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  • January 1, 2016
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    2016 começou com novo clipe da Taylor Swift e também o último single do álbum 1989, lançado no final de 2014. Quem ganhou vídeo dessa vez foi “Out Of The Woods“, que já era bem conhecida até mesmo pelas pessoas que não são tão fãs da cantora. A música, que traz um refrão que vai grudar na sua cabeça por dias (se você ainda não a conhecia!) é uma das favoritas da própria Taylor e foi a forma perfeita de finalizar a fase deste álbum. A letra fala sobre um relacionamento conturbado e instável, que gerava ansiedade e nunca se sabia se iria durar até o dia seguinte ou a próxima semana. A música traz um refrão rápido, e a ideia da cantora era fazer com que a música soasse exatamente como os sentimentos que ela teve na época. Ela explicou tudo aqui.

    O vídeo é cheio de referências especiais. A começar pelos lobos (que representam a mídia), seguido pelo colar que ela arranca (que é o mesmo do clipe de Style, o que significa que esse é o momento em que ela deixa aquela relação para trás), e os quatro elementos: terra, água, fogo e ar. Ela enfrenta todos eles, representando os estágios daquele relacionamento. E no final, ela passa por tudo aquilo e consegue encontrar a si mesma e a pessoa que ela é agora, o que é mostrado na última cena quando ela encontra a Taylor de hoje.

    December 20, 2015
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    Primeiramente quero me desculpar pelo sumiço gente! O responsável por tudo isso foi o vestibular e o final das aulas. Agora eu estou oficialmente de férias e vou poder investir mais tempo no blog. Essas últimas semanas foram uma loucura, por causa de provas, formatura, e o encerramento do ensino médio (adeus escola).  Eu fiquei totalmente sem tempo para elaborar os posts (e estava totalmente sem criatividade, depois de passar três dias fazendo vestibular).

    2015 na minha opinião, foi um ano maravilhoso para o mundo da música. Muitos artistas novos (e incríveis) despontaram, e vários álbuns legais foram lançados e surpreenderam. Seja na música pop ou no indie, o que não faltou foram lançamentos legais que mudaram um pouco o cenário musical. Eu fiz uma lista dos meus favoritos e falei o por quê; lembrando que você pode ouvir todos de graça no Spotify (que foi o meu melhor amigo esse ano).

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    Ryan Adams – 1989

    Quando o Ryan Adams revelou na internet que faria um álbum cover do 1989, todo mundo ficou empolgado. O cantor tem vários discos respeitados pela crítica e cinco indicações ao Grammy no currículo. A versão dele é bem diferente da original, e agradou muitas pessoas que não gostam das músicas pop da Taylor, mas as enxergaram de outro modo em um estilo musical diferente. A cantora elogiou o álbum cover diversas vezes, e disse que a maior diferença entre os dois é que ela estava em um estado emocional bem diferente do dele quando fez as músicas; ela estava feliz e ele de coração partido. Foi muito legal poder ouvir essa mudança, se você ainda não escutou, vale a pena. É a Taylor numa versão indie! Ouça: I Wish You Would, Bad Blood, All You Had To Do Was Stay, Style.

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    The Maine – American Candy

    Esse é o quinto álbum do The Maine e o terceiro lançado de forma independente por eles. Lançado em 31 de Março, o American Candy foi um dos CDs que eu mais ouvi esse ano e virou a minha trilha sonora de 2015. Eu amo todos os álbuns do The Maine (é difícil escolher o meu favorito), mas esse ganhou um significado especial para mim porque foi na turnê Brazilian Candy Tour que eu pude vê-los live pela primeira vez. E como esperado, foi um dos melhores momentos da vida! O American Candy é um dos álbuns mais bem sucedidos já lançado por eles e também fez a banda conquistar vários fãs novos; se você ainda não os conhecia, essa é a chance pra ouvir a banda. Ouça: Miles Away, (Un)Lost, Diet Soda Society, American Candy.

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    Halsey – Badlands

    O álbum de estréia da Halsey a levou de vez para o sucesso, alcançando o #1 na Billboard. O Badlands possui todo um conceito diferente por trás das faixas e dos clipes. E não seria possível esperar menos da cantora, que sempre gostou de divulgar a sua música de um jeito inovador. Na minha opinião, é um dos melhores discos lançados este ano. As faixas falam sobre diversos assuntos e são todas de autoria da cantora, que realmente mostra o que se passa na vida dela com letras bem íntimas e originais. Ela produziu todo o álbum junto com o Lido. A parceria foi imbatível, e até se você não gosta de música pop vai se encantar por esse CD. Ela já tem presença confirmada ano que vem no Lollapalooza Brasil. Ouça: Drive, Gasoline, Colors, Roman Holiday, Control.

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    Alessia Cara – Know It All

    A canadense Alessia Cara, de apenas 19 anos, foi descoberta há pouco tempo pelo Youtube e contratada pela gravadora Def Jam Recordings; ela lançou o seu primeiro álbum no final deste ano, após o grande sucesso do seu primeiro single “Here” (que no momento se encontra no oitavo lugar na parada da Billboard) e do EP “Four Pink Walls.” A voz dela é poderosa; a cantora de R&B foi elogiada pelo próprio Drake e chamada para cantar com a Taylor Swift na sua turnê. As suas letras falam sobre inseguranças que ela enfrentou na adolescência, e o nome do álbum (em português, “sabe tudo”) é na verdade uma brincadeira com o fato de que ela não tinha muita certeza de nada quando mais nova. Ela é uma das cantoras que eu mais ouço ultimamente, e tenho certeza que em 2016 ela vai bombar ainda mais. Ouça: I’m Yours, Outlaws, Four Pink Walls, Here.

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    Twenty One Pilots – Blurryface

    Lançado em Maio, Blurryface é o quinto álbum de estúdio do Twenty One Pilots, composto por Tyler Joseph nos vocais e Josh Dun na bateria. O CD fez todo mundo que ainda não conhecia a banda, se apaixonar por eles. É bem difícil não gostar das músicas, que possuem letras muito boas (como já é comum deles!) e vão grudar na sua cabeça por dias. Mas não se deixe enganar pelo fato delas serem “animadas”: as letras do álbum falam sobre ansiedade, depressão, tristeza, e tentar lidar com os seus problemas. O álbum é conceitual e eu expliquei um pouco mais sobre ele aqui. Eles também vão se apresentar no Lollapalooza Brasil no ano que vem (mesmo não sendo no mesmo dia, será que rola uma parceria no palco entre o Josh e a Halsey? Para quem não sabe, os dois são melhores amigos!). Ouça: Ride, Doubt, Polarize, The Judge, We Don’t Believe What’s On TV.

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    Wolf Alice – My Love Is Cool

    A banda de indie rock britânica Wolf Alice era uma das promessas do ano. Da mesma gravadora do The 1975, eles lançaram o álbum debut em Junho e emplacaram o segundo lugar nas paradas da Inglaterra. Para quem gosta de bandas britânicas como Catfish & The Bottlemen e Peace, e curte esse estilo, você vai amar o disco, que é cheio de músicas de alta qualidade; é com certeza um dos melhores lançamentos do ano. Cheio de faixas que poderiam virar single, o sucesso deles rendeu uma indicação ao Grammy na categoria Best Rock Performance por “Moaning Lisa Smile.” Ouça: Bros, Giant Peach, Your Loves Whore, Silk.

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    5 Seconds of Summer – Sounds Good, Feels Good

    O segundo álbum da banda australiana trouxe músicas bem mais maduras do que as lançadas no disco de estréia. Falando sobre temas variados, o disco foi um dos mais bem sucedidos do ano, com produção de John Feldmann. Eu não consigo parar de ouvir desde o seu lançamento; é visível o crescimento da banda em todas as músicas! A turnê mundial – Sounds Live, Feels Live – já foi confirmada e agora só resta esperar se eles vão cumprir a promessa de vir ao Brasil. Se você ouviu os singles anteriores e não gostou muito, dê uma chance para o CD; as chances de você curtir são grandes. Ouça: Vapor, Jet Black Heart, San Francisco, Outer Space/Carry On.

    Alguns álbuns não estão na lista (ainda falta escutar o da Adele!). Mas esses foram alguns que eu mais ouvi durante este ano. E vocês, o que mais escutaram em 2015?

    November 5, 2015
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    No dia 23 de Outubro a banda australiana 5 Seconds of Summer, formada por Luke Hemmings (vocal), Calum Hood (baixo), Michael Clifford (guitarra) e Ashton Irwin (bateria), lançou o seu segundo e mais novo álbum de estúdio, intitulado de “Sounds Good Feels Good.” O som da banda amadureceu e as letras dessa vez são bem mais íntimas que as escritas para o primeiro disco; eles trabalharam nas composições por três meses. Novamente, contaram com a ajuda do John Feldmann, produtor musical conhecido por trabalhar com bandas como Good Charlotte e The Used. Eles escreveram com vários artistas: os irmãos Benji e Joel Madden, Alex Gaskarth (vocal do All Time Low) e Bonnie McKee.

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    No seu álbum debut a banda mostrou um som pop com influências rock, mesmo que outras músicas do seu repertório possuíssem clara influência do pop punk: no novo trabalho, eles mergulham de vez nesse gênero e acham a sua própria identidade. A versão deluxe, que contém 17 faixas, traz músicas que podem virar hit para rádios, outras mais românticas e que ainda lembram um pouco a 5SOS do primeiro CD, mas a maioria segue o estilo que eles querem apostar de vez nesta nova fase. “Money”, a primeira faixa, é o melhor exemplo disso. A letra chiclete acompanhada das guitarras já é uma marca registrada do quarteto.

    Se você ouviu o primeiro single, “She’s Kinda Hot” e o som não te agradou muito, não se preocupe: a faixa não dá uma dica para o estilo que todas as outras músicas seguem. Ela é um pouco mais comercial mesmo (na minha opinião), e as outras músicas são diferentes e se destacam bastante. O segundo single, “Hey Everybody” traz uma semelhança com SKH, mas a que realmente mostra o que eles querem fazer é “Jet Black Heart”, que traz uma das melhores composições do disco, e foi liberada no final de Agosto.

    Muitas músicas também são feitas para serem tocadas em arenas e são aquelas faixas que você fica imaginando como seriam incríveis live: as mais emocionais, como “The Girl Who Cried Wolf”, “Waste The Night”, “Castaway” e “Vapor” são perfeitas para cantar junto no último volume. Aliás, eles trazem uma sequência ótima de músicas com letras sensacionais, bem mais profundas que as das faixas lançadas anteriormente, e os assuntos abordados são variados. Separação dos país, fim de relacionamento, ansiedade, tristeza e a vontade de escapar um pouco da realidade são inspiração para a maioria das músicas. Destaque aqui para “Broken Home” e “Invisible”. Esta última traz um vocal incrível do baixista Calum, incluindo até um solo de violino lindo no final, feito pela orquestra sinfônica de Londres.

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    É claro que tem espaço para as faixas mais animadas também, mas as letras continuam cheias de significado. “Safety Pin” é uma das minhas favoritas, seguido de “Fly Away” (que não vai sair da sua cabeça nunca!) e “Permanent Vacation.” O Sounds Good Feels Good também traz um conceito por trás do álbum: a banda criou a “The New Broken Scene”, que é como se fosse um movimento para os fãs e os que admiram e acompanham a 5SOS, se unirem em um grupo só. Eles querem passar mensagens positivas para aqueles que usam a sua música como uma forma de ajudá-los a superar os problemas; seja ansiedade, depressão ou momentos difíceis: em entrevista recente a banda disse que eles perceberam que possuíam uma voz, e querem usá-la para o melhor.

    Uma música que merece destaque é a última, “Outer Space / Carry On”, que é uma das maiores do disco. As músicas trazem uma produção e complexidade maior em SGFG: algumas faixas não terminam com o fim da letra e possuem um instrumental legal no final, e vários hidden tracks.

    O disco estreou em primeiro lugar no Hot 200 da Billboard, assim como o primeiro disco, vendendo mais de 300 mil cópias na primeira semana. Também alcançou o #1 na Inglaterra, Canadá, Noruega, Itália, Irlanda e Austrália.


    [+] Você pode ouvir o álbum no Spotify
    [+] Ou fazer o download no iTunes

    September 26, 2015
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    Na última semana eu viajei para o Rio de Janeiro (meu lugar favorito)  e fui com a minha prima e a família dela ao Rock in Rio. Eu já havia comentado aqui no blog que iria, mas agora vou fazer um post contando como foi, e também dando algumas dicas caso você também vá neste último final de semana, ou esteja planejando ir no futuro. A meia entrada custou R$175,00, e eu acho um preço justo, já que você tem a oportunidade de ver várias bandas e artistas no mesmo dia. E às vezes nós costumamos ter que desembolsar esse valor para ver apenas um show, então… Na minha opinião vale muito a pena, e eu vou explicar o porquê!

    Eu fui para a cidade do rock de ônibus (que é a única opção; a maioria do pessoal usa o BRT, que ficou bem cheio nesses dias que os festivais estavam rolando). É impossível chegar lá de carro, táxi ou derivados, ou seja, você tem que ir de bus mesmo. Existia também a opção de pagar por um transporte para te levar, que foi o meu caso. Muitas pessoas também escolheram essa opção, que é o Transporte Primeira Classe do RIR. O cartão custa R$70,00 (o preço é meio salgado) mas te garante muito conforto, o que é legal para quem não é do Rio e talvez não consiga se virar sozinho (havia vários turistas no ônibus, mas muitos cariocas também).

    Esse ônibus possuía muitos locais de escolha, e o meu foi no Barra Shopping. Você escolhia o horário, chegava quinze minutos antes, e esperava na fila. Ele te deixava bem na entrada do RIR. Se você pegar o BRT, por exemplo, tem que andar mais ou menos uns treze minutos até chegar à cidade do rock (é uma estrutura enorme!). Então, é uma outra opção interessante. E tem ar condicionado, o que é importante pra já não chegar derretendo (eu sai do frio do sul direto para um calor de 36 graus, então imaginem).

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    Eu cheguei por volta das 15h30 e achei bem tranquilo de início. Já tinha bastante gente, mas era possível andar sem esbarrar em muitas pessoas. Por essa entrada, logo que você chega, já dá de cara com o palco mundo (é no caminho onde eu bati aquela primeira foto). Ele é gigante e dá pra enxergar muito bem de vários locais da cidade do rock, o que eu achei ótimo. O primeiro local que eu fui, foi na roda gigante, para tentar reservar um horário (o que é possível por causa do aplicativo Bloom). Caso ele não funcione no seu celular (que foi o que rolou comigo) eles colocam uma pulseira no seu braço que registra o seu horário no brinquedo (roda gigante, montanha-russa ou a tirolesa: infelizmente essa última esgotou todos os horários às 14h).

    Eu fui na roda gigante umas 18h30 (registrei meu horário às 16h30). Leva um tempo considerável, mas enquanto isso você pode ir fazendo outras coisas. Aliás, se você não quiser assistir à qualquer show, o que mais tem é coisa pra fazer; e as opções de comida também são várias. Eu não achei os preços muito absurdos, é o esperado para um festival. Eu já tinha me preparado psicologicamente antes. Você pode conferi-los aqui.

    Dica: Ninguém fala, mas você fica sentado na roda gigante, que é meio sem graça, por uns 30 minutos. Tanto que quando o show de abertura começou, às 19h, eu e outras pessoas ainda estávamos presos lá. Então, é uma opção boa se você quiser sentar por vários minutos e descansar (hahaha) mas não aconselho ir antes de nenhum show, por que olha, demora… Porém, a noite ela fica bem iluminada e rende ótimas fotos. Já a montanha russa eu acabei nem indo, porque o horário era no meio do show do The Script e eu não ia sair de lá nem carregada!

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    Foto tirada do palco mundo, 17h da tarde: bem tranquilo!

    Acreditem se quiser, é super possível assistir o show de um bom lugar sem ter que chegar mil horas antes. O espaço da platéia no palco mundo, duas horas antes dos shows começaram, estavam meio vazios. E você não precisa ficar sentado lá o dia inteiro para enxergar bem: eu cheguei no gramado na metade do primeiro show, e mesmo tendo 1,55, consegui ver bem. Depois esvaziou um pouco e eu fui para o meio. Não tinha ninguém empurrando, e pelos vídeos dá impressão que todo mundo fica literalmente socado, mas na realidade não é assim. Sem falar que os telões ajudam demais quem é baixo como eu. O único show que ficou realmente bem lotado, e não dava para se mexer tanto, foi o do Queen. Nos intervalos, a galera ficava sentado, descansando, e tinha um espaço considerável pra todo mundo.

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    The Script (foto)

    A banda irlandesa foi a primeira das internacionais a se apresentar no palco mundo, e foi sensacional! Eu estava bem ansiosa para assistir o show, eles tem músicas que eu gosto muito e eu sabia que já ia me emocionar quando ouvisse “For the First Time” live, e não deu outra. Foi um dos momentos mais legais do RIR, na minha opinião. A banda toda foi extremamente simpática durante o show, o Danny se jogou na platéia várias vezes, inclusive filmou em alguns momentos e agradecia o tempo todo. Eles mandam muito bem ao vivo, e eu curti cada segundo. Ao contrário do que a mídia disse, foi um show que empolgou quem estava lá (eu vi muitas pessoas que sabiam as letras de cor). Também foi o que eu consegui enxergar melhor (um pouco antes do OneRepublic encheu mais). E o que me encantou foi que eles interagiam o tempo todo com a platéia. Um dos pontos altos também foi Hall Of Fame.

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    OneRepublic (foto)

    Se tem uma banda que todo mundo deveria assistir live um dia, essa banda é o OneRepublic. Eles são incríveis no palco e te contagiam o tempo todo. A voz do Ryan Tedder é impressionante, sério. Ele te conquista durante o show inteiro, e alcançou cada nota que deixou todo mundo que estava lá chocado. E eu nem acredito que presenciei o momento em que ele cantou Stay With Me, do Sam Smith. Foi inesquecível. A platéia toda cantou junto “Secrets”, “Counting Stars”, e “I Lived” fez todo mundo pular até não poder mais. Eu não fiquei parada em nenhum momento. Ah, e durante “Love Runs Out” eles tocaram um trechinho de “Seven Nation Army” e ai a galera foi ao delírio, definitivamente.

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    Queen (foto)

    Não consigo nem descrever como foi emocionante assistir o show do Queen. E com certeza eu não fui a única com essa sensação, já que o coro foi muito forte do inicio ao fim. Todo mundo cantou junto. Também tenho que citar como o Adam Lambert surpreendeu positivamente a todos: a voz dele era impecável, além de ser muito simpático. Eu já sabia que ele tinha uma boa voz, mas ao vivo é outra coisa, né? Não tem nem o que falar: ele é muito bom. Ele e o Brian tentaram falar português em vários momentos, e conseguiram conquistar toda a platéia. Também vale dizer que o Brian e o Roger são sensacionais; é impossível não ficar completamente impressionado com eles. E rolou até pau de selfie durante o show (o que fez a galera rir, já que o selfie stick era proibido no RIR).

    September 14, 2015
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    O primeiro álbum da Halsey, Badlands

    Eu já falei da Halsey aqui no blog, mas se você ainda não a conhece: ela é uma das apostas atuais do pop alternativo. Ela lançou faz algumas semanas o seu debut, que emplacou o #2 lugar na parada da Billboard. Incrível, né? Além das suas canções terem um conteúdo diferente, com letras incríveis (sobre os mais variados assuntos) ela trouxe uma visão mais legal pro mundo da música, na minha opinião. O título do álbum, Badlands, acompanha todo um conceito especial; é um local que não existe de verdade, mas é onde o disco é ambientado. Você pode ouvir de graça no Spotify. Faixas que eu recomendo (se você vai ouvi-la pela primeira vez): Colors, Drive, Hurricane, Ghost e Gasoline.

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    Conheça a Beach Weather

    Para mim não existe um limite máximo de bandas para se viciar, e eu gosto muito de conhecer novas. Então quero indicar pra vocês uma banda que (literalmente) se formou há bem pouco tempo. A Beach Weather faz parte da 8123 e eles lançaram o seu primeiro EP, que tem 5 faixas, faz umas duas semanas. Ele leva o título de “What A Drag” e eu estou absolutamente viciada. As letras grudaram na minha cabeça; é aquele tipo de música boa pra ouvir com os amigos e cantar no carro. A banda é composta pelo Nick Santino nos vocais, Reeve Powers no baixo, Ian Holubiak na guitarra e Austin Scates na bateria. Ouça aqui.

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    Última temporada de Awkward

    Sempre que nós acompanhamos uma série por muito tempo e ela chega ao fim, parece que vai faltar uma parte da vida sou dramática e quando ela tem um número de temporadas considerável, como Awkward, que está na quinta, você se torna “próximo” aos personagens. Quando eu assisti Awkward pela primeira vez fiquei muito viciada. Assisti toda a temporada em apenas dois dias, e eu AMEI a Jenna, e é claro, torci muito por ela e o Matty. Já nas outras temporadas eu juro que comecei – assim como os outros fãs – a sentir vontade de matar a Jenna, mas continuei assistindo. E agora o fim chegou. A season 5 estreou no final de Agosto e vai ser o desfecho da série. Vou sentir muita falta. Você pode fazer o download aqui.

    Para suprir o fim, a MTV já confirmou que Faking It vai continuar rolando; a sexta temporada de Teen Wolf já está mais que confirmada amém e a segunda de Scream estréia em 2016.

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