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    Série: The Defenders

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  • September 29, 2014
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    Maze Runner é uma das maiores apostas para o ano de 2014. E depois de muito aguardo da parte do seu fandom, o filme estreou aqui no Brasil no dia 18 de Setembro. Eu fiquei muito interessada na história e comprei os dois primeiros volumes pelo site da Saraiva, já li o primeiro (vai rolar resenha aqui no blog em breve), eu queria ter postado antes da review do filme, mas acabou não dando tempo. O filme tem o gênero de distopia, ou seja, mostra uma realidade totalmente diferente da que estamos vivendo, um cenário futurístico.

    O protagonista é Thomas (Dylan O’Brien) que vai parar na clareira, um local formado só por garotos. Ele perdeu toda sua memória e a única coisa que se lembra é o seu nome, assim como a maioria dos meninos que estão lá, há muito tempo. No inicio, tudo é totalmente confuso pra ele. Quem o mandou para lá? Quem controla a clareira? E o que o labirinto, tão temido, guarda?

    Todos da clareira não querem se aproximar do labirinto, só os corredores – um seleto grupo de garotos que pode adentrar o local e tentar achar a saída, e com sorte, não encontrar verdugos pelo caminho – mas Thomas, que é curioso, corajoso e sente que já esteve na clareira antes – adentra o labirinto e começa a descobrir coisas que os outros garotos que estavam lá há muito tempo, não faziam nem ideia.

    Como a única personagem feminina da clareira, temos Teresa, interpretada por Kaya Scodelario, conhecida pelo papel em Skins. Quando eu soube que a Kaya estaria no filme, adorei a notícia, pois ela atua super bem e essa seria a chance grande dela de entrar em Hollywood de vez. E ela não decepciona! Teresa e Thomas tem uma ligação, que no inicio ainda é inexplicável para eles, mas ao longo do enredo eles vão descobrir porque sua intuição conhece muito mais do local do que qualquer um dos outros jovens que estão ali. A personagem feminina é forte (parece que finalmente acabou a época das mocinhas sonsas no cinema) e cativa.

    O filme todo é surpreendente, com boas cenas de ação e mistério. Ele te deixa grudado na tela e às 1h54 minutos passaram muito rápido na minha opinião. O filme vai fechar com um gosto incrível de quero mais, acreditem. Adorei a velocidade e a agilidade das cenas. Vale comentar que a continuação já foi confirmada para o ano que vem, na mesma época, já que Maze Runner conquistou primeiro lugar na bilheteria mundial no final de semana de estréia, e até agora já arrecadou 148 milhões de dólares.

    Outro ponto alto do filme é o elenco de peso. Todos os atores estão super bem no papel. Você vai reconhecer alguns rostos, como o britânico Will Poulter, Thomas Brodie-Sangster (quem assiste Game of Thrones conhece!) e Patricia Clarkson. Aml Ameen, Ki Hong Lee, e Blake Cooper também completam o elenco. Nem preciso dizer que o Dylan arrasou como protagonista, né? Eu tinha altas expectativas porque quem assiste Teen Wolf e viu ele como vilão na parte B da terceira temporada, sabe que ele provou como é um ator excelente.

    September 14, 2014
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    Depois que vi o trailer do filme If I Stay, intitulado aqui no Brasil de “Se Eu Ficar” me interessei bastante. O trailer era super emocionante e trazia uma música legal, e como vocês já sabem, eu sou apaixonada por boas trilhas sonoras e ouvi vários elogios a essa. E eu sou fã da Chloe Moretz, acho ela uma ótima atriz. Ela só tem 17 anos, e escolhe super bem os papéis da carreira. Tem muito futuro, na minha opinião. Como protagonista também temos o Jamie Blackley (Adam), e o resto do elenco é composto por Mireille Enos (Kat, a mãe), Joshua Leonard (Denny, o pai), Jakob Davies (Teddy, o irmão) e a Liana Liberato (Kim, a melhor amiga). Já vi filmes com a Liana, acho que ela também é uma atriz bem promissora.

    O filme é baseado no livro de mesmo nome. Ele conta a história de Mia, uma adolescente que toca violino desde pequena, e essa é uma das maiores paixões dela. Mia sempre foi tímida, mais na dela, em uma família com pais meio loucos e bem diferente da sua personalidade. Eles sempre amaram rock e foram jovens que viviam muitas experiências, enquanto ela ama música clássica e não socializa muito. Ou seja, ela sentia que não pertencia muito à nenhum lugar.

    Mas as coisas na sua vida mudam quando ela começa a sair com o Adam, um garoto da sua escola mais velho, que canta em uma banda de rock, já conhece e tem o seu lugar definido no mundo, e também tem uma personalidade bem mais “ousada” do que a de Mia. Ele se aproxima dela aos poucos, e mesmo que no inicio ela resista, por não conseguir se encaixar naquele mundo dele, onde as pessoas não tinham nada a ver com ela, os dois se apaixonam e ela acaba vivendo muitas coisas novas, que nunca nem havia pensado antes. É como se ela começasse, finalmente, a viver no mundo.

    Mia tem o sonho de entrar para a Juilliard, uma das mais consagradas escolas de músicas dos Estados Unidos, mas fica em dúvida de se ela entrar, como o seu relacionamento com o Adam vai ficar, já que os dois acham que um namoro a distância não iria funcionar. Sua vida estava nesse ponto, até que um acidente de carro acontece, atingindo toda a família. Mia consegue sobreviver, mas precisa decidir se vai partir ou ficar. É ela que tem a chance de controlar o que irá acontecer. O filme traz cenas dela tendo que enfrentar a situação e os flahbacks.

    Eu confesso que fui assistir sem muitas expectativas, porque tinha lido críticas do livro em que diziam que a história era um pouco superficial, mas eu achei o filme muito emocionante e bem explorado sim. Os personagens são apresentados de uma ótima forma, que não se torna rasa, nem rápida. Sem falar que o romance de Mia e Adam é lindo e nos faz torcer por eles, e é claro, se emocionar com as cenas de romance. Chloe Moretz está bem no papel, ela encarnou bem a personagem, que ainda é inocente, mas de uma hora pra outra precisa aprender muita coisa e a lutar para viver.

    Os pais dela também são personagens que cativam bastante, e eu aposto que você vai sofrer em algumas partes do filme. A trilha sonora é boa e rolam várias referências musicais, já que música é um dos temas mais presentes no filme, pelo fato de Mia e Adam serem músicos, e o pai dela já ter tido uma banda. Jamie Blackley arrasou no papel de mocinho. Ele tem todas as características de um bom ator que consegue conquistar o público rápido.

    É um filme que nos faz pensar sobre a vida, sobre como tudo pode mudar totalmente de uma hora para outra, e como temos que valorizar momentos especiais, porque eles podem ir embora mais rápido do que a gente imagina. Indico bastante pra ver com as amigas! O filme te envolve bastante.

    August 8, 2014
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    Numa Sexta-Feira (ou seria sábado?) a noite meio tedioso, eu resolvi assistir esse filme clássico, que eu tenho certeza, muitos de vocês já viram. The Breakfast Club (ou Clube dos Cinco) teve lançamento em Fevereiro de 1985 nos Estados Unidos. Dirigido por John Hughes, o filme é rápido (tem 97 minutos) e é um dos mais interessantes que eu já vi sobre o tema high school. Vamos levar em conta que na época (onde ainda não existia liberdade pra falar de muita coisa e os clichês norte-americanos sobre adolescentes eram grandes, ainda mais nos anos 80) ele foi um passo importante na história dos longas e foi um marco de uma geração.

    A história mostra cinco estudantes de uma escola que são obrigados a pegar detenção durante o sábado. Eles são completamente diferentes um do outro, não são nem ao menos amigos, de grupos sociais totalmente distintos. Andy, Brian, John, Claire e Allison tem que passar oito horas juntos na biblioteca. Nenhum deles tem contato um com o outro no início, mas ao longo do enredo eles acabam se envolvendo, e descobrem que todos tem problemas maiores, defeitos e passam por vários dramas.

    Os personagens variam do nerd, da garota estranha, do cara que não quer nada com a vida, da menina popular e do jogador de futebol. Porém, eles fogem dos estereótipos e mostram os conflitos que todos eles tem. Os diálogos são muito legais e os figurinos também me chamaram a atenção, assim como a trilha sonora ótima. Uma das melhores cenas do filme é que todos os personagens contam os motivos pelos quais foram mandados ao castigo, e acabam revelando muita coisa sobre si mesmos. Achei sensacional. E depois fiquei sabendo que 90% das falas ditas nessa cena foram improvisadas pelos atores, que aliás, alcançaram muita fama nos anos 80 e no início dos 90.

    Não deixe de assistir. Como o filme é antigo, ele está disponível pra download em vários sites. Tô a fim de assistir mais alguns do diretor e dos atores também.

    July 28, 2014
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    A ansiedade não acabava mais, e finalmente foi liberado o primeiro (e pequeno) trailer de A Esperança – Parte 1, que já é com certeza um dos filmes mais aguardados de 2014. Grande parte responsável por isso, além da super expectativa dos fãs, é todo o trabalho de marketing que os produtores estão fazendo para divulgar o longa.

    Porém, não havíamos visto Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) em nenhuma das imagens ou vídeos divulgados até agora. Mas finalmente a atriz aparece na cena final do trailer! O filme estréia no Brasil antes dos outros países, em 20 de Novembro.

    July 20, 2014
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    Titulo: Endless Love – Amor Sem Fim (2014)

    Diretor (a): Shana Feste

    Lançamento: Outubro de 2013

    Sinopse: Jade Butterfield (Gabriella Wilde) é uma jovem superprotegida pelos pais, que aparenta ter um futuro brilhante pela frente. Só que ela se apaixona perdidamente por David Elliott (Alex Pettyfer), um jovem mais humilde que tem um passado conturbado. O relacionamento não é aprovado pelo pai de Jade, Hugh (Bruce Greenwood), que recomenda cautela à filha. Ainda assim, ela se entrega de corpo e alma à paixão por David.

    Para quem não sabe, Amor Sem Fim é na verdade uma adaptação de um filme que já havia sido lançado lá em 1981, baseado no livro homônimo de 1979. Eu estava curiosa para ver o filme por causa dos dois protagonistas, o Alex Pettyfer e a Gabriella Wilde, que havia conseguido fazer um bom desempenho em Carrie, A Estranha fazendo par romântico com o Ansel Elgort.

    Se você assistir o trailer do filme, já vai perceber que é um filme com drama, muito romance, açúcar, frases de efeito e cenas pra deixar qualquer garota apaixonada mais inspirada. Mas o longa traz também clichês que nós já vimos diversas vezes: garota rica se apaixona por um menino mais pobre e aparentemente sem muito futuro, e o pai dela quer impedir o namoro de acontecer. História que já virou old faz tempo, né?

    Mas mesmo assim, eu confesso, o filme não deixou de me agradar. Ele só perdeu mais força no final, quando começa a ser muito previsível. Mas a protagonista manda bem, Gabrielle consegue convencer no papel de Jade, uma menina inocente, ingênua, que se formou no high school e tem um futuro grande pela frente, com entrada garantida na Brown, uma das melhores faculdades do país. Ela esteve durante anos por luto, por causa da morte do seu irmão mais velho, Chris, e a família até aquele momento ainda tenta superar o trauma.

    Ela nunca aproveitou a adolescência de verdade, não falava com os colegas, não frequentava festas, era a típica menina que agradava os pais até os extremos e não tinha vontade própria. Até conhecer o David, que é quase o oposto dela. Ele tem personalidade mais forte, é aventureiro, não liga para a opinião dos outros sobre ele ou a família dele, e já viveu muitas experiências. Com esse amor, ela acaba conhecendo um “outro lado” da vida, saindo da mesmice, sem medo de se arriscar.

    O pai dela, é claro, não gosta da relação dos dois, já que a filha antes era super certinha e agora se tornou alguém diferente, com muita mais personalidade, que não aceita tudo que as pessoas impõem a ela. É legal ver esse crescimento da personagem ao longo do enredo, mesmo que o clichê volte a aparecer em muitos momentos (afinal, a gente já viu algo semelhante várias vezes!). Os personagens principais, ao contrário do que li nas críticas, na minha opinião possuem química sim. Não é aquele casal que a gente torce muito, tipo uma Hazel e um Gus vida, mas eles são ok.

    O que merece destaque na minha opinião é a trilha sonora, que está bem presente. Adorei a escolha das músicas e como elas influenciam no andamento das cenas.

    Eu esperava um aprofundamento maior dos personagens, mas acho que a temática do filme não é essa. Afinal, ele é um remake de um clássico de 1981 e os filmes de romance atuais, principalmente os voltados para os jovens, buscam um modo novo de contar a história, já que o público cresce mais e também ficou mais exigente (é por isso que filmes com diálogos bons e um roteiro mais profundo estão ganhando espaço!).

    É aquele filme pra assistir com as amigas, que estão mesmo a fim de ver um romance, cenas amorzinho, apreciar a beleza do Alex Pettyfer, acompanhado de pipoca, chocolate ou sorvete num Sábado tedioso.

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