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    Livro: Siga Os Balões

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  • February 16, 2015
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    Título: Maze Runner  – Prova de Fogo

    Autor (a): James Dashner

    Editora: V&R Editoras

    Preço Sugerido: R$23,90

    Sinopse: Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um meio ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo. Calor causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e um ar irrespirável – no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos – cada passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem avisar. Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos, mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.

    Eu li o primeiro livro da série perto do filme estrear – em Outubro de 2014 – e como eu havia comprado o volume 1 e o 2 juntos no site da Saraiva, agora no final das férias arrumei um tempo para ler o Scorch Trials, ou em título brasileiro, Prova de Fogo. Nesta continuação, após apenas alguns dos clareanos e Thomas conseguirem escapar do terrível labirinto, o pior ainda estava guardado para eles. O CRUEL – algo que ainda é misterioso para eles, e os  responsáveis por terem os feito passar por tudo aquilo – os coloca na segunda fase do experimento, a etapa 2.

    Nesta nova situação que eles serão obrigados a enfrentar, às emoções dos personagens ficam ainda mais constantes, assim como o suspense no livro, que aumenta consideravelmente. Vários personagens novos também são adicionados, como o grupo B, que também passou pela experiência do labirinto. A diferença é que este grupo é composto todo por garotas, o contrário do grupo A. Conhecemos também os Cranks, que são as pessoas que também foram enviados pelo CRUEL para o deserto, e que já estão contaminados pelo Fulgor, a doença que disseminou toda a população mundial. Aos poucos, o contaminado corre o risco de ficar louco, insano e perder completamente o controle do seu lado humano, se não usar a cura.

    Logo de inicio Teresa e Thomas, que possuem uma ligação forte (além da telepatia) são separados. Isso é o necessário para deixar o personagem nervoso, já que os dois aprenderam a lidar com quase tudo juntos. Porém, ele se aproxima ainda mais de Newt (meu personagem favorito) e Minho. E Thomas também tem que superar a raiva que ainda está sentindo pela morte de um dos seus melhores amigos, o Chuck.

    Muitos momentos de tirar o fôlego e surpreendentes acontecem. Além de estarem sem água, comida, ou abrigo, eles precisam explorar o deserto e tem somente quinze dias até chegar em um local determinado pelo CRUEL, para conseguir a suposta cura do fulgor e estarem à salvo. Mas é claro que surgem várias surpresas pelo caminho. Thomas também conhece Brenda, uma crank que ainda não foi dominada completamente pela doença, e que vai se tornar uma nova amiga para ele.

    Finalmente temos algumas respostas, mas muitas outras surgem durante a leitura. Eu pessoalmente achei o Prova de Fogo bem melhor que o Correr ou Morrer. Ele é mais intenso, emocionante, e eu também li bem mais rápido (em dois dias, o outro demorou mais de uma semana!). O livro tem um final angustiante e eu já quero comprar logo o volume 3, e também o último. Espero que o autor capriche no final pra justificar tanta coisa que rolou sem motivos aparentes nos dois primeiros livros.

    Ah, e a adaptação cinematográfica do Scorch Trials vai ser lançada em 17 de Setembro aqui no Brasil.

    January 30, 2015
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    Título: O Doador de Memórias

    Autor (a): Lois Lowry

    Editora: Arqueiro

    Preço Sugerido: R$16,10

    Sinopse: A premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína. Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente – o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente. Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis. Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo
    nunca mais será o mesmo.

    Para quem não sabe, esse livro foi originalmente publicado em 1993. E a adaptação de Hollywood da história foi lançada ano passado (aquela que tem até a Taylor Swift no elenco). A minha prima ganhou de presente e eu peguei para lê-lo antes da viagem acabar. A história traz o tema de distopia – que nunca esteve tão em alta ultimamente – mas na minha opinião aqui o autor já ganha vários pontos por trazer uma história bem original, antes de tantas séries de distopia terem sido lançadas, como nos dias de hoje.

    O protagonista é Jonas, um menino de 12 anos, que vive em uma comunidade utópica. Todos os seres humanos de lá foram de alguma forma modificados. Eles não tem profundidade nos seus sentimentos e uma suposta paz está instaurada. Ou seja, não existe mais guerra. Não há ciúmes, inveja, competição, e nem amor de verdade. Ou música, cores. Ou seja, eles não possuem sensações, veem o mundo apenas de uma forma simples, como se fosse no preto e branco.

    Cada jovem e adulto é dividido em áreas diferentes para se trabalhar, onde acham que eles se enquadram mais, no que levam aptidão para fazer. Alguns cuidam dos idosos, outras mulheres tem os filhos (cada marido e esposa só tem direito há dois filhos, uma menina e um menino, que não são deles realmente). O papel mais importante é o de Doador, uma pessoa que só é escolhida anos após muitos anos, e é o cargo máximo na comunidade. O Doador fica responsável por receber as lembranças para que um equilíbrio exista nessa nova sociedade. Porém, ele tem acesso à tudo que os outros não tem (sensações, senso de justiça, emoções, cores, etc).

    Quando completa 12, Jonas já sabe que o que ele fará pelo resto da vida será escolhido em uma das cerimônias que acontecem todos os anos. Mas para a sua surpresa maior, ele é o escolhido como o próximo Doador, o que o pega desprevenido, já que isso nem havia passado pela sua cabeça. A partir dai, ele será ensinado pelo novo Doador tudo o que precisa saber. E é uma tarefa difícil, no qual ele precisa receber também o sofrimento e conhecer todos os lados da vida. Antes, era tudo simples.

    A história vai se desenvolvendo e ele descobre que a sua comunidade não é a única. Há outra em que as pessoas podem ser como ele. Então, ele precisa ir em busca deles e durante o enredo descobre que nada do que ele vivia era tão perfeito como parecia. Muitas pessoas – inclusive os seus pais – guardavam segredos.

    O livro acaba sem ter exatamente um final. Eu pesquisei, e não tinha achado uma continuação da história, até ver que “A Escolhida” era uma suposta sequencia, mas vários blogs afirmaram nas resenhas que não é exatamente isso. Dai fiquei na dúvida. A história me interessou bastante a partir da metade. Aliás, ela é muito rápida de ler. São só 192 páginas, quem lê rápido consegue devorar tudo em um dia (ou dois, que foi o meu caso).

    Também fiquei sabendo que o livro é mega popular nos EUA, inclusive os adolescentes tem que lê-lo no ensino médio. Eu gostei bastante e indico pra quem quer matar o tempo nas férias. A escrita dele é ágil, bem fácil de ler também (não cansa!) e empolga o leitor.

    January 28, 2015
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    Título: Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos (Volume 1)

    Autor (a): Cassandra Clare

    Editora: Galera Record

    Preço Sugerido: R$17,70 aqui

    Sinopse: Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

    CONTÉM SPOILERS!

    Podem me chamar de atrasada, eu sei! Cidade dos Ossos é um livro bem famoso da literatura juvenil e quase todo mundo que é apaixonado por livros já conferiu, mas eu demorei um tempão pra começar a lê-lo de fato. Nas minhas férias no RJ, minha prima tinha ele e eu resolvi finalmente começar essa leitura (e eu tinha expectativas altas, já que sempre vi que a série tem uma legião enorme de fãs).

    A protagonista é Clarissa Fray, uma menina de 15 anos (quase completando 16) que vê a sua vida mudar de uma hora para à outra em uma noite, quando ela vai em uma boate famosa de Nova York com o seu melhor amigo, o Simon. Clary testemunha um crime, que foi praticado por três jovens vestidos de preto, misteriosos. Porém, ela é a única que enxerga tudo isso. Mais ninguém – além dela – consegue ver Jace, Alec e Isabelle, que são Caçadores das Sombras. E em teoria, Clary – que seria uma mundana – não poderia vê-los.

    É a partir deste momento que ela vai conhecer um mundo que nem sabia que existia, e também irá começar a questionar muitas coisas da sua vida, como o fato de sua mãe ser sempre misteriosa, não contando nenhum detalhe sobre a identidade do pai dela. Clary começa a ter conhecimento do fato de que lobisomens, vampiros, feiticeiros e outras criaturas sobrenaturais existem. O livro é repleto de ação, por mais que alguns capítulos sejam com vários diálogos e acontecimentos um pouco mais lentos, há bastante trechos de tirar o fôlego do leitor.

    Com o tempo, ela descobre que também é uma Caçadora das Sombras e que isso está no seu sangue; por mais que ela nunca tenha se imaginado matando nenhum demônio. Como já era esperado, um dos personagens que eu mais gostei foi o Jace, que é sarcástico, engraçado, e aqueles personagens bad boys que as autoras colocam nas séries e todo mundo ama. Também gostei do Simon, que é aquele melhor amigo apaixonado pela protagonista, que está sempre tentando ganhar a atenção dela. O livro contém clichês grandes (que sempre aparecem em muitos livros jovens) mas lembrando que ele foi lançado em 2007. Eu só fui ler agora em 2015, depois de já ter visto algumas dessas características em muitos outros livros, por isso que isso me incomodou mais.

    A mitologia me agradou. Adoro histórias com coisas sobrenaturais, que exploram outros cenários. É quase sempre uma garantia que o livro vai prender a sua atenção. Eu só achei o desfecho meio confuso (sabe quando você sente que acontece tudo meio rápido demais e fica um pouco perdido?) mas como tem continuação, é bem justificável. Eu vou querer ler o volume 2 sim, gostei da história no geral. Na livraria os preços estão bem caros (em torno de 40 reais) mas pela internet não passa de 28 reais.

    Ah, vou assistir o filme nesse final de semana! Indico pra quem tá a fim de ler um livro com esses elementos que eu citei acima (e esteja preparado para embarcar numa série grande, porque já dei uma olhada e vi que tem vários volumes).

    January 27, 2015
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    Gente, eu tô viva sim! Sei que fiquei quase duas semanas sem postar nada no blog, mas é que eu fui para o Rio de Janeiro e fiquei totalmente sem wifi. Até tentei achar um onde eu estava, mas não consegui, então não consegui postar. Mas tenho várias coisas preparadas que atualizarei já nesta semana. E desculpem mesmo pelo sumiço!

    Título: Anexos

    Autora: Rainbow Rowell

    Editora: Novo Século

    Preço Sugerido: R$16,90 no site da Saraiva

    Sinopse: Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder sabem que alguém está monitorando seus e-mails de trabalho. (Todo mundo na redação sabe. É política da empresa.) Mas elas não conseguem levar isso tão a sério, e continuam trocando e-mails intermináveis e infinitamente hilariantes, discutindo cada aspecto de suas vidas. Enquanto isso, Lincoln O’Neill não consegue acreditar que este é agora o seu trabalho – ler os e-mails de outras pessoas. Quando ele se candidatou para ser “agente de segurança da internet”, se imaginou construindo firewalls e desmascarando hackers – e não escrevendo um relatório toda vez que uma mensagem esportiva vinha acompanhada de uma piada suja. Quando Lincoln se depara com as mensagens de Beth e Jennifer, ele sabe que deveria denunciá-las. Mas ele não consegue deixar de se divertir e se cativar por suas histórias. No momento em que Lincoln percebe que está se apaixonado por Beth, é tarde demais para se apresentar. Afinal, o que ele diria…?

    Esse é o terceiro livro que eu li da Rainbow, logo depois do Fangirl. Ele é narrado por um protagonista masculino, o Lincoln, que tem 28 anos (se não me engano) e se encontra meio perdido sobre o rumo da sua vida. Ele ainda mora com a mãe, não tem tantos amigos, e guarda memórias da sua ex-namorada – a Sam – da época em que ele ainda estava na faculdade. Sem um emprego que goste muito, ele trabalha de madrugada, numa redação, onde é o responsável por monitorar os e-mails dos jornalistas (o livro se passa em 1999, então essa prática ainda era super comum).

    A sua vida continua bem pacata, até ele tornar um hábito o fato de sempre ler os e-mails engraçados, sarcásticos e cheios de confissões de duas melhores amigas da empresa: Beth e Jennifer. Ele não sabe quem elas são pessoalmente, mas fica cada vez mais curioso para ler o que elas conversam entre si. Lincoln até tenta acabar com isso, e adverti-las sobre o fato de estarem infringindo as regras da empresa (que não permite mais conversa entre os funcionários por e-mail sem ser sobre o trabalho e agora possui um filtro de conteúdo impróprio, monitorando tudo o que quem trabalha lá conversa pela caixa de entrada) mas ele acaba evitando isso cada vez mais, até sentir que está começando a conhecer as duas, mesmo que virtualmente.

    Beth é crítica de cinema, então rola várias referências sobre filmes e músicas também (o que já era de se esperar, essa é uma característica muito legal da Rainbow que ela mantém em todos os seus livros) e a gente pode perceber que essa história de stalkear já existia com bastante força, mesmo na época em que as redes sociais ainda nem tinham nascido direito. Lincoln acaba se apaixonando, meio sem querer, por Beth. Ele não sabe como é a sua aparência física, mas sente que conhece bastante ela pelo que lê dos seus e-mails.

    Além do protagonista, também acontece um desenvolvimento interessante por parte dos outros personagens. A mãe dele é super protetora – mesmo que ele já esteja quase com 30 anos! – e Lincoln, no decorrer do enredo, tem que começar a crescer de verdade e sair da zona de conforto dele. Ele compra o seu primeiro apartamento, passa a morar sozinho, a ter alguns amigos e ter coragem para se aproximar da Beth. O desenvolvimento do romance deles só rola mais para o final, mas eu torci pelo casal. E o livro traz a proposta de que é possível se apaixonar por alguém pelo que a pessoa verdadeiramente é, e não pelo que ela parece.

    Beth, aliás, já viu ele na empresa e inclusive se interessa pelo Lincoln, mas sem saber que ele secretamente lê os seus e-mails. Eu adorei a amizade dela com a Jennifer também. O livro é gostoso de ler, passa rápido, é divertido e também uma boa indicação de leitura para as férias. Mas eu confesso que achei o Eleanor & Park e o Fangirl beem melhores! Eles me conquistaram mais (talvez pelos personagens serem jovens, então é bem mais fácil se identificar). Mas é questão de opinião, porque a minha prima leu e gostou igualmente também do Anexos.

    Lembrando que esse é o primeiro livro da autora; eu acho que ela se desenvolveu muito mais como escritora posteriormente, e focou mais no público jovem. Mas a sua estréia não deixa a desejar. Eu indico pra quem curtiu os outros dois livros dela. E eu mal posso esperar para lançarem outro dela aqui no Brasil (já é uma das minhas autoras favoritas).

    January 3, 2015
    postado por

    Se você é daquelas pessoas que, como eu, passam vários dias das férias sem fazer absolutamente nada, bem vindo ao clube. Eu fiz tantas coisas nesse ano, foi tanta correria, que a única vez que eu sai de casa foi pra ir na praia uma vez (eu sei que é meio loucura, mas sou preguiçosa) então eu passo a maior parte do tempo vendo séries, no Tumblr, lendo (a autora escolhida das férias é a Rainbow Rowell) e eu vim trazer algumas dicas pra vocês se entreterem nesses dias. É tudo simples, então, não precisa nem se mexer da cadeira pra fazer nada.

    Livros

    Fazendo Meu Filme – Paula Pimenta: Surpreendentemente, ainda tem muitas pessoas que não leram essa história incrível que é uma das mais famosas do Brasil. Fani, uma adolescente que é apaixonada por filmes, passa por muitas experiências nos quatro livros da série. Ela faz um intercâmbio para a Inglaterra, começa a namorar o melhor amigo, depois embarca para fazer faculdade nos EUA… E o legal é que tem uma edição linda com todos os volumes, em capa dura, e até uma de quadrinhos. Não tem mais desculpa pra não ler!

    Eleanor & Park – Rainbow Rowell: Gosta de livros diferentes e que fogem do clichê? Então prepare a caixa de lencinhos e leia Eleanor & Park, o melhor livro (na minha opinião) da autora Rainbow Rowell. Cheio de referências musicais, ele se passa nos anos 80 e mostra o primeiro amor de Eleanor e Park, dois jovens bem diferentes, com vidas totalmente distintas, que começam um relacionamento meio confuso. A história é muito emocionante.

    Will & Will – John Green e David Levithan: Já faz três anos que o John Green não escreve um livro, como ele mesmo afirmou no Twitter, e só eu acho que precisamos desesperadamente de um novo? A maioria da galera ainda não leu Will & Will, que é um livro em parceria com o David Levithan – outro autor incrível, aliás – que fala sobre dois personagens chamados Will Grayson, mas eles não tem nada a ver um com o outro, e o desenrolar da história é bem interessante.

    Séries

    My Mad Fat Diary – UK: Se você ainda não assistiu essa série, dá tempo! O meu 2015 já valeu só pela terceira temporada, que ainda não havia sido anunciada, ter sido finalmente confirmada. O hiatus dura um tempão (normalmente séries britânicas são assim) mas vale muito a pena. MMFD é honesta, emocional, e tem uma trilha sonora maravilhosa. A protagonista é Rae, uma menina que tem problemas psicológicos, e durante a série ela tem que superar eles, e os seus novos amigos a ajudam bastante; um dos pontos altos também é o Finn, provavelmente o melhor personagem masculino já criado na televisão britânica (ok, posso ter exagerado) e que se apaixona pela Rae.

    Red Band Society – US: Eu ando preferindo séries que mostram temas mais reais, e Red Band Society mostra a vida de vários jovens em um hospital da Califórnia. Alguns tem câncer, outros anorexia, enfim, todos enfrentam uma doença séria e correm risco de vida. E eles tem que escolher um jeito de lidar com tudo isso, ao mesmo tempo que querem aproveitar a vida e precisam aprender a se relacionar entre si no hospital, já que eles passam a maior parte do tempo lá.

    Faking It – US: Se você quer mais é rir nas férias e assistir séries com temas mais leves, Faking It é a melhor pedida. Produzida pela MTV, a primeira temporada mostrou duas melhores amigas – Amy e Karma – que fingiam ser lésbicas na escola, mas o problema é que a Amy acabou se apaixonando. Na segunda, muita coisa acontece no desenrolar da história e os episódios que são curtos – só tem 20 minutos – te garantem algumas gargalhadas. P.S: A Amy é a melhor personagem.

    Música

    Os links vão direto pro Spotify, onde você pode ouvir os álbuns completos. Se você quiser ouvir no programa, é só jogar o link na barra de pesquisa.

    Echosmith – Talking Dreams: Echosmith é uma banda norte-americana da Califórnia. Todos os integrantes são bem novos (e irmãos), a vocalista, Sydney por exemplo, tem só 17 (!) e eles já lançaram o álbum debut da banda, que foi super bem nas paradas. O single “Cool Kids” alcançou ótimas posições na Billboard Hot 100, o que fez eles despontarem cada vez mais. O álbum de estréia é muito bom, e o som deles é um indie pop. As minhas favoritas são “March Into The Sun” e “Tell Her You Love Her.”

    LIVESOS – 5 Seconds Of Summer: Não fez nem um ano que os australianos do 5SOS lançaram o primeiro álbum, mas em Dezembro eles já lançaram um live, gravado em diversos shows que os meninos fizeram no decorrer do último ano. Eu amei o CD (se bem que sou suspeita pra falar), e muita gente diz que prefere eles ao vivo, e dá pra sentir super bem a energia do público. Minhas favoritas? Disconnected, She Looks So Perfect (que ganha uma versão beem mais legal live), End Up Here e o cover de Teenage Dream da Katy.

    Infinity EP – Against The Current: É muito amor por essa banda <3 Se você ainda não conhece o Against The Current, do qual eu falei aqui, não perca tempo e vá ouvir o EP da banda, que é composto por 5 músicas bem animadas, cheias de energia e com letras sensacionais. Sem falar que é quase impossível não se encantar pela atitude da vocalista, a Chrissy Costanza, que além de cantar muito bem também é bem estilosa. As que eu mais gosto é “Closer, Faster” e “Another You (Another Way).”

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