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    Livro: A Quimica Que Há Entre Nós

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  • February 17, 2015
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    É o final das minhas férias e eu tô aproveitando esse tempo pra adiantar todas as minhas séries; eu antes tinha todas em dia, mas em 2014 ficou praticamente impossível fazer isso, hehe! Também ouvi vários álbuns interessantes que vou indicar depois pra vocês aqui no blog, e eu ando assistindo alguns filmes legais. Mas hoje quero fazer algumas indicações em especial que valem super à pena.

    Ouça o álbum pelo Spotify aqui

    Não, esse não é o álbum de estréia da Charli XCX, que ganhou conhecimento mundial após o dueto em Fancy com a Iggy. Este já é o terceiro disco da carreira da cantora britânica, e o segundo lançado por uma gravadora. Ele foi lançado em 15 de Dezembro de 2014, e foi considerado o melhor álbum pop do ano pela Rolling Stone e o segundo pela Billboard. Para quem gosta do gênero, ou gosta do estilo da Charli (que adora o conceito dos anos 90) o disco é cheio de músicas agitadas, com letras ótimas e que mostram todo o girl power feminino.

    É para dançar bastante, decorar as músicas e cantar junto bem alto. A cantora tem bastante atitude e personalidade, e isso é demonstrado em cada faixa do disco. Minhas favoritas são: “Sucker” – a primeira faixa -, “London Queen” (sobre viver os seus sonhos em Hollywood), “Gold Coins”, “Doing It”, e “Caught In The Middle.”

    Se você só conhecia Boom Clap até agora, vai ver que a cantora é muito mais do que este hit. Aliás, ela tem muitas outras faixas e o estilo dos dois primeiros álbuns é diferente do Sucker, então vale a pena ouvir também. Na minha opinião, ela é uma das cantoras atuais mais legais que anda tocando nas rádios.

    Gone Girl – 2014 (Dirigido por David Fincher, com Ben Affleck, Rosamund Pike e Neil Patrick Harris no elenco)

    Gente, que filme incrível. Fazia um tempão que eu não assistia algo tão bom assim. Foram praticamente duas horas e meia com os olhos grudados na tela (e se eu roesse as unhas, aposto que não teria mais nenhuma até o final do filme). Garota Exemplar, que é um livro best seller do The New York Times, teve o filme lançado em Outubro do ano passado. Algumas pessoas curtiram o livro, outras não (minha mãe nem um pouco, por exemplo). Enfim, as opiniões ficam super divididas. Mas o fato é que esse filme te deixa extremamente curioso. P.S: Eu não li o livro antes de vê-lo. Essa foi uma das poucas vezes que eu fiz isso.

    Ele mostra o enredo da vida de Amy e o seu marido Nick. Quando eles vão completar cinco anos de casamento, Amy desaparece, deixando o seu marido sem saber o que aconteceu. Ele se torna um dos principais suspeitos da polícia e a mídia cai em cima dele. Alguns acreditam até mesmo que ele possa ter matado a própria mulher. Essa é uma sinopse bem superficial, pois não quero dar spoilers sobre o filme.

    Todo o elenco é muito bom, os diálogos são ótimos, o tema proposto pelo filme… Enfim, eu gostei muito. Indico para vocês verem mesmo. Dá para fazer o download aqui.

    A blogueira maravilhosa Tavi Gevinson

    Você ainda não conhece a Tavi Gevinson? Então, deveria, e rápido! Talvez você já tenha ouvido falar dela há alguns anos atrás, quando Tavi bombou na internet ainda bem nova com o Style Rookie, um blog sobre moda e seu estilo super diferente, quando estava entrando na adolescência. Alguns anos depois, com 18, morando em Nova York, e já tendo trabalhado até mesmo na Broadway com o Michael Cera e feito um filme, ela é dona de um dos blogs – que na verdade é como se fosse uma revista virtual – mais legais do momento: a Rookie Magazine. Os temas que você vai encontrar lá são variados. Feminismo, moda, questões mundiais, ilustrações, sexo, música, histórias, entrevistas (ela já entrevistou até a Lena Dunham e o Morrissey!). Tavi não é a única que escreve; a revista é composta por diversas colaboradoras tão interessantes quanto ela.

    É tudo em inglês, mas se você entende um pouco da língua pode se aventurar lá e ler alguns posts. Eu, como gosto de ir treinando, aproveito pra tentar aprimorar mais lendo o conteúdo do site. O sucesso dela é tanto, que ela foi até capa da NYLON em 2014!

    November 24, 2014
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    Estreou faz alguns dias aqui no Brasil (e no mundo inteiro também, mas antes no nosso país!) A Esperança – Parte 1, penúltimo filme da saga Jogos Vorazes. Eu li todos os livros e quando vi a notícia de que o último seria dividido em duas partes, confesso que não achei tão necessário, porque o último volume é mais lento que os outros, foca mais no psicológico dos personagens e não tem tanta ação. Porém, não dá pra subestimar a equipe e o elenco incrível de Hunger Games, e eles me surpreenderam, conseguindo transformar essa parte do livro que não empolgou tanto assim a minha leitura, em um filme intrigante, e muito bom. Pra não sair do costume, né?

    Depois de ser resgatada do Massacre Quaternário, e descobrir que ela ser salva fazia parte de um plano, Katniss vive agora no Distrito 13 (que ela só descobre depois que existia, quando durante todo esse tempo sua existência era mantida em segredo, todos pensavam que ele havia acabado após ser bombardeado pela capital). Sua mãe, Prim, e Gale também estão lá, assim como Finnick, que conseguiu sair da arena com ela. Porém, a Capital pegou Peeta, Johanna e Annie.

    É nesse filme também que conhecemos a presidente Alma Coin, interpretada super bem pela Julianne Moore (não podíamos esperar menos dela). Alma é quem comanda o Distrito 13 e dá voz também à revolução e a guerra contra Snow. Ela e Plutarch precisam que Katniss seja o tordo. No inicio, ela reluta, principalmente depois de tudo que passou e por que Peeta está com a Capital, sendo preso e torturado, mas ela sabe que precisa fazer isso.

    Um dos temas mais abordados no filme é a manipulação. A capital tenta manipular as pessoas de Panem e de certo modo, Coin também. A sutileza na primeira parte do longa está aqui, mas quem já leu o livro sabe o que rola no final da história. Querendo usar Katniss para ser o tordo, eles também querem tentar passar uma imagem – mesmo não se importando com a instabilidade dela, já que no inicio do filme a personagem ainda está bem traumatizada com os últimos acontecimentos -, e o diretor, Francis Lawrence, consegue dar um tom ainda mais político à história.

    Jennifer Lawrence apresenta uma das suas melhores performances até aqui. Em algumas cenas ela quase não tem falas, mas nem precisa, pois consegue expressar todas as suas emoções só pelo rosto. E são poucos os atores jovens em Hollywood que conseguem convencer tão bem como ela. O mesmo para Josh Hutcherson, que precisa mostrar uma nova faceta do Peeta nesse filme, bem diferente daquela que já havíamos visto. Sam Clafin também convence, e podemos ver um amadurecimento da Prim também (e da atriz).

    O cast é sempre impecável, então não dá pra deixar de dizer que Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks e Philip Seymour brilharam (e muito).

    Destaque também para a música que a Jennifer canta no filme, que faz parte de uma cena super emocionante (e eu estava ansiosa pra ver isso nas telas). E o tema oficial do filme fica por conta da Lorde, inclusive ela apresentou Yelllow Flicker Beat ontem no American Music Awards.

    A parte final estréia no dia 20 de Novembro de 2015. Falta muuuito ainda. Quem aguenta até lá?

    September 29, 2014
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    Maze Runner é uma das maiores apostas para o ano de 2014. E depois de muito aguardo da parte do seu fandom, o filme estreou aqui no Brasil no dia 18 de Setembro. Eu fiquei muito interessada na história e comprei os dois primeiros volumes pelo site da Saraiva, já li o primeiro (vai rolar resenha aqui no blog em breve), eu queria ter postado antes da review do filme, mas acabou não dando tempo. O filme tem o gênero de distopia, ou seja, mostra uma realidade totalmente diferente da que estamos vivendo, um cenário futurístico.

    O protagonista é Thomas (Dylan O’Brien) que vai parar na clareira, um local formado só por garotos. Ele perdeu toda sua memória e a única coisa que se lembra é o seu nome, assim como a maioria dos meninos que estão lá, há muito tempo. No inicio, tudo é totalmente confuso pra ele. Quem o mandou para lá? Quem controla a clareira? E o que o labirinto, tão temido, guarda?

    Todos da clareira não querem se aproximar do labirinto, só os corredores – um seleto grupo de garotos que pode adentrar o local e tentar achar a saída, e com sorte, não encontrar verdugos pelo caminho – mas Thomas, que é curioso, corajoso e sente que já esteve na clareira antes – adentra o labirinto e começa a descobrir coisas que os outros garotos que estavam lá há muito tempo, não faziam nem ideia.

    Como a única personagem feminina da clareira, temos Teresa, interpretada por Kaya Scodelario, conhecida pelo papel em Skins. Quando eu soube que a Kaya estaria no filme, adorei a notícia, pois ela atua super bem e essa seria a chance grande dela de entrar em Hollywood de vez. E ela não decepciona! Teresa e Thomas tem uma ligação, que no inicio ainda é inexplicável para eles, mas ao longo do enredo eles vão descobrir porque sua intuição conhece muito mais do local do que qualquer um dos outros jovens que estão ali. A personagem feminina é forte (parece que finalmente acabou a época das mocinhas sonsas no cinema) e cativa.

    O filme todo é surpreendente, com boas cenas de ação e mistério. Ele te deixa grudado na tela e às 1h54 minutos passaram muito rápido na minha opinião. O filme vai fechar com um gosto incrível de quero mais, acreditem. Adorei a velocidade e a agilidade das cenas. Vale comentar que a continuação já foi confirmada para o ano que vem, na mesma época, já que Maze Runner conquistou primeiro lugar na bilheteria mundial no final de semana de estréia, e até agora já arrecadou 148 milhões de dólares.

    Outro ponto alto do filme é o elenco de peso. Todos os atores estão super bem no papel. Você vai reconhecer alguns rostos, como o britânico Will Poulter, Thomas Brodie-Sangster (quem assiste Game of Thrones conhece!) e Patricia Clarkson. Aml Ameen, Ki Hong Lee, e Blake Cooper também completam o elenco. Nem preciso dizer que o Dylan arrasou como protagonista, né? Eu tinha altas expectativas porque quem assiste Teen Wolf e viu ele como vilão na parte B da terceira temporada, sabe que ele provou como é um ator excelente.

    September 14, 2014
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    Depois que vi o trailer do filme If I Stay, intitulado aqui no Brasil de “Se Eu Ficar” me interessei bastante. O trailer era super emocionante e trazia uma música legal, e como vocês já sabem, eu sou apaixonada por boas trilhas sonoras e ouvi vários elogios a essa. E eu sou fã da Chloe Moretz, acho ela uma ótima atriz. Ela só tem 17 anos, e escolhe super bem os papéis da carreira. Tem muito futuro, na minha opinião. Como protagonista também temos o Jamie Blackley (Adam), e o resto do elenco é composto por Mireille Enos (Kat, a mãe), Joshua Leonard (Denny, o pai), Jakob Davies (Teddy, o irmão) e a Liana Liberato (Kim, a melhor amiga). Já vi filmes com a Liana, acho que ela também é uma atriz bem promissora.

    O filme é baseado no livro de mesmo nome. Ele conta a história de Mia, uma adolescente que toca violino desde pequena, e essa é uma das maiores paixões dela. Mia sempre foi tímida, mais na dela, em uma família com pais meio loucos e bem diferente da sua personalidade. Eles sempre amaram rock e foram jovens que viviam muitas experiências, enquanto ela ama música clássica e não socializa muito. Ou seja, ela sentia que não pertencia muito à nenhum lugar.

    Mas as coisas na sua vida mudam quando ela começa a sair com o Adam, um garoto da sua escola mais velho, que canta em uma banda de rock, já conhece e tem o seu lugar definido no mundo, e também tem uma personalidade bem mais “ousada” do que a de Mia. Ele se aproxima dela aos poucos, e mesmo que no inicio ela resista, por não conseguir se encaixar naquele mundo dele, onde as pessoas não tinham nada a ver com ela, os dois se apaixonam e ela acaba vivendo muitas coisas novas, que nunca nem havia pensado antes. É como se ela começasse, finalmente, a viver no mundo.

    Mia tem o sonho de entrar para a Juilliard, uma das mais consagradas escolas de músicas dos Estados Unidos, mas fica em dúvida de se ela entrar, como o seu relacionamento com o Adam vai ficar, já que os dois acham que um namoro a distância não iria funcionar. Sua vida estava nesse ponto, até que um acidente de carro acontece, atingindo toda a família. Mia consegue sobreviver, mas precisa decidir se vai partir ou ficar. É ela que tem a chance de controlar o que irá acontecer. O filme traz cenas dela tendo que enfrentar a situação e os flahbacks.

    Eu confesso que fui assistir sem muitas expectativas, porque tinha lido críticas do livro em que diziam que a história era um pouco superficial, mas eu achei o filme muito emocionante e bem explorado sim. Os personagens são apresentados de uma ótima forma, que não se torna rasa, nem rápida. Sem falar que o romance de Mia e Adam é lindo e nos faz torcer por eles, e é claro, se emocionar com as cenas de romance. Chloe Moretz está bem no papel, ela encarnou bem a personagem, que ainda é inocente, mas de uma hora pra outra precisa aprender muita coisa e a lutar para viver.

    Os pais dela também são personagens que cativam bastante, e eu aposto que você vai sofrer em algumas partes do filme. A trilha sonora é boa e rolam várias referências musicais, já que música é um dos temas mais presentes no filme, pelo fato de Mia e Adam serem músicos, e o pai dela já ter tido uma banda. Jamie Blackley arrasou no papel de mocinho. Ele tem todas as características de um bom ator que consegue conquistar o público rápido.

    É um filme que nos faz pensar sobre a vida, sobre como tudo pode mudar totalmente de uma hora para outra, e como temos que valorizar momentos especiais, porque eles podem ir embora mais rápido do que a gente imagina. Indico bastante pra ver com as amigas! O filme te envolve bastante.

    August 8, 2014
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    Numa Sexta-Feira (ou seria sábado?) a noite meio tedioso, eu resolvi assistir esse filme clássico, que eu tenho certeza, muitos de vocês já viram. The Breakfast Club (ou Clube dos Cinco) teve lançamento em Fevereiro de 1985 nos Estados Unidos. Dirigido por John Hughes, o filme é rápido (tem 97 minutos) e é um dos mais interessantes que eu já vi sobre o tema high school. Vamos levar em conta que na época (onde ainda não existia liberdade pra falar de muita coisa e os clichês norte-americanos sobre adolescentes eram grandes, ainda mais nos anos 80) ele foi um passo importante na história dos longas e foi um marco de uma geração.

    A história mostra cinco estudantes de uma escola que são obrigados a pegar detenção durante o sábado. Eles são completamente diferentes um do outro, não são nem ao menos amigos, de grupos sociais totalmente distintos. Andy, Brian, John, Claire e Allison tem que passar oito horas juntos na biblioteca. Nenhum deles tem contato um com o outro no início, mas ao longo do enredo eles acabam se envolvendo, e descobrem que todos tem problemas maiores, defeitos e passam por vários dramas.

    Os personagens variam do nerd, da garota estranha, do cara que não quer nada com a vida, da menina popular e do jogador de futebol. Porém, eles fogem dos estereótipos e mostram os conflitos que todos eles tem. Os diálogos são muito legais e os figurinos também me chamaram a atenção, assim como a trilha sonora ótima. Uma das melhores cenas do filme é que todos os personagens contam os motivos pelos quais foram mandados ao castigo, e acabam revelando muita coisa sobre si mesmos. Achei sensacional. E depois fiquei sabendo que 90% das falas ditas nessa cena foram improvisadas pelos atores, que aliás, alcançaram muita fama nos anos 80 e no início dos 90.

    Não deixe de assistir. Como o filme é antigo, ele está disponível pra download em vários sites. Tô a fim de assistir mais alguns do diretor e dos atores também.

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