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  • Setembro 26, 2015
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    RIR

    Na última semana eu viajei para o Rio de Janeiro (meu lugar favorito)  e fui com a minha prima e a família dela ao Rock in Rio. Eu já havia comentado aqui no blog que iria, mas agora vou fazer um post contando como foi, e também dando algumas dicas caso você também vá neste último final de semana, ou esteja planejando ir no futuro. A meia entrada custou R$175,00, e eu acho um preço justo, já que você tem a oportunidade de ver várias bandas e artistas no mesmo dia. E às vezes nós costumamos ter que desembolsar esse valor para ver apenas um show, então… Na minha opinião vale muito a pena, e eu vou explicar o porquê!

    Eu fui para a cidade do rock de ônibus (que é a única opção; a maioria do pessoal usa o BRT, que ficou bem cheio nesses dias que os festivais estavam rolando). É impossível chegar lá de carro, táxi ou derivados, ou seja, você tem que ir de bus mesmo. Existia também a opção de pagar por um transporte para te levar, que foi o meu caso. Muitas pessoas também escolheram essa opção, que é o Transporte Primeira Classe do RIR. O cartão custa R$70,00 (o preço é meio salgado) mas te garante muito conforto, o que é legal para quem não é do Rio e talvez não consiga se virar sozinho (havia vários turistas no ônibus, mas muitos cariocas também).

    Esse ônibus possuía muitos locais de escolha, e o meu foi no Barra Shopping. Você escolhia o horário, chegava quinze minutos antes, e esperava na fila. Ele te deixava bem na entrada do RIR. Se você pegar o BRT, por exemplo, tem que andar mais ou menos uns treze minutos até chegar à cidade do rock (é uma estrutura enorme!). Então, é uma outra opção interessante. E tem ar condicionado, o que é importante pra já não chegar derretendo (eu sai do frio do sul direto para um calor de 36 graus, então imaginem).

    RIR2

    Eu cheguei por volta das 15h30 e achei bem tranquilo de início. Já tinha bastante gente, mas era possível andar sem esbarrar em muitas pessoas. Por essa entrada, logo que você chega, já dá de cara com o palco mundo (é no caminho onde eu bati aquela primeira foto). Ele é gigante e dá pra enxergar muito bem de vários locais da cidade do rock, o que eu achei ótimo. O primeiro local que eu fui, foi na roda gigante, para tentar reservar um horário (o que é possível por causa do aplicativo Bloom). Caso ele não funcione no seu celular (que foi o que rolou comigo) eles colocam uma pulseira no seu braço que registra o seu horário no brinquedo (roda gigante, montanha-russa ou a tirolesa: infelizmente essa última esgotou todos os horários às 14h).

    Eu fui na roda gigante umas 18h30 (registrei meu horário às 16h30). Leva um tempo considerável, mas enquanto isso você pode ir fazendo outras coisas. Aliás, se você não quiser assistir à qualquer show, o que mais tem é coisa pra fazer; e as opções de comida também são várias. Eu não achei os preços muito absurdos, é o esperado para um festival. Eu já tinha me preparado psicologicamente antes. Você pode conferi-los aqui.

    Dica: Ninguém fala, mas você fica sentado na roda gigante, que é meio sem graça, por uns 30 minutos. Tanto que quando o show de abertura começou, às 19h, eu e outras pessoas ainda estávamos presos lá. Então, é uma opção boa se você quiser sentar por vários minutos e descansar (hahaha) mas não aconselho ir antes de nenhum show, por que olha, demora… Porém, a noite ela fica bem iluminada e rende ótimas fotos. Já a montanha russa eu acabei nem indo, porque o horário era no meio do show do The Script e eu não ia sair de lá nem carregada!

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    Foto tirada do palco mundo, 17h da tarde: bem tranquilo!

    Acreditem se quiser, é super possível assistir o show de um bom lugar sem ter que chegar mil horas antes. O espaço da platéia no palco mundo, duas horas antes dos shows começaram, estavam meio vazios. E você não precisa ficar sentado lá o dia inteiro para enxergar bem: eu cheguei no gramado na metade do primeiro show, e mesmo tendo 1,55, consegui ver bem. Depois esvaziou um pouco e eu fui para o meio. Não tinha ninguém empurrando, e pelos vídeos dá impressão que todo mundo fica literalmente socado, mas na realidade não é assim. Sem falar que os telões ajudam demais quem é baixo como eu. O único show que ficou realmente bem lotado, e não dava para se mexer tanto, foi o do Queen. Nos intervalos, a galera ficava sentado, descansando, e tinha um espaço considerável pra todo mundo.

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    The Script (foto)

    A banda irlandesa foi a primeira das internacionais a se apresentar no palco mundo, e foi sensacional! Eu estava bem ansiosa para assistir o show, eles tem músicas que eu gosto muito e eu sabia que já ia me emocionar quando ouvisse “For the First Time” live, e não deu outra. Foi um dos momentos mais legais do RIR, na minha opinião. A banda toda foi extremamente simpática durante o show, o Danny se jogou na platéia várias vezes, inclusive filmou em alguns momentos e agradecia o tempo todo. Eles mandam muito bem ao vivo, e eu curti cada segundo. Ao contrário do que a mídia disse, foi um show que empolgou quem estava lá (eu vi muitas pessoas que sabiam as letras de cor). Também foi o que eu consegui enxergar melhor (um pouco antes do OneRepublic encheu mais). E o que me encantou foi que eles interagiam o tempo todo com a platéia. Um dos pontos altos também foi Hall Of Fame.

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    OneRepublic (foto)

    Se tem uma banda que todo mundo deveria assistir live um dia, essa banda é o OneRepublic. Eles são incríveis no palco e te contagiam o tempo todo. A voz do Ryan Tedder é impressionante, sério. Ele te conquista durante o show inteiro, e alcançou cada nota que deixou todo mundo que estava lá chocado. E eu nem acredito que presenciei o momento em que ele cantou Stay With Me, do Sam Smith. Foi inesquecível. A platéia toda cantou junto “Secrets”, “Counting Stars”, e “I Lived” fez todo mundo pular até não poder mais. Eu não fiquei parada em nenhum momento. Ah, e durante “Love Runs Out” eles tocaram um trechinho de “Seven Nation Army” e ai a galera foi ao delírio, definitivamente.

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    Queen (foto)

    Não consigo nem descrever como foi emocionante assistir o show do Queen. E com certeza eu não fui a única com essa sensação, já que o coro foi muito forte do inicio ao fim. Todo mundo cantou junto. Também tenho que citar como o Adam Lambert surpreendeu positivamente a todos: a voz dele era impecável, além de ser muito simpático. Eu já sabia que ele tinha uma boa voz, mas ao vivo é outra coisa, né? Não tem nem o que falar: ele é muito bom. Ele e o Brian tentaram falar português em vários momentos, e conseguiram conquistar toda a platéia. Também vale dizer que o Brian e o Roger são sensacionais; é impossível não ficar completamente impressionado com eles. E rolou até pau de selfie durante o show (o que fez a galera rir, já que o selfie stick era proibido no RIR).

    Setembro 1, 2015
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    Eu fiquei super empolgada quando soube que Wildest Dreams seria o quinto single retirado do álbum 1989. A música é bem diferente de outras que a Taylor já escreveu, e por isso acho que vai surpreender bastante o público que ainda não conhece esse lado dela. O clipe estreou no Domingo no MTV Video Music Awards, o VMA, e tem direção de Joseph Kahn: o mesmo cara que dirigiu Blank Space e Bad Blood, e já trabalhou outras vezes com a Taylor.

    O par romântico dela é o Scott Eastwood, que foi protagonista do último filme do Nicholas Sparks adaptado para o cinema, The Longest Ride. O vídeo se passa em 1950, e a personagem da Taylor é inspirada na Audrey Hepburn.

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    Olha que legal esse poster de época do clipe, feito por um dos Swifties no Tumblr!

    Agosto 8, 2015
    postado por

    Eu já comentei algumas vezes aqui no blog, mas caso vocês não tenham visto os posts: The Maine é uma das minhas bandas favoritas, e eu não havia ainda tido a oportunidade de ir em um dos shows da banda aqui no Brasil (essa já foi a quarta vez que eles desembarcaram aqui). Mas dessa vez eu tinha me planejado para juntar um dinheiro e comprei meu ingresso logo no primeiro dia (depois de ficar 3 horas na frente do computador tentando, mas valeu a pena). A Brazilian Candy Tour começou no dia 31 de Junho, e terminou em 5 de Agosto, em Curitiba. Eu fui no show de Porto Alegre, dia 4, e nós ainda demos a sorte do aniversário do John ser nesse dia, o que deixou o show ainda mais especial.

    Vou começar falando do show de abertura, que foi sensacional. O convidado desse ano era o Brennan Smiley, que é o vocalista do The Technicolors. Infelizmente, não deu para vir a banda toda, só ele (por motivos desconhecidos), mas o show foi muito legal do mesmo jeito, o que me faz pensar então que com a banda inteira… socorro. Já entrou para a listinha de desejos ver eles ao vivo. Se você ainda não conhece a banda, sugiro correr para o Spotify e ouvir. Eu estava com expectativas altas para vê-lo no palco, e ele correspondeu todas elas. O Brennan manda muito bem ao vivo. A voz dele é incrível. Quando o show terminou, fui direto na mesa do merch comprar o EP que eles lançaram neste ano. Meu momento favorito foi Tonight You Are Mine e o cover de Don’t Look Back in Anger.

    Birthday in Brazil.

    Uma foto publicada por The Maine (@themaineband) em

    Eles são super pontuais, então o show começou no horário, até uns minutos antes das 21h, se não me engano, e eles entraram com Miles Away, e nesse momento eu já comecei a pular (muito) berrar, cantar junto. Eu sou daquelas pessoas que não consegue ficar parada, e imaginem ver a sua banda favorita ao vivo? Eu juro que não parei nem por um segundo! Mesmo que lá pela metade não aguentasse mais pular hahahaha quando a próxima música começava, eu já saía do chão de novo. Logo depois eles seguiram com Run, Growing Up, Inside of You e Misery.

    Eu queria ter gravado mais vídeos, mas não fiquei exatamente na frente do palco (mas deu para ver muito bem, já que era um teatro, então a sensação de estar perto era grande). Porém, achei uns vídeos ótimos no Youtube e que transmitem um pouco da animação do show (ninguém parou de cantar por nenhum segundo, a platéia fez bonito!).

    A setlist seguiu basicamente a mesma dos shows nos EUA, com algumas alterações (aqui teve mais músicas) e às vezes, alternando os shows, eles adicionavam duas músicas diferentes. Eu confesso que senti falta de algumas do American Candy (o álbum que dá nome à turnê, lançado em Março deste ano). Algumas das minhas músicas favoritas da banda estão nesse CD, mas foi muito legal do mesmo jeito. E ah, já que era aniversário do John, rolou algumas surpresas no show, organizado pelas meninas de POA. Em Jenny, por exemplo, nós acendemos velas (era eletrônico, só apertar em um botão), em Into Your Arms também, e ficou tudo lindo demais. Ele se emocionou bastante. Também rolou parabéns e bolo na cara, do qual vocês podem ver nos vídeos (ele até esfregou um pouco de bolo que estava no rosto dele, em uma fã. Sortuda!).

    Eu sai do show ainda mais apaixonada pela banda. Eles são muito bons ao vivo, não te fazem querer ficar parado um segundo. O Garrett pulou o tempo inteiro no palco, de um lado para o outro, achei demais, haha. A animação deles era nítida, e a emoção com o fato da platéia cantar tudo junto também; o John elogiou o Brasil várias vezes, dizendo que assim que eles fossem embora, já iriam querer voltar, e que os shows aqui eram sempre incríveis. Você percebe que eles realmente amam o que fazem, e sempre estão interagindo com a platéia, seja pegando o que o pessoal joga no palco (algumas meninas jogavam uns cartazes/folhas, e eles liam), dando a mão para quem estava ali na frente, o John rebolava pra galera quase toda hora, era impossível não ficar empolgado.

    O legal de toda a experiência foi também fazer amizades novas. Conheci várias pessoas por um grupo no whatsapp e encontrei algumas no show; é essencial ter companhias legais na hora de ficar esperando na fila (eu cheguei 15h30, e fiquei até umas 18h30, até começar o meet). Aliás, eu não não posso deixar de comentar sobre o m&g, né? Resumindo: eu nunca vou esquecer daquele momento. Sério. Daqui a pouco vai fazer uma semana que se passou e eu ainda vou estar lembrando. É uma sensação muito louca ver ídolos de perto perceber que eles são reais, poder abraçá-los, conversar com eles.

    O meet aconteceu em um grupo de cinco pessoas. Apesar de ser bem rápido, deu para abraçar todos eles, conversar um pouco (mesmo que eu tenha ficado meio muda, de tão nervosa). O primeiro que eu consegui abraçar foi o Garrett, e entreguei alguns presentes que eu tinha levado para eles, e ele foi muito fofo e agradeceu (o Jared também). Abracei os dois, e depois o Pat (que é um amor, meu deus do céu! E baixinho, nem precisei ficar na ponta do pé, olha que milagre). Ele me agradeceu por vir, mas eu tava tão fora da terra que não consegui responder! 😛 olha o micão. Um dos momentos mais legais foi abraçar o Kennedy. Eu disse pra ele que amava ele (em português) e ele respondeu com um “eu também”, sorrindo, e nessa hora eu juro que quase cai no chão desmaiada. Dei um abraço forte no John, desejei um feliz aniversário, e falei para ele se divertir naquele dia, e ele foi muito simpático, me agradeceu e disse pra eu me divertir também. Ele abriu o maior sorriso, provavelmente o mais bonito que eu já vi. Nessa hora o segurança berrou “foto” e eu ainda estava de costas, e sai correndo pra ficar no meio. Fui pega desprevenida e eu nem vi o fotógrafo, ou seja, imaginem minha cara na foto (eu olhei pro além, provavelmente). Quando sair adiciono aqui no post. Essa experiência só reafirmou o que eu já sabia: eles são muito gentis e realmente se importam conosco.


    Cake everywhere. That was a special show. Thank you Porto Alegre!

    Uma foto publicada por The Maine (@themaineband) em

    Nunca me senti tão feliz. Esse dia foi muito especial. E eu já tô esperando ansiosamente por 2016, e pela próxima turnê. Já pode chegar o ano que vem logo?

    Maio 31, 2015
    postado por

    Eu sempre estou fazendo download de novos álbuns e descobrindo outros artistas no Spotify. E o Twenty One Pilots é um duo dos EUA que faz sucesso há um bom tempo. Com Tyler Joseph nos vocais e Josh Dun na bateria, eles possuem mais três outros discos lançados. O último também foi lançado pela gravadora, a Fueled By Ramen (a mesma do Paramore).

    O novo álbum, que se chama Blurryface, já estava causando muitos comentários na internet faz alguns meses. Eu fui conhecendo o som da banda aos poucos e quando o álbum saiu, corri para baixar. E o resultado: não consigo parar de ouvir! Sabe aquela sensação de ouvir uma banda que você não conhecia e se apaixonar? Aconteceu exatamente isso.

    As letras – todas escritas pelo Tyler – são sensacionais. E o disco traz uma proposta diferente. Eu gosto muito de artistas que, em cada lançamento, inovam e trazem uma ideologia por trás das músicas. O título tem a ver com o que está por trás da letra das canções. “Blurryface” é como se fosse um personagem que está na cabeça do Tyler, uma parte dele, que ele luta para não deixar controlá-lo. Em algumas faixas a voz dele está diferente, é como se fosse o Blurryface. É meio difícil de explicar, mas tem várias teorias na internet.

    Se você quiser ouvir, é só clicar nesse link aqui e escutar tudo de graça! As letras falam sobre insegurança, medos e amor. Elas em si são bem profundas e com algumas metáforas. Não são aquelas letras super fáceis de interpretar, sabe? Mas se pesquisar na internet é possível achar vários comentários dos fãs discutindo sobre os seus significados. Eu achei o álbum maravilhoso, quem também gosta de bandas e artistas nesse estilo, vai curtir muito.

    “Blurryface” está, no momento, em #1 no Hot 200 da Billboard. Estreou logo na primeira posição.

    Março 29, 2015
    postado por

    Outro dia li em um comentário da internet que os britânicos estavam dominando o cenário de indie rock atualmente (ou sempre foi assim?), e deixando os norte-americanos para trás nesse quesito. Eu não sei se isso é uma verdade, mas o fato é que as bandas da terra da rainha tem o seu charme especial (principalmente com aquele sotaque) e cada vez mais ganham espaço na nossa playlist. Música com certeza é a minha coisa favorita no mundo e por isso eu sempre estou procurando artistas novos pra ouvir. Por isso esses posts estão ficando cada vez mais frequentes aqui no blog.

    Se você gosta desse estilo, que eu já comentei algumas vezes aqui, não deixe de ouvir esses grupos que vão fazer você se apaixonar pelo som deles. E dá pra ouvir os álbuns e EP’s completos no Spotify, tudo de graça!

    Catfish and the Bottlemen

    Gosta de The Kooks e do som dos primeiros álbuns do Arctic Monkeys? Então essa banda é pra você. Catfish and the Bottlemen começou em 2007 e ano passado lançou seu primeiro CD de estúdio, o ótimo The Balcony (um dos discos mais legais que eu ouvi nos últimos tempos!). No momento, eles estão fazendo uma turnê pela Inglaterra e logo depois pelos Estados Unidos também. O público deles na Europa é enorme! Eles são liderados pelo Van McCann nos vocais e guitarra, Benji Blakeway no baixo, Bob Hall na bateria e Johnny Bondy na guitarra. O single “Kathleen” alcançou boas posições nos charts e eles já ganharam prêmio da BBC Awards.

    Swim Deep

    Conheci eles por meio do The 1975, e desde então é só paixão, amor, devoção. Enfim. A banda é de Birmingham, uma das cidades mais importantes da UK. O som deles é mais pop, e vintage também, lembrando muito os anos 80 e os 90. Isso está presente em praticamente todas as faixas. O debut deles se chama “Where The Heaven Are We“, e foi lançado em 2013. O segundo vai ser lançado esse ano e já possui um primeiro single, “To My Brother”, em que eles apostam em um estilo diferenciado do que nós conhecemos da banda. É formada pelo Austin Williams como vocalista e na guitarra, Zachary Robinson (deus grego) na bateria, Cavan McCarthy no baixo, James Balmont, que virou oficialmente um membro há alguns meses, no teclado e percussão, e o Tom Higgy na guitarra.

    Peace

    Queridinhos da NME, a revista mais importante da música na Inglaterra, o Peace também foi formado em Birmingham e acabou de lançar o segundo álbum de estúdio, intitulado de Happy People, e que ganhou muita atenção da mídia, por ser cheio de músicas incríveis e um som muito, muito bom. Eles já tem vários EPs lançados desde 2012 – o primeiro é intitulado Delicious – e vários hits. Se você ainda não conhece a banda, indico começar ouvindo: “Lost On Me”, “Lovesick”, “O You”, ou todos os 2 CDs, porque vale muito a pena. Integrantes: Doug Castle (guitarra), Dominic Boyce (bateria), Harry Koisser (vocal), Sam Koisser (baixo).

    Wolf Alice

    Wolf Alice é uma banda londrina que tem uma das vocalistas mais legais do rock: a Ellie Rowsell. A banda se completa com Joff Odie na guitarra, Theo Ellis no baixo, e Joel Amey na bateria. Em outubro de 2013, eles lançaram o seu primeiro EP, o “Blush.” Mas o que mais trouxe atenção para a banda foi o segundo, chamado de “Creature Songs”, que traz uma das músicas mais famosas da banda, Moaning Lisa Smile, que já foi trilha sonora de séries. A expectativa do público está bem alta, já que o primeiro álbum chega em 22 de Junho e o single Giant Peach mostra uma evolução visível do grupo. Eu tô ansiosa pra ouvir!

    Se vocês gostarem, ouçam as outras músicas também. Tem outras muito boas, só que infelizmente, não dá pra colocar todas aqui no post!

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