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    Playlist: Junho

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    O blog está de cara nova!

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  • June 20, 2017
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    lorde

    Junho está sendo um mês cheio de novidades no mundo da música pop e da indie também. Assim como quase todos os meses de 2017, nós temos música boa saindo do forno praticamente todos os dias. O grande destaque fica, é claro, para a Lorde, que lançou o Melodrama – seu segundo álbum, 4 anos após o seu debut -, em 16 de Junho (em breve vai ter resenha aqui no site). A Halsey também nos presenteou com o sucessor de Badlands em 2 de junho, intitulado de Hopeless Fountain of Kingdom. E o The Killers lançou a primeira música desde 2012. Será que vem disco novo por aí?

    June 8, 2017
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    Um dos meus temas favoritos para falar aqui no blog é música, e eu amo descobrir artistas novas. Ultimamente eu ando tentando inovar e conhecer artistas que não são só do círculo EUA-UK, que a gente sempre ouve nas rádios; e o Spotify é o melhor amigo na hora de conhecer novas músicas boas. Nos últimos meses eu conheci duas cantoras da Escandinávia que se tornaram as minhas favoritas atualmente: Astrid S e a Zara Larsson. Nesse post eu indico mais algumas que valem muito a pena ouvir!

    Aurora

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    Ouça Siga

    Se você ainda não ouviu Aurora, corre! A norueguesa de 21 anos já tem vários fãs aqui no Brasil, e ela explodiu na Europa com a sua voz doce, que embala músicas com letras profundas que falam sobre diversos assuntos; as músicas dela tem um toque bem diferente, e um clima bem inovador na indústria musical. Aliás, o instrumental é um dos grandes destaques das músicas de Aurora. Todas as letras são escritas por ela, e a cantora disse que as suas músicas são sobre aceitar as coisas obscuras sobre si mesmo. Eu a conheci por meio da trilha sonora de Skam. Ah, e ela vai passar pelo nosso país em Outubro, com show em SP e RJ!


    Julia Michaels

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    OuçaSiga 

    Julia Michaels cresceu em Santa Clarita, na Califórnia, e desde cedo ela já tinha habilidade para fazer o que faz de melhor: escrever músicas. Muitas vezes nós não sabemos quem está por trás de grandes sucessos dos artistas pop, e assim como Sia, ela passou anos escrevendo para artistas e emplacando músicas nas rádios (Hands to Myself, Good for You, Sorry, Love Myself, todas foram escritas por ela!) e não pensou em cantar – segundo Julia, ela sempre preferiu ficar por trás das câmeras -, mas foi o presidente de uma das gravadoras do qual ela trabalhava que insistiu nela. O seu primeiro single, “Issues”, foi um sucesso. Ela diz que quer fazer músicas emocionais, que faça as pessoas sentirem algo.


    Sigrid

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    OuçaSiga

    Sabe aquele pop de qualidade que a galera da Noruega/Suécia/Dinamarca faz tão bem? Esse é o som de Sigrid Solbakk Raabe, que começou a sua carreira em 2013, e lançou em 2017 – aos 20 anos – o seu primeiro EP, intitulado de “Don’t Kill My Vibe”, que também dá título ao seu single principal. Uma mistura de eletrônica com letras chicletes e elaboradas (sim, tem muitos artistas pop cheios de conteúdo por ai!) ela é uma das promessas deste ano. Mas no catálago também tem espaço para baladas mais calmas, como “Dynamite“, que mostra a sua voz poderosa.

    May 21, 2017
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    h3

    Em Maio, o cantor britânico Harry Styles lançou o seu primeiro álbum solo, dando o passo para a carreira pós One Direction. Começo a resenha dizendo que eu não costumava ouvi-lo antes, e para quem não é famíliar ao trabalho dele, este disco veio para mudar totalmente a sua ideia (assim como fez com a minha!). Composto de 10 faixas, todas elas escritas pelo artista, o álbum traz um misto de rock com pop, influências dos anos 60 e 70, e algumas faixas que vão te lembrar a sua banda indie favorita, e alguns clássicos da música.

    É notável que agora Harry possui algo que ele não tinha antes: liberdade criativa. Em entrevista, ele revelou que todas as letras são muito honestas e não foram alteradas: “Fazer esse álbum foi um dos melhores momentos que já tive. Mas é um sentimento muito mais vulnerável, lança-lo, do que qualquer outro que já senti antes.”

    O álbum começa com “Meet Me in the Hallway”, já mostrando o tom do disco que segue por várias outras faixas. As letras falam sobre relacionamentos – e a falta de dialógo neles é um tema muito abordado -, paixão, sexo, tristeza, e as canções são bem detalhadas. Ou seja, ele realmente se expõe, tudo embalado em um som mais alternativo. “Sign Of The Times” é um dos maiores trunfos do disco. Com vários mínutos de duração, a música é grandiosa e a gente pode apostar que é uma das melhores lançadas nesse ano. Ela conta com notas altas, refrão empolgante e até um coral. É uma escolha perfeita para primeiro single, e as suas performances ao vivo mostram a voz incrível de Harry.

    h2~0

    Representando os momentos mais rock do disco – o cantor sempre citou bandas como Rolling Stones e The Beatles como as suas favoritas -, temos “Carolina”. “She’s a good girl, she’s such a good girl, she feels so good”, é um dos exemplos de refrões bem trabalhados por Styles e da maneira de como ele consegue levar uma canção ao ápice. “Two Ghosts“, uma das minhas músicas favoritas, é uma balada sobre quando o casal não se reconhece mais; quando as coisas não se encaixam. A letra é muito boa, e aborda o tão presente tema da falta de comunicação:  “Telling those stories we already told, cause we don’t say what we really mean.”

    “Sweet Creature”, que agradou muito o público, é uma música romântica que você imagina sendo a trilha sonora do seu filme ou série favorita. Além de viciante, a letra é linda e lembra um pouco as músicas sobre amor do Ed Sheeran . Ela fala sobre o fato de não importa onde ele estiver, a pessoa amada vai fazê-lo se sentir em casa. É difícil não amar a música.

    Mas depois da balada, vem sequencias empolgantes em que Harry retoma de novo o seu lado mais rock’n’roll, que aparece de forma bem genuína no álbum, mostrando que ele se sai muito bem no gênero. “Only Angel” e “Kiwi” são as grandes representantes desta vibe no disco.

    “Ever Since New York”, que também é uma das faixas que eu mais gostei (fica complicado escolher apenas uma!), tem um pé em baladas dos anos 80 e traz a cidade de New York como pano de fundo para falar sobre um relacionamento que não possui mais nenhum futuro. Também não podemos deixar de destacar “Woman”, que nos leva novamente para o lado mais experimental do cantor.

    O disco termina com “From the Dining Table”, que tem um tom triste e melancólico, e apesar de não sabermos com certeza se as faixas falam sobre a mesma experiência amorosa, a canção final parece falar mais sobre o fim do relacionamento citado outras vezes, e a esperança de que o silêncio entre o casal seja quebrado. “Maybe one day you I’ll call me, and tell me that you’re sorry too”. A música possui a presença de violinos.

    Na minha opinião esse é um dos melhores álbuns lançados em 2017, mostrando que Harry Styles tem uma carreira brilhante pela frente, porque talento e letras sensacionais certamente não faltam no repertório dele. O disco alcançou o primeiro lugar nas paradas britânicas.

    May 14, 2017
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    Em Maio as novidades musicais estão sendo muitas (amém). Tem o primeiro álbum solo do Harry Styles, que foi lançado ontem (12/05) e está incrível – eu gostei muito! -, o novo disco do Paramore, após um hiatus de quatro anos, e o EP do Foster the People,  que conta com três faixas sensacionais, e o retorno da Miley Cyrus, com um som diferente. Fica difícil ouvir tudo o que está saindo, mas a nossa playlist pode te ajudar!

    April 28, 2017
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    Seria 2016 o ano em que artistas e bandas que não lançam um álbum novo faz um tempão, finalmente voltam? Depois do retorno emocionante de Lorde, as irmãs Danielle, Alana e Este se preparam para trazer novidades. O grupo formado por elas, HAIM, explodiu em 2013 com o álbum “Days Are Gone”, que foi sucesso nas críticas. Elas fizeram turnês e se apresentaram em diversos festivais – uma das suas especialidades – pelo mundo.

    O som das meninas, que é indie rock, é cheio de músicas viciantes e letras poderosas. Os temas variam de fins de relacionamentos a assuntos pessoais. Elas aprenderam a tocar instrumentos bem cedo, já que a música é algo de família mesmo (o pai delas também toca). É incrível ver uma banda formada só por garotas ser muito bem sucedida e mostrando que sim, elas sabem misturar rock’n’roll com pop tão bem quanto as bandas masculinas.

    Girl power é o que não falta nesse grupo. A nova música, que foi liberada primeiramente em uma versão ao vivo, é intitulada de “Right Now” e nos ajuda a matar um pouquinho a curiosidade de como as músicas novas podem ser. O vídeo foi dirigido pelo cineasta Paul Thomas Anderson, nomeado duas vezes ao Oscar. Ele mostra a performance da banda de uma maneira crua.

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