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    A revolução de Rihanna com a Fenty

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    Para todos os quase momentos

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    Moda, Tendência

    O street style do NYFW

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    Livro: 13 Segundos – Bel Rodrigues

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  • Maio 21, 2017
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    Em Maio, o cantor britânico Harry Styles lançou o seu primeiro álbum solo, dando o passo para a carreira pós One Direction. Começo a resenha dizendo que eu não costumava ouvi-lo antes, e para quem não é famíliar ao trabalho dele, este disco veio para mudar totalmente a sua ideia (assim como fez com a minha!). Composto de 10 faixas, todas elas escritas pelo artista, o álbum traz um misto de rock com pop, influências dos anos 60 e 70, e algumas faixas que vão te lembrar a sua banda indie favorita, e alguns clássicos da música.

    É notável que agora Harry possui algo que ele não tinha antes: liberdade criativa. Em entrevista, ele revelou que todas as letras são muito honestas e não foram alteradas: “Fazer esse álbum foi um dos melhores momentos que já tive. Mas é um sentimento muito mais vulnerável, lança-lo, do que qualquer outro que já senti antes.”

    O álbum começa com “Meet Me in the Hallway”, já mostrando o tom do disco que segue por várias outras faixas. As letras falam sobre relacionamentos – e a falta de dialógo neles é um tema muito abordado -, paixão, sexo, tristeza, e as canções são bem detalhadas. Ou seja, ele realmente se expõe, tudo embalado em um som mais alternativo. “Sign Of The Times” é um dos maiores trunfos do disco. Com vários mínutos de duração, a música é grandiosa e a gente pode apostar que é uma das melhores lançadas nesse ano. Ela conta com notas altas, refrão empolgante e até um coral. É uma escolha perfeita para primeiro single, e as suas performances ao vivo mostram a voz incrível de Harry.

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    Representando os momentos mais rock do disco – o cantor sempre citou bandas como Rolling Stones e The Beatles como as suas favoritas -, temos “Carolina”. “She’s a good girl, she’s such a good girl, she feels so good”, é um dos exemplos de refrões bem trabalhados por Styles e da maneira de como ele consegue levar uma canção ao ápice. “Two Ghosts“, uma das minhas músicas favoritas, é uma balada sobre quando o casal não se reconhece mais; quando as coisas não se encaixam. A letra é muito boa, e aborda o tão presente tema da falta de comunicação:  “Telling those stories we already told, cause we don’t say what we really mean.”

    “Sweet Creature”, que agradou muito o público, é uma música romântica que você imagina sendo a trilha sonora do seu filme ou série favorita. Além de viciante, a letra é linda e lembra um pouco as músicas sobre amor do Ed Sheeran . Ela fala sobre o fato de não importa onde ele estiver, a pessoa amada vai fazê-lo se sentir em casa. É difícil não amar a música.

    Mas depois da balada, vem sequencias empolgantes em que Harry retoma de novo o seu lado mais rock’n’roll, que aparece de forma bem genuína no álbum, mostrando que ele se sai muito bem no gênero. “Only Angel” e “Kiwi” são as grandes representantes desta vibe no disco.

    “Ever Since New York”, que também é uma das faixas que eu mais gostei (fica complicado escolher apenas uma!), tem um pé em baladas dos anos 80 e traz a cidade de New York como pano de fundo para falar sobre um relacionamento que não possui mais nenhum futuro. Também não podemos deixar de destacar “Woman”, que nos leva novamente para o lado mais experimental do cantor.

    O disco termina com “From the Dining Table”, que tem um tom triste e melancólico, e apesar de não sabermos com certeza se as faixas falam sobre a mesma experiência amorosa, a canção final parece falar mais sobre o fim do relacionamento citado outras vezes, e a esperança de que o silêncio entre o casal seja quebrado. “Maybe one day you I’ll call me, and tell me that you’re sorry too”. A música possui a presença de violinos.

    Na minha opinião esse é um dos melhores álbuns lançados em 2017, mostrando que Harry Styles tem uma carreira brilhante pela frente, porque talento e letras sensacionais certamente não faltam no repertório dele. O disco alcançou o primeiro lugar nas paradas britânicas.

    Maio 14, 2017
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    Em Maio as novidades musicais estão sendo muitas (amém). Tem o primeiro álbum solo do Harry Styles, que foi lançado ontem (12/05) e está incrível – eu gostei muito! -, o novo disco do Paramore, após um hiatus de quatro anos, e o EP do Foster the People,  que conta com três faixas sensacionais, e o retorno da Miley Cyrus, com um som diferente. Fica difícil ouvir tudo o que está saindo, mas a nossa playlist pode te ajudar!

    Abril 28, 2017
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    Seria 2016 o ano em que artistas e bandas que não lançam um álbum novo faz um tempão, finalmente voltam? Depois do retorno emocionante de Lorde, as irmãs Danielle, Alana e Este se preparam para trazer novidades. O grupo formado por elas, HAIM, explodiu em 2013 com o álbum “Days Are Gone”, que foi sucesso nas críticas. Elas fizeram turnês e se apresentaram em diversos festivais – uma das suas especialidades – pelo mundo.

    O som das meninas, que é indie rock, é cheio de músicas viciantes e letras poderosas. Os temas variam de fins de relacionamentos a assuntos pessoais. Elas aprenderam a tocar instrumentos bem cedo, já que a música é algo de família mesmo (o pai delas também toca). É incrível ver uma banda formada só por garotas ser muito bem sucedida e mostrando que sim, elas sabem misturar rock’n’roll com pop tão bem quanto as bandas masculinas.

    Girl power é o que não falta nesse grupo. A nova música, que foi liberada primeiramente em uma versão ao vivo, é intitulada de “Right Now” e nos ajuda a matar um pouquinho a curiosidade de como as músicas novas podem ser. O vídeo foi dirigido pelo cineasta Paul Thomas Anderson, nomeado duas vezes ao Oscar. Ele mostra a performance da banda de uma maneira crua.

    Abril 15, 2017
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    Astrid S é uma cantora e compositora norueguesa que nasceu na pequena cidade de Berkak, que possui menos de mil habitantes. Durante a adolescência, ela se mudou para Oslo, a capital da Noruega, que possui uma forte indústria musical pop, despontando alguns artistas para outros países da Europa. Astrid começou a aprender a tocar piano aos 6 anos de idade, e desde então continuou praticando e o seu talento musical só aumentou. Ela faz um som inspirado no pop eletrônico da Suécia, e mesmo o norueguês sendo a sua língua nativa, ela canta em inglês: a música norte-americana é uma grande inspiração para ela, mas a cantora ainda mantém as raízes daquele pop europeu.

    Ela começou a ganhar ainda mais espaço quando lançou o seu primeiro EP em 2016, que traz como single principal “Hurts So Good”, que tem mais de 128 milhões de plays no Spotify. A rede social foi um dos locais que mais ajudou a cantora a propagar as suas músicas. Em 2015 ela fez um dueto com Shawn Mendes para o primeiro disco do cantor. “Air” conta com a voz de Astrid, e é uma das músicas mais populares do Shawn. Já em 2016 ela abriu os shows do Troye Sivan, na turnê dele pelos Estados Unidos e a Europa.

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    Ela causou ainda mais barulho após o lançamento do seu EP, e com algumas parcerias que fizeram bastante sucesso na Escandinávia, como o feat com o Matoma, um DJ e produtor norueguês. As suas músicas trazem um toque de balada, e as letras são fáceis de ouvir e super chicletes, mas Astrid traz composições sobre romance e também a sua vida pessoal. É uma música pop com conteúdo, por assim dizer. O que mais chama a atenção nela é a sua voz super doce e delicada. É um tom bem diferente do qual estamos acostumados a ouvir nas cantoras atuais, que é bem perceptível na parceria dela com o Shawn.

    Astrid já apareceu na trilha sonora de diversos seriados, como Skam. Em 2015, ela levou o prêmio do MTV Europe Music Awards de Best Norwegian Act, e foi indicada novamente em 2016. No momento ela vai começar uma turnê, em Maio. A cantora ainda não tem planos definidos para lançar o primeiro disco, mas o novo EP vai ser lançado em Maio.

    Abril 10, 2017
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    Abril está sendo um mês em que eu estou descobrindo várias playlists e músicas novas. 13 Reasons Why, além de ser uma ótima série, também é responsável por um soundtrack maravilhoso, cheio de canções que parecem antigas, mas na verdade são bem atuais. A minha banda favorita, The Maine, lançou o sexto álbum da carreira. A turnê do “Lovely, Little, Lonely” passa pelo Brasil em Julho (quem vai?) e eu tô super empolgada para ouvir algumas músicas ao vivo. Já a série que eu mais curto, Skam, voltou e com isso vem um monte de música boa em cada episódio (a playlist no Spotify é imperdível).

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