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  • September 7, 2016
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    Eu já comentei muitas vezes aqui no blog que estou em ano de vestibular. Pela segunda vez, mas sinceramente é como se fosse a primeira. Como se a experiência do ano passado não tenha sido para valer, sabe? Não que eu não tenha me esforçado. Pelo contrário, eu dei o melhor de mim. Mas eu ainda não tinha aprendido lições valiosas que descobri durante este ano. O que é algo normal da vida. Estranho seria não olhar para o ano anterior e não notar mudança nenhuma. Quanto mais mudanças positivas, melhor. Mesmo que para chegar até elas tenha sido difícil.

    Acho que uma das coisas mais importantes que eu aprendi, depois de muitas crises de ansiedade, é que a nossa saúde importa mais que qualquer outra coisa. Parece óbvio, mas em momentos de cegueira nós ignoramos algo que deveria ser fundamental na vida. Os seus estudos, uma prova, a sua carreira, a pressão que as pessoas (ou você) coloca nas suas costas, não devem ser colocadas a frente da sua saúde mental e física. Reprimir os seus sentimentos só piora tudo. E raiva não colabora em nada. Só deixa tudo mais cinza e complicado de enfrentar.

    Os últimos anos foram bem conturbados. Parece que tudo aconteceu ao mesmo tempo! Saída do ensino médio, autoconhecimento, problemas com ansiedade, vestibular, fim de relacionamentos, novos amigos, ambientes diferentes. Eu experienciei momentos bons e outros muito ruins. E tudo isso acabou se acumulando, até eu acabar tendo que extravasar tudo de alguma maneira. É fato: a gente precisa expressar o que sente. Por meio da escrita, da música, ou de desenhos. Seja lá qual for a forma. Mas eu sei que não quero ignorar meus sentimentos nunca mais. Enfrentá-los é a melhor maneira de superar e lidar com tudo, e nunca negligenciar os seus problemas. Eles são válidos. 

    Durante um tempo eu me senti muito perdida, a ponto de não me reconhecer muito bem. De não saber o que eu queria, de não compreender o lugar que eu queria estar ou que tipo de pessoas eu deveria valorizar de verdade. Se existe crise aos 17 anos de idade, eu tive as minhas. E foram várias. Mas nessa história toda de vestibular, eu passei por um monte de problemas, mas acabei chegando em um lugar que eu me orgulho de estar. 

    Eu achei um ponto de tranquilidade que fazia tanto, tanto tempo que eu não encontrava. Outro dia alguém que é muito próximo de mim disse que eu era uma pessoa calma, e era irônico o fato de tantas coisas terem acontecido comigo em um espaço de tempo. Fui obrigado a concordar. Mas depois de muitas experiências, eu aprendi a lidar melhor com o meu limite e entender que eu não preciso seguir o fluxo de todo mundo. Ninguém é obrigado a descobrir a sua vida toda tão cedo. Aliás, uma das frases que eu mais amo é “não sou obrigada.” Sério, dá pra encaixá-la em tudo na vida.

    Óbvio que nem tudo são flores. A vida passa longe de ser um poço de calmaria todos os dias. Mas a gente vai levando, sempre nos respeitando, o que é afinal, a coisa mais preciosa que uma pessoa pode compreender: respeitar a si mesmo é essencial. Você deve sempre se levar como prioridade.

    Se eu pudesse dar um conselho para quem também está nessa fase da vida, eu diria que você não precisa dedicar todo o seu tempo e a sua energia a uma coisa que todo mundo tenta colocar na nossa cabeça que é a coisa mais importante do mundo. Não é. Pode ser um objetivo, um sonho. Mas não precisa passar por cima de você mesmo, das suas vontades e do seu bem estar. Às vezes todas as pessoas parecem seguir o mesmo caminho e a nossa primeira reação é querer segui-los. Mas o que funciona para os outros, não é necessariamente o ideal para você também.

    May 30, 2016
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    Todo mundo sempre tá falando sobre amor. O amor correspondido, o não correspondido, o coração partido, os términos, as traições, ou seja lá o que for. Definições de amor e romance não faltam em nenhum lugar, assim como reclamações sobre relacionamento. Mas eu vejo pouca gente falando de algo que na verdade, nem é chamado de amor pela maioria. Aquele, que fica sempre esquecido, de lado. Tudo bem, é compreensível que ele não seja muito lembrado. Afinal, ele nunca chega a se concretizar: pelo menos, em 90% das vezes. Mas para as pessoas que sentem – normalmente as sonhadoras, que leram uns dez livros da Meg Cabot na adolescência – ele é real. E tem algum tipo de sentimento que não seja real, por acaso? Eu afirmo que não.

    Todos podem ser, mesmo que eles nunca sejam reconhecidos, mesmo que eles não vejam à luz do dia e que só você mesmo saiba sobre eles. Eu confesso que tenho muita experiência no dito cujo. Amor platônico (quem nunca?) é algo meio engraçado e dramático para mim. Resultado de uma mente fértil que sempre gostou de idealizar praticamente todo mundo que vê pela frente, ele foi o responsável por grande parte das minhas paixões. O curioso é que elas sempre eram intensas, mas acabavam rápido, e não de  maneiras muito agradáveis.

    “Mas e a outra pessoa?” Elas nunca chegavam a saber de nada. Juro. Pelo menos eu acho. A maioria nunca nem suspeitou que eu nutrisse algum sentimento afetivo por eles. A paixão platônica não tem muitos limites. Ela pode surgir do nada, literalmente: sem você menos esperar aparece aquela pessoa impossível, inalcançável, seja lá por qual motivo. E isso é o suficiente para você, romântico que adora Taylor Swift, começar a criar histórias na sua cabeça. Eu não tomava atitudes drásticas. Não tentava, de verdade, me aproximar daquelas pessoas. E isso não significa que o sentimento seja menos válido; é só que, no fundo, eu não queria destruir aquela idealização legal que eu tinha de alguém. Ou eu não queria arriscar, ou não tive coragem.

    E às vezes a gente tem medo mesmo, e não há nada de errado nisso. Óbvio que um relacionamento real é muito melhor. Mas estamos falando aqui do que é platônico, algo que não se realiza; e talvez seja justamente isso que atrai tantas pessoas. Você não vai se machucar, não vai se decepcionar (em tese): então, assim tá ótimo. Por outro lado, amor platônico também pode te fazer querer ouvir músicas melancólicas e passar dois dias sem sair de casa. No meu caso, quando eu superava, eu sempre olhava para trás e dava algumas risadas das situações que aconteceram comigo.

    Foram muitas: a paixão que eu tive aos 14 anos por um garoto mais velho, e quando eu finalmente arranjei coragem e falei com ele, descobri no dia seguinte que ele mudaria de colégio (e de cidade). Na época, foi triste. Hoje, eu acho engraçado. Ou quando eu fiquei três meses tentando falar com um cara, só para depois descobrir que ele tinha namorada (não tá fácil pra ninguém, né?). E não foram somente essas; existiram outras, que me provocaram frio na barriga, dor de cabeça ou tristeza por algumas semanas. Talvez elas não sejam as únicas: pode ser que eu ainda tenha muitas outras paixões platônicas.

    Mas o que sempre fica na minha cabeça é que você deve se permitir sentir o que quiser. E que, modéstia a parte, arriscar é sempre melhor. Mesmo que seja só para descobrir que a realidade é bem diferente daquilo que você tanto imaginou.

    May 29, 2016
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    large (1)“Não” significa NÃO.

    Nos últimos três dias, eu fiquei meio paralisada. Não sabia o que dizer. Porém, três sentimentos me dominaram enquanto eu lia outras notícias sobre o caso da garota de 16 anos que foi alvo de um estupro coletivo no Rio de Janeiro: revolta, desprezo e nojo. E depois, senti impotência. Porque eu só queria, de alguma forma, poder ajudar essa menina. E acho que todas nós, mulheres e feministas, sentimos isso. É uma luta diária e constante. Em alguns momentos, sentimos que estamos avançando. Que o pensamento de muitas pessoas está mudando e que, quem sabe, a igualdade pode estar aí, presente no futuro. Mas então, casos como esse acontecem e somos obrigados a nos perguntar se um dia vai ser possível que as minorias alcancem o seu espaço. E também me fazem questionar os limites do ser humano. A capacidade que muitos tem de cometerem barbáries e nem por um momento, se colocarem no lugar do outro.

    Precisamos falar sobre a cultura do estupro. Precisamos falar sobre como todos os estupradores não podem sair impunes. Precisamos falar e repetir que a culpa NUNCA é da vítima. É preciso propagar, falar, discutir e debater todos os dias sobre o machismo. Não tolere piadas e difamações de ninguém: quando alguém fizer isso, chame a atenção dessas pessoas. Logo depois de conhecer o feminismo, comecei a perceber como nós, mulheres, somos ridicularizadas o tempo inteiro. Na escola, na balada, no ponto de ônibus. São “brincadeiras” que acontecem o e que não são nada engraçadas: são mais um ato de perpetuar a cultura que normaliza o abuso contra a mulher.

    Às vezes eu sinto que quero fazer mais. Que palavras e atitudes não são só o suficiente, mas precisamos, de todos os modos que nós tivermos, nos expressar e nunca nos calar. Apoiar umas às outras é a etapa mais importante disso tudo. Todos esses crimes contra a mulher, que tanto nos aterrorizam e machucam todas nós, devem nos lembrar que devemos estar juntas sempre. A sociedade impõe uma rivalidade entre nós: recuse-a. Nós não somos inimigas. Vamos reafirmar as nossas relações, nos unir, nos apoiar, afinal, estamos enfrentando os mesmos problemas. Se você vê que outra garota precisa de ajuda – pode ser algo simples, ou mais complicado – não tenha medo ou vergonha. Quantas vezes a gente não presencia uma menina sendo agarrada numa festa sem ser por vontade própria? É triste dizer, mas são muitas. E acontece toda hora. É nosso papel ajudá-la. O movimento “Vamos Juntas?” incentiva justamente isso.

    Eu gostaria de poder tirar um pouco da dor que todas as vítimas sentiram ou irão sentir. De todos os traumas que ficarão guardados dentro delas.

    O nosso sistema de justiça, como nós sabemos, falha muitas vezes e oferece poucas proteções às vitimas. São inúmeros os casos em que os criminosos saem impunes, são pouquíssimas as vezes que as mulheres acham apoio nas delegacias de polícia e que elas não são desacreditadas. Isso contribui para que mais abusos aconteçam, pois não temos leis e o amparo necessário.

    Por isso, devemos continuar lutando e dizendo às nossas opiniões. Comece em casa, na escola, em qualquer lugar: nossas atitudes e nossas vozes são algumas das maneiras que temos para acabar com essa cultura que tanto nos oprime. 

    February 1, 2016
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    “Vestibular” foi a palavra que eu mais ouvi em 2015, com toda a certeza. E também foi a que eu mais repeti para mim mesma durante os últimos doze meses. Eu confesso que em Janeiro do ano passado eu não encarava o terceiro ano como algo assustador, mas isso foi mudando com o tempo. A gente sempre tem uma ideia básica de algo, ou imagina como ela seja, baseado no que as outras pessoas dizem, ou o que nós experienciamos por meio dos nossos amigos. Mas só dá pra saber mesmo quando você passa a vivenciar aquilo todos os dias. Eu tenho o hábito de que quando decido algo, dificilmente volta atrás. E apesar de isso às vezes parecer algo positivo, pode te trazer muita dor de cabeça também.

    Por mais que o resto do mundo esteja te pressionando, não há nada pior do que você se tornar o seu pior inimigo. E mesmo que os professores, a escola e todo mundo que eu encontrasse na rua só falasse sobre o mesmo assunto, eu tenho certeza que eles não depositaram em mim metade da expectativa que eu coloquei nos meus ombros. O que eu admito, foi uma péssima ideia. Só fui perceber que eu não sei agir e nem trabalhar sob pressão e estresse no final do ano, quando não adiantava mais alterar as minhas atitudes.

    Nunca te falam muito sobre a experiência de falhar. Todo mundo sempre fala sobre vencer e superar os obstáculos, sobre não deixar nada te atrapalhar e aquele blablabla motivador. Mas talvez falhar seja extremamente importante em alguns momentos da vida. Seja para te fazer perceber os erros que você cometeu consigo mesmo, ou sobre que atitude diferente tomar da próxima vez. Por que, vamos ser sinceros, quase sempre há uma outra vez. Você vai ter outra chance e outra oportunidade. Só que a gente sempre se esquece disso. Eu, pelo menos, esqueci. Achei que o mundo se resumia a um propósito. No fundo, eu nem sabia muito o que eu queria fazer. Entrar na faculdade parecia interessante no inicio de 2015. E depois, virou uma obrigação.

    Uma prova de fogo, um tipo de desafio que se eu não conseguisse superar, eu estaria fadada ao completo fracasso. Ok, talvez eu tenha sido dramática. Mas esse não era o maior objetivo da minha vida, e de repente, se tornou. Não sei se por que a escola meio que te obriga a pensar que você tem que conseguir, tem que ser aprovado, que o número de acertos vai definir quem você vai ser hoje e amanhã. O que é bem assustador. Na maioria das vezes, eu não tenho certeza sobre muitas coisas.

    E de repente você precisa ser bom em tudo, da noite para o dia. A sua rotina e os seus pensamentos precisam se resumir a apenas uma coisa. Eu não acho justo e também não acho que haja um culpado. Mas ainda acredito que deveria ser permitido que as pessoas falhassem mais vezes. Metade dos nossos planos talvez não deem certo, e tá tudo bem. Pode ser decepcionante no momento, mas é importante permitir que você erre e seja ruim em alguma coisa. Assim como eu, eu pude ver muitas pessoas que também não sabiam o que fazer e tinham um medo muito grande de falhar, e acabavam se pressionando demais. O que é normal. Eu aceitei aos poucos que sou péssima em Matemática. Horrível. E pretendo me esforçar de verdade para que isso mude (quem sabe, eu até tente começar a gostar de exatas?) e me dava vontade de falar para os outros: “se permita não ser bom em tudo. É impossível ser bom em tudo, e você não é menos do que ninguém por causa disso.”

    Para resumir a ópera: não é nada legal não ver o seu nome na lista de aprovados. E pior do que isso, é ficar imaginando quantas experiências novas você vai perder no próximo ano. Eu fiquei uns seis dias realmente triste por não ter sido aprovada. Depois, comecei a superar e pensar nas maneiras que eu poderia encontrar para que 2016 fosse encarado com mais tranquilidade e menos ansiedade, em como eu posso agir para que esse seja um ano bem diferente do anterior. Mas acho que o que faltava era escrever sobre isso. Escrever sempre nos ajuda a fechar um ciclo que demorou para ser finalizado. E de maneira mais clichê possível, também nos ajuda a queimar um livro e começar outro. E perceber que nada é o fim do mundo: algo que a gente sempre soube, mas se negou a acreditar.

    November 9, 2015
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    Ilustração no weheartit

    Chegando no meu último ano do ensino médio, eu cheguei à conclusão de que a escola – além de ser o local “óbvio” para aprendermos – também é aquele onde a gente é obrigado (tipo, na marra mesmo) a lidar com pessoas muito diferentes de nós. Algumas, de modo surpreendente, são bem parecidas conosco, o que pode gerar amizades maravilhosas. Não importa se elas vão durar só os três anos de ensino médio, ou a sua vida inteira. Mas outras são o oposto da nossa personalidade; o que é totalmente comum na vida real. Afinal, nem todo mundo vai ter os mesmos ideais, objetivos e pensamentos que você. E para quem é meio cabeça dura e controlador, como eu, é sempre meio difícil aceitar isso.

    Mas eu já passei dessa fase da aceitação; e acredito que estou naquela em que temos que lidar com a situação, sabe? Mas preciso confessar que às vezes é bem complicado. Principalmente quando a gente ouve tanta bobagem em um tempo curto de quatro horas e meia (desde piadas machistas, até outras homofóbicas. E não tem nada no mundo que eu odeie mais do que isso, do fundo do meu coração). Mas eu sei, nem todo mundo pensa como nós. Ás vezes alguém me diz: “você tem que entender que as pessoas são educadas de formas diferentes.” E eu entendo isso, mas como jovens e pessoas que estão (tecnicamente) amadurecendo, é interessante dispor um pouco do seu tempo para pesquisar, se informar, correr atrás, se “educar” mesmo, sabe? Pode ser mais fácil continuar com aquela ideia que seus pais te ensinaram na infância pelo resto da vida, mas o mundo muda o tempo inteiro, e a internet está aí, te dando a chance de rever seus conceitos e aprender mais (em um mar de absurdos, tem também coisas interessantes).

    Eu tive a sorte de ter dois pais que sempre me incentivaram a debater assuntos, ler e pesquisar, sair da minha zona de conforto. Mas sei que muitas famílias são diferentes; por isso mesmo acho que a gente deve procurar mais informação por aí. E tentar aprender com as outras pessoas também. E não só com os mais velhos: muitas meninas da minha idade me ensinaram muitas coisas, principalmente sobre feminismo. O tempo todo somos bombardeados com milhares de opiniões, e pode ser complicado formular a sua própria no meio de tantas pessoas falando ao mesmo tempo. Mas acho que é importante não engolir tudo “mastigado”, pronto, enlatado e simplesmente concordar. Afinal, estamos sempre buscando evoluir, não é?

    É super maçante quando você entra numa sala de aula e algum professor passa 10 minutos da aula fazendo comentários preconceituosos e piadas machistas. É algo que, sinceramente, me entristece. Porque no papel de um educador, ele poderia usar a oportunidade para tentar ensinar alguma coisa legal para os jovens presentes na sala. Isso me leva a crer que temos que aprender a questionar o tempo todo; não dá pra aceitar tudo e ponto.

    Opiniões divergentes sempre vão existir. Mas é preciso aprender a ter respeito pelas outras pessoas; o preconceito ainda está, infelizmente, muito presente na sociedade. Nas salas de aula, no trabalho, em casa, na internet. E por isso que eu tento tirar a minha própria conclusão, formular a minha opinião. Não se deixe levar por tudo que as outras pessoas falam, pelo senso comum, por aquela ideia que te ensinam desde que você é pequeno e que você se acostumou tanto, que esqueceu de questioná-la. Ignore quando alguém te falar que as coisas são desse jeito, porque simplesmente são. Desconstruir valores e ideias que te ensinaram por anos é difícil; mas se você quiser crescer, é mais que necessário.

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