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    O Trem

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  • Novembro 2, 2014
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    Na última segunda-feira aconteceu o lançamento oficial do novo álbum da Taylor Swift, intitulado de “1989” – referência ao ano que ela nasceu e ao gênero pop e anos 80 que esse novo disco segue – e como de vez em quando eu resenho álbuns aqui pra vocês, vim contar a minha opinião sobre esse, que foi um dos lançamentos mais aguardados do ano. Logo no primeiro dia, o CD ficou em #1 no iTunes de mais de 102 países! Sim. Um recorde. E até agora, ele já foi o álbum que mais vendeu na primeira semana nos Estados Unidos em 2014. A previsão da Billboard é que ele tenha vendido 1,3 milhões de cópias em 7 dias, superando o recorde que até então era da Britney, e se tornando o CD mais vendido do ano.

    A primeira novidade desse novo álbum é que ele é o primeiro da cantora a ser vendido definitivamente como gênero pop. Ela deixou o country oficialmente para trás e se inspirou na década de 80 para criar o conceito do disco. Na versão deluxe, que possui 19 músicas (as três últimas com versões demo para os fãs poderem ouvir como algumas canções foram criadas e a versão original) inclui 13 polaroids da cantora, todos assinados com a caligrafia dela com trechos das músicas.

    As músicas que falam sobre relacionamentos são mais gerais e ela não fala mais sobre o sofrimento de um término e nem fala mal de qualquer ex. Pelo contrário. Nas poucas músicas que o tema central é amor (como “Style”, “Out Of The Woods”, “All You Had To Do Was Stay”, “Wildest Dreams”) ela elogia bastante o cara. Os rumores apontam que as músicas são sobre o Harry Styles, último namoro dela, que aconteceu há 2 anos atrás. Style é uma das mais cativantes do CD.

    Com batidas contagiantes, letras muito chicletes e um amadurecimento ainda maior como compositora, 1989 é com certeza um dos melhores álbuns dela e uma nova fase, bem diferente das anteriores. Temos muitas canções que falam sobre amizade e ser jovem. A que abre o disco, “Welcome to New York” foi escrita com o Ryan Tedder, vocalista do One Republic, e fala sobre NY e o clima da cidade. É bem inspirador.

    “Blank Space”, uma das minhas favoritas, é uma brincadeira sobre como a mídia expõe sua vida amorosa e a relata como uma garota que teve muitos namorados e é carente. A canção é uma zoação com esse jeito que ela é citada pelas revistas, e a canção – que é o próximo single – é totalmente viciante. “I Wish You Would” também, e “Bad Blood” é talvez uma das que mais instigou a curiosidade dos fãs. Fala sobre uma amizade que terminou muito mal, alguém que quebrou totalmente a confiança de Taylor. Os rumores apontam que é para a Katy Perry mas não há nada confirmado. Uma das minhas favoritas é “Clean”, que fala sobre superar vícios e possui uma das melhores letras que a Taylor já escreveu.

    Os críticos elogiaram muito o CD e principalmente pela Taylor ter se renovado bastante. A cada novo trabalho ela consegue criar uma versão diferente para as músicas. Neste, além das influências dos anos 80, tem canções que lembram a Lorde e até mesmo Lana Del Rey. “Blank Space” tem uma batida que parece ter sido tirada do álbum Pure Heroine e “Wildest Dreams”, que conta até com as batidas do coração da própria cantora, é no maior estilo Lana.

    As 3 músicas que estão na versão deluxe também são apaixonantes. “Wonderland” é super agitada e gruda na cabeça, e “You’re In Love” é sobre o relacionamento de Lena Dunham e Jack Antonoff, amigos da cantora. Jack é inclusive da banda Fun e escreveu “Out Of The Woods” com a Taylor e a ajudou no processo de composição de outras letras no álbum. E “New Romance” é sobre alegria, libertação e amizade.

    O álbum vai ser lançado no Brasil dia 11 de Novembro! E os polaroids também vão estar na versão deluxe.

    Outubro 30, 2014
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    A Halsey é uma cantora norte-americana de Los Angeles, que começou a fazer sucesso na internet há algum tempo atrás (mais recentemente). Com o tempo, ela acabou ganhando bastante atenção nas redes sociais – onde ela é super ativa, e inclusive faz bastante divulgação das suas músicas pelo Twitter e o Facebook – e ela me lembra bastante a Sky Ferreira, tanto no visual quanto nos clipes e algumas canções também. Ah, e tudo o que ela canta é de sua autoria própria. A voz dela é bem poderosa, e fica ótimo nas músicas mais pop, algumas com toque eletrônico, que ela tem.

    Nessa semana, ela lançou o seu EP, o “Room 93″ que estava sendo bem aguardado. Ele alcançou a posição #2 no iTunes no gênero alternativo, que é o oficial da cantora. As músicas falam bastante sobre relacionamento e tristeza também.

    Como já dá pra perceber pelos clipes, ela tem uma pegada indie bem forte. Por isso me lembrou bastante a Sky. A Halsey vive trocando a cor dos cabelos, e não tem muito medo de falar sua opinião sobre tudo nas redes sociais e o Instagram dela também é interessante, cheio de fotos e novidades dos próximos vídeos.

    Eu amo esse cover dela de Birthday, da Katy Perry. Dá pra ver bem como a voz dela é ótima ao vivo também, e ela deu um tom diferente para à música, que é bem pop e ficou muito legal nessa versão acústica.

    Janeiro 20, 2014
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    Se você ainda não ouviu essa banda formada por um trio de irmãs, corre pro Youtube já! HAIM é um grupo de Los Angeles, Califórnia. O gênero delas é em base o rock, mas ele tem toques de pop nas músicas, indie e até mesmo o folk. É formado por Alana, na guitarra, teclado e percussão, Danielle na guitarra e nos vocais, e Este no contra-baixo. Elas tem 22, 24 e 27 anos respectivamente. Além das músicas delas terem todo um toque feminino, as irmãs são super descontraídas, e roubaram o posto de revelação do ano em 2013, por terem lançado o primeiro álbum do grupo, que foi super elogiado pela crítica.

    “Days Are Gone” foi lançado em 27 de Setembro, pela gravadora Polydor Records (que é britânica). Ele teve vários singles lançados, como “Forever”, “The Wire”, “Don’t Save Me” e “Falling.” Os clipes além de serem muito legais, também passam aquele estilo de banda só de garotas. É ótimo ver as mulheres dominando o cenário musical em conjunto. O disco de qualidade gerou bons frutos: elas foram indicadas para o Brit Awards (o Grammy britânico) na categoria de melhor banda internacional, e no NME Awards, em seis categorias!

    Eu fiquei viciada no disco, com o estilo das músicas, com os vocais fortes, e a pegada antiga que as músicas tem.

    É bem difícil não se viciar. Quem gosta de Arctic Monkeys, Phoenix (aliás, elas vão fazer uma turnê com eles!), The Black Keys e outras bandas nesse estilo não vai conseguir parar de ouvir. Abaixo, as minhas músicas favoritas do CD!

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