• pexels-photo-934718
    Autores, Comportamento, Textos

    Eu renasço a cada extinção

    ver post
  • 9b3125d14ad66e48c294f29f8107af96
    Playlist

    Playlist: Agosto

    ver post
  • Foto 20-07-2018 19 05 52
    Viagens

    Roteiro NYC: Chinatown e Soho

    ver post
  • Foto 19-07-2018 12 35 43
    Viagens

    Roteiro NYC: Coney Island

    ver post
  • Setembro 26, 2015
    postado por
    RIR

    Na última semana eu viajei para o Rio de Janeiro (meu lugar favorito)  e fui com a minha prima e a família dela ao Rock in Rio. Eu já havia comentado aqui no blog que iria, mas agora vou fazer um post contando como foi, e também dando algumas dicas caso você também vá neste último final de semana, ou esteja planejando ir no futuro. A meia entrada custou R$175,00, e eu acho um preço justo, já que você tem a oportunidade de ver várias bandas e artistas no mesmo dia. E às vezes nós costumamos ter que desembolsar esse valor para ver apenas um show, então… Na minha opinião vale muito a pena, e eu vou explicar o porquê!

    Eu fui para a cidade do rock de ônibus (que é a única opção; a maioria do pessoal usa o BRT, que ficou bem cheio nesses dias que os festivais estavam rolando). É impossível chegar lá de carro, táxi ou derivados, ou seja, você tem que ir de bus mesmo. Existia também a opção de pagar por um transporte para te levar, que foi o meu caso. Muitas pessoas também escolheram essa opção, que é o Transporte Primeira Classe do RIR. O cartão custa R$70,00 (o preço é meio salgado) mas te garante muito conforto, o que é legal para quem não é do Rio e talvez não consiga se virar sozinho (havia vários turistas no ônibus, mas muitos cariocas também).

    Esse ônibus possuía muitos locais de escolha, e o meu foi no Barra Shopping. Você escolhia o horário, chegava quinze minutos antes, e esperava na fila. Ele te deixava bem na entrada do RIR. Se você pegar o BRT, por exemplo, tem que andar mais ou menos uns treze minutos até chegar à cidade do rock (é uma estrutura enorme!). Então, é uma outra opção interessante. E tem ar condicionado, o que é importante pra já não chegar derretendo (eu sai do frio do sul direto para um calor de 36 graus, então imaginem).

    RIR2

    Eu cheguei por volta das 15h30 e achei bem tranquilo de início. Já tinha bastante gente, mas era possível andar sem esbarrar em muitas pessoas. Por essa entrada, logo que você chega, já dá de cara com o palco mundo (é no caminho onde eu bati aquela primeira foto). Ele é gigante e dá pra enxergar muito bem de vários locais da cidade do rock, o que eu achei ótimo. O primeiro local que eu fui, foi na roda gigante, para tentar reservar um horário (o que é possível por causa do aplicativo Bloom). Caso ele não funcione no seu celular (que foi o que rolou comigo) eles colocam uma pulseira no seu braço que registra o seu horário no brinquedo (roda gigante, montanha-russa ou a tirolesa: infelizmente essa última esgotou todos os horários às 14h).

    Eu fui na roda gigante umas 18h30 (registrei meu horário às 16h30). Leva um tempo considerável, mas enquanto isso você pode ir fazendo outras coisas. Aliás, se você não quiser assistir à qualquer show, o que mais tem é coisa pra fazer; e as opções de comida também são várias. Eu não achei os preços muito absurdos, é o esperado para um festival. Eu já tinha me preparado psicologicamente antes. Você pode conferi-los aqui.

    Dica: Ninguém fala, mas você fica sentado na roda gigante, que é meio sem graça, por uns 30 minutos. Tanto que quando o show de abertura começou, às 19h, eu e outras pessoas ainda estávamos presos lá. Então, é uma opção boa se você quiser sentar por vários minutos e descansar (hahaha) mas não aconselho ir antes de nenhum show, por que olha, demora… Porém, a noite ela fica bem iluminada e rende ótimas fotos. Já a montanha russa eu acabei nem indo, porque o horário era no meio do show do The Script e eu não ia sair de lá nem carregada!

    RIR 3

    Foto tirada do palco mundo, 17h da tarde: bem tranquilo!

    Acreditem se quiser, é super possível assistir o show de um bom lugar sem ter que chegar mil horas antes. O espaço da platéia no palco mundo, duas horas antes dos shows começaram, estavam meio vazios. E você não precisa ficar sentado lá o dia inteiro para enxergar bem: eu cheguei no gramado na metade do primeiro show, e mesmo tendo 1,55, consegui ver bem. Depois esvaziou um pouco e eu fui para o meio. Não tinha ninguém empurrando, e pelos vídeos dá impressão que todo mundo fica literalmente socado, mas na realidade não é assim. Sem falar que os telões ajudam demais quem é baixo como eu. O único show que ficou realmente bem lotado, e não dava para se mexer tanto, foi o do Queen. Nos intervalos, a galera ficava sentado, descansando, e tinha um espaço considerável pra todo mundo.

    img-1033708-rock-rio-2015-script

    The Script (foto)

    A banda irlandesa foi a primeira das internacionais a se apresentar no palco mundo, e foi sensacional! Eu estava bem ansiosa para assistir o show, eles tem músicas que eu gosto muito e eu sabia que já ia me emocionar quando ouvisse “For the First Time” live, e não deu outra. Foi um dos momentos mais legais do RIR, na minha opinião. A banda toda foi extremamente simpática durante o show, o Danny se jogou na platéia várias vezes, inclusive filmou em alguns momentos e agradecia o tempo todo. Eles mandam muito bem ao vivo, e eu curti cada segundo. Ao contrário do que a mídia disse, foi um show que empolgou quem estava lá (eu vi muitas pessoas que sabiam as letras de cor). Também foi o que eu consegui enxergar melhor (um pouco antes do OneRepublic encheu mais). E o que me encantou foi que eles interagiam o tempo todo com a platéia. Um dos pontos altos também foi Hall Of Fame.

     img-1033729-rock-rio-2015-dia-1-onerepublic

    OneRepublic (foto)

    Se tem uma banda que todo mundo deveria assistir live um dia, essa banda é o OneRepublic. Eles são incríveis no palco e te contagiam o tempo todo. A voz do Ryan Tedder é impressionante, sério. Ele te conquista durante o show inteiro, e alcançou cada nota que deixou todo mundo que estava lá chocado. E eu nem acredito que presenciei o momento em que ele cantou Stay With Me, do Sam Smith. Foi inesquecível. A platéia toda cantou junto “Secrets”, “Counting Stars”, e “I Lived” fez todo mundo pular até não poder mais. Eu não fiquei parada em nenhum momento. Ah, e durante “Love Runs Out” eles tocaram um trechinho de “Seven Nation Army” e ai a galera foi ao delírio, definitivamente.

    RIR 4

    Queen (foto)

    Não consigo nem descrever como foi emocionante assistir o show do Queen. E com certeza eu não fui a única com essa sensação, já que o coro foi muito forte do inicio ao fim. Todo mundo cantou junto. Também tenho que citar como o Adam Lambert surpreendeu positivamente a todos: a voz dele era impecável, além de ser muito simpático. Eu já sabia que ele tinha uma boa voz, mas ao vivo é outra coisa, né? Não tem nem o que falar: ele é muito bom. Ele e o Brian tentaram falar português em vários momentos, e conseguiram conquistar toda a platéia. Também vale dizer que o Brian e o Roger são sensacionais; é impossível não ficar completamente impressionado com eles. E rolou até pau de selfie durante o show (o que fez a galera rir, já que o selfie stick era proibido no RIR).

    subir
    elas disseram TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2017 // DESIGN POR SARA SILVA