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    O que fazer em tempos de ódio?

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    Livro: Siga Os Balões

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  • March 30, 2014
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    Sabe, gostaria de falar sobre borboletas. Vamos lá: antes de se transformarem em uma, elas passam por um processo de metamorfose – de lagartas esquisitas e desajeitadas, tornam-se insetos lindos e delicados. Nada de um dia para o outro, é um processo que requer paciência e espera, entende? Aquele casulo em que se forma também faz parte do processo de transformação. É que aquele espaço apertado foi o modo escolhido pela natureza para que o esforço exercido pela borboleta exercite-a e fortaleça suas asas, para mais tarde poder voar.

    Assim somos nós. Precisamos passar por etapas para conseguirmos liberdade.

    Contudo, buscamos sempre pela hora de voar, apressamos o processo de mutação e muitas vezes esquecemos de que precisamos deste processo para fortalecer nossas asas e só então conseguir voar. Trapaceamos com nós mesmos ao tentar fazer um buraco no casulo para facilitar a saída. E então, depois que saímos sofremos ao perceber que não conseguimos bater as asas e as arrastaremos pelo resto de nossas vidas.

    Almejamos tanto pela liberdade que colocamos de lado toda a etapa de amadurecimento. Pulamos etapas essenciais de nossas vidas que tem o papel de nos fortalecer para conseguirmos enfrentar qualquer obstáculo no futuro. E devido a nossa falta de paciência acabamos por ficar deficientes, limitando-nos a apenas rastejar pelo caminho.

    Temos o habito de associar liberdade com o ato de fazer o que se quer, sem nenhuma restrição ou impedimento. Na verdade liberdade é o direito de agir de acordo com o livre arbítrio, sem prejudicar a si ou ao outro. Mas para ser livre, há uma necessidade de amadurecimento, de mostrar se estamos prontos ou não para arcarmos com as conseqüências de nossas escolhas. E para que isso ocorra, precisamos passar pelo processo do casulo, pela hora certa de sair e forçar nossas asas a romperem as barreiras.

    Todos nós vamos conquistar a liberdade que queremos. Mas precisamos passar por obstáculos e, algumas vezes, um esforço extra é justamente o que nos prepara para o próximo desafio a ser enfrentado. Sem ele, é impossível aprender a voar. Quem se recusa a fazer esse esforço, acaba sem condições de vencer a batalha seguinte e chegar onde se quer estar. Por isso, ter paciência, saber esperar, lutar, descansar, mas nunca desistir são a chave para aprender a voar.

    February 23, 2014
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    “Viver é mudar. Você não é o mesmo de ontem, e nem o mesmo de amanhã.” Gabito Nunes

    Mudar. A maioria das pessoas tem medo das tais mudanças, mas será que deveríamos temê-las? O que significa realmente mudar? Afinal, por que mudar? Acredito que vivemos uma mudança e estamos com os olhos fechados para ela. O mundo muda a cada novo instante. Algo novo surge e já é “velho”. E nós não podemos ignorar e recusar essas mudanças, exceto se alguém quer parar no tempo, mas quem vai querer ficar para trás?

    Mudar é algo natural. Mudamos o tempo todo, junto com o mundo. Quando ainda somos crianças, não entendemos muito bem o significado das coisas, mas gostamos de desenhos animados e programas infantis. Adolescentes, já achamos “bobagem” tudo que fazíamos antes; mudamos. Crescemos. E isso é preciso para nos tornamos pessoas melhores. E fazermos o mundo melhor.

    As mudanças podem ser muito assustadoras, sim, principalmente quando acontecem drasticamente; algumas vezes, a vida nos dá um “soco” e te obriga a mudar. Mas sem perder a nossa essência. Sem deixar para trás nossos planos, sonhos e objetivos. Sem esquecer nossos amigos de infância, as pessoas que nos cercam e nos desejam bem.

    Decidi escrever sobre isso porque estou numa fase de mudanças. E eu também tenho – muito – medo delas. O motivo, nem sei! Mas assusta, sim. Dá um baita medo. Medo de você não se reconhecer mais. De você não saber mais quem é e o que quer. Mas isso faz parte da nossa vida. Não se negue ao prazer de mudar! Comece devagar, com o estilo musical, os filmes que assiste e os gêneros literários. Mude o corte de cabelo, a cor; modifique-se. Há sempre algo novo e interessante no mundo. Arrisque-se. Conheça novas pessoas, novas palavras, novos mundos, novos sonhos, novas línguas, novos lugares. Viva novas aventuras. Ainda há tempo. Há muito, muito tempo para mudarmos uma, duas, quantas vezes forem preciso. Mas o tempo passa. Como cantam os – queridos – Los Hermanos: “tempo voa e quando vê, já foi”. É preciso mudar, sim. Eu aprendi isso. Ter mais amor. Mais calma. Pensar antes de falar. Saber ouvir. Mais paciência. Mais respeito. Mais confiança. Tirar algumas coisas da gaveta. Encher a mente e o coração com coisas boas. Contar estrelas, dançar ballet, fazer teatro, viajar para a Nova Zelândia. Usar batom vermelho, laranja, amarelo. Pintar o cabelo de rosa e as unhas de azul turquesa. Fazer o que tiver vontade. Ser quem você é, quem você acha que é ou quem você quer ser. Você.

    August 16, 2013
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    Que a sociedade é muito critica e nunca está satisfeita com o que você faz é fato. Estamos rodeados de pessoas que nos criticam o tempo todo, seja de forma positiva ou negativa que é a maioria dos casos. As pessoas apontam o dedo a você e te diz coisas sobre o que você não é apenas pela imagem que você passou no primeiro encontro.

    Pior que isso, é surgir fofocas sobre você que não tem nada a ver. Somos o tempo todo tachados pela aparência que causamos. Parece que as pessoas tem o prazer de nos “criar” apenas pelos que elas acham de nós e poxa, isso é muito irritante.

    Vivemos numa sociedade de rótulos, onde uma pessoa que usa tatuagem é conhecida como moleque, e muitas vezes são excluídas por simplesmente fazer algo que gosta. Onde meninas que usam shorts curtos não passam de piriguetes. Onde quase ninguém aceita um homossexual e que as pessoas nem sequer mascaram o preconceito.

    Já parou para pensar que cada pessoa é rotulada de um jeito e que muitas vezes esse rótulo que as pessoas colocaram, não tem nada a ver com o que realmente ela é? Que aquela menina que usa short curto pode ser uma menina que sonha em encontrar alguém para ter ao seu lado, que aquela pessoa de tatuagem pode ter muito mais caráter do que aquela que não tem, que aquele gordinho pode sofrer de algo que o fez ficar daquele jeito? Enfim, cada um tem um motivo para ser o que é!

    A sociedade nunca está satisfeita com nada, uns querem que você aja de um jeito, outros querem de outra forma, imagina se formos agradar a todos? O que seriamos afinal? Sem duvida alguma, qualquer mistura ridícula e não a nós mesmos verdadeiramente.

    Pessoas são muito mais que aparências e para conhecermos umas as outras com todas as suas características e personalidades precisaríamos mais do que uma vida. Cada um é cada um, com seu jeito de ser, de se expressar. Então vamos fazer nossa parte e começar a conhecer as pessoas antes de julgá-las? Afinal, rotular pessoas já está fora de moda, só falta as pessoas começarem a perceber isso.

    May 24, 2013
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    Sempre fui o tipo de menina que deixava os sentimentos transparecerem, transbordarem de mim para os outros. Mas com o tempo, fui mudando,  aos poucos deixei de mostrar tudo o que sentia e não transparecia nada. Sempre com as mesmas respostas, as mesmas frases, as mesmas feições… sempre o mesmo!

    Depois de um – longo – tempo agindo dessa forma, eu comecei a me ver diferente, encarava meu reflexo no espelho e não via a pessoa que sempre fui, ou pelo menos pensava, que era. Tudo parecia estar de cabeça para baixo e eu não sabia o ponto de partida dessa bagunça toda… Desde quando havia me tornado essa pessoa? Desde quando eu havia mudando de uma forma tão drástica?

    A resposta demorou para chegar, mas aos poucos fui percebendo que essa mudança poderia ser qualquer coisa, menos drástica, nada havia acontecido de um dia para o outro. Eu, somente eu, me deixei tornar-me assim. O adjetivo certo não era fria, era alguma palavra menos intensa, mas não tão mais calorosa. O afastamento e perda de alguns amigos próximos e romances com finais fracassados não fazem bem à nenhuma pessoa.

    Depois de refletir sobre essa pessoa estranha que havia me tornado, cheguei a apenas uma conclusão: Se eu não pensasse e decidisse o que realmente queria continuar sendo, nenhuma outra pessoa no mundo, poderia fazer isso por mim. Então, me encarei de novo, na frente do espelho e refleti comigo mesma:

    “Eu cometi vários erros e aprendi com todos eles. O amor e, talvez até a amizade, ambos verdadeiros, são buscas incansáveis na vida da maioria de nós. Não sou menor ou pior que alguém por não ter alguém especial do meu lado. Hoje em dia, é raro, muito raro, ter alguém de verdade, cem por cento, do seu lado. A única certeza que tenho na minha vida, é a minha família junto com duas amigas as quais faria tudo para vê-las bem. Isso tudo me basta e eu posso muito bem ser uma pessoa, muito, realizada e feliz com ‘apenas’ isso. A minha felicidade sou eu quem construo, não dependo de ninguém para me fazer feliz, enquanto eu estiver feliz, me aceitando e me sentindo bem, como sou, os outros me verão da mesma forma e tudo em minha volta ficará cada dia melhor”

    Depois desse meu novo “lema” criado, voltei a ser o que sempre fui e me escondia. Isso não vale só para mim, todo mundo é muito capaz de ser feliz sozinho. Sendo feliz sozinha, eu faço outros ficarem felizes e, convenhamos, felicidade compartilhada é muito melhor.

    May 6, 2013
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    Olá meninas! Hoje em dia a beleza é muito valorizada e, todos sabemos disso. Mas nunca podemos nos deixar levar por isso, sempre devemos nos valorizar e não ligar para tudo o que dizem de nós. É clichê falar sobre isso? Sim, eu sei. Mas muitas de nós, as vezes não nos damos o devido valor e nos deixamos levar por coisas bobas. Sempre temos algo que nos incomoda, o cabelo que poderia ser um pouco mais liso/enrolado, o peso, a altura, a barriga que poderia ser mais lisinha, a celulite que poderia não existir, o nariz grande ou pequeno demais… Isso é normal, óbvio… Mas precisamos sempre nos ver de uma forma positiva, pois assim os outros nos verão da mesma forma. Precisamos transmitir segurança para os outros! E acima de tudo nos valorizar, nunca nos rebaixarmos, principalmente por motivos bobos, para cada coisa ruim que acharmos de nós mesmas, devemos pensar que temos uma qualidade que ressalta mil vezes mais. Por esses e outros motivos, resolvi vir hoje, aqui, para dar dicas de como ficarmos sempre de bem com nosso corpo.

    1- Encontre suas qualidades – Quando se olhar no espelho, pare de procurar apenas defeitos. Encare e procure qualidades! Dê valor a suas pernas compridas, ao seu quadril largo, aos seus lábios carnudos…

    2- Acredite em elogios – Se alguém lhe disser que você emagreceu, ou que seu cabelo está bonito, acredite! Não fique achando que é exagero, se você acreditar os outros vão passar a acreditar também.

    3- Não se compare – Não fique se comparando com os outros. Todos são diferentes e, não é porque a fulana é elogiada porque tem pernas grossas que você é feia por ter pernas finas. Tem coisas que ficam melhores em cada tipo de pessoa e é exatamente pra mostrar as diferenças, cada um é bonito do seu jeito, com suas características.

    4- Mantenha-se saudável – Entre para a academia, pratique algum esporte, mantenha uma dieta saudável – mas sem muitas neuras -, use cremes, use roupas que valorizem seu corpo… Tudo isso faz nossa auto-estima se elevar e, ainda mantemos nosso corpo legal e saudável.

    5- Procure ajuda – Se nem com todas essas dicas você consegue se sentir bem, talvez você tenha algum problema sério. Fale com sua mãe, amigas, algum parente próximo e veja a opinião de uma pessoa de fora. Se for o caso procure um psicólogo, mas não deixe isso atrapalhar sua vida social, amorosa, a escola e nem nenhum outro ponto. E acima de tudo: aceite-se!

    Espero que tenham gostado das dicas e se ainda não colocaram em prática algum delas, coloque-a já!

    Beijos.

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