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    Série: Dark

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    Filme: Extraordinário

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    Playlist: Dezembro

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    Séries

    Série: Atlanta

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  • April 23, 2017
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    GIRLBOSS, que estreou nesta Sexta-Feira (20/04) na Netflix, é baseado no livro homônimo, escrito por Sophia Amoruso, a criadora da Nasty Gal, uma das lojas virtuais mais populares nos útimo anos. Quem nunca acessou o site da loja e desejou alguma roupa, apesar dos preços serem bem salgados? A história de Sophia já é bem conhecida na mídia: ela teve a ideia de criar a sua empresa literalmente do nada, vendendo roupas vintage no eBay. As suas vendas bombaram, e foi investindo na sua ideia que ela criou o site da loja e posteriormente, as lojas físicas.

    O livro foi adaptado para a TV por Kay Cannon, que também produziu os três filmes de Pitch Perfect. Ele é produzido pela própria Sophia e a atriz Charlize Theron. Praticamente todo o time é composto por mulheres. A protagonista é a conhecida Britt Robertson, que tem uma extensa carreira no mundo cinematográfico.

    O enredo basicamente nos apresenta à Sophia, uma jovem de 22 anos que vive em San Francisco, na Califórnia, e não segue nem um pouco os planos que a sociedade ou o seu pai planejaram para ela. Sophia não gosta do seu emprego e não possui quase nenhuma grana: na verdade, ela não tem ideia do que vai fazer para sobreviver, e a vida adulta a assusta completamente. A personagem é divertida, engraçada e egoísta sim, em muitos momentos. Ela está longe de ser perfeita. Para mim, esse foi um dos trunfos da série: a protagonista é crível, honesta, e tem um milhão de defeitos. Muita gente reclamou da personagem, mas a Sophia que nos é apresentada é uma pessoa complexa e meio sem rumo. Ela é humana, como todos nós.

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    Após ser demitida do emprego, Sophia tem a ideia de vender roupas vintage – que ela compra em brechós por preços baixos – no eBay, de maneira bem mais cara. A ideia é despretensiosa, mas dá muito certo. Ela é apaixonada por moda e possui uma visão do negócio que ainda não existia até então, e ela acaba lucrando bastante com a sua ideia, até conseguir pagar o seu aluguel (do qual ela seria despejada) e poder bancar as suas despesas mínimas sozinha. Desde o inicio da sua jornada, nada ocorre de maneira fácil. É claro que a visão da série sobre os fatos pode ser um pouco romantizada – e em alguns momentos, cair no clichê – mas ela cumpre bem o papel de divertir e de focar em mulheres como protagonistas.

    Aliás, com uma equipe feminina tão grande na sua produção, seria díficil GIRLBOSS não fazer um retrato honesto das dificuldades que as mulheres empreendedoras sofrem. Sophia é descreditada a todo minuto. Tudo bem que a sua personalidade instável pode contribuir em alguns momentos, mas o tempo todo ela se vê sendo questionada por pessoas que não acreditam que uma mulher jovem possa ser a dona de uma empresa. Até mesmo quando a Nasty Gal já está famosa e rendendo lucros altos, ela continua sendo alvo de desconfiança. Enquanto eu assistia a série, eu consegui me lembrar de várias mulheres que eu conheço que são donas de negócios diferentes e sofrem com o machismo o tempo todo.

    A amizade feminina também ganha um destaque especial e é a responsável por nos trazer as melhores e mais engraçadas cenas. A melhor amiga de Sophia é a Annie (Ellie Reed). Durante a história, ela é a única pessoa que não duvida de nenhum momento da amiga, mesmo que elas briguem e discordem uma da outra em diversos momentos. Pelo contrário, Annie está sempre lá para ajudar (até quando Sophia não merece). A amizade delas vem de anos, e é legal ver a evolução das duas personagens.

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    A série também traz romance, mas não é o foco principal. Sophia conhece o baterista de uma banda, Shane, e os dois se tornam próximos bem rapidamente. Apesar dele estar em turnê o tempo todo, o relacionamento continua bem. Mas justamente na semana de lançamento da Nasty Gal, Sophia descobre que o namorado a traiu. Mesmo com o choque, ela age de maneira bem madura frente ao final do relacionamento. O motivo? Ela não quer atrapalhar a sua carreira, mesmo que a traição a tenha machucado muito. A sua prioridade é seguir o seu sonho. Ou seja, ela não deixa nada de lado frente à uma figura masculina.

    Aliás, a paixão que ela sente pelo próprio negócio é o ponto principal da série. Mesmo com muitas dificuldades, ela nunca desiste. E esses problemas podem ser tristes ou cômicos, mas Sophia os encara de frente. GIRLBOSS é uma série que te motiva a seguir aquilo que você realmente quer. E que mulheres jovens podem, sim, ser empreendoras incríveis, apesar de muitos desafios pelo caminho. A visão feminina foi a minha parte favorita da série. É raro nós vermos histórias sobre mulheres bem sucedidas sendo exibidas nos seriados.

    Os episódios tem em torno de 25 minutos, e são 13 no total. A série é leve, engraçada, e tira sarro de muita coisa dos anos 2000 (como The O.C, por exemplo). É imperdível para quem quer assistir algo sobre empoderamento feminino, e também rir bastante.

    April 2, 2017
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    13 Reasons Why, produzido pela Netflix, estreou nesta Sexta-Feira (31/03) no serviço de streaming. A série é uma adaptação do livro homônimo de Jay Asher, publicado em 2007. Eu li o livro em 2011, quando eu tinha 12 ou 13 anos. Eu me lembro até hoje de como ele me impactou profundamente. A história é sobre Hannah Baker, uma adolescente de 17 anos que comete suicido. Ela deixa treze fitas explicando os motivos que a levaram a tomar essa decisão, e cada fita é para uma pessoa, que cometeu algum ato – de propósito ou não – que a magoou profundamente, e influenciou a sua vida de alguma maneira.

    O tema principal do enredo é o bullying e o ensino médio. Com este último, muitos de nós estamos familiarizados, mas com o primeiro, talvez nem todos. Bullying, cyberbullying e slut shaming se tornaram mais presentes do que nunca nos últimos anos. Todo mundo conhece alguém que já sofreu bullying: talvez você mesmo, como eu, já tenha ter passado por isso. Porém, esses são temas que as pessoas muitas vezes se negam a discutir. Doenças mentais e suicídio também são um deles. A proposta da série é tratar sobre tudo isso, de maneira honesta e brutal. Sem delicadeza, sem papas na língua. É uma verdade nua, crua e muito dolorida, mas que expõe sem medo como é difícil ter que enfrentar estes problemas.

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    O protagonista é Clay Jensen, um garoto tímido e nerd que nutria uma paixão quase platônica por Hannah. Os dois eram amigos, mas ele não sabia de tudo que se passava com ela, e também tinha medo de confessar seus sentimentos. Clay não entende porque ele está na fita, já que tecnicamente ele não faz nada de mal para Hannah. Mas posteriormente ele vai entender o porque está lá. A história mistura flashbacks e momentos atuais, que explicam o que cada pessoa fez. As situações são complicadas: Justin (Brandon Flynn) é um garoto bonito que chama Hannah para sair. Ela aceita, mas depois ele espalha mentiras sobre ela, contribuindo para que sua reputação fosse estragada na escola. Jessica (Alisha Boe) Alex (Miles Heizer), assim como a personagem, também eram alunos novos na escola. Eles se tornaram amigos, mas eles traem a confiança de Hannah, a deixando de lado e acreditando em rumores falsos sobre ela.

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    Ela é alvo constante na escola: assim como Hannah, outros personagens também sofrem com humilhações e violências, verbais ou físicas. A série também faz um contraponto em como o ser humano pode ser hipócrita, e mostra a cultura do ensino médio, com a pressão e as ameaças que os jovens encaram todos os dias. Alunos brilhantes e que participam do grêmio estudantil também podem ser cruéis, sempre maquiando a sua personalidade real com notas altas, por exemplo. É o caso de Marcus (Steven Silver), Courtney (Michele Selene) e Tyler (Devin Druid).

    Cada episódio traz uma nova revelação, e além de te deixar com vontade de ver o próximo, eles também trazem uma carga psicológica pesada muito grande. O objetivo é cumprido com maestria, e é impossível ver a série sem se questionar e refletir de como a maneira que tratamos os outros pode impactar de maneira irreparável na vida de alguém. De como o jovem pode ser manipulador, mas os adultos também entram no pacote. E uma das lições mais importantes é que devemos reparar mais nos outros e nos sinais que eles demonstram. Muitas vezes as agressões são ignoradas em ambiente escolar, até mesmo pela própria instituição, outro tema abordado em 13 Reasons Why. A ignorância do ser humano muitas vezes pode sim, acabar com a vida de alguém.

    Os temas são bem explorados, e é difícil assistir esta série – com episódios que possuem em torno de 55 minutos – sem se deixar abalar. O estupro e o assédio sexual também ganham um espaço enorme. As cenas são as mais verdadeiras possíveis, e é algo desconfortável de assistir, mas esse foi exatamente o objetivo dos produtores da série ao fazerem as cenas. Dói e você sofre de verdade junto com o personagem. Acredito que isso é necessário, pois nos deixa uma mensagem que as pessoas precisam entender: a culpa nunca é da vítima.

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    Sobre o cast da série: só é possível dizer maravilhas sobre os atores que foram escolhidos. Eles deram vida aos personagens de maneira impecável, e o grande destaque fica para a australiana Katherine Langford, como Hannah, Dylan Minnette, como Clay, e Kate Walsh, como a mãe de Hannah. Kate é uma das melhores atrizes da série, e ela e Bryan D’Arcy James obtiveram a complicada tarefa de interpretar os pais de Hannah. Mas ambos fazem isso muito bem, e é possível enxergar o sofrimento que os pais dela sentem, e de como isso vai afetá-los para sempre. Todos os atores estão ótimos nos papéis.

    Confesso que assisti a série com uma dor enorme no coração em muitos momentos. A gente já sabia desde o inicio o que aconteceria com a Hannah, mas ver a morte da personagem foi horrível e realista, ao mesmo tempo. Horrível porque é péssimo ver algo assim acontecendo, e realista, porque isso infelizmente acontece com milhares de pessoas a todo momento no mundo. E é por isso que precisamos, urgentemente, falar mais sobre isso. E eu acredito que 13 Reasons Why pode incentivar debates importantes sobre o suicídio e a saúde mental. Durante o decorrer da série, a gente sente vontade de ajudar a personagem e dizer que tudo vai passar. Um dia o ensino médio acaba. Um dia coisas melhores aparecem na nossa vida. Mas nem sempre as pessoas tem a ajuda necessária para entender que vale a pena ficar.

    E se teve algo que essa série me ensinou (além de muitas outras) é que é preciso ser gentil. É preciso ser compreensivo. É necessário enxergar melhor as outras pessoas.

    December 17, 2016
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    skam

    Sabe aquelas séries que te deixam completamente viciado e você assiste todas as temporadas em um final de semana? Foi isso que aconteceu comigo após assistir o primeiro episódio de SKAM, série da Noruega exibida desde 2015 e criada por Julie Andem. A premissa da série é básica: ela fala sobre a vida de jovens que entraram ou estão saindo do ensino médio, seus relacionamentos, e as experiências que praticamente todo mundo vive na adolescência. Mas o diferencial está na construção dos personagens: cada temporada é focada em um, ou seja, nós vemos a visão dele sobre os acontecimentos e os seus problemas.

    A série também tem características inovadoras: antes do episódio completo ser liberado, as cenas que acontecem em “tempo real” são exibidas naquele exato horário no site do seriado, assim como mensagens de texto trocadas pelos protagonistas. Cada personagem também tem a sua conta no Instagram, que é atualizada constantemente. Os temas são atuais e recorrentes: islamofobia, feminismo, crise dos refugiados e doenças mentais ganham destaque em alguns episódios. 

    Even e Isak, o casal foco da terceira temporada

    Even e Isak, o casal foco da terceira temporada

    Até agora, três temporadas já foram exibidas (a season 3 terminou ontem). A primeira protagonista é Eva, uma garota que tem poucos amigos: a sua única companhia é o namorado Jonas, e o melhor amigo dele, Isak. Acompanhamos-na em sua jornada tentando se descobrir, enquanto procura fazer novas amizades. A segunda é sobre a Noora (minha personagem favorita). Ela é independente, feminista e tem convicção das suas opiniões. Só que como nada é perfeito, ela acaba se apaixonando por William, o cara mais clichê que ela já conheceu na vida. E a última, que até agora já é a queridinha dos fãs, aborda o desenvolvimento de Isak, que passou anos fingindo ser heterossexual, até se arriscar de verdade e ter certeza que ele gostava de garotos, e se aproximar de Even.

    Eles abordam temas com profundidade, e ao mesmo tempo, de maneira delicada. Dá para se identificar com os personagens: todos eles possuem diversos defeitos e qualidades, de maneira realista e bem próxima do que nós vemos todos os dias na escola ou na faculdade.

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    A trilha sonora também não deixa nada a desejar. É possível ouvir artistas indies que você já conhece, e descobrir outras músicas e bandas maravilhosas (principalmente da música Norueguesa). Todas as músicas são disponibilizadas no Spotify nessa playlist, atualizada sempre que o episódio é liberado.

    Não deixem de assistir! Eu me tornei fã da série e tenho certeza que vai acontecer o mesmo com vocês. É uma pedida ótima para as férias.

    Assista aqui, aqui e aqui no grupo de fãs da série no Facebook, sem precisar fazer download.

    October 31, 2016
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    Gilmore Girls é uma daquelas séries que você começa a assistir e se apaixona de primeira pelos personagens e pela história. Depois, fica impossível desapegar deles! Já faz um mês que eu estou maratonando a série na Netflix. Eu tinha vontade de assistir, mas comecei mesmo ao ficar sabendo que uma temporada especial seria lançada em Novembro. E eu não me arrependi. Agora, Stars Hollow já faz praticamente parte da minha rotina!

    Se você, assim como eu estava fazendo, ainda está adiando a sua maratona, eu vou te dar bons motivos para começar a assistir Gilmore Girls. A série começou a ser exibida em 2000 e terminou em 2007, com sete temporadas e 153 episódios. Ela marcou uma geração e foi um dos maiores sucessos de audiência da CW. E ainda hoje possui milhares de fãs.

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    A série é feminista

    O feminismo não era nem de perto tão debatido em 2000 como é hoje, principalmente na TV. Mas a série criada por Amy Sharman-Palladino já estava tratando deste tema. A série é protagonizada por duas personagens muito interessantes: Lorelai e Rory – mãe e filha – são melhores amigas e o foco é a relação das duas. Lorelai engravidou aos 16 anos, e criou Rory sozinha, mesmo quando ainda era muito nova. As duas tem muitas semelhanças, mas como em toda relação, elas também tem vários conflitos e ideias diferentes. Todas as personagens mulheres são fortes e complexas. Emily Gilmore, Paris Geller, Sookie, Lane… E as amizades femininas ganham um grande destaque nos episódios.

    Os diálogos tem um formato diferente

    Quando você começar a assistir os episódios, vai perceber que o seriado traz uma dinâmica bem inovadora. Os diálogos são todos rápidos e se aproximam da vida real. Os atores tem uma química incrível contracenando uns com os outros, principalmente Lauren Graham (Lorelai) e Alexis Bledel (Rory). As duas conversam como se fosse a vida real mesmo. Ah, e uma das marcas registradas de Gilmore Girls são as referências! Lorelai e Rory citam praticamente tudo: seja filmes, séries, programas de TV, músicos, artistas… e normalmente fazem piada sobre isso. Então, se você conhece a referência, vai poder rir bastante.

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    Os personagens te conquistam

    Até a nossa série favorita tem personagens que a gente não suporta. Faz parte. Mas em Gilmore Girls é difícil achá-los. A atuação do elenco é a grande responsável por fazer você se apaixonar pela maioria dos personagens. Eles são engraçados e possuem personalidades únicas. Um dos meus favoritos – e da maioria dos fãs – é o Luke (Scott Patterson). Tem como não gostar do mau humor do personagem e os seus comentários sarcásticos? Também é complicado decidir qual personagem você prefere que fique com a Rory. Dean, Jess ou Logan? Essa é uma dúvida que atinge todo mundo que assiste a série. Eu preciso confessar que prefiro o Jess, mas eu vivo mudando de ideia (menos com o Dean, que é chato zzZZzz).

    Recentemente a Netflix anunciou que iria produzir uma temporada especial, mostrando um ano na vida dos personagens. Cada episódio – serão quatro – terão uma duração de 90 minutos e vai se passar em uma respectiva estação do ano. Os fãs estão ansiosos para saber o destino de alguns personagens. A estreia está marcada para 25 de Novembro. Eu não sei se consigo terminar toda a série até lá, mas estou na expectativa!

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    August 20, 2016
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    Unbreakable Kimmy Schmidt – 2 temporadas (26 episódios) – Download aqui

    Eu comecei a assistir Kimmy Schmidt – criado pela maravilhosa Tina Fey – nas férias de Julho e vi a primeira temporada em apenas dois dias. Quando você começa, é impossível parar! A série de comédia tem como protagonista a Kimmy, uma mulher de 30 anos que foi sequestrada (de um jeito bem cômico) quando tinha apenas 15, por um pastor maluco que fraudou um suposto apocalipse, enganando Kimmy e outras três mulheres, que passaram quinze anos juntas em um abrigo. A história pode parecer meio maluca, mas é uma das séries mais engraçadas da Netflix. Agora, ela quer recomeçar a sua vida, e vai morar em Nova York. Lá, ela conhece Tituss, seu futuro melhor amigo, que é talentoso e quer começar uma carreira na Broadway, e Lilian.

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    Cheio de piadas sobre a cultura pop e muitas referências ao feminismo, é difícil não amar os personagens, que são cômicos e muito bem explorados no decorrer dos episódios. P.s: a música de abertura vai grudar na sua cabeça.

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    Stranger Things – 1 temporada (8 episódios) – Download aqui 

    Com certeza você já ouviu falar de Stranger Things, a série mais comentada no último mês na internet. E não é por acaso! Se você ainda não assistiu, vale muito a pena. Sério: não deixe de ver. Sabe aquelas séries envolventes, que te conquistam de um jeito que você termina o episódio e continua horas pensando sobre o que assistiu? Inspirado nos filmes de suspense e sci-fi dos anos 80 e 90, o seriado, criado pelos irmãos Matt e Ross Duffer, faz homenagem a diversos clássicos cinematográficos (a começar pelo pôster de divulgação: te lembrou Star Wars?).

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    Tudo começa quando o jovem Will Byers desaparece sem explicações. Sua mãe Joyce – interpretada de maneira incrível por Winona Ryder – não desiste de encontrar uma justificativa válida para o sumiço do filho e continua procurando-o. Nesse meio tempo, um monte de coisas estranhas começam a acontecer na cidade, inclusive o surgimento de Eleven, uma menina fugitiva que possui poderes surpreendentes. Destaque para o elenco excelente, de crianças, passando pelos jovens, até chegar nos adultos. A atuação deles é de impressionar qualquer um. O sucesso foi tanto, que uma segunda temporada já está nos planos da Netflix. Só não se sabe para quando… :(

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    The Fundamentals Of Caring – 2016 – Download aqui

    Se você quer assistir um filme leve e que te faça dar boas risadas, mas também refletir, The Fundamentals of Caring, estrelado por Paul Rudd, Selena Gomez e o ótimo Craig Roberts (o ator britânico que protagonizou Submarine e também participou de Skins) é uma boa pedida. Ben é um cara meio sem rumo na vida: ele está prestes a se separar da mulher e é desempregado. Após fazer um curso de cuidador, ele consegue um emprego para ajudar o Trevor, um garoto de 18 anos com distrofia muscular. Trevor é meio amargurado, mas ele é engraçado e não perde a oportunidade de tirar sarro de Ben – e de si mesmo -, mesmo que a sua doença o impeça de realizar diversas atividades.

    Os dois embarcam em uma roadtrip juntos nos Estados Unidos. Meio contrariado, Trevor tem medo de realizar a viagem por causa das suas condições de saúde. Mas no meio do caminho, os dois encontram outras pessoas que fazem o trajeto tomar um rumo diferente, e uma delas é Dot, uma garota de idade próxima a dele que vai fazer Trevor se apaixonar. Pode parecer que sim, mas o filme não é clichê: pelo contrário, ele é realista em vários momentos, mas sem perder a graça.

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