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    Looks, Moda

    Os sapatos queridinhos do inverno

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    Playlist: Junho

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    Tendência: Óculos vintage e cat eye

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    Comportamento, Textos

    Para todas as almas perdidas

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  • Abril 27, 2018
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    King Princess é uma artista do Brooklyn, em NYC, que apareceu de maneira tímida no mundo da música em Fevereiro, mas conquistou mais espaço em poucos meses. Ela lançou o seu primeiro single, “1950”, no início do ano, e chamou a atenção pelas suas letras saírem do comum e abordarem a visão do amor queer. A cantora escreve sobre amar outra mulher e na sua música de estréia, faz referência a época em que os LGBTQs+ não podiam demonstrar seus sentimentos em público (o que como nós sabemos, ainda é muito comum). A canção também descreve a insegurança que você sente quando está apaixonado, e que mesmo assim, ainda querer esperar por aquela pessoa.

    A artista foi contratada pela gravadora recém criada de Mark Ronson (que trabalhou com Lady Gaga no álbum Joanne e escreveu e produziu Uptown Funk com Bruno Mars). Ela é derivada da gravadora Columbia, que é a mesma de Harry Styles (fã assumido da cantora).

    A previsão é de que o seu primeiro EP saía ainda esse ano. O som dela é pop, delicioso de ouvir e tem letras com uma pegada honesta, que saem do clichê de pronomes e amor heterossexual. Todos os instrumentos usados em “1950” foram tocados por ela.

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    O segundo lançamento segue a vibe do primeiro, mas ambas as músicas possuem suas próprias identidades. “Talia” foi lançada em pouco menos de duas semanas e já possui dois milhões de execuções no Spotify. A letra narra o fim de um relacionamento; a pessoa não vai mais voltar, mas você ainda tem esperanças e queria que ela tivesse lá. E é exatamente esse o sentimento do refrão: “I can taste your lipstick, I can lay down next to you but it’s all in my head” (eu posso sentir o gosto do seu batom, eu posso deitar ao lado de você, mas está tudo na minha cabeça).

    Março 9, 2018
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    Hoje é o dia internacional das mulheres, e isso me inspirou a fazer uma playlist só com músicas sobre empoderamento e que celebram mulheres. Esse dia é importantíssimo para que a gente se lembre de nossas lutas; comece outras e arranje forças para continuar de pé. Sem se esquecer de ajudar a mulher que está ao seu lado, ouvi-la e entendê-la. E principalmente, conhecer vivências diferentes das nossas. O feminismo pode representar algo diferente para todas nós. E é muito valioso entender porque ele é tão importante para as irmãs que estão ao seu lado, e aprender com elas.

    Fevereiro 23, 2018
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    Faz um tempinho que eu não trago indicações musicais, e essa é definitivamente um dos meus posts favoritos de fazer no blog. No final de 2017 eu conheci a voz do britânico Lewis Capaldi pelo twitter. Ele estava divulgando uma de suas músicas, e quando eu ouvi Bruises (o primeiro single dele lançado oficialmente), eu fiquei apaixonada. A sua voz é bem intensa e rouca, ou seja, fica na nossa memória de primeira. Me lembrou a vibe de cantores como o Sam Smith, famosos por terem um alcance vocal grande, e fazerem músicas intensas e com uma pegada mais romântica.

    E esse é o estilo do Lewis, que alcançou fama pela internet e já tem mais de 2 milhões de execuções mensais no Spotify. Em Dezembro ele liberou o seu EP, intitulado de Bloom, com quatro faixas no total e seguindo o estilo de Bruises: músicas feitas no piano e no violão. Suas letras são o principal de suas canções, e é interessante até mesmo procurá-las na internet (não perde em nada para a de artistas britânicos consolidados, como George Ezra e Hozier; aliàs, se você gosta destes dois, vai curtir o Lewis).

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    Com o reconhecimento que está alcançando recentemente, Lewis começou a fazer shows na Inglaterra, percorreu a Europa dando suporte para outros artistas, vai abrir os shows da turnê européia do Sam Smith, e também começará a sua primeira tour headliner, passando por cidades como Dublin, Londres, Manchester e Amsterdam. Além disso, ele está confirmado em diversos festivais de peso. Na minha opinião, uma das coisas mais legais é acompanhar um artista que está no início da carreira, e ver eles crescendo aos poucos!

    Tá esperando o quê para dar o play?

    Novembro 30, 2017
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    Na Terça-Feira (28/11) os indicados do Grammy foram anunciados, e muitas categorias foram preenchidas por cantoras como SZA (com cinco nominações) e Alessia Cara (com três nominações), que foram algumas das surpresas mais legais do ano. Outros destaques ficam para Julia Michaels, nominada como revelação do ano, Kesha e Lady Gaga em Melhor Álbum Pop e Melhor Performance Pop. Cardi B marca presença como a única mulher indicada na categoria de Melhor Música de Rap. Muitas categorias ainda são preenchidas somente por homens, mas as mulheres (e principalmente as cantoras negras) estão ganhando o seu merecido espaço.

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    Alessia Cara ganhou destaque em 2015 ao postar covers no Youtube, e em 2016, estourou com o single “Here”, que apareceu nas paradas de R&B. Logo depois já ocorreu o lançamento do primeiro álbum solo, que leva o seu nome. As músicas falam sobre amadurecer, se apaixonar, e gostar de si mesma (como em “Scars to Your Beautiful“). Tanto sucesso rendeu parcerias valiosas, como a com Khalid ZeddIndicada em: Música do ano, Melhor artista revelação, Melhor performance pop de duo ou grupo.

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    Solána Imani Rowe, de nome artístico SZA, foi uma das maiores revelações do ano. A cantora de 28 anos lançou o primeiro CD de estúdio em Junho, conquistando a crítica e a terceiro posto na Billboard com “Ctrl“. Ela escreveu músicas para Beyoncé, Nicki Minaj e Rihanna no passado, e é a responsável por todas as canções do seu álbum (ela também compôs com outros artistas nele, como o Pharrell Williams). Com uma voz poderosa, SZA levou o R&B com vocais femininos para as rádios em 2017. Indicada em: Melhor artista revelação, Melhor performance de R&B, Melhor música de R&B, Melhor álbum urban contemporâneo e Melhor performance de rap/sung.

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    Essa é a primeira vez que Kesha é nominada ao Grammy, e ela recebeu duas indicações, logo na sua estreia! Esse é o resultado dos frutos do seu trabalho para o álbum Rainbow, terceiro lançamento da cantora, após não ter lançado nada desde 2012, pois ela estava enfrentando a batalha judicial com o seu ex produtor Dr. Luke. Nessa nova fase, a cantora mostrou um estilo mais maduro e letras profundas, que ela começou a escrever lá em 2012. Destaque para “Let It Go” e a faixa que dá nome ao disco, que são emocionantes. “Woman” também é um dos melhores momentos da cantora. Eu estou torcendo muito por ela, e vocês? Indicada em: Melhor Performance Pop Solo e Melhor Álbum Vocal Pop.

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    Eu sou suspeita para falar, mas para mim o Melodrama foi um dos melhores álbuns pop femininos do ano. Talvez essa fase da Lorde seja bem menos comercial que a do Pure Heroine, mas é agora que a cantora mostra a sua genialidade em potência máxima: os arranjos, as letras, a presença da sinestesia (capacidade gerada por uma doença rara que faz com que o indíviduo visualize uma cor para cada nota musical), e a parceria infálivel com Jack Atonoff, fazem com que seu segundo trabalho seja impecável. Nenhuma música destoa do conjunto completo. Minha aposta é que ela ou o Kendrick Lamar levem o prêmio. Indicada em: Álbum do Ano.

    Outubro 26, 2017
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    Eu já tinha ouvido falar de Billie Eilish, uma adolescente de 15 anos residente de Los Angeles, na California, mas eu demorei para ouvir a artista, que alcançou em 2017 um espaço definitivo na música pop alternativa. Com uma pegada inspirada em LordeLana Del Rey, as músicas de Billie tem batidas contagiantes (sem serem radiofônicas) e letras que falam sobre relacionamentos e também personagens inventados por ela, como em “Bellyache”, canção escrita pela visão de um serial killer.

    O seu primeiro single, “Ocean Eyes”, foi produzido pelo seu irmão e lançado na internet em 2015. A canção ganhou um sucesso inesperado – segundo Billie, ambos a colocaram na internet de maneira despretensiosa, sem esperar por uma repercussão – e ela possui mais de 20 milhões de execuções só no Spotify. A cantora escreve as suas letras e também quer aprender a produzir suas faixas (quem a ajuda é o seu irmão, Finneas O’Connell).

    Ela assinou contrato com a Interscope Records – mesma gravadora de Lady Gaga, Selena Gomez e Lana -, e planeja mais lançamentos para o futuro. O seu primeiro EP, “Don’t Smile At Me” foi lançado em Agosto, e alcançou ótima posição nos charts da Nova Zelândia, e nos Estados Unidos.

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    A voz de Billie é doce, mas as suas letras são fortes e sinceras. Algumas canções são sobre relacionamentos, e é interessante ver a abordagem que ela segue. Em “My Boy”, ela canta que o seu parceiro está longe de ser um homem de verdade: ele é mentiroso, e apesar de dizer que iria mudar, mantém o mesmo comportamento. “But if you want a good girl, then goodbye”, (Mas se você quer uma boa garota, então adeus).

     

    Algumas músicas de Billie também estão na trilha sonora de 13 Reasons Why e Pretty Little Liars, como “Bored” e “Fingers Crossed”.

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