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    Livro: A Quimica Que Há Entre Nós

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  • July 28, 2014
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    A ansiedade não acabava mais, e finalmente foi liberado o primeiro (e pequeno) trailer de A Esperança – Parte 1, que já é com certeza um dos filmes mais aguardados de 2014. Grande parte responsável por isso, além da super expectativa dos fãs, é todo o trabalho de marketing que os produtores estão fazendo para divulgar o longa.

    Porém, não havíamos visto Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) em nenhuma das imagens ou vídeos divulgados até agora. Mas finalmente a atriz aparece na cena final do trailer! O filme estréia no Brasil antes dos outros países, em 20 de Novembro.

    July 20, 2014
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    Titulo: Endless Love – Amor Sem Fim (2014)

    Diretor (a): Shana Feste

    Lançamento: Outubro de 2013

    Sinopse: Jade Butterfield (Gabriella Wilde) é uma jovem superprotegida pelos pais, que aparenta ter um futuro brilhante pela frente. Só que ela se apaixona perdidamente por David Elliott (Alex Pettyfer), um jovem mais humilde que tem um passado conturbado. O relacionamento não é aprovado pelo pai de Jade, Hugh (Bruce Greenwood), que recomenda cautela à filha. Ainda assim, ela se entrega de corpo e alma à paixão por David.

    Para quem não sabe, Amor Sem Fim é na verdade uma adaptação de um filme que já havia sido lançado lá em 1981, baseado no livro homônimo de 1979. Eu estava curiosa para ver o filme por causa dos dois protagonistas, o Alex Pettyfer e a Gabriella Wilde, que havia conseguido fazer um bom desempenho em Carrie, A Estranha fazendo par romântico com o Ansel Elgort.

    Se você assistir o trailer do filme, já vai perceber que é um filme com drama, muito romance, açúcar, frases de efeito e cenas pra deixar qualquer garota apaixonada mais inspirada. Mas o longa traz também clichês que nós já vimos diversas vezes: garota rica se apaixona por um menino mais pobre e aparentemente sem muito futuro, e o pai dela quer impedir o namoro de acontecer. História que já virou old faz tempo, né?

    Mas mesmo assim, eu confesso, o filme não deixou de me agradar. Ele só perdeu mais força no final, quando começa a ser muito previsível. Mas a protagonista manda bem, Gabrielle consegue convencer no papel de Jade, uma menina inocente, ingênua, que se formou no high school e tem um futuro grande pela frente, com entrada garantida na Brown, uma das melhores faculdades do país. Ela esteve durante anos por luto, por causa da morte do seu irmão mais velho, Chris, e a família até aquele momento ainda tenta superar o trauma.

    Ela nunca aproveitou a adolescência de verdade, não falava com os colegas, não frequentava festas, era a típica menina que agradava os pais até os extremos e não tinha vontade própria. Até conhecer o David, que é quase o oposto dela. Ele tem personalidade mais forte, é aventureiro, não liga para a opinião dos outros sobre ele ou a família dele, e já viveu muitas experiências. Com esse amor, ela acaba conhecendo um “outro lado” da vida, saindo da mesmice, sem medo de se arriscar.

    O pai dela, é claro, não gosta da relação dos dois, já que a filha antes era super certinha e agora se tornou alguém diferente, com muita mais personalidade, que não aceita tudo que as pessoas impõem a ela. É legal ver esse crescimento da personagem ao longo do enredo, mesmo que o clichê volte a aparecer em muitos momentos (afinal, a gente já viu algo semelhante várias vezes!). Os personagens principais, ao contrário do que li nas críticas, na minha opinião possuem química sim. Não é aquele casal que a gente torce muito, tipo uma Hazel e um Gus vida, mas eles são ok.

    O que merece destaque na minha opinião é a trilha sonora, que está bem presente. Adorei a escolha das músicas e como elas influenciam no andamento das cenas.

    Eu esperava um aprofundamento maior dos personagens, mas acho que a temática do filme não é essa. Afinal, ele é um remake de um clássico de 1981 e os filmes de romance atuais, principalmente os voltados para os jovens, buscam um modo novo de contar a história, já que o público cresce mais e também ficou mais exigente (é por isso que filmes com diálogos bons e um roteiro mais profundo estão ganhando espaço!).

    É aquele filme pra assistir com as amigas, que estão mesmo a fim de ver um romance, cenas amorzinho, apreciar a beleza do Alex Pettyfer, acompanhado de pipoca, chocolate ou sorvete num Sábado tedioso.

    July 14, 2014
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    Pra quem ainda está de férias e tem um tempinho de sobra é hora de ir ao cinema. Esse mês de julho está recheado de novidades na tela cinematográfica e são bons filmes que fica difícil escolher qual assistir. Fizemos uma lista com alguns dos muitos filmes que estreiam esse mês.

    • Aviões 2 – Heróis do Fogo ao Resgate

    Para quem gosta de animações essa é uma ótima dica. Dusty descobre que seu motor está severamente danificado e nunca mais poderá participar de corridas. Após algumas adaptações ele acaba realocado na brigada aérea de incêndio, onde conhece o veterano helicóptero Blade Ranger e a equipe terrestre conhecida como The Smokejumpers. Enfrentando o fogo diariamente, Dusty finalmente entende o significado da palavra “herói”.

    • Branco como a Neve

    Nas montanhas da Turquia, Hasan (Hakan Korkmaz), de nove anos, cuida de seus dois irmãos mais novos enquanto sua mãe trabalha diariamente numa cidade distante. Com seu pai preso e a família passando por dificuldades, ele ajuda na renda vendendo bebida para viajantes que passam pela região. Em um dia de inverno, sob forte neve, Hasan faz uma longa viagem até uma casa de chá para tentar vender bebidas, mas na volta, faminto e exausto, acaba se perdendo nas florestas.

    • O Teorema Zero

    Qohen Leth (Christoph Waltz) , um habilidoso hacker de computador vive em uma constante crise existencial. Ele é instruído por uma empresa fantasma chamada “Management”, para resolver o enigma do “Teorema Zero”, uma fórmula matemática que determinará a razão da existência dos homens e se a vida possui algum sentido. Obcecado por essa missão, ele encontra obstáculos que interrompem seu trabalho. Qohen espera por um telefonema que contém todas as respostas que ele procura.

    • Transformers: A Era da Extinção

    Alguns anos após o grande confronto entre Autobots e Decepticons em Chicago, os gigantescos robôs alienígenas desapareceram. Eles são atualmente caçados pelos humanos, que não desejam passar por apuros novamente. Quando Cade (Mark Wahlberg) encontra um caminhão abandonado, ele jamais poderia imaginar que o veículo é na verdade Optimus Prime, o líder dos Autobots. Muito menos que, ao ajudar a trazê-lo de volta à vida, Cade e sua filha Tessa (Nicola Peltz) entrariam na mira das autoridades americanas.

    • Amar, Beber e Cantar

    O boato de que o amigo George está gravemente doente e tem apenas mais alguns meses de vida abala um grupo de teatro amador que tenta ensaiar uma nova peça.

    • Planeta dos Macacos: O Confronto

    Quinze anos após a conquista da liberdade, César (Andy Serkis) e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, para que possam se manter. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório, chamado vírus símio. Diante disto, um grupo de sobreviventes liderado por Dreyfus (Gary Oldman) deseja atacar os macacos para usá-los como cobaias na busca por uma vacina. Só que Malcolm (Jason Clarke), que conhece bem como os macacos vivem por ter conquistado a confiança de César, deseja impedir que o confronto aconteça.

    July 9, 2014
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    A ansiedade para os últimos dois filmes da saga Jogos Vorazes só aumentam, ainda mais com os teasers que estão sendo liberados nos últimos dias de divulgação de A Esperança – Parte 1, que chega aos cinemas em Novembro deste ano. A produção do filme está de parabéns, pois na minha opinião foi uma ideia genial divulgar pequenos trailers como se nós estivéssemos acompanhando as coisas da Capital também.

    Além disso, A Capital ganhou um site oficial e por lá você pode acompanhar as novidades que irão saindo do longa.

    #TheMockingjayLives

    June 22, 2014
    postado por

    Hoje vou trazer pra vocês a minha opinião sobre os dois últimos filmes que eu assisti no cinema: A Culpa É Das Estrelas (do qual eu já trouxe a resenha do livro aqui em 2012) e de Malévola, estrelado pela Angelina Jolie e Elle Fanning, que eu estava também bem ansiosa para assistir.

    The Fault In Our Stars

    Acho que todo mundo já ouviu falar 500 vezes do filme e do livro, né? Bom, a minha vontade de assistir era muito grande, principalmente porque eu amo o John Green de paixão e esperava uma ótima adaptação para os cinemas. E minhas expectativas eram altas porque eu adoro o trabalho da Shailene Woodley. Já vi outros filmes dela, e acho a atuação dela incrível, ela parece que entra na pele dos personagens naturalmente. Fui assistir na estréia.

    O filme correspondeu tudo o que eu esperava dele. Possui uma carga emocional forte, que nas telas do cinema ficou ainda maior que no livro, e os personagens te encantam, e acho que justamente por causa dos atores, que estão muito confortáveis no papel. O Ansel É o Gus, não tem jeito. Acho que agora, eu não consigo imaginar outro ator interpretando-o tão bem. O mesmo para o Nat Wolff, que aposto, terá uma carreira notável pela frente (eu amei o fato dele ter sido escolhido para interpretar o Quentin no filme de Cidades de Papel!) e a Hazel ficou exatamente do jeito que eu imaginava.

    Não cheguei a chorar no filme inteiro, mas as lágrimas começaram quando Isaac diz que não quer ver um mundo sem o Gus. Dai, foi choro até o final do longa. Ele é sensível, bonito, e retrata o câncer de forma desmistificada, fugindo dos clichês Hollywoodianos e sem tantos dramas. Destaque para a trilha sonora (você pode fazer o download aqui) eu acho que a escolha das músicas é muito importante e amei todas as que estão no filme e no CD. Imaginem a minha emoção quando começou a tocar Jake Bugg? E Birdy também!

    O único ponto que me irritou, mas que não foi no filme em si, é o fato de que a sessão estava lotada de pessoas que falavam O TEMPO INTEIRO, a menina do meu lado em cinco minutos de filme (é sério!) começou a chorar bem alto, dizendo que “não tava preparada pra isso” como assim gente sem falar naquelas que queriam falar os quotes junto com os atores, não ficavam quietas, e insistiam em fungar em todas as cenas. Em algumas, eu nem consegui prestar muito a atenção, de tanto que era o incômodo. Por isso, quero ver de novo numa sessão bem tarde ou no conforto do meu sofá mesmo pelo computador.

    Malévola

    O grande nome do filme é a Angelina Jolie, obviamente. E logo depois, vem a Elle Fanning, que vem despontando no cenário cinematográfico nos últimos anos e ganhando elogios pela sua atuação. O que me interessou no filme era essa ideia de mudar os padrões da Disney. Em várias críticas, eu li que o longa fazia várias alterações na história e mostrava a história por trás da vilã Malévola. O legal é que aqui eles mostram que o mundo não é dividido em bons e maus especificamente. Todo mundo comete erros, mas também toma boas atitudes.

    Descobrimos por quê a maldição na princesa Aurora foi feita. E também que o rei não era bem o que nós pensávamos. Angelina se dá muito bem no papel e na caracterização dele. Ela convence muito e é quem rouba o espaço em todas as cenas. Elle Fanning também atua bem e passa toda essa ingenuidade extrema da personagem, e o modo delicado dela. Eu só queria ver um pouco mais de atitude na Aurora, mas isso nós vemos de sobra na Malévola.

    Só o que não me convenceu muito foram as três fadas, que cuidam da princesa enquanto ela cresce no filme original também. Elas não ganharam muito a minha simpatia, sabe? Na versão animada elas eram mais divertidas. E eu acho que outros pontos deveriam ter sido explorados, como a Aurora descobrir que o seu pai fez muitas coisas erradas, e a relação dela com o príncipe que ficou rasa, mas eu entendo que a proposta aqui não era colocar um romance.

    No mais, eu gostei bastante e achei que o clima mais dark ficou perfeito. Achei até engraçado ter algumas crianças muito novas na sala, mas é que o nome “Disney” já faz todo mundo pensar que é um filme fofo sobre castelos e contos de fada. É muito legal ver que no cinema, as personagens femininas estão se destacando muito mais, ganhando atenção e o público se cativa com um enredo mais realista. Afinal, essa história do cavalo branco já está muito old.

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