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  • November 22, 2016
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    A banda é formada por Wesley Schultz, Jeremiah Fraites e Neyla Pekarek.

    A banda é formada por Wesley Schultz, Jeremiah Fraites e Neyla Pekarek.

    O The Lumineers estourou em 2012, com “Ho Hey”, um dos singles que com certeza você já ouviu diversas vezes na rádio. A banda de Denver, Colorado, conquistou um espaço enorme na música e lançou em 2016 o seu segundo álbum, intitulado de “Cleopatra.” Sabe aqueles discos que você se apaixona e não consegue parar de ouvir de jeito nenhum? Foi isso que aconteceu comigo ao me deparar com um clipe de um dos singles, e procurar todo o álbum no Spotify. O estilo da banda é indie folk, e se você gosta de artistas como Vance Joy, Mumford & Sons e Of Monsters and Men, também vai se interessar.

    O álbum estreou em #1 na Billboard 200.

    O álbum estreou em #1 na Billboard 200.

    O que mais me chamou a atenção, além da sonoridade das músicas – que contam com a presença de violão, piano e guitarra – (que se encaixariam muito bem na trilha sonora de alguns filmes e numa playlist de viagem), são as letras sensacionais. Esse é um dos pontos principais para mim na música. Ela são escritas pelos integrantes da banda e a intenção deles é contar histórias que aconteceram na sua vida e na de outras pessoas também.

    Não deixe de ouvir: Ophelia, Gale Song, Long Way From Home, Sleep On The Floor, Angela, Cleopatra.

    Os clipes lançados são maravilhosos e contam uma história. Os fãs da banda estão sempre compartilhando teorias na internet (e os integrantes respondem algumas) que explicam o sentido dos clipes; as músicas lançadas como single até agora são sobre a mesma pessoa, segundo o próprio vocalista Wesley já explicou. Porém, os vídeos não seguem a ordem cronológica da história (ou seja, tem que tentar compreender mesmo, mas essa é a graça!).

    October 29, 2016
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    Nos dois últimos meses eu fui super influenciada por um dos meus amigos mais próximos e comecei a dar uma chance maior para a música pop. Que aliás, eu sempre gostei e é um gênero que está presente nas minhas playlists faz anos, mas eu acho que eu nunca me arriscava para ouvir os álbuns completos de alguns artistas ou realmente prestar a atenção na letra e na proposta musical deles. A música pop pode parecer superficial na rádio, mas alguns artistas estão sim, tentando reverter essa imagem.

    A Lady GaGa lançou o Joanne na semana anterior, que já se tornou o meu álbum favorito da cantora. E a Tove Lo, que eu ouvi sem parar em 2015, também apresentou novas faixas com o aguardado Lady Wood. Os dois possuem potencial para consolidar diversos hits, mas ao mesmo tempo mostram letras honestas e músicas que passam longe de querer agradar todo mundo.

    October 1, 2016
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    zara-larssonFoto: NME

    Zara Larsson tem 18 anos e nasceu na Suécia; ela é uma das novas apostas do pop, mas a cantora não apareceu ontem! Ela já havia lançado o seu primeiro EP em 2012, quando tinha apenas 15 anos, e alcançou um sucesso enorme na Europa com o single “Uncover”, seguido do hit “Never Forget You”, em parceria com o MNEK, cantor britânico que já trabalhou e escreveu algumas músicas com ela. Aliás, o seu sucesso na Inglaterra está crescendo cada vez mais. Ela possui bastante público por lá, e inclusive foi capa da NME em Setembro. Zara também marca presença nas rádios norte-americanas.                                                                                   

    zara-larsson-nme

    A cantora sempre expressa a sua opinião sobre diversos temas, e nas redes sociais, luta constantemente pela bandeira do feminismo. Ela tem vários posts em um blog antigo em que expõe sua opinião sobre a desigualdade de gêneros. Fã declarada de Beyoncé, Zara também comentou a importância da cantora ser uma ativista pelos direitos das mulheres negras nos Estados Unidos e no mundo.

    Quando questionada sobre o domínio dos homens na indústria musical, e de como ela lida com essa questão  -principalmente por ter entrado nesse meio aos 15 anos – ela diz que aprendeu a ter confiança para dizer “não”, e que a decisão final é sempre dela.

    O sucesso mundial chegou com o single “Lush Life”, que a rendeu indicações como Best New Artist em algumas premiações (incluindo o VMA). A música mais recente dela é “It Ain’t My Fult” bem dançante e com letra chiclete, que ganhou clipe recentemente.



    A Zara chamou a minha atenção pela personalidade e a atitude sincera dela, que diz o que pensa e faz um pop divertido com batidas que a gente não vê toda hora – algumas tem influência de R&B – e eu acredito que ela ainda vai conquistar um espaço enorme na música. Ela vive compartilhando as suas opiniões no Twitter.

    August 31, 2016
    postado por

    Pesquisar novos artistas ou ouvir álbuns não tão conhecidos é uma das minhas coisas favoritas. Principalmente com a facilidade que o Spotify te dá de conhecer novas músicas. E recentemente eu ando ouvindo muitas cantoras pop (e algumas alternativas) que pouco aparecem nas rádios, ou estão começando a ganhar atenção do público e da mídia recentemente. Saia da mesmice e vem ouvir!

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    Carly Rae JepsenEmotion

    Você com certeza já ouviu falar da Carly, mas ela lançou em 2015 o segundo CD da carreira. Emotion é um álbum com uma inspiração enorme nos anos 80. É repleto de músicas pop com letras grudentas e de boa qualidade, que falam sobre amor e auto conhecimento. O disco foi muito elogiado pelos críticos e fez ela conquistar vários fãs novos. É difícil não se apaixonar pelas músicas. É uma pena que você dificilmente vai ouvi-las na rádio, mas acredite, elas vão te animar independente do humor que você esteja. Ouça: Emotion, Your Type, Making The Most of The Night, Boy Problems.


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    Hayley KiyokoThis Side of Paradise

    A californiana de 25 anos começou a despontar na carreira musical ano passado, quando lançou o seu EP, trazendo o seu primeiro single, “Girls Like Girls.” A faixa ganhou um clipe com mais de 45 milhões de visualizações no Youtube: ele é dirigido pela própria cantora, que é a responsável pela criação e o enredo de todos os seus vídeos. Ela dá visibilidade à comunidade LGBT, tendo casais lésbicos como protagonistas dos clipes. As letras dela são honestas e trazem aquele ar de girl power. Ouça: Gravel to Tempo, Cliffs Edge, Girls Like Girls, Feeding the Fire.


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    ShuraNothing’s Real

    A britânica Shura é uma das grandes apostas de 2016. Ela lançou o disco de estreia em Julho deste ano, mas ela já havia lançado várias faixas e clipes desde 2014. Sempre citada pela mídia da Inglaterra, ela bombou com “What’s It Gonna Be?”, e está marcando presença em diversos festivais pelo mundo. O seu som mistura electropop, com indie e até R&B. Ela aprendeu a tocar violão aos 13 anos, e aos 16 começou a gravar suas próprias músicas. Ouça: What’s It Gonna Be, Indecision, Touch, Make It Up.


    the japanese house

    The Japanese HousePools to Bathe In

    Dona de uma voz única, Amber Bain foi contratada pela Dirty Hit, a mesma gravadora do The 1975 e Wolf Alice. Os primeiros, aliás, tem participação na produção do primeiro EP de Amber, lançado em 2015. “Pools to Bathe In” foi uma das minhas trilhas sonoras no ano passado; todas as músicas possuem um tom de melancolia e são perfeitas para ouvir naqueles dias de chuva. Em 2016, ela lançou “Clean”, com novas faixas e uma pegada um pouco mais pop. No inicio do projeto, ninguém sabia quem era a voz por trás do The Japanese House, mas Amber se revelou pois não queria que o mistério fosse mais importante que a música em si. Ouça: Still, Teeth, Clean, Cool Blue.


    June 24, 2016
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    Sem título

    Eu sou viciada em procurar novos álbuns para escutar, e um dos que chamou a minha atenção nos últimos dias foi o lançamento do Tom Odell, com o seu segundo disco, intitulado de Wrong Crowd. Você pode não conhecê-lo, mas com certeza já ouviu alguma música dele! Tom lançou o primeiro trabalho em 2013: “Long Way Down” o levou ao topo das paradas britânicas com o single Another Love, e ele participou da trilha sonora de A Culpa É Das Estrelas e Se Eu Ficar.

    Se você curte Hozier, Vance Joy, James Bay e George Ezra, provavelmente vai amá-lo também. Ele inovou e mostrou um amadurecimento grande no novo CD, que traz faixas com letras bem emotivas sobre amor, separações, coração partido e problemas da vida dele. Todas as músicas são escritas pelo cantor de 25 anos e baseadas em experiências da sua vida, e por isso, elas são bem íntimas, mas também fáceis de se relacionar. É difícil não se encantar pelas canções de Tom. Elas são lindas!

    Sabe quando você ama um álbum desde a primeira música até a última? Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Eu já gostava do cantor, mas fiquei apaixonada por tudo que ele lançou nos últimos meses. Você pode ouvir no Spotify.  Não deixe de escutar: “Constellations”, “Concrete”, “Sparrow”, “Still Getting Used To Be On My Own”, “Somehow”, “Jealously”, e “I Thought I Knew What Love Was”.

    tom

    Ele lançou alguns singles, todos eles acompanhados de clipes. E o mais legal é que eles são uma continuação e contam uma história (o que provavelmente acontece com muito das letras também). Vale a pena assistir. Eles são bem diferentes dos anteriores que o cantor já lançou!




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