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    Livro: A Quimica Que Há Entre Nós

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  • May 24, 2013
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    Sempre fui o tipo de menina que deixava os sentimentos transparecerem, transbordarem de mim para os outros. Mas com o tempo, fui mudando,  aos poucos deixei de mostrar tudo o que sentia e não transparecia nada. Sempre com as mesmas respostas, as mesmas frases, as mesmas feições… sempre o mesmo!

    Depois de um – longo – tempo agindo dessa forma, eu comecei a me ver diferente, encarava meu reflexo no espelho e não via a pessoa que sempre fui, ou pelo menos pensava, que era. Tudo parecia estar de cabeça para baixo e eu não sabia o ponto de partida dessa bagunça toda… Desde quando havia me tornado essa pessoa? Desde quando eu havia mudando de uma forma tão drástica?

    A resposta demorou para chegar, mas aos poucos fui percebendo que essa mudança poderia ser qualquer coisa, menos drástica, nada havia acontecido de um dia para o outro. Eu, somente eu, me deixei tornar-me assim. O adjetivo certo não era fria, era alguma palavra menos intensa, mas não tão mais calorosa. O afastamento e perda de alguns amigos próximos e romances com finais fracassados não fazem bem à nenhuma pessoa.

    Depois de refletir sobre essa pessoa estranha que havia me tornado, cheguei a apenas uma conclusão: Se eu não pensasse e decidisse o que realmente queria continuar sendo, nenhuma outra pessoa no mundo, poderia fazer isso por mim. Então, me encarei de novo, na frente do espelho e refleti comigo mesma:

    “Eu cometi vários erros e aprendi com todos eles. O amor e, talvez até a amizade, ambos verdadeiros, são buscas incansáveis na vida da maioria de nós. Não sou menor ou pior que alguém por não ter alguém especial do meu lado. Hoje em dia, é raro, muito raro, ter alguém de verdade, cem por cento, do seu lado. A única certeza que tenho na minha vida, é a minha família junto com duas amigas as quais faria tudo para vê-las bem. Isso tudo me basta e eu posso muito bem ser uma pessoa, muito, realizada e feliz com ‘apenas’ isso. A minha felicidade sou eu quem construo, não dependo de ninguém para me fazer feliz, enquanto eu estiver feliz, me aceitando e me sentindo bem, como sou, os outros me verão da mesma forma e tudo em minha volta ficará cada dia melhor”

    Depois desse meu novo “lema” criado, voltei a ser o que sempre fui e me escondia. Isso não vale só para mim, todo mundo é muito capaz de ser feliz sozinho. Sendo feliz sozinha, eu faço outros ficarem felizes e, convenhamos, felicidade compartilhada é muito melhor.

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