Partes de mim – Encontro inesperado
07/04/2012 | Categoria: Conto, Escrita

Já faz algum tempo – e coloca tempo nisso – que postei o prologo de um livro que estava escrendo – quem não se lembra pode encontrá-lo aqui -, prometi que em breve estaria publicando o primeiro capitulo, mas acontece que parei de escrevê-lo, faltou-me inspiração e tempo para conclui-lo, mas hoje resolvi abrir ele e comecei a lê-lo e percebi que ele merecia uma chance de ser mostrado, percebi que suas páginas mereciam ser lidas e reconhecidas… Então todo final de semana estarei postando um capitulo sendo este dividido em duas partes – são grandes os capitulos, por isso tive de dividi-los – quero pedir que se vocês puderem comentem após ler, pois preciso da ajuda de vocês, seja para criticar, elogiar, enfim só quero ter opiniões diferentes. Aqui vai a primeira parte do capitulo 1.

Encontro inesperado parte 1

As duas primeiras aulas tinham acabado a Sra. Kareen – professora de inglês – já havia chegado à sala de aula e preparava os materiais para começar sua aula.

Ela pediu-me para que fosse até a secretaria e pegasse uns textos que havia preparado para nossa aula e como estava muito ocupada com os outros materiais precisava de ajuda.

Fiz o que pediu, mas quando estava voltando distraída lendo os textos, nem percebi que uma pessoa vinha em minha direção e acabei esbarrando nela.

Todos os papeis caíram e se espalharam no chão, fiquei olhando frustrada sem saber o que fazer, nem percebi em quem esbarrei. Quando finalmente resolvi pegar os papeis que caíram já não estavam mais lá. Olhei para frente e vi aquele garoto segurando as folhas e erguendo-as em minha direção.

Sua beleza era tão perfeita que fiquei sem fala. Olhei naqueles olhos perfeitos e não conseguia parar de olhá-los. Seu rosto era maravilhoso, incrivelmente bonito.

– Seus textos! – ele ergueu novamente as folhas em minha direção, mas eu não tive tempo de pensar em pegá-los, sua voz era irresistível, delicada e suave.

– Ah, claro, obrigada! – consegui falar. Ele sorriu, meu encantamento foi além do que eu podia imaginar.

– Por nada! – como poderia existir algo como ele?

– Desculpe por isso, não foi minha intenção, eu estava muito distraída. – tentei explicar.

– Não se preocupe! A culpa não é sua, eu é que devia prestar mais atenção por onde ando. Você me perdoa? – ele estava tentando tomar toda a culpa para ele.

– Só se você me desculpar!

– Nem precisa você não fez nada, mas se insiste te desculpo sim. – ele era muito simpático.

-Sendo assim, você também está desculpado – falei sorrindo. – Bom, obrigada pelas folhas… Tenho que ir agora.

– Eu também preciso ir.

Por mais que eu precisasse sair dali eu não queria, estava sendo um grande sacrifício para eu ter de me afastar dali. Quando finalmente consegui sair e já havia me afastado, ouvi de longe:

– Até o intervalo! – olhei para trás e ele sorria para mim, eu não entendi o que ele quis dizer, mas eu deixei afinal eu precisava mesmo entregar os papeis a Sra. Kareen.

Quando cheguei à sala, meus pensamentos continuaram naquele menino. Minhas amigas perceberam que acontecera alguma coisa comigo, mas não me perguntaram nada. Tentei prestar atenção na aula de inglês, mas não consegui, eu só pensava naquele encontro inesperado que aconteceu. Tentava desvendar um mistério, as perguntas saltavam da minha cabeça sem poder controlá-las. Da onde foi que ele apareceu? Nunca havia visto ele na escola antes, será que estava só de passagem?

Quando, enfim, tocou o sinal e enquanto minhas amigas e eu íamos para o refeitório contei a elas o que aconteceu nesse pequeno tempo. Estávamos no corredor e quando olhei para frente o vi. Ele estava encostado na parede a minha espera como havia falado.

Olhei de longe aquele rosto perfeito que qualquer pessoa gostaria de ter, e como na primeira vez que olhei em seus olhos fiquei sem fala.

– O que foi Kat? – foi à pergunta da Amy que me fez acordar.

– Nada! – respondi, e andei mais rápido indo a sua direção, elas vieram atrás de mim.

Ele estava rindo, mas estava sem coragem de perguntar, por mais que gostaria de saber o por que.

– Agora estou entendendo o que você quis dizer… Você falou mesmo sério! – fiquei surpresa de ter conseguido falar quando cheguei bem perto dele.

– Eu sempre falo serio, existem algumas exceções, mas são poucas. Você não tinha entendido? – perguntou-me.

– Não!…

– Kat, nos apresente seu amigo. – falou Ana.

– Ah claro! – tinha me esquecido delas. – Ana, Amy, esse é o… – só então me lembrei que eu não sabia o seu nome.

– Nicky, prazer em conhecê-las! – ele se apresentou, vendo que eu também não sabia seu nome.

– Prazer Nicky! – falou a Ana.

– Uau. Você é muito lindo! – falou a Amy, eu fiquei morrendo de vergonha.

– Obrigado! – ele agradeceu sorrindo.

– Vamos para a biblioteca Amy, precisamos terminar nosso trabalho. – sabia que não tinha trabalho nenhum, ela só estava querendo nos deixar a sós. – Vamos! A gente se vê!

– Tudo bem, vamos! – ela concordou.

Esperamos até que elas saíssem de vista e começamos conversar…

Continuação proxima semana.


Eu quero cuidar de você.
28/02/2012 | Categoria: Amor, Escrita, Por July, Textos

Quero cuidar de você. Receber teus carinhos e lhe fazer feliz. Quero acordar ao teu lado, sentir tua respiração e deitar-me em seus braços no final da tarde. Quero-te. Quero ser o motivo do teu sorriso, secar tuas lágrimas e levantar-te após uma queda. Quero fazer-te feliz, fazer-te rir. Quero chama-lo à noite para voltar para a nossa cama, para bagunças as nossas cobertas, revendo as nossas fotos e relembrando os nossos momentos. Quero isto, quero você. Quero uma parte tua. Quero-te por completo. Quero fazer parte dos teus sonhos, ser parte do teu futuro, ser o motivo pelo qual você levanta todas as manhãs. Quero amar-te. Quero receber o teu amor. Quero gritar pelo teu nome, esperando que você escute e venha correndo para os meus braços. Eu simplesmente te quero. E com todas as minhas forças, vou continuar querendo-te. Querendo teus beijos, teus abraços, teus carinhos. Quero-te para mim, somente para mim. Para me amar.  E vou te esperar, vou esperar todo este receio passar; todo este medo, esta angústia. Só não vou esperar passar esta vontade de você, pois meu coração não cansa de te querer.


Viagem longa, destino incerto…
05/10/2011 | Categoria: Autores, Comportamento, Conto, Escrita, Reflexão

Esse é o mês em que sofro mais por causa de vocês, moços. Tenho dó. Ainda nem deixaram de ser adolescentes, e já são obrigados a comprar passagens para um destino desconhecido, passagens só de ida, as de volta são difíceis, raras, há uma longa lista de espera. Alguns me contestam: afirmam saber muito bem o lugar para onde estão indo. Assim são os adolescentes: sempre têm os bolsos cheios de certezas. Só muito tarde descobrem que certezas valem menos que um tostão.

Seria muito mais racional e menos doloroso que vocês fossem obrigados agora a escolher a mulher ou o marido. Hoje casamento é destino para o qual só se vende passagem de ida e volta. É muito fácil voltar ao ponto de partida e recomeçar: basta que os sentimentos e as idéias tenham mudado.

Mas a viagem para a qual vocês estão comprando passagens dura cinco anos, pelo menos. E se depois de chegar lá vocês não gostarem? Nada garante…Vocês nunca estiveram lá. E se quiserem voltar? Não é como no casamento. É complicado. Leva pelo menos outros cinco anos para chegar a um outro lugar, com esse bilhete que se chama vestibular e essa ferrovia que se chama universidade. E é duro voltar atrás, começar tudo de novo. Muitos não têm coragem para isso, e passam a vida inteira num lugar que odeiam, sonhando com um outro.

Em Minas, onde nasci, se diz que para se conhecer uma pessoa é preciso comer um saco de sal com ela. Os apaixonados desacreditam. Quem é acometido da febre da paixão desaprende a astúcia do pensamento, fica abobalhado, e passa a repetir as asneiras que os apaixonados têm repetido pelos séculos afora: “Ah! mãe, ele é diferente…” “Eu sei que o meu amor por ela é eterno. Sem ela eu morro…” E assim se casam, sem a paciência de comer um saco de sal. Se tivessem paciência descobririam a verdade de um outro ditado: “Por fora bela viola; por dentro pão bolorento…”

Coisa muito parecida acontece com a profissão: a gente se apaixona pela bela viola, e só tarde demais, no meio do saco de sal, se dá conta do pão bolorento.

O Pato Donald arranjou um emprego de porteiro, num edifício de ricos. Sentiu-se a pessoa mais importante do mundo e estufou o peito por causa do uniforme que lhe deram, cheio de botões brilhantes, fios dourados e dragonas…

Acontece assim também na escolha das profissões: cada uma delas tem seus uniformes multicoloridos, seus botões brilhantes, fios dourados e dragonas. Veja, por exemplo, o fascínio do uniforme do médico. Por razões que Freud explica qualquer mãe e qualquer pai desejam ter um filho médico. Lembram-se da “Sociedade dos Poetas Mortos”? O pai do jovem ator queria, por tudo nesse mundo, que o filho fosse médico. E ele não está sozinho. O médico é uma transformação poética do herói Clint Eastwood: o pistoleiro solitário, apenas com sua coragem e o seu revólver, entra no lugar da morte, para travar batalha com ela. Como São Jorge. O médico, em suas vestes sacerdotais verdes, apenas os olhos se mostrando atrás da máscara, a mão segurando a arma, o bisturi, o sangue escorrendo do corpo do inocente, em luta solitária contra a morte. Poderá haver imagem mais bela de um herói?

Todas as profissões têm seus uniformes, suas belas imagens, sua estética. Por isso nos apaixonamos e compramos o bilhete de ida… Mas a profissão não é isso. Por fora bela viola, por dentro pão bolorento…

Uma amiga me contou, feliz, que uma parente querida havia passado no vestibular de engenharia. “Que engenharia?”, perguntei. “Civil”, ela respondeu. “Por que esta escolha?” — insisti. “É que ela gosta muito de matemática”. Pensei então na bela imagem do engenheiro — régua de cálculo, compasso e prumo nas mãos, em busca do ponto de apoio onde a alavanca levantaria o mundo! “Se ela tanto ama a matemática talvez tivesse feito melhor escolha estudando matemática”.

Engenheiro, hoje, mexe pouco com matemática. Tudo já está definido em programas de computador. O dia a dia da maioria dos engenheiros é tomar conta de peão em canteiro de obra…”

Isso vale para todas as profissões. É preciso perguntar: “Como será o meu dia a dia, enquanto como o saco de sal que não se acaba nunca?”

Mas há outros destinos, outros trens. Não é verdade que o único caminho bom seja o caminho universitário. Acho que poucos jovens sequer consideram tal possibilidade. É que eles se comportam como bando de maritacas: onde vai uma vão todas. Não podem suportar a idéia de ver o “bando” partindo, enquanto ele não embarca, e fica sozinho na plataforma da estação…

Deixo aqui, como possibilidade não pensada, este poema de Walt Whitman, o poeta da “Sociedade dos Poetas Mortos”:

“Em nome de vocês…
Que ao homem comum ensinem
a glória da rotina e das tarefas
de cada dia e de todos os dias;
que exaltem em canções
o quanto a química e o exercício
da vida não são desprezíveis nunca,
e o trabalho braçal de um e de todos
— arar, capinar, cavar,
plantar e enramar a árvore,
as frutinhas, os legumes, as flores:
que em tudo isso possa o homem ver
que está fazendo alguma coisa de verdade,
e também toda mulher
usar a serra e o martelo
ao comprido ou de través,
cultivar vocações para a carpintaria,
a alvenaria, a pintura,
trabalhar de alfaiate, costureira,
ama, hoteleiro, carregador,
inventar coisas, coisas engenhosas,
ajudar a lavar, cozinhar, arrumar,
e não considerar desgraça alguma
dar uma mão a si próprio.”

Desejo a vocês uma boa viagem. Lembrem-se do dito do João: “A coisa não está nem na partida e nem na chegada, mas na travessia…” Se, no meio da viagem, sentirem enjôo ou não gostarem dos cenários, puxem a alavanca de emergência e caiam fora. Se, depois de chegar lá, ouvirem falar de um destino mais alegre, ponham a mochila nas costas, e procurem um outro destino. Carpe Diem!

Autor: Rubem Alves, nasceu dia 15 de setembro de 1933, Minas Gerais, encontrou alegria na poesia e literatura que o manteve vivo nas horas más que passou.Tornou-se autor de inúmeros livros, é colaborador em diversos jornais e revistas com crônicas de grande sucesso, em especial entre os vestibulandos.



Eu não quero ser mais sua pequena
14/09/2011 | Categoria: Amor, Escrita

Enquanto a pseudoafirmação paira pelo ar, ainda me sinto bem, pois há um resquício de esperança – não, esperança não! -, dúvida que vai além da lógica habitual. Odeio estar certa!, Principalmente com os assuntos do coração – não, coração não! -, da emoção.

Estar ao seu lado me faz “super” bem, mas me deixa invisível. Seu jeito de ser é a capa certa para minha invisibilidade. Acho que ninguém nunca vai gostar de mim do jeito que sou – ninguém além de você, é claro! -; parece que o mundo tem grandes problemas para me aceitar. Restam-me duas opções: ou o mundo todo está errado ou eu que estou. Lógico que o mundo está errado, mas minha opinião pouco importa agora.

Ser abandonada é muito ruim, mas ser trocada é pior porque o jogo era seu, mas alguém pulou sua vez e venceu no final. Alguém venceu em meu final, venceu em minha partida e eu simplesmente permiti. Porém, esse alguém é tão somente esse alguém que nem ao menos percebeu que havia ganhado o jogo. O alguém não gritou “É campeão!” porque não sabia que estava jogando nem queria jogar.

Agora em que houve a confirmação, não posso me permitir ser sua pequena. Não que eu não queira por simplesmente não querer, mas seria mais útil em minha vida ser além de apenas sua pequena, porque aos poucos eu reduzi e eu era tão grande, tão cheia de mim, tão maior em grandeza de espírito.

Talvez eu ainda vá ser sua pequena – porque sempre a serei -, mas quero sentir que eu sou antes de tudo. Por isso, por enquanto, por longo tempo, eu não posso mais ser sua pequena.

Colaboradora: Tatiane Gomes, mas prefere ser chamada de Anne Gomez, tem 20 anos e fez esse texto dedicado a sua irmã mais nova, para tentar mostrar que ela já tinha crescido. Seu tumblr é Borralho. quem quiser segu-la no twitter é só clicar aqui @GTatii e seu blog é Meenina Má.


Dicas básicas de escrita
09/08/2011 | Categoria: Escrita

Várias meninas já me mandaram e-mails para o site pedindo dicas de escrita, como os principais passos para fazer um texto legal. Eu não sou expert, mas tenho algumas dicas que sempre uso antes de começar um texto, e que é o ideal para todos que gostam de escrever, afinal, o português, a maneira que se escreve, o uso de vírgulas é sempre um dos principais pontos avaliados pelo leitor do texto, o que o julga ser bom ou não.

1. Expresse sentimento.

É importante sempre colocar um sentimento no texto que você está escrevendo. Ele fica mais real, mais realista, se você passou por tal situação que está contando. Se você relata os seus sentimentos em primeira ou terceira pessoa (fica de escolha ao autor do texto) é sempre importante tentar expressar de melhor maneira aquilo que você está sentindo com palavras que pareçam adequada ao sentimento naquele momento. Detalhes, sensações, sempre enriquecem um texto.

2. Cuidado com o português.

Muita gente faz um bom texto e peca na hora do português. Claro que ninguém está imune de errar: eu mesma ainda tenho dúvida de uma palavra ou outra, no uso de crase, mas é sempre importante ficar atento as expressões usadas (palavras como “tá”, ou “ok” usadas no dia dia não ficam tão harmoniosas no texto) e cuidar para não usar em hipótese nenhuma (caso o seu desejo seja fazer um bom texto) o internetês, mais conhecido como as palavras usadas no Messenger ou nas redes sociais. É bom sempre saber das notícias de ortografias atualizadas e ter um dicionário ao seu lado.

3. Se ligue nas vírgulas e no desenvolvimento.

Um dos erros mais fatais é o uso da vírgula. É super comum você ver vários textos que ficam confusos, cheios de informação, falas, histórias, sem que a vírgula esteja presente, o que confunde o texto e não o deixa harmonioso. A vírgula é totalmente necessária em todos os textos, e várias pessoas se esquecem dela, deixando o conteúdo totalmente confuso, ou seja, fica quase impossível ler o texto. O desenvolvimento, quando é feito de forma muito rápida, com palavras desnecessárias, sem a pontuação e a vírgula também atrapalha o texto.

4. Falas do personagem

As falas do personagem, que esteja contexto no conto ou na história, é praticamente obrigatório usar o travessão (atenção: o travessão é a forma correta de mostrar as falas do personagem, e não simplesmente o “-” muitas vezes usado) também é interessante acentuar os detalhes do personagem na sua fala. Sem esquecer da concordância, é claro.

Exemplo: — Eu sinceramente não entendo seus motivos. — Ela olhou atentamente para a garota ao seu lado. — São inúteis.

5. Use o crase de forma correta

Crase é a junção da preposição “a” com o artigo definido “a(s)”, ou ainda da preposição “a” com as iniciais dos pronomes demonstrativos aquela(s), aquele(s), aquilo ou com o pronome relativo a qual (as quais). Graficamente, a fusão das vogais “a” é representada por um acento grave, assinalado no sentido contrário ao acento agudo: à. Como saber se devo empregar a crase? Uma dica é substituir a crase por “ao”, caso essa preposição seja aceita sem prejuízo de sentido, então com certeza há crase. A crase não ocorre: antes de palavras masculinas; antes de verbos, de pronomes pessoais, de nomes de cidade que não utilizam o artigo feminino, da palavra casa quando tem significado do próprio lar, da palavra terra quando tem sentido de solo e de expressões com palavras repetidas (dia a dia).

6. Fale sobre um tema que você conhece

Passou por uma situação que te marcou? Escreva sobre isso. Ama moda? Invista nesse assunto. Se você escreve sobre um tema do qual se dá muito bem, do qual sabe falar sobre o assunto, expressar suas idéias e mostrar um pouco da sua personalidade, foque nele e tente sempre ir melhorando. Se o seu dom é histórias, continue escrevendo-as. Se gosta de textos, dentre outros, escreva sobre os seus sentimentos e experiências. O importante é falar sobre o que você gosta.