• screen shot 2017-06-15 at 1.31.34 pm
    Filmes

    Filme: A Morte Te Dá Parabéns

    ver post
  • large
    Playlist

    Playlist: Outubro

    ver post
  • 60ef470bb4bf66d50938e63f82c34ee9
    Beleza

    Cabelo curto para se inspirar

    ver post
  • n
    Looks, Moda

    O estilo da Noora Sætre de Skam

    ver post
  • September 25, 2017
    postado por
    tumblr_ov74bamQis1s2uvgco1_1280

    “Gaga: Five Foot Two”, foi lançado na Netflix em 22 de Setembro, na última Sexta-Feira. A proposta do documentário, que possui uma hora e quarenta minutos de duração, é mostrar a trajetória de Stefani Joanne Angelina Germanotta, mais conhecida como Lady Gaga, no último ano. A cantora de 30 anos, durante a época em que tudo foi filmado, estava nas gravações do seu quinto álbum, Joanne, lançado em 2016.

    Essa nova fase de Gaga é bem diferente da que a cantora seguia no início da sua carreira, ou pelo menos até em 2013, com o Artpop. Ela se tornou mundialmente famosa pelo seu talento e pelas suas excentricidades. As roupas, a maquiagem, as performances peculiares e de cair o queixo: tudo isso ajudou Lady Gaga a se tornar uma das maiores cantoras pop da década, mas também auxiliou para que o público tivesse uma imagem mais distante de quem ela era por trás da câmera. E é isso que ela quis mostrar na era Joanne. O figurino principal do CD é o chapéu rosa – que a cantora usa em diversas apresentações -, mas fora isso, Stefani abandonou os vestidos de carne para vestir jeans preto rasgado e blusa branca.

    Não que a sua fase antiga seja motivo de reclamação: cada personalidade que a cantora incorporou teve seu próprio valor e a ajudou a se tornar a artista que é hoje. Isso fica claro, em uma das primeiras cenas do documentário, em que ela revela que uma das maneiras de sentir que ela ainda estava no controle –  enquanto era rodeada por produtores musicais machistas – era, ao invés de apenas fazer uma performance sexy, aparecer sangrando, como uma maneira de lembrar às pessoas o que a fama fazia com os artistas (essa apresentação aconteceu no VMA de 2009).

    gaga_storyart

    Dirigido por Chris Moukarbel, o documentário escolhe mostrar um lado da vida da cantora que a maioria de nós não conhece. É um tom sensível, que explora diversos momentos da vida de Gaga que foram complicados. Em meio à tudo isso, ela também prepara o novo disco (trabalhando incansalvemente no estúdio), grava a sexta temporada de American Horror Story e espera pela resposta se ela irá ou não se apresentar no Super Bowl (que ocorreu em Fevereiro deste ano).

    Ela é uma pessoa extremamente perfeccionista e a impressão que temos é que Gaga dá o seu melhor em tudo que faz, chegando até mesmo ao seu limite. É possível ver como a fibromialgia (doença que a impediu de se apresentar no Rock in Rio) é algo muito presente na sua vida, a impedindo de muitas coisas. Mesmo contando com um time de médicos e profissionais especializados – segundo ela própria -, a doença é um desafio enorme, causando dores intensas na cantora durante as turnês e os seus compromissos de trabalho. Em um momento de crises agudas de dores, Gaga se pergunta como as pessoas que não possuem os privilégios que ela tem – de ter uma equipe à sua disposição – conseguem enfrentar a doença.

    Seguindo a linha de explorar temas muito pessoais da vida da cantora, nós conhecemos um pouco mais sobre a Joanne, mulher que levou o nome do disco da cantora. Joanne é tia de Gaga, e faleceu aos 19 anos por consequência do lúpus nos anos 80, quando ainda não se sabia praticamente nada sobre a doença (que a cantora também possui, e luta contra faz alguns anos). Joanne também foi uma artista. Ela escreveu poemas, fez desenhos, e influenciou toda a carreira de Lady Gaga, mesmo que a mesma não tenha chegado a conhecer a tia. A canção Joanne é em homenagem à avô de Gaga e ao seu pai. A cena em que ela apresenta para eles a canção finalizada é emocionante.

    undefined

    Acompanhamos de perto o lançamento do clipe de Perfect Illusion, a preparação e o lançamento do Joanne (produzido por Mark Rownson, que é figura sempre presente nas cenas do documentário) e os ensaios para o Super Bowl. Para GaGa, esse foi o momento mais importante da sua carreira. Nas suas palavras, não havia algo maior após isso. São horas e horas intensas de ensaio e prepações para todos os detalhes; e é aí que também fica explícito a autoridade da cantora sob os seus projetos. Ela sabe o que faz, tem segurança na sua arte – e no seu talento -, e é extremamente apegada à tudo de suas performances, pois ela não quer fazer nada “mais ou menos”.

    O perfeccionismo de Lady Gaga tem presença forte em todas as cenas. Ela sempre se esforça para que as coisas saíam do jeito que ela planejou, o que também leva a grande estresse e ansiedade, afinal, ela faz diversos projetos ao mesmo tempo, sempre tentando dar o máximo em todos eles, sobrando pouco para a sua vida pessoal. Ela diz que os seus últimos relacionamentos não acabaram bem, e que a fama e o sucesso tiveram influência forte nisso.

    É um documentário honesto, extremamente pessoal, com uma carga dramática e cenas que mostram todas as nuances da cantora e da sua música. Gaga é cantora, atriz, melhor amiga, exigente, líder, e uma mulher que busca fazer o que ama, apesar de tantos tropeços e dificuldades no seu caminho.

    September 11, 2017
    postado por

    Eu já fiz muitos posts aqui no blog indicando cantores e bandas relativamente “novas” (que ainda não são conhecidas pelo público no geral aqui no Brasil), mas faz um longo tempo que eu não trago novidades; e o Spotify facilita a nossa vida no quesito conhecer artistas novos que valem a pena. 

    15304574_1576420402373336_872057040133908772_o

    King Nun (UK) – Ouça/Facebook

    Assinados pela importante gravadora britânica Dirty Hit (a mesma do The 1975) no final de 2016, a banda é formada por quatro garotos bem jovens: Theo no vocal, James na guitarra, Nathan no baixo e Caius na bateria. Eles trouxeram à tona o grunge, que andava meio esquecido no cenário de bandas contemporâneas (principalmente formada por integrantes na faixa etária dos 18-25 anos). A banda já lançou alguns singles este ano, que foram bem recebidos pelo público e os críticos no cenário alternativo. O sucesso resultou em passagem por festivais importantes, como o Reading e o Leeds. Destaque para a voz do vocalista!

     18033802_1425737924156032_8579091541036371031_n

    Pale Waves (UK)Ouça/Facebook

    O Pale Waves pode até parecer uma banda gótica olhando de primeira, mas não se deixe enganar. Apesar da presença das guitarras, o som deles é bem pop e gostoso de ouvir, com inspiração nas músicas animadas dos anos 80. O grupo de Manchester já tem o primeiro álbum confirmado para 2018 (antes um EP será lançado), e a expectativa é grande. Após marcar presença em festivais, eles lançaram o segundo single, “Television Romance”, que segue a vibe do primeiro, “There’s a Honey.” A banda traz uma garota no vocal, Heather Baron-Gracie, Ciara Doran na bateria, Hugo Silvani na guitarra e Charlie Wood no baixo.

    21371410_864858200345234_2707105683118768822_n

    Superfood (UK) – Ouça/Facebook

    Formado pelo duo Dom Ganderton e Ryan Malcolm, a banda anteriomente era formada por quatro integrantes, e um CD já havia sido lançado. Porém, após assinar com outra gravadora, eles repaginaram o seu som e se tornaram um grupo mais experimental, que não tem um gênero muito definido. E essa é a graça do Superfood, que nasceu em Birmingham. No novo disco – lançado em 8 de Setembro – intitulado de “Bambino”, cada faixa tem sua essência. É um álbum para dançar e se divertir, e uma das melhores novidades britânicas do ano. Não deixe de ouvir: Unstoppable, I Can’t See e Double Dutch.

    18121064_1285963131525197_6860169433835985005_o

    Me And The Julios (Noruega) – Ouça/Facebook

    Depois que eu conheci Skam, me empolguei para ouvir música norueguesa, algo super presente na série. Foi assim que eu conheci Me And The Julios, banda de Oslo. Eles tem um som bem rock, mas um pouco diferente do indie norte-americano e britânico que nós estamos acostumados. É legal para quem quer conhecer bandas diferentes mesmo, e a Escandinávia é ótima para isso. Vale super a pena fuçar no Spotify. A banda é composta por Sigurd Hollen, Herman Friis, Sverre Fuglevaag, Henrik Løvmyr e Pia Alette. Na ativa desde 2013, eles são bem fortes no cenário musical da Noruega.

    August 26, 2017
    postado por
    Taylor Swift - ReputationCredit: Mert & Marcus

    Três anos se passaram desde o lançamento do último álbum de Taylor Swift – o 1989, que lhe rendeu o Grammy de “Álbum do Ano” – e depois de muitas premiações, singles e uma parceria com ZAYN em I Don’t Wanna Live Forever, Taylor anunciou o seu sexto disco. Não é segredo que em todos os seus CDs ela tenta trazer uma roupagem diferente e um toque inovador às suas músicas. Foi assim desde o início da carreira, em 2006, e ao revelar o título do novo projeto, “Reputation”, nós já imaginamos que uma fase diferente vai surgir.


    Após deletar todos os posts das suas redes socíais (não sobrou nada!) ela postou alguns vídeos de uma cobra no seu Instagram e Twitter, fazendo uma clara referência as polêmicas que a midia a envolveu no início de 2017. Taylor fez piada da própria crítica que faziam a ela, e é dessa ideia que nasce o single “Look What You Made Me Do”, escrito por ela e Jack Antonoff, responsável por produzir o Melodrama de Lorde.

    O single traz uma batida dançante, porém mais “pesada” – que lembra as canções atuais da Lorde – e com uma letra bem sincera e cheia de mágoas: “Eu não gosto dos seus joguinhos, não gosto do seu palco pendurado, o papel que você me forçou a fazer de tola, não, eu não gosto de você”.

    Como fã – mas tentando ser imparcial – eu confesso que gostei muito da canção e acho que ela tem potencial para ser hit. Analisando toda a trajetória da Taylor, eu a considero uma compositora incrível e ela tem capacidade para expressar todos os seus sentimentos (raiva, coração partido, fim de relacionamentos, alegria) com maestria. Sim, ela expõe o que sente. E qual seria a graça da música se ela não fosse honesta de verdade?

    Inclusive, o Valkírias – um dos sites que eu mais gosto – fez um texto sobre isso.

    O clipe será lançado no Domingo, e “Reputation” em 10 de Novembro.

    August 24, 2017
    postado por
    large

    Se você gosta de música pop, provavelmente já ouviu falar da Dua Lipa, uma das maiores revelações do ano. A britânica de 22 anos – que tem origem líbanesa – estava aparecendo no cenário há algum tempo, e o lançamento do primeiro disco aconteceu em 2 de Junho. E as expectativas altas foram correspondidas! O álbum conta com 17 faixas no total, com músicas que falam sobre relacionamentos, empoderamento e amores mal resolvidos. Dua escreve todas as suas canções, e apesar das batidas agitadas, não se engane: as letras são bem íntimas.

    A cantora sempre teve o sonho de seguir a carreira musical; aos 15 anos ela se mudou de Kosovo para Londres, dividindo o apartamento com outra garota. Foi morando longe dos seus pais que ela amadureceu e decidiu persistir na música, que sempre foi o seu talento. Aos 18, ela conquistou um contrato com uma gravadora. Após colher os frutos do seu trabalho duro – foram dois anos sendo apontada como uma artista promissora – ela conseguiu emplacar o primeiro álbum, e o single “New Rules” chegou ao primeiro lugar nas paradas da Inglaterra. A última mulher que alcançou este posto foi Adele, com Hello.

    Dua_Lipa_(album)

    O disco reúne músicas que tem uma clara inspiração nos anos 80. Um dos primeiros singles, “Be The One” lembra os sucessos das décadas passadas, mas com uma nova roupagem. As suas faixas merecem destaque entre tantas que ouvimos nas rádios: elas trazem uma batida diferente, carregada com a voz poderosa de Dua Lipa (ela manda muito bem ao vivo, também!).

    As agitadas – feitas para bombar na balada mesmo – ganham destaque, como “Hotter Than Hell”, “IDGAF” e “Blow Your Mind”, mas as canções românticas possuem um espaço enorme no repertório de Dua. “Genesis”, “Thinking ‘Bout You”, “New Love” e a parceria com Miguel, intitulada de  “Lost in Your Light” garantem um dos melhores momentos do álbum.

    large-5

    E não dá para falar da cantora sem citar o sucesso de New Rules, um dos singles pop mais legais lançados neste ano. Com uma letra que narra a vontade do eu lírico de finalmente superar um amor que só está o fazendo mal, a faixa ganhou um clipe sensacional, estrelado apenas por mulheres. No vídeo, vemos algo que a faixa em sí não deixa claro: a cantora tem o apoio das suas amigas para superar o fim daquele relacionamento. É aquela canção que você vai ouvir e vai te fazer se sentir um pouco mais poderosa (algumas pessoas dizem que lembra a vibe de “This Is How to Be a Heartbreaker” da Marina and the Diamonds).

    A Lívia Reginato do Nó de Oito fez um post ótimo explicando porque a mensagem de sororidade no clipe é tão importante.

    Quer mais motivos para ouvir essa mulher maravilhosa?

    August 4, 2017
    postado por
    large-2

    Dona de um dos melhores álbuns pop do ano (na minha opinião), Lorde lançou nesta Quinta-Feira (03/08) o clipe do segundo single do disco Melodrama. A faixa escolhida foi “Perfect Places”, a última da tracklist, e que representa todo o conceito do último trabalho da cantora. Ao mesmo tempo que a letra mescla batidas animadas, a letra fala sobre o espírito de ser jovem: a procura do lugar perfeito, enquanto vive todas as noites de uma maneira intensa, mas sem perder o sentimento de solidão.

    Enquanto canta “now I can’t stand to be alone” (“agora eu não suporto ficar sozinha”), o ritmo da música narra o ambiente de uma festa, de uma procura incessante por algo. Isso também está presente no clipe: Lorde aparece em locações maravilhosas, porém sempre sozinha.

    subir
    elas disseram TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2017 // DESIGN POR SARA SILVA