• A-Star-Is-Born-2
    Filmes

    Filme: Nasce Uma Estrela

    ver post
  • Dot1-5IXsAAJulw
    Música

    Playlist: Outubro

    ver post
  • DoVfpN9W0AE3KCZ-2
    Comportamento, feminismo

    #EleNão em Florianópolis, capital de Santa Catarina

    ver post
  • 1018-allure-cover-shoot-rihanna-braids-blue-eyeshadow.png
    Make, Moda

    A revolução de Rihanna com a Fenty

    ver post
  • Junho 13, 2017
    postado por
    large

    A minha parte favorita de beleza, quando se fala em maquiagem, é o batom. A MAC fez eu me apaixonar por batons quando eu experimentei o Ruby Woo pela primeira vez e descobri que não poderia mais viver sem ele (é sério: pra mim batom vermelho não é para ocasiões especiais, é para usar todo dia!). Ultimamente eu ando experimentando alguns diferentes de marcas brasileiras que trazem preços legais e também tem uma ótima qualidade. E a gente sabe que o preço muitas vezes conta sim, na hora de escolher uma make.

    You will need

     

    Natura relançou em 2017 uma de suas linhas mais famosas, a Faces. Com uma pegada mais urbana e moderna, e também levantando a bandeira de que a make da marca é feita para mulheres e homens, eles também repaginaram a embalagem (eu adorei o preto com o branco). Eu experimentei os batons cremosos. O meu favorito e o que eu uso bastante é o Cereja Drama.

    Os cremosos são ideais para quem gosta de batons bem simples de passar, e que não gosta muito do estilo do matte (que fica bem sequinho na boca mesmo. Eu adoro mas conheço muitas pessoas que não curtem), e a durabilidade dele é boa para um batom cremoso, mas é para quem tem paciência de retocar durante o dia. A cor é super intensa, e esse foi um dos fatores que eu mais gostei.

    Como eu realmente gostei da linha, comprei um matte (o Shock in Pink) e vou experimentar em breve. O bom é que o preço é super amigável e a linha cumpre com o prometido. Essa semana eu vi que também foi lançado os batons líquidos, uma novidade a mais na linha Faces. Ou seja, tem estilos para todos os gostos. No site é possível encontrar todos.

    You will need-2

    Outra linha que eu experimentei também este ano foi a da Mary Kay. Eu gosto bastante dos produtos da marca, mas ainda não tinha nenhum batom. Por meio de uma amiga eu vi todas as cores e fiquei apaixonada (eu gosto de tons fortes, como vermelho e roxo). A única cor cheguei que faltava era um rosa. Eu tenho o Paparazzi pink – que faz parte da linha matte – e ele se tornou um dos meus batons mattes favoritos. A duração é muito boa, e mesmo que você coma e tome água ele não sai mesmo (eu preciso repassar somente uma vez ao dia).

    Quando se trata de batons que prometem longa duração, o da Mary Kay não decepciona e vale o preço, que é um pouco mais salgado que o da Natura, por exemplo. Ainda não experimentei os líquidos, mas uma amiga testou e ele sai ainda menos que o matte, e possui uma pigmentação bem alta.

    O ponto forte também são as cores, que são super variadas (dos nudes, aos intermediários, até os tons chamativos). Todas as linhas estão disponíveis no e-commerce.

    Maio 1, 2017
    postado por
    1002224_235490753302265_1549738007_n

    Eu conheci o movimento Fashion Revolution – que já existe há três anos – faz pouco tempo. Mas esse curto espaço antes e pós conhecer o projeto me influenciaram de uma maneira positiva rapidamente. A ideia dele é incentivar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda, uma questão que eu comecei a refletir mais ultimamente. Acho que a minha ficha demorou a cair, mas quando eu percebi que a maioria das minhas roupas traziam etiquetas de Bangladesh e da Turquía, eu me toquei que havia algo extremamente errado aí. Quando realmente custava aquela blusa de 10 dólares da Forever 21? Quanto realmente é o valor que as pessoas que produzem essas roupas tem que pagar, para que depois elas sejam vendidas por um preço tão baixo?

    Eu consumi em lojas de fast fashion durante 18 anos da minha vida. Eu acreditei que as roupas poderiam me trazer felicidade durante todo esse tempo. Sim, eu adoro moda, eu adoro falar sobre o assunto. Mas, até onde esse consumismo todo afeta o planeta? São fatores complexos, mas que podem ser questionados com perguntas simples. E é desta ideia que surgiu o Fashion Revolution, atualmente presente em diversos países, que busca conscientizar por meio de informação e eventos sobre todas essas questões. Todo ano ocorre eventos, na semana de 24 a 30 de Abril, justamente na época em que aconteceu o desabamento de um prédio em Savar, Bangladesh, de oito pisos que servia de espaço para uma fábrica. Os trabalhadores não tinham mais condições de estar lá em segurança, mas foram ignorados, o que resultou em 1127 mortos. Eles produziam para marcas como H&M e Primark.

    18119501_670973846420618_4569006813614278489_n

    O movimento está bem forte aqui no Brasil. Coordenado por Fernanda Simon, as ações no nosso país são bem presentes: desde eventos em várias capitais, até campanhas nas ruas de São Paulo, como você pode conferir no vídeo abaixo. Também vale acompanhar a página no Facebook, onde você pode se atualizar sobre tudo o que está rolando e como ajudar. Na área brasileira do site do Fashion Revolution, há posts com informações que te ajudam a entender mais sobre a cadeia de produção da moda e como isso afeta os trabalhadores diretamente.


    Nesta última semana ocorreram vários eventos pelo Brasil, e aqui em Florianópolis, onde eu moro, também. Eu fui no dia do encerramento (30/04) e pude conferir de perto as marcas sustentáveis que estavam presentes, o trabalho de muitas pessoas criativas e engajadas, que faziam tudo à mão e por produção própria. Ou seja, é um produto totamente diferente do que nós estamos acostumados: é sustentável e você sabe de onde vem.

    IMG_3725 IMG_3726

    Neste dia rolou o Troca-Troca, em que você poderia levar 10 peças (incluindo sapatos e acessórios) em bom estado para poder trocar com outras pessoas. Era necessário apenas fazer a sua inscrição de maneira prévia. Ou seja, é uma ótima forma de você adquirir roupas novas sem precisar comprá-las e sim trocando com outra pessoa. Eu gosto bastante dessa ideia: eu acredito que roupas possuem histórias, e é legal fazer parte disso com uma peça que era de outra pessoa.

    IMG_3728

    Eu também tive a oportunidade de conhecer a Zakii, criada pela Lais Costa. Os acessórios são todos feitos por ela, e são simplesmente maravilhosos! A marca tem como fundamento o empoderamento: “A Zakii tem como objetivo fortalecer o mercado de moda afro. Entre suas principais características estão a diversidades de produtos voltados a padronagens africanas, que valorizam mulheres interessadas em fortalecer uma cultura tão diversa.”

    As vendas também são feitas online pelo site, que está passando por uma reformulação pois vai se tornar também um blog. Vale super a pena acompanhar tudo no instagram da Zakii!

    IMG_3732

    A designer Roberta Kremer também estava presente. As peças dela são bem criativas e originais: feitas com tingimento natural e tinta vegetal, todos produzidos em Florianópolis. Cada peça era mais única que a outra. Ela também faz vendas pelo site. Não deixe de conhecer o trabalho dela. São roupas produzidas de maneira sustentável, bem diferente de como estamos acostumados.

    IMG_3735 IMG_3734

    Também rolou uma oficina de upcycling, que significa transformar produtos que não teriam mais função ou resíduos em algo de maior uso e qualidade. A oficina foi cordenada por Fernanda Alface, que faz parte do coletivo Lactuba Lab, “um espaço onde organicamente se reúnem amigos e interessados afim de semear espontâneas experiências”, você pode conferir a página no Facebook aqui.

    IMG_3730 IMG_3731

    A Lafrikana é uma marca social inovadora que propõe o empoderamento de refugiados na comunidade de Kabiria, em Nairobi, na Quênia, por meio dos tecidos africanos e da produção das roupas, que trás um engajamento por trás de todas as peças. Cada estampa possui uma importância cultural, um significado. As roupas geram uma forma de trabalho digna para estes refugiados. É uma forma de fazer moda consciente.

    Conhecer o Fashion Revolution foi uma experiência muito boa, e também abriu os meus olhos para outra forma de consumir, principalmente de locais em que você sabe quem fez a sua roupa, como o processo aconteceu, e também é uma maneira interessante de incentivar o consumo consciente, e essas pessoas tão talentosas citadas aqui no post, que nos mostram uma outra maneira de enxergar a moda.

    Se você quiser entender mais sobre o assunto, eu indico muito o documentário “The True Cost”, disponível na Netflix, que nos mostra como a indústria da moda pode ser violenta, injusta e cruel para muitas pessoas que produzem as nossas roupas. É de abrir os olhos e fazer você refletir muito, e essencial para entender o que significa o slow fashion e a moda sustentável.

    subir
    elas disseram TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2017 // DESIGN POR SARA SILVA