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    Filme: A Morte Te Dá Parabéns

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  • January 3, 2015
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    Se você é daquelas pessoas que, como eu, passam vários dias das férias sem fazer absolutamente nada, bem vindo ao clube. Eu fiz tantas coisas nesse ano, foi tanta correria, que a única vez que eu sai de casa foi pra ir na praia uma vez (eu sei que é meio loucura, mas sou preguiçosa) então eu passo a maior parte do tempo vendo séries, no Tumblr, lendo (a autora escolhida das férias é a Rainbow Rowell) e eu vim trazer algumas dicas pra vocês se entreterem nesses dias. É tudo simples, então, não precisa nem se mexer da cadeira pra fazer nada.

    Livros

    Fazendo Meu Filme – Paula Pimenta: Surpreendentemente, ainda tem muitas pessoas que não leram essa história incrível que é uma das mais famosas do Brasil. Fani, uma adolescente que é apaixonada por filmes, passa por muitas experiências nos quatro livros da série. Ela faz um intercâmbio para a Inglaterra, começa a namorar o melhor amigo, depois embarca para fazer faculdade nos EUA… E o legal é que tem uma edição linda com todos os volumes, em capa dura, e até uma de quadrinhos. Não tem mais desculpa pra não ler!

    Eleanor & Park – Rainbow Rowell: Gosta de livros diferentes e que fogem do clichê? Então prepare a caixa de lencinhos e leia Eleanor & Park, o melhor livro (na minha opinião) da autora Rainbow Rowell. Cheio de referências musicais, ele se passa nos anos 80 e mostra o primeiro amor de Eleanor e Park, dois jovens bem diferentes, com vidas totalmente distintas, que começam um relacionamento meio confuso. A história é muito emocionante.

    Will & Will – John Green e David Levithan: Já faz três anos que o John Green não escreve um livro, como ele mesmo afirmou no Twitter, e só eu acho que precisamos desesperadamente de um novo? A maioria da galera ainda não leu Will & Will, que é um livro em parceria com o David Levithan – outro autor incrível, aliás – que fala sobre dois personagens chamados Will Grayson, mas eles não tem nada a ver um com o outro, e o desenrolar da história é bem interessante.

    Séries

    My Mad Fat Diary – UK: Se você ainda não assistiu essa série, dá tempo! O meu 2015 já valeu só pela terceira temporada, que ainda não havia sido anunciada, ter sido finalmente confirmada. O hiatus dura um tempão (normalmente séries britânicas são assim) mas vale muito a pena. MMFD é honesta, emocional, e tem uma trilha sonora maravilhosa. A protagonista é Rae, uma menina que tem problemas psicológicos, e durante a série ela tem que superar eles, e os seus novos amigos a ajudam bastante; um dos pontos altos também é o Finn, provavelmente o melhor personagem masculino já criado na televisão britânica (ok, posso ter exagerado) e que se apaixona pela Rae.

    Red Band Society – US: Eu ando preferindo séries que mostram temas mais reais, e Red Band Society mostra a vida de vários jovens em um hospital da Califórnia. Alguns tem câncer, outros anorexia, enfim, todos enfrentam uma doença séria e correm risco de vida. E eles tem que escolher um jeito de lidar com tudo isso, ao mesmo tempo que querem aproveitar a vida e precisam aprender a se relacionar entre si no hospital, já que eles passam a maior parte do tempo lá.

    Faking It – US: Se você quer mais é rir nas férias e assistir séries com temas mais leves, Faking It é a melhor pedida. Produzida pela MTV, a primeira temporada mostrou duas melhores amigas – Amy e Karma – que fingiam ser lésbicas na escola, mas o problema é que a Amy acabou se apaixonando. Na segunda, muita coisa acontece no desenrolar da história e os episódios que são curtos – só tem 20 minutos – te garantem algumas gargalhadas. P.S: A Amy é a melhor personagem.

    Música

    Os links vão direto pro Spotify, onde você pode ouvir os álbuns completos. Se você quiser ouvir no programa, é só jogar o link na barra de pesquisa.

    Echosmith – Talking Dreams: Echosmith é uma banda norte-americana da Califórnia. Todos os integrantes são bem novos (e irmãos), a vocalista, Sydney por exemplo, tem só 17 (!) e eles já lançaram o álbum debut da banda, que foi super bem nas paradas. O single “Cool Kids” alcançou ótimas posições na Billboard Hot 100, o que fez eles despontarem cada vez mais. O álbum de estréia é muito bom, e o som deles é um indie pop. As minhas favoritas são “March Into The Sun” e “Tell Her You Love Her.”

    LIVESOS – 5 Seconds Of Summer: Não fez nem um ano que os australianos do 5SOS lançaram o primeiro álbum, mas em Dezembro eles já lançaram um live, gravado em diversos shows que os meninos fizeram no decorrer do último ano. Eu amei o CD (se bem que sou suspeita pra falar), e muita gente diz que prefere eles ao vivo, e dá pra sentir super bem a energia do público. Minhas favoritas? Disconnected, She Looks So Perfect (que ganha uma versão beem mais legal live), End Up Here e o cover de Teenage Dream da Katy.

    Infinity EP – Against The Current: É muito amor por essa banda <3 Se você ainda não conhece o Against The Current, do qual eu falei aqui, não perca tempo e vá ouvir o EP da banda, que é composto por 5 músicas bem animadas, cheias de energia e com letras sensacionais. Sem falar que é quase impossível não se encantar pela atitude da vocalista, a Chrissy Costanza, que além de cantar muito bem também é bem estilosa. As que eu mais gosto é “Closer, Faster” e “Another You (Another Way).”

    November 8, 2014
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    The Red Band Society é uma série que estreou nessa última fall season nos Estados Unidos pela FOX, no dia 17 de Setembro (faz pouquinho tempo!). Ela é baseada no drama espanhol Polseres vermelles. A história fala sobre um grupo de jovens que vivem em um hospital de Los Angeles e tem doenças graves. Por isso, eles estão internados há um bom tempo e passam boa parte dos seus dias lá, tendo que enfrentar seus problemas pessoais, a doença e o fato de que talvez não tenham muito tempo de vida.

    A série é narrada por Charlie, um menino de doze anos que está em coma. Isso só torna a narração dele mais emocionante e profunda, já que o personagem, mesmo que não esteja acordado, pode ouvir tudo ao seu redor e conhece cada pessoa do hospital muito bem. Ele é um dos jovens que está há mais tempo lá. Logo após ele, veio Leo Roth, que foi diagnosticado com osteossarcoma (o mesmo câncer que o Gus tem em TFIOS, por exemplo) e precisa fazer uma cirurgia e amputar uma perna. Mesmo com tudo isso, ele ainda tenta enxergar coisas positivas na vida e é o mais rebelde dos personagens.

    Ele mantém uma relação de amizade e amor com Emma, que sofre de anorexia, e Dash, que tem fibrose cística. Os três sempre foram unidos, mas as coisas mudam um pouco quando dois novos jovens chegam no hospital: Jordi, que descobriu há pouco tempo que tinha câncer e sem família nenhuma para ajudá-lo, ele precisa se tratar com urgência, e Kara, uma garota egoísta que era líder de torcida e popular na escola, mas perde toda a sua vida antiga ao descobrir que tem problemas sérios no coração, e vai precisar de um transplante do mesmo. O problema é que, como ela usava drogas, vai direto para o final da lista de transplantes de coração.

    O elenco é ótimo e os atores conseguem passar bastante emoção. Aos poucos, com os episódios, vamos conhecendo mais sobre os jovens e as características de cada um. É difícil não torcer pela recuperação deles, até mesmo com a de Kara, que é a típica menina que só pensa em si mesma, mas que vai se humanizando na história, no decorrer do enredo. A equipe do hospital também é super presente nos episódios. As enfermeiras Dena e Brittany e o médico Jack, que é o responsável por eles, são personagens bem cativantes também.

    A série já ganhou o gênero de “dramédia”, que é quando um seriado mistura drama e comédia ao mesmo tempo. Temos momentos bem emocionantes, quotes incríveis, mas ao mesmo tempo temas difíceis são tratados com leveza. Óbvio que a visão da vida em um hospital é romantizada na série, mas eu acho que a proposta deles de falar sobre esses adolescentes que tem que lutar para sobreviver é feita de uma forma muito legal.

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    July 28, 2014
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    Sessão de Terapia , é uma versão brasileira da série israelense BeTipul. A série toda se passa num consultório de psicanálise do terapeuta Theo (Zécarlos Machado). A série segue uma linha simples. A cada dia da semana Theo recebe um paciente e a trama segue em diálogos entre eles. Cada dia  é um paciente diferente e na sexta-feira é a vez de Theo ser atendido por Dora que é sua terapeuta e supervisora há anos. Nesse dia o terapeuta pode contar sobre seus pensamentos e eles também conversam sobre os pacientes de Theo. A Série é muito complexa e inteligente, mas vale muito a pena ver.

    A trama originais possui duas temporadas, mas a brasileira já está entrando em sua terceira, com episódios totalmente originais. Ainda estou na primeira, mas já posso dizer que me surpreendi bastante. O que mais gostei foi o fato de que ela foge das séries que estamos acostumados. Pra quem tem curiosidade de saber como funciona sessão de terapias, essa é uma ótima dica. Abaixo se encontra os personagens da primeira temporada. Nas outras mudam-se as personagens.

    Confira o trailer:

    April 28, 2014
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    Depois dos sucessos grandiosos de Awkward e Teen Wolf, a MTV tem investido cada vez mais nos seus seriados. Focando no gênero de comédia, eles lançaram nessa mid-season nos EUA, na última semana, o seriado Faking It, que causou muitos comentários antes mesmo de ter estreado, por apresentar uma história diferente (e meio maluca!). Karma (Katie Stevens) e Amy (Rita Volk) sempre foram melhores amigas há anos e nunca se desgrudaram. Elas enfrentam o ensino médio juntas, e após muitas tentativas de fazer amigos e se enturmar serem fracassadas, Karma – que quer mesmo é ter atenções na escola – acaba levando adiante um boato que surgiu sobre as duas: que elas eram lésbicas.

    A escola que elas estudam é mais alternativa e lá não rolam muitos preconceitos, então normalmente as pessoas “diferentes” e que se assumem pelo que são é que acabam se destacando. Mesmo que Amy não tenha muito interesse em interagir com outras pessoas, ela continua a tal história falsa para agradar à amiga. Mas no final, uma delas pode acabar se envolvendo demais.

    O criador da série é o Carter Covington. No elenco também está Gregg Sulkin, que já fez alguns seriados, como Pretty Little Liars e os Feiticeiros de Waverly Place. Eu assisti o piloto, que tem 20 minutos (e segue o estilo de Awkward) e nos primeiros minutos achei a Karma um pouco forçada demais; afinal todo mundo já cansou dessa história clichê de “adolescentes querendo popularidade.” Mas enquanto a história ia se desenrolando, vi que a série tem futuro ao explorar a relação das duas amigas e os sentimentos que a Amy pode desenvolver. Ela tem chances de melhor bastante ainda, afinal só o primeiro episódio foi exibido.

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    March 4, 2014
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    Eu sempre ouvi vários elogios sobre o seriado norte-americano Bates Motel, que estreou no início de 2013 nos EUA. Porém, eu nunca tinha assistido, então nos últimos dias das minhas férias – como viciada por séries que eu sou – resolvi fazer uma maratona e assistir toda a primeira temporada completa, já que a segunda teve início ontem, no dia 3 de Março. Produzida pelo canal A&E e protagonizada pelos incríveis Freddie Highmore (eu já tinha visto vários filmes dele), Vera Farmiga (que foi indicada ao Emmy) e Max Thieriot, o enredo principal é contar a história da adolescência de Norman Bates, um dos psicopatas mais famosos da história do cinema, e protagonista do filme Psycho, que foi lançado em 1960 e dirigido por Hitchcock, mas provavelmente todos vocês já conhecem ou até assistiram o longa.

    Quem ama suspense, ação, e séries com temas complexos, vai amar essa. Os personagens são super interessantes, dando ênfase para Norma, que rouba a cena milhares de vezes. A relação dela com o filho é conturbada e de total proteção. Os dois são muito próximos e ela não dá nenhuma liberdade para Norman, por isso, os dois desenvolvem uma relação de ciúme e controle um sob o outro.

    A trama também tem muitos momentos de tirar o fôlego (você não vai querer desgrudar os olhos da tela) muitas reviravoltas e cenas intensas. Já no primeiro episódio, o ritmo é super rápido e envolvente. Mãe e filho se mudam para uma cidade do interior, chamada White Pine Bay para tentar recomeçar depois da morte do pai de Norman. Por isso, eles acabam comprando uma casa por lá e um hotel também, que já tinha muita história e problemas antes mesmo deles chegarem.

    O elenco desempenha um trabalho incrível e todos os atores estão muito bem nos papéis. Freddie incorpora super bem o Norman e ainda consegue dar sentimentos e um lado diferente para um personagem que no futuro, vai se assumir mesmo um psicopata. E é interessante ver também os indícios e sinais desse comportamento dele ao longo da adolescência, que vão surgindo aos poucos, mas ficam bem claros. Vera Farmiga está arrasando como Norma, no início da série eu não gostava muito da personagem, mas mesmo com as burradas e loucuras dela, é difícil não se apegar. O posto de “normal” da família fica mesmo para Dylan, o irmão que era a ovelha negra da família, mas entre todos eles é o que mais tem a cabeça no lugar.

    A segunda temporada já está no ar e abaixo você confere o trailer.

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