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    Livros que eu li na faculdade #1

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    O que eu li, assisti e ouvi em Junho

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  • Dezembro 20, 2015
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    Primeiramente quero me desculpar pelo sumiço gente! O responsável por tudo isso foi o vestibular e o final das aulas. Agora eu estou oficialmente de férias e vou poder investir mais tempo no blog. Essas últimas semanas foram uma loucura, por causa de provas, formatura, e o encerramento do ensino médio (adeus escola).  Eu fiquei totalmente sem tempo para elaborar os posts (e estava totalmente sem criatividade, depois de passar três dias fazendo vestibular).

    2015 na minha opinião, foi um ano maravilhoso para o mundo da música. Muitos artistas novos (e incríveis) despontaram, e vários álbuns legais foram lançados e surpreenderam. Seja na música pop ou no indie, o que não faltou foram lançamentos legais que mudaram um pouco o cenário musical. Eu fiz uma lista dos meus favoritos e falei o por quê; lembrando que você pode ouvir todos de graça no Spotify (que foi o meu melhor amigo esse ano).

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    Ryan Adams – 1989

    Quando o Ryan Adams revelou na internet que faria um álbum cover do 1989, todo mundo ficou empolgado. O cantor tem vários discos respeitados pela crítica e cinco indicações ao Grammy no currículo. A versão dele é bem diferente da original, e agradou muitas pessoas que não gostam das músicas pop da Taylor, mas as enxergaram de outro modo em um estilo musical diferente. A cantora elogiou o álbum cover diversas vezes, e disse que a maior diferença entre os dois é que ela estava em um estado emocional bem diferente do dele quando fez as músicas; ela estava feliz e ele de coração partido. Foi muito legal poder ouvir essa mudança, se você ainda não escutou, vale a pena. É a Taylor numa versão indie! Ouça: I Wish You Would, Bad Blood, All You Had To Do Was Stay, Style.

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    The Maine – American Candy

    Esse é o quinto álbum do The Maine e o terceiro lançado de forma independente por eles. Lançado em 31 de Março, o American Candy foi um dos CDs que eu mais ouvi esse ano e virou a minha trilha sonora de 2015. Eu amo todos os álbuns do The Maine (é difícil escolher o meu favorito), mas esse ganhou um significado especial para mim porque foi na turnê Brazilian Candy Tour que eu pude vê-los live pela primeira vez. E como esperado, foi um dos melhores momentos da vida! O American Candy é um dos álbuns mais bem sucedidos já lançado por eles e também fez a banda conquistar vários fãs novos; se você ainda não os conhecia, essa é a chance pra ouvir a banda. Ouça: Miles Away, (Un)Lost, Diet Soda Society, American Candy.

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    Halsey – Badlands

    O álbum de estréia da Halsey a levou de vez para o sucesso, alcançando o #1 na Billboard. O Badlands possui todo um conceito diferente por trás das faixas e dos clipes. E não seria possível esperar menos da cantora, que sempre gostou de divulgar a sua música de um jeito inovador. Na minha opinião, é um dos melhores discos lançados este ano. As faixas falam sobre diversos assuntos e são todas de autoria da cantora, que realmente mostra o que se passa na vida dela com letras bem íntimas e originais. Ela produziu todo o álbum junto com o Lido. A parceria foi imbatível, e até se você não gosta de música pop vai se encantar por esse CD. Ela já tem presença confirmada ano que vem no Lollapalooza Brasil. Ouça: Drive, Gasoline, Colors, Roman Holiday, Control.

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    Alessia Cara – Know It All

    A canadense Alessia Cara, de apenas 19 anos, foi descoberta há pouco tempo pelo Youtube e contratada pela gravadora Def Jam Recordings; ela lançou o seu primeiro álbum no final deste ano, após o grande sucesso do seu primeiro single “Here” (que no momento se encontra no oitavo lugar na parada da Billboard) e do EP “Four Pink Walls.” A voz dela é poderosa; a cantora de R&B foi elogiada pelo próprio Drake e chamada para cantar com a Taylor Swift na sua turnê. As suas letras falam sobre inseguranças que ela enfrentou na adolescência, e o nome do álbum (em português, “sabe tudo”) é na verdade uma brincadeira com o fato de que ela não tinha muita certeza de nada quando mais nova. Ela é uma das cantoras que eu mais ouço ultimamente, e tenho certeza que em 2016 ela vai bombar ainda mais. Ouça: I’m Yours, Outlaws, Four Pink Walls, Here.

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    Twenty One Pilots – Blurryface

    Lançado em Maio, Blurryface é o quinto álbum de estúdio do Twenty One Pilots, composto por Tyler Joseph nos vocais e Josh Dun na bateria. O CD fez todo mundo que ainda não conhecia a banda, se apaixonar por eles. É bem difícil não gostar das músicas, que possuem letras muito boas (como já é comum deles!) e vão grudar na sua cabeça por dias. Mas não se deixe enganar pelo fato delas serem “animadas”: as letras do álbum falam sobre ansiedade, depressão, tristeza, e tentar lidar com os seus problemas. O álbum é conceitual e eu expliquei um pouco mais sobre ele aqui. Eles também vão se apresentar no Lollapalooza Brasil no ano que vem (mesmo não sendo no mesmo dia, será que rola uma parceria no palco entre o Josh e a Halsey? Para quem não sabe, os dois são melhores amigos!). Ouça: Ride, Doubt, Polarize, The Judge, We Don’t Believe What’s On TV.

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    Wolf Alice – My Love Is Cool

    A banda de indie rock britânica Wolf Alice era uma das promessas do ano. Da mesma gravadora do The 1975, eles lançaram o álbum debut em Junho e emplacaram o segundo lugar nas paradas da Inglaterra. Para quem gosta de bandas britânicas como Catfish & The Bottlemen e Peace, e curte esse estilo, você vai amar o disco, que é cheio de músicas de alta qualidade; é com certeza um dos melhores lançamentos do ano. Cheio de faixas que poderiam virar single, o sucesso deles rendeu uma indicação ao Grammy na categoria Best Rock Performance por “Moaning Lisa Smile.” Ouça: Bros, Giant Peach, Your Loves Whore, Silk.

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    5 Seconds of Summer – Sounds Good, Feels Good

    O segundo álbum da banda australiana trouxe músicas bem mais maduras do que as lançadas no disco de estréia. Falando sobre temas variados, o disco foi um dos mais bem sucedidos do ano, com produção de John Feldmann. Eu não consigo parar de ouvir desde o seu lançamento; é visível o crescimento da banda em todas as músicas! A turnê mundial – Sounds Live, Feels Live – já foi confirmada e agora só resta esperar se eles vão cumprir a promessa de vir ao Brasil. Se você ouviu os singles anteriores e não gostou muito, dê uma chance para o CD; as chances de você curtir são grandes. Ouça: Vapor, Jet Black Heart, San Francisco, Outer Space/Carry On.

    Alguns álbuns não estão na lista (ainda falta escutar o da Adele!). Mas esses foram alguns que eu mais ouvi durante este ano. E vocês, o que mais escutaram em 2015?

    Setembro 26, 2015
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    RIR

    Na última semana eu viajei para o Rio de Janeiro (meu lugar favorito)  e fui com a minha prima e a família dela ao Rock in Rio. Eu já havia comentado aqui no blog que iria, mas agora vou fazer um post contando como foi, e também dando algumas dicas caso você também vá neste último final de semana, ou esteja planejando ir no futuro. A meia entrada custou R$175,00, e eu acho um preço justo, já que você tem a oportunidade de ver várias bandas e artistas no mesmo dia. E às vezes nós costumamos ter que desembolsar esse valor para ver apenas um show, então… Na minha opinião vale muito a pena, e eu vou explicar o porquê!

    Eu fui para a cidade do rock de ônibus (que é a única opção; a maioria do pessoal usa o BRT, que ficou bem cheio nesses dias que os festivais estavam rolando). É impossível chegar lá de carro, táxi ou derivados, ou seja, você tem que ir de bus mesmo. Existia também a opção de pagar por um transporte para te levar, que foi o meu caso. Muitas pessoas também escolheram essa opção, que é o Transporte Primeira Classe do RIR. O cartão custa R$70,00 (o preço é meio salgado) mas te garante muito conforto, o que é legal para quem não é do Rio e talvez não consiga se virar sozinho (havia vários turistas no ônibus, mas muitos cariocas também).

    Esse ônibus possuía muitos locais de escolha, e o meu foi no Barra Shopping. Você escolhia o horário, chegava quinze minutos antes, e esperava na fila. Ele te deixava bem na entrada do RIR. Se você pegar o BRT, por exemplo, tem que andar mais ou menos uns treze minutos até chegar à cidade do rock (é uma estrutura enorme!). Então, é uma outra opção interessante. E tem ar condicionado, o que é importante pra já não chegar derretendo (eu sai do frio do sul direto para um calor de 36 graus, então imaginem).

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    Eu cheguei por volta das 15h30 e achei bem tranquilo de início. Já tinha bastante gente, mas era possível andar sem esbarrar em muitas pessoas. Por essa entrada, logo que você chega, já dá de cara com o palco mundo (é no caminho onde eu bati aquela primeira foto). Ele é gigante e dá pra enxergar muito bem de vários locais da cidade do rock, o que eu achei ótimo. O primeiro local que eu fui, foi na roda gigante, para tentar reservar um horário (o que é possível por causa do aplicativo Bloom). Caso ele não funcione no seu celular (que foi o que rolou comigo) eles colocam uma pulseira no seu braço que registra o seu horário no brinquedo (roda gigante, montanha-russa ou a tirolesa: infelizmente essa última esgotou todos os horários às 14h).

    Eu fui na roda gigante umas 18h30 (registrei meu horário às 16h30). Leva um tempo considerável, mas enquanto isso você pode ir fazendo outras coisas. Aliás, se você não quiser assistir à qualquer show, o que mais tem é coisa pra fazer; e as opções de comida também são várias. Eu não achei os preços muito absurdos, é o esperado para um festival. Eu já tinha me preparado psicologicamente antes. Você pode conferi-los aqui.

    Dica: Ninguém fala, mas você fica sentado na roda gigante, que é meio sem graça, por uns 30 minutos. Tanto que quando o show de abertura começou, às 19h, eu e outras pessoas ainda estávamos presos lá. Então, é uma opção boa se você quiser sentar por vários minutos e descansar (hahaha) mas não aconselho ir antes de nenhum show, por que olha, demora… Porém, a noite ela fica bem iluminada e rende ótimas fotos. Já a montanha russa eu acabei nem indo, porque o horário era no meio do show do The Script e eu não ia sair de lá nem carregada!

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    Foto tirada do palco mundo, 17h da tarde: bem tranquilo!

    Acreditem se quiser, é super possível assistir o show de um bom lugar sem ter que chegar mil horas antes. O espaço da platéia no palco mundo, duas horas antes dos shows começaram, estavam meio vazios. E você não precisa ficar sentado lá o dia inteiro para enxergar bem: eu cheguei no gramado na metade do primeiro show, e mesmo tendo 1,55, consegui ver bem. Depois esvaziou um pouco e eu fui para o meio. Não tinha ninguém empurrando, e pelos vídeos dá impressão que todo mundo fica literalmente socado, mas na realidade não é assim. Sem falar que os telões ajudam demais quem é baixo como eu. O único show que ficou realmente bem lotado, e não dava para se mexer tanto, foi o do Queen. Nos intervalos, a galera ficava sentado, descansando, e tinha um espaço considerável pra todo mundo.

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    The Script (foto)

    A banda irlandesa foi a primeira das internacionais a se apresentar no palco mundo, e foi sensacional! Eu estava bem ansiosa para assistir o show, eles tem músicas que eu gosto muito e eu sabia que já ia me emocionar quando ouvisse “For the First Time” live, e não deu outra. Foi um dos momentos mais legais do RIR, na minha opinião. A banda toda foi extremamente simpática durante o show, o Danny se jogou na platéia várias vezes, inclusive filmou em alguns momentos e agradecia o tempo todo. Eles mandam muito bem ao vivo, e eu curti cada segundo. Ao contrário do que a mídia disse, foi um show que empolgou quem estava lá (eu vi muitas pessoas que sabiam as letras de cor). Também foi o que eu consegui enxergar melhor (um pouco antes do OneRepublic encheu mais). E o que me encantou foi que eles interagiam o tempo todo com a platéia. Um dos pontos altos também foi Hall Of Fame.

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    OneRepublic (foto)

    Se tem uma banda que todo mundo deveria assistir live um dia, essa banda é o OneRepublic. Eles são incríveis no palco e te contagiam o tempo todo. A voz do Ryan Tedder é impressionante, sério. Ele te conquista durante o show inteiro, e alcançou cada nota que deixou todo mundo que estava lá chocado. E eu nem acredito que presenciei o momento em que ele cantou Stay With Me, do Sam Smith. Foi inesquecível. A platéia toda cantou junto “Secrets”, “Counting Stars”, e “I Lived” fez todo mundo pular até não poder mais. Eu não fiquei parada em nenhum momento. Ah, e durante “Love Runs Out” eles tocaram um trechinho de “Seven Nation Army” e ai a galera foi ao delírio, definitivamente.

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    Queen (foto)

    Não consigo nem descrever como foi emocionante assistir o show do Queen. E com certeza eu não fui a única com essa sensação, já que o coro foi muito forte do inicio ao fim. Todo mundo cantou junto. Também tenho que citar como o Adam Lambert surpreendeu positivamente a todos: a voz dele era impecável, além de ser muito simpático. Eu já sabia que ele tinha uma boa voz, mas ao vivo é outra coisa, né? Não tem nem o que falar: ele é muito bom. Ele e o Brian tentaram falar português em vários momentos, e conseguiram conquistar toda a platéia. Também vale dizer que o Brian e o Roger são sensacionais; é impossível não ficar completamente impressionado com eles. E rolou até pau de selfie durante o show (o que fez a galera rir, já que o selfie stick era proibido no RIR).

    Setembro 1, 2015
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    Eu fiquei super empolgada quando soube que Wildest Dreams seria o quinto single retirado do álbum 1989. A música é bem diferente de outras que a Taylor já escreveu, e por isso acho que vai surpreender bastante o público que ainda não conhece esse lado dela. O clipe estreou no Domingo no MTV Video Music Awards, o VMA, e tem direção de Joseph Kahn: o mesmo cara que dirigiu Blank Space e Bad Blood, e já trabalhou outras vezes com a Taylor.

    O par romântico dela é o Scott Eastwood, que foi protagonista do último filme do Nicholas Sparks adaptado para o cinema, The Longest Ride. O vídeo se passa em 1950, e a personagem da Taylor é inspirada na Audrey Hepburn.

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    Olha que legal esse poster de época do clipe, feito por um dos Swifties no Tumblr!

    Agosto 8, 2015
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    Eu já comentei algumas vezes aqui no blog, mas caso vocês não tenham visto os posts: The Maine é uma das minhas bandas favoritas, e eu não havia ainda tido a oportunidade de ir em um dos shows da banda aqui no Brasil (essa já foi a quarta vez que eles desembarcaram aqui). Mas dessa vez eu tinha me planejado para juntar um dinheiro e comprei meu ingresso logo no primeiro dia (depois de ficar 3 horas na frente do computador tentando, mas valeu a pena). A Brazilian Candy Tour começou no dia 31 de Junho, e terminou em 5 de Agosto, em Curitiba. Eu fui no show de Porto Alegre, dia 4, e nós ainda demos a sorte do aniversário do John ser nesse dia, o que deixou o show ainda mais especial.

    Vou começar falando do show de abertura, que foi sensacional. O convidado desse ano era o Brennan Smiley, que é o vocalista do The Technicolors. Infelizmente, não deu para vir a banda toda, só ele (por motivos desconhecidos), mas o show foi muito legal do mesmo jeito, o que me faz pensar então que com a banda inteira… socorro. Já entrou para a listinha de desejos ver eles ao vivo. Se você ainda não conhece a banda, sugiro correr para o Spotify e ouvir. Eu estava com expectativas altas para vê-lo no palco, e ele correspondeu todas elas. O Brennan manda muito bem ao vivo. A voz dele é incrível. Quando o show terminou, fui direto na mesa do merch comprar o EP que eles lançaram neste ano. Meu momento favorito foi Tonight You Are Mine e o cover de Don’t Look Back in Anger.

    Birthday in Brazil.

    Uma foto publicada por The Maine (@themaineband) em

    Eles são super pontuais, então o show começou no horário, até uns minutos antes das 21h, se não me engano, e eles entraram com Miles Away, e nesse momento eu já comecei a pular (muito) berrar, cantar junto. Eu sou daquelas pessoas que não consegue ficar parada, e imaginem ver a sua banda favorita ao vivo? Eu juro que não parei nem por um segundo! Mesmo que lá pela metade não aguentasse mais pular hahahaha quando a próxima música começava, eu já saía do chão de novo. Logo depois eles seguiram com Run, Growing Up, Inside of You e Misery.

    Eu queria ter gravado mais vídeos, mas não fiquei exatamente na frente do palco (mas deu para ver muito bem, já que era um teatro, então a sensação de estar perto era grande). Porém, achei uns vídeos ótimos no Youtube e que transmitem um pouco da animação do show (ninguém parou de cantar por nenhum segundo, a platéia fez bonito!).

    A setlist seguiu basicamente a mesma dos shows nos EUA, com algumas alterações (aqui teve mais músicas) e às vezes, alternando os shows, eles adicionavam duas músicas diferentes. Eu confesso que senti falta de algumas do American Candy (o álbum que dá nome à turnê, lançado em Março deste ano). Algumas das minhas músicas favoritas da banda estão nesse CD, mas foi muito legal do mesmo jeito. E ah, já que era aniversário do John, rolou algumas surpresas no show, organizado pelas meninas de POA. Em Jenny, por exemplo, nós acendemos velas (era eletrônico, só apertar em um botão), em Into Your Arms também, e ficou tudo lindo demais. Ele se emocionou bastante. Também rolou parabéns e bolo na cara, do qual vocês podem ver nos vídeos (ele até esfregou um pouco de bolo que estava no rosto dele, em uma fã. Sortuda!).

    Eu sai do show ainda mais apaixonada pela banda. Eles são muito bons ao vivo, não te fazem querer ficar parado um segundo. O Garrett pulou o tempo inteiro no palco, de um lado para o outro, achei demais, haha. A animação deles era nítida, e a emoção com o fato da platéia cantar tudo junto também; o John elogiou o Brasil várias vezes, dizendo que assim que eles fossem embora, já iriam querer voltar, e que os shows aqui eram sempre incríveis. Você percebe que eles realmente amam o que fazem, e sempre estão interagindo com a platéia, seja pegando o que o pessoal joga no palco (algumas meninas jogavam uns cartazes/folhas, e eles liam), dando a mão para quem estava ali na frente, o John rebolava pra galera quase toda hora, era impossível não ficar empolgado.

    O legal de toda a experiência foi também fazer amizades novas. Conheci várias pessoas por um grupo no whatsapp e encontrei algumas no show; é essencial ter companhias legais na hora de ficar esperando na fila (eu cheguei 15h30, e fiquei até umas 18h30, até começar o meet). Aliás, eu não não posso deixar de comentar sobre o m&g, né? Resumindo: eu nunca vou esquecer daquele momento. Sério. Daqui a pouco vai fazer uma semana que se passou e eu ainda vou estar lembrando. É uma sensação muito louca ver ídolos de perto perceber que eles são reais, poder abraçá-los, conversar com eles.

    O meet aconteceu em um grupo de cinco pessoas. Apesar de ser bem rápido, deu para abraçar todos eles, conversar um pouco (mesmo que eu tenha ficado meio muda, de tão nervosa). O primeiro que eu consegui abraçar foi o Garrett, e entreguei alguns presentes que eu tinha levado para eles, e ele foi muito fofo e agradeceu (o Jared também). Abracei os dois, e depois o Pat (que é um amor, meu deus do céu! E baixinho, nem precisei ficar na ponta do pé, olha que milagre). Ele me agradeceu por vir, mas eu tava tão fora da terra que não consegui responder! 😛 olha o micão. Um dos momentos mais legais foi abraçar o Kennedy. Eu disse pra ele que amava ele (em português) e ele respondeu com um “eu também”, sorrindo, e nessa hora eu juro que quase cai no chão desmaiada. Dei um abraço forte no John, desejei um feliz aniversário, e falei para ele se divertir naquele dia, e ele foi muito simpático, me agradeceu e disse pra eu me divertir também. Ele abriu o maior sorriso, provavelmente o mais bonito que eu já vi. Nessa hora o segurança berrou “foto” e eu ainda estava de costas, e sai correndo pra ficar no meio. Fui pega desprevenida e eu nem vi o fotógrafo, ou seja, imaginem minha cara na foto (eu olhei pro além, provavelmente). Quando sair adiciono aqui no post. Essa experiência só reafirmou o que eu já sabia: eles são muito gentis e realmente se importam conosco.


    Cake everywhere. That was a special show. Thank you Porto Alegre!

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    Nunca me senti tão feliz. Esse dia foi muito especial. E eu já tô esperando ansiosamente por 2016, e pela próxima turnê. Já pode chegar o ano que vem logo?

    Maio 31, 2015
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    Eu sempre estou fazendo download de novos álbuns e descobrindo outros artistas no Spotify. E o Twenty One Pilots é um duo dos EUA que faz sucesso há um bom tempo. Com Tyler Joseph nos vocais e Josh Dun na bateria, eles possuem mais três outros discos lançados. O último também foi lançado pela gravadora, a Fueled By Ramen (a mesma do Paramore).

    O novo álbum, que se chama Blurryface, já estava causando muitos comentários na internet faz alguns meses. Eu fui conhecendo o som da banda aos poucos e quando o álbum saiu, corri para baixar. E o resultado: não consigo parar de ouvir! Sabe aquela sensação de ouvir uma banda que você não conhecia e se apaixonar? Aconteceu exatamente isso.

    As letras – todas escritas pelo Tyler – são sensacionais. E o disco traz uma proposta diferente. Eu gosto muito de artistas que, em cada lançamento, inovam e trazem uma ideologia por trás das músicas. O título tem a ver com o que está por trás da letra das canções. “Blurryface” é como se fosse um personagem que está na cabeça do Tyler, uma parte dele, que ele luta para não deixar controlá-lo. Em algumas faixas a voz dele está diferente, é como se fosse o Blurryface. É meio difícil de explicar, mas tem várias teorias na internet.

    Se você quiser ouvir, é só clicar nesse link aqui e escutar tudo de graça! As letras falam sobre insegurança, medos e amor. Elas em si são bem profundas e com algumas metáforas. Não são aquelas letras super fáceis de interpretar, sabe? Mas se pesquisar na internet é possível achar vários comentários dos fãs discutindo sobre os seus significados. Eu achei o álbum maravilhoso, quem também gosta de bandas e artistas nesse estilo, vai curtir muito.

    “Blurryface” está, no momento, em #1 no Hot 200 da Billboard. Estreou logo na primeira posição.

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