São roupas produzidas de maneira sustentável, bem diferente de como estamos acostumados.

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    Também rolou uma oficina de upcycling, que significa transformar produtos que não teriam mais função ou resíduos em algo de maior uso e qualidade. A oficina foi cordenada por Fernanda Alface, que faz parte do coletivo Lactuba Lab, “um espaço onde organicamente se reúnem amigos e interessados afim de semear espontâneas experiências”, você pode conferir a página no Facebook aqui.

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    A Lafrikana é uma marca social inovadora que propõe o empoderamento de refugiados na comunidade de Kabiria, em Nairobi, na Quênia, por meio dos tecidos africanos e da produção das roupas, que trás um engajamento por trás de todas as peças. Cada estampa possui uma importância cultural, um significado. As roupas geram uma forma de trabalho digna para estes refugiados. É uma forma de fazer moda consciente.

    Conhecer o Fashion Revolution foi uma experiência muito boa, e também abriu os meus olhos para outra forma de consumir, principalmente de locais em que você sabe quem fez a sua roupa, como o processo aconteceu, e também é uma maneira interessante de incentivar o consumo consciente, e essas pessoas tão talentosas citadas aqui no post, que nos mostram uma outra maneira de enxergar a moda.

    Se você quiser entender mais sobre o assunto, eu indico muito o documentário “The True Cost”, disponível na Netflix, que nos mostra como a indústria da moda pode ser violenta, injusta e cruel para muitas pessoas que produzem as nossas roupas. É de abrir os olhos e fazer você refletir muito, e essencial para entender o que significa o slow fashion e a moda sustentável.

    Dezembro 31, 2014
    postado por

    Eu ainda não havia tido a oportunidade de conhecer nenhuma Forever 21 daqui do Brasil (já tem em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, e mais alguns locais, se eu estiver errada me corrijam) mas eu conheci a loja na minha viagem para Orlando em Março desse ano. Fui na do outlet, e na do Mall At Millenia também. E é claro que foi amor à primeira vista, como eu já esperava. O grande trunfo da marca é trazer roupas incríveis (literalmente, lindas!) por um preço muito bom. Como por exemplo, calças jeans de qualidade que ficam ótimas no corpo, que aqui no Brasil você não acha por menos de 80 reais (é a faixa de preço) lá custam entre torno de 7 à 10 dolares.

    Mas enfim, o foco aqui do post é falar o que eu achei da Forever 21 de Porto Alegre. Bati algumas fotos pra vocês; a qualidade não ficou ótima, porque eu não tenho certeza se podia fotografar, mas é pra quem ainda não foi, poder ter uma ideia.

    A loja inaugurou, se eu não me engano, no dia 6 de Dezembro, e fica localizada no Barra Shopping Sul. O estilo da loja é bem parecido com a da norte-americana mesmo, então você não vai se decepcionar. As peças estão sendo vendidas (ou foram) na Forever do exterior. Uma prova disso é que eu me lembro que comprei uma jaqueta lá na de Orlando, e quando voltei ela já estava na Forever do Rio de Janeiro.

    O que você vai encontrar por lá? Muitas opções para estilos bem diferentes. Eu fui nesta última semana, e tinham muitas (muitas!) peças do estilo grunge, como as saias, blusas, casacos e moletons com a estampa xadrez. Também vi muito do estilo boho (aquele que a Vanessa Hudgens ama) e que também combina muito com a brasileira, ainda mais no nosso verão de 30 graus.

    Você vai achar alguma peça que goste, independentemente do seu gosto pessoal para roupas. Tem vários vestidos bem femininos também, com estampas lindas, e outros mais soltos e desencanados, que eu acho que vão agradar bastante. As saias também ganham destaque, os modelos rodados que a gente sempre vê no Lookbook também estão lá (eu queria muito uma preta de couro, só não comprei porque ficou grande!).

    Os vestidos pretos de festa também estão em conta (considerando que existem modelos que custam bem mais caros em outras lojas aqui pelo país) e você vai encontrar muitos pretos básicos; já outros com bastante renda, alguns com transparência, estampas mais discretas. Ah, e as peças jeans (pra minha felicidade <3) dominam boa parte da loja. Muitas jaquetas jeans, peças destroyed… Sabe aquelas calças rasgadas que a Kylie Jenner adora? Então, elas também estão lá!

    As jardineiras, que na minha opinião é uma das tendências mais legais que voltou a bombar no último verão, também ganhou espaço. Eu comprei uma, essa de lavagem clara na foto. Tem outras opções também, como uma de lavagem mais destruída.

    As blusas básicas também estão presentes na loja, e por bons preços. Os estilos são mais diferenciados, bem dos EUA mesmo, então há uma grande variedade que não é muito fácil encontrar em outros lugares. Transparência, algumas cores neutras, vários tons terrosos (AMO) e regatas charmosas também.

    Ah, e uma das melhores coisas é que lá você encontra calças jeans ótimas por R$39,90. Eu comprei três modelos no inicio do ano e também vi eles na loja. Elas são skinny, são bonitas e duram bastante (eu uso bastante as minhas e elas não tem aparência de desgastada).

    As calças (desculpem pela qualidade da foto, mas dá pra ver como são várias).

    Um dos maiores destaques é a área dos acessórios, eu não consegui fotografar os colares, pulseiras, brincos, anéis, etc (que tem uma variedade enorme, são lindos) só essa parte, como as toucas (amei essa floral) e os cachecóis, que todo mundo ama usar no inverno. Os preços são bem em conta, e o espaço é grande, então quem é apaixonada por acessório vai ficar louca por lá, tem muuita coisa legal.

    No mais, eu gostei bastante da loja, porque eles conseguiram trazer a proposta da Forever 21 para o Brasil de um jeito bem legal. Todo o conceito dela realmente veio junto, assim como os preços. Claro, tem coisas mais caras mesmo, mas a gente sabia que não ia ser exatamente a mesma coisa né? Algumas peças tem preço mais salgado, mais outras também são baratas, então é equilibrado.

    A única coisa que eu não curti na loja foram alguns vendedores. Vou explicar o por quê: tinham vários (seguindo a mesma linha da loja nos EUA, onde há vários vendedores) mas eles não te ajudam muito não, e algumas confusões aconteceram; como por exemplo, algumas blusas bem básicas estavam por R$25,90 e outras, bem parecidas, por R$19,90 ou R$18,00 (e elas eram, literalmente, a MESMA peça) e eu achei uma com a etiqueta de R$79,90 (sim! A mesma blusa básica por esse preço) e quando eu questionei, eles falaram que era para levar em conta o que estava na etiqueta. Imaginem, alguém compra a mesma peça por 25 e outro por 79. Tem alguma coisa errada aí né. Já nos provadores, esqueça aquela ideia de provar a roupa e pedir a opinião da amiga. Só dá pra entrar 1 pessoa no mesmo provador, e eles voltam pra conferir se não tem mais ninguém junto, e se tiver, reafirmam que não pode ficar duas no mesmo provador.

    No decorrer do mês de Janeiro, vou conhecer a Forever 21 do Rio de Janeiro, e conto aqui pra vocês o que eu achei! 😀

    Essa é a minha única reclamação. Lembrando que pode ser que os outros atendentes sejam mais legais, uma que me atendeu fez questão de me ajudar a procurar a saia preta que eu queria, foi procurar na loja pra mim, mas ela foi a única que fez isso, os outros não dão muita atenção, mas não vou generalizar o comportamento de alguns, falando que são todos.

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