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    Looks, Moda

    Os sapatos queridinhos do inverno

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    Playlist: Junho

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    Moda, Tendência

    Tendência: Óculos vintage e cat eye

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    Comportamento, Textos

    Para todas as almas perdidas

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  • Fevereiro 6, 2018
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    Moda sempre foi, e provavelmente será, uma das minhas coisas favoritas no mundo. Todo ano eu tento descobrir peças e visuais que me façam me sentir mais eu: seja me descobrindo melhor ou expressando o meu estado de espírito por meio das roupas (o que eu gosto muito de fazer). A inspiração vem de todo lugar: pinterest, personagens de TV, blogs, e garotas que tenham estilos que eu admiro.

    Design sem nome

    Vic Hollo é uma das minhas maiores inspirações fashion. Já faz alguns anos que eu acompanho-a na internet, e durante os anos o estilo dela só ficou ainda mais legal. O mais interessante da Vic é que ela mistura peças básicas com algumas chave, como a  jaqueta de couro e um cinto que marque a cintura (como na primeira foto). Nos pés, ela sempre aparece com plataformas e botinhas. A cor mais presente no seu visual é o preto, mas isso não significa que ela não inove, com looks total white.

    A moda sempre esteve presente em sua vida. Victoria é estilista da C&A na linha infantil, e no seu canal de Youtube fez um vídeo bem interessante sobre o seu trabalho como estilista. 


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    Hannah Louise é britânica e mora em Londres. Blogueira há alguns anos, o seu estilo vai do roqueiro ao mais delicado rapidamente. Mesmo que as peças que ela use sejam bem femininas (como vestido e saias), ela sempre adiciona um acessório ou peça que dão um ar mais gótico (como o sapato oxford, as saias pretas e o famoso Dr Martens). No blog dela é possível conferir bastante sobre o seu estilo pessoal. Nos looks invernais, ela usa muito o faux fur coat. Já que no Brasil é mais difícil nós encararmos temperaturas frias, vale se inspirar nas roupas de verão dela (também!).


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    Sophia Rosemary começou a postar os seus looks no Instagram, e o sucesso foi tanto que ela criou o seu próprio site, para compartilhar mais sobre o seu amor por brechós, roupas vintage e moda. Vivendo em Manchester, ela possui um estilo que aposta em cores vibrantes, vestidos floridos e muitos sapatos delicados (nos seus looks de calor). Já no inverno, ela é fã de suéteres com estampas coloridas, pant court e botas fechadas. Ah, eu já reparei também que ela é fiel aos jeans da Levi’s, que marcam presença nas suas fotos.


    Novembro 17, 2017
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    A proposta desse post é trazer ideias de roupas para o verão que sejam práticas e fáceis de se inspirar. A estação só começa oficialmente em Dezembro, mas na maioria do Brasil as temperaturas estão aumentando. Dá para confessar que nos dias mais quentes dá uma preguiça enorme de se arrumar (a vontade é de pegar a primeira roupa que achar e pronto!), mas é possível usar um look legal sem muito esforço!

    Design sem nomeNikki S, Joy Li, e Karina Vartanovy

    Design sem nome-3Vera Vonk, Melody Jacob e Carina Gonçalves

    Design sem nome-2Magdalena Scierska, Kareva Daria e Anna Jaroszewska

    Design sem nome Lavie Deboite, Claudia Hi e Pamela

    Outubro 8, 2017
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    Eu já falei sobre a série norueguesa Skam algumas vezes no blog (aqui e aqui), e além de ser a minha série favorita, ela também se tornou uma inspiração de moda para mim (e a maioria dos fãs que assistem). Cada personagem possui o seu próprio estilo, e diferente das produções norte-americanas, as roupas deles são estilos que a gente pode facilmente encontrar em lojas de departamento. Nos episódios, os personagens repetem os looks o tempo inteiro (nada mais justo do que ser igual à vida real), e suas personalidades são refletidas em cada roupa que escolhem.

    Um dos estilos mais legais é o da Noora, personagem feminina representada pelo batom vermelho e pelas blusas de listras. Durante o decorrer dos episódios, ela encantou todo mundo que assistia e o seu estilo ganhou adeptos na Escandinávia. Já que a série se passa na Noruega, muitas das roupas dela são de frio, mas dá para adaptar bem ao nosso dia-dia de calor aqui no Brasil.

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    A blusa de botão é a peça que a personagem mais usa. Fáceis de achar e de combinar, ela normalmente usa com o mom jeans, aquele de cintura alta, e de lavagem clara. Os seus looks são básicos e monocromáticos, sempre combinando cores como o branco, o azul e o vermelho. E a estampa favorita de Noora são as listras.

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    As camisetas e suéteres apresentam um papel importante nos looks. Enquanto as outras peças, como o sobretudo e a calça são de tons escuros, o amarelo e o vermelho aparecem para dar aquele toque especial. Esse truque é interessante nas roupas de frio: ao invés de deixar tudo em cores sóbrias, você escolhe um ponto de cor.

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    Os truques de styling também são uma das características do estilo da personagem. Os cintos pretos com detalhes no meio não podem faltar: assim como a jaqueta oversized, que ganhou espaço no meu coração faz um tempinho e não saiu mais do meu guarda-roupa. Ela pode ser usada de diversas maneiras, e dobrar as mangas é um dos truques. Pode fazer com a jaqueta jeans, o suéter e até as camisetas maiores.

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    Além das roupas, a Noora chamou a atenção também pelo corte de cabelo, que começou bem curtinho na primeira temporada e na segunda, e depois foi crescendo. A atriz, Josefine Frida Pettersen, tinha fios compridos e cortou especialmente para a personagem. Tudo isso ajudou a construir a imagem de Noora, que é mostrada como uma garota forte e feminista no início da série: depois, vamos conhecendo as outras camadas dela.

    Por isso, o batom vermelho ganha destaque especial e raramente a vemos sem ele. Inclusive, nos episódios em que ela passa por momentos difíceis, ela não o usa (é uma representação também do seu humor). Às vezes ela varia para os tons rosa. Os batons que ela usa na série foram revelados pela estilista de Skam: as marcas incluem o Legendary in Infrared Matte da Smashbox e o Red-y To Wear da Clinique.

    Para se inspirar_Batom vermelho estilo Noora

    Como obcecada fiel por batons vermelhos que sou, essas sugestões são bem certeiras e possuem tons super parecidos com os que a Noora usa na série.

    1. MAC – Batom Retro Matte Lipcolour (Dance With Me): Esse batom possui um tom de vermelho mais puxado para o vinho. O fato de ele ser líquido ajuda na hora da aplicação, deixando bem mais prático usá-lo. A duração é boa (afinal, ele é matte). Minha única reclamação é que eu percebo que os líquidos começam a craquelar depois de umas 5 horas de uso. R$89,00

    2. Natura Faces – Battom Matte (Marsala): Os batons da Natura Faces se tornaram os meus favoritos nos últimos meses. Eles cumprem muito bem o papel de matte, duram muito, não craquelam, e são super fáceis de passar. Sem falar que as cores são intensas e não saem fácil. R$9,90

    3. Natura Faces – Batom Cremoso (Vermelho Hot): Esse é um vermelho para quem gosta da cor, mas prefere versões um pouco mais discretas. Ele tem uma cor linda, mas não é tão intensa quanto os dois primeiros. Mesmo sendo cremoso, tem uma duração ótima. R$9,90

    4. MAC – Retro Matte Lipstick (Ruby Woo): Esse é o meu queridinho desde os 16 anos. Não tem batom que o substitua (apesar de eu já ter me apaixonado por muitos outros no caminho!). Com um vermelho intenso, o Ruby Woo anima qualquer make ou rosto desanimado. Nem preciso dizer que ele resiste na boca por horas, né? R$76,00 

    Maio 1, 2017
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    Eu conheci o movimento Fashion Revolution – que já existe há três anos – faz pouco tempo. Mas esse curto espaço antes e pós conhecer o projeto me influenciaram de uma maneira positiva rapidamente. A ideia dele é incentivar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda, uma questão que eu comecei a refletir mais ultimamente. Acho que a minha ficha demorou a cair, mas quando eu percebi que a maioria das minhas roupas traziam etiquetas de Bangladesh e da Turquía, eu me toquei que havia algo extremamente errado aí. Quando realmente custava aquela blusa de 10 dólares da Forever 21? Quanto realmente é o valor que as pessoas que produzem essas roupas tem que pagar, para que depois elas sejam vendidas por um preço tão baixo?

    Eu consumi em lojas de fast fashion durante 18 anos da minha vida. Eu acreditei que as roupas poderiam me trazer felicidade durante todo esse tempo. Sim, eu adoro moda, eu adoro falar sobre o assunto. Mas, até onde esse consumismo todo afeta o planeta? São fatores complexos, mas que podem ser questionados com perguntas simples. E é desta ideia que surgiu o Fashion Revolution, atualmente presente em diversos países, que busca conscientizar por meio de informação e eventos sobre todas essas questões. Todo ano ocorre eventos, na semana de 24 a 30 de Abril, justamente na época em que aconteceu o desabamento de um prédio em Savar, Bangladesh, de oito pisos que servia de espaço para uma fábrica. Os trabalhadores não tinham mais condições de estar lá em segurança, mas foram ignorados, o que resultou em 1127 mortos. Eles produziam para marcas como H&M e Primark.

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    O movimento está bem forte aqui no Brasil. Coordenado por Fernanda Simon, as ações no nosso país são bem presentes: desde eventos em várias capitais, até campanhas nas ruas de São Paulo, como você pode conferir no vídeo abaixo. Também vale acompanhar a página no Facebook, onde você pode se atualizar sobre tudo o que está rolando e como ajudar. Na área brasileira do site do Fashion Revolution, há posts com informações que te ajudam a entender mais sobre a cadeia de produção da moda e como isso afeta os trabalhadores diretamente.


    Nesta última semana ocorreram vários eventos pelo Brasil, e aqui em Florianópolis, onde eu moro, também. Eu fui no dia do encerramento (30/04) e pude conferir de perto as marcas sustentáveis que estavam presentes, o trabalho de muitas pessoas criativas e engajadas, que faziam tudo à mão e por produção própria. Ou seja, é um produto totamente diferente do que nós estamos acostumados: é sustentável e você sabe de onde vem.

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    Neste dia rolou o Troca-Troca, em que você poderia levar 10 peças (incluindo sapatos e acessórios) em bom estado para poder trocar com outras pessoas. Era necessário apenas fazer a sua inscrição de maneira prévia. Ou seja, é uma ótima forma de você adquirir roupas novas sem precisar comprá-las e sim trocando com outra pessoa. Eu gosto bastante dessa ideia: eu acredito que roupas possuem histórias, e é legal fazer parte disso com uma peça que era de outra pessoa.

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    Eu também tive a oportunidade de conhecer a Zakii, criada pela Lais Costa. Os acessórios são todos feitos por ela, e são simplesmente maravilhosos! A marca tem como fundamento o empoderamento: “A Zakii tem como objetivo fortalecer o mercado de moda afro. Entre suas principais características estão a diversidades de produtos voltados a padronagens africanas, que valorizam mulheres interessadas em fortalecer uma cultura tão diversa.”

    As vendas também são feitas online pelo site, que está passando por uma reformulação pois vai se tornar também um blog. Vale super a pena acompanhar tudo no instagram da Zakii!

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    A designer Roberta Kremer também estava presente. As peças dela são bem criativas e originais: feitas com tingimento natural e tinta vegetal, todos produzidos em Florianópolis. Cada peça era mais única que a outra. Ela também faz vendas pelo site. Não deixe de conhecer o trabalho dela. São roupas produzidas de maneira sustentável, bem diferente de como estamos acostumados.

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    Também rolou uma oficina de upcycling, que significa transformar produtos que não teriam mais função ou resíduos em algo de maior uso e qualidade. A oficina foi cordenada por Fernanda Alface, que faz parte do coletivo Lactuba Lab, “um espaço onde organicamente se reúnem amigos e interessados afim de semear espontâneas experiências”, você pode conferir a página no Facebook aqui.

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    A Lafrikana é uma marca social inovadora que propõe o empoderamento de refugiados na comunidade de Kabiria, em Nairobi, na Quênia, por meio dos tecidos africanos e da produção das roupas, que trás um engajamento por trás de todas as peças. Cada estampa possui uma importância cultural, um significado. As roupas geram uma forma de trabalho digna para estes refugiados. É uma forma de fazer moda consciente.

    Conhecer o Fashion Revolution foi uma experiência muito boa, e também abriu os meus olhos para outra forma de consumir, principalmente de locais em que você sabe quem fez a sua roupa, como o processo aconteceu, e também é uma maneira interessante de incentivar o consumo consciente, e essas pessoas tão talentosas citadas aqui no post, que nos mostram uma outra maneira de enxergar a moda.

    Se você quiser entender mais sobre o assunto, eu indico muito o documentário “The True Cost”, disponível na Netflix, que nos mostra como a indústria da moda pode ser violenta, injusta e cruel para muitas pessoas que produzem as nossas roupas. É de abrir os olhos e fazer você refletir muito, e essencial para entender o que significa o slow fashion e a moda sustentável.

    Março 12, 2017
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    Ela foi tendência em 2011 e passou algum tempo apagada, aparecendo mais quando as tendências apontavam a volta do grunge. Mas como tudo na moda é cíclico, as meias arrastão, tão características de looks mais rocker, apareceram novamente no final de 2016, mas dessa vez de uma maneira diferente. Elas são um detalhe a mais na roupa, como se fossem um acessório. Elas aparecem mais discretas com tênis ou oxford, e também nas combinações com blusas cropped e calça jeans.

    Um exemplo são os visuais da Luanna Perez, blogueira peruana que mora em Nova York, que apostou em diversas maneiras diferentes de usar a peça.

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    A maneira mais fácil de usar é como meia, mas você também pode inovar e usar essa padronagem na blusa, como na segunda foto. Eu já vi algumas em lojas de departamento: elas ainda estão mais tímidas no street style, mas também ganham espaço. A minha maneira favorita é usá-la com sapatos mais pesados, como o coturno.

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    1. Paulla Gallagher (EUA) 2. Gabrielle Dominique (França) 3. Katie Van Daalen (EUA)

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