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  • September 26, 2015
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    Eu acho que toda essa confusão acabou com a minha criatividade. Ou foi levando todas as minhas ideias e a vontade de fazer coisas novas junto com a pressão, os dias lotados de compromissos (que eu não tenho o menor prazer de fazer), e as aulas que demoram mil horas para passar. Eu me pergunto, muitas vezes, se alguém não atrasou o relógio. Ás vezes, parece brincadeira. Mas é complicado tentar aceitar que algumas coisas levem tanto tempo; principalmente aquelas que a gente não gosta nem um pouco. Parece injusto ter que ser obrigado a fazer algo que não te agrada todos os dias, por horas intermináveis (literalmente), mas eu me lembro que é assim que o mundo funciona: nós crescemos e sem nem mesmo perceber, estamos fazendo que os outros querem.

    Talvez você nem quisesse mesmo aquele curso, ou talvez você nem estivesse fazendo planos para o ano seguinte, mas o mundo te convence que se você não alcançar o objetivo X, nunca vai ser feliz. Se você não fizer planos, muitos planos, tudo vai dar errado e você não vai usar o seu tempo com utilidade. Aliás, eu desenvolvi um problema grande com essa história de ter que usar o seu tempo para algo produtivo. Quando a tão sonhada sexta chega, eu não tenho nem forças para querer fazer algo. É mais fácil dar o play no meu disco favorito e deixar o tempo passar. Eu desenvolvi o péssimo hábito de não ficar confortável com a simples situação de não fazer nada. E o engraçado é que eu fico literalmente cinco dias da semana tendo que fazer um milhão de coisas, e quando eu finalmente posso ter um tempo livre, entro numa paranoia terrível de simplesmente não conseguir aproveitar aquele tempo para fazer algo que eu gosto.

    E aí está uma coisa perigosa. Viver nesse ciclo vicioso de que precisamos chegar no dia seguinte, na próxima semana, aguardar por algo, esperar o ano que vem. É triste e não é tão fácil quanto parece sair dessa sensação de que só precisamos que o momento a seguir, aconteça logo. Acho que eu só percebi que me faltava empolgação na vida quando assisti ao vivo minha banda favorita pela primeira vez neste ano. Fazia meses que eu não sentia uma alegria grande por alguma coisa. E acabei me lembrando, naquele momento, o quanto a gente deveria poder passar a vida inteira (ou pelo menos uma boa parte dela) fazendo o que realmente te deixa feliz. E não seguindo o caminho que todo mundo acha que você deveria seguir.

    Eu já tive épocas de ansiedade bem maiores, mas é só alguém citar a palavra vestibular que já dá vontade de sair correndo. E é meio cômico o fato de que todo mundo no planeta parece dizer que é apenas uma fase do qual todo mundo passa jura? e que “difícil mesmo vai ser quando você se tornar adulto.” Poxa, obrigada pelo conselho! Ajudou bastante, então se agora tudo já é um tédio enorme eu posso ficar feliz porque o pior ainda vai chegar na idade adulta (?).

    Não vou dizer que toda essa situação não me faz crescer. A pressão gigante que eu (e milhares de pessoas por aí, independentemente da idade ou do que elas fazem, ou planejam fazer) recebemos todos os dias, nos torna um pouco mais duros, afinal das contas. Mas não é a coisa mais legal do mundo enfrentar todos os dias com uma rotina extremamente maçante, sabendo que o seu dia vai ser igual aos outros sete da semana passada. E olha que eu nunca fui fã número um de mudanças, mas ultimamente quando algo diferente acontece, parece que é o universo querendo me lembrar o que eu realmente quero na vida. E com certeza, não é viver sob os olhos ou a expectativa de outras pessoas.

    Me pergunto: porque, se no fundo nós sabemos o que queremos (ou não, afinal, quem sabe isso aos 17 anos?) é tão difícil seguir o que você quer e ponto? Levamos em conta a opinião de muitas pessoas, quando no fundo talvez nós devêssemos acreditar na nossa. Talvez em algum momento a única pessoa que saiba o que é melhor para você, seja você mesmo. Dai bate aquela questão: eu tenho segurança o suficiente para bancar todas as minhas decisões? Eu posso encarar isso sozinho?

    August 9, 2015
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    “A minha ansiedade não me define.”

    Ilustração de autoria de Ambivalently Yours.

    Confesso, eu queria muito saber a resposta da pergunta que dá título a esse post. Eu sempre fui uma pessoa ansiosa, desde criança. Não era só o primeiro dia de aula ou o passeio da escola que me deixavam sem dormir; coisas meio clichês para todo mundo no ensino fundamental. Mas sim outras situações relativamente normais, como ir à algum lugar aleatório, ir na casa de um amigo, e quando fui crescendo só ficou pior. O que é compreensível, porque aos 13 e 14 anos você tem aquela sensação de que os seus problemas são gigantes, e que se eles não forem resolvidos, sua vida não vai ter solução nunca mais (ok, ou talvez eu era extremamente dramática, porém melhorei nesse aspecto) Eu era mais emotiva no passado, mas com o tempo fui ficando mais racional. Aprendi a tentar “controlar” mais as coisas, com muito treino, é claro. Não foi nada fácil.

    Mas tem épocas do ano em que a ansiedade volta a bater. Eu sempre tive uma característica forte de imaginar as situações na minha cabeça, querer planejar tudo, e sempre esperar, aguardar, e inventar mil coisas que poderiam acontecer. Na maioria das vezes, elas não se concretizavam. Eu sou meio pessimista, então sempre criava uma situação ruim que eu achava que aconteceria. Resultado? Mais ansiedade, nervosismo, o que resultava em situações chatas.

    A ansiedade se manifesta de maneiras diferentes para muitas pessoas. Algumas não conseguem se expressar direito, outras acabam com dores físicas (meu caso) como dor de cabeça, ou sei lá, ficam paralisadas. Sem saber o que dizer. E é bem complicado aprender a contornar a situação, a confiar em você (por quê quase tudo está muito ligado à insegurança que sentimos), a tentar entender essa sensação que quando nos invade, parece muito complicado de superar. Cada um tem a sua própria maneira de tentar enfrentar isso.

    Eu acredito que a ansiedade pode ser dividida em boa e ruim. Quando eu estou esperando um acontecimento legal, algo que eu sei que vai ser positivo (como por exemplo, o show que eu fui) eu encaro as coisas com uma positividade bem maior. Ou seja, tem aquele frio na barriga, mas ele não é ruim: pode trazer uma felicidade junto, uma expectativa, de algo que você sabe que vai valer a pena. Agora, quando é uma situação que você já não está encarando com bons olhos… Como por exemplo, vestibular. Minha ansiedade anda a mil. O motivo? O último ano da escola já me cansou muito, o Enem tá chegando, eu preciso passar, e mais outras milhares de questões que ficam batendo na nossa cabeça o dia inteiro, e nos atormentando.

    Muito disso tem relação do lugar em que estamos. Se eu estou confortável com a situação, com as pessoas, com o local, a ansiedade pode até estar ali, mas ela não se manifesta de um jeito que me atrapalhe. Mas quando você está insatisfeito com muitas variáveis, é quase impossível fugir dela. E é fato: se você é ansioso (a) como eu, não dá para fingir que a ansiedade não existe. Ela vai aparecer, uma hora ou outra. E se você, como eu, às vezes não sabe como agir, talvez o primeiro passo para melhorá-la seja começar a falar dela. E é fundamental estar ao lado de pessoas que te ajudem. Às vezes nós achamos que os problemas de todo mundo são bobos, e estar ao lado de quem não tenta te entender nem um pouco, só deixa tudo pior.

    Eu já descobri os motivos que me deixam ansiosa. Normalmente, eles não variam. Se passam anos, e continuam quase os mesmos. Mas daqui a algum tempo o cenário pode mudar, mas as razões não. Por isso é importante tentar enxergá-las, saber quais são. Eu já compreendi que fugir não adianta nada (por mais que em momentos de extremo nervosismo, isso seja o que a gente mais quer fazer. Sair correndo mesmo). E sempre vai ter alguma coisa na vida que vai tentar nos desestabilizar. Eu já fiz a primeira ação que precisava para tentar resolver esse problema: escrever sobre ele, para que nem tudo exista só na minha cabeça.

    June 6, 2015
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    Como a gente sabe que alguma coisa acabou? Digo, que ela realmente chegou ao fim? Pode parecer óbvio, mas nem sempre é tão simples perceber que temos que fechar um ciclo. E da maneira mais clichê possível, “rasgar um livro” e começar outro. Escrever novas páginas. Deixar para trás. Mas eu não vou escrever sobre a parte mais óbvia, que é aquele momento em que você é obrigado a superar algo que perdeu. Ás vezes, perdemos algo e naquela situação, parece bem ruim. Achamos que não podemos mais viver sem aquilo. Mas, em muitos casos, é uma enganação que fazemos com nós mesmos. E aprendemos que é possível sobreviver à maioria dos fins, por mais que o mundo inteiro te diga que não.

    E dali a alguns meses, ou até mais tempo (varia de pessoa para pessoa) notamos que foi possível. Você superou um fim. Não tem solução mágica, e nem conselhos milagrosos que vão te fazer fechar uma etapa da vida. E já adianto: não é simples. Mas você provavelmente sabe disso, já que todos nós enfrentamos uma situação assim ao longo da vida.

    A questão que fica na minha cabeça é: quando a gente se toca que não adianta mais ficar insistindo? Que percebemos que a gente vale mais do que tudo isso? Orgulho demais não ajuda em nada, pois pode te fazer perder pessoas importantes, mas em algumas situações é necessário. É o que dizem: você precisa amar a si mesmo antes. E eu percebi, com algumas experiências, que podemos tentar resolver as coisas, consertar as situações – milhares de vezes – mas às vezes não adianta. Ou, não vale mais a pena. Simplesmente. E que se você vai passando por cima dos seus próprios valores e se magoando constantemente por quê está tentando salvar alguma relação… Pode ser um indício forte de que chegou a hora de colocar um ponto final.

    É difícil saber exatamente quando é hora de parar. E de começar a se preparar para superar algo. Seria quando nada mais dá certo? A gente sabe que relações não são simples, então, alguns problemas e brigas no caminho são normais. Ou seria naquele momento em que olhamos para a pessoa e não a reconhecemos mais? Não sabemos quem está ali? Não conseguimos nos identificar mais, e as semelhanças, as coisas em comum, desapareceram completamente. E de repente, o motivo para se estar ali, desaparece. Parece que nada mais é como antes.

    Nos falam desde pequenos que as pessoas mudam: isso é um fato. E se não mudássemos, nunca iríamos evoluir. Mas é triste e amarga a sensação de olhar para uma pessoa e não vê-la mais como antes. E tentar (tentar mesmo) enxergar pontos positivos, mas não encontrá-los.

    Eu confesso que nunca lidei bem com finais. Principalmente por quê quando crio vínculos com as pessoas, eu imagino que eles vão durar por muito, muito tempo. Mas eu descobri – assim como muitas outras coisas que aprendi nos últimos tempos – que realmente não vale a pena a partir do momento que você se cansa, machuca os seus próprios sentimentos diversas vezes e não se sente mais respeitado. Quando o respeito acaba… daí, é porque você precisa partir para outra. Outra história e outro ciclo.

    May 24, 2015
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    Odeio quando não consigo escrever. Quando não consigo me expressar, colocar no papel (ou na pasta do computador) os sentimentos. A raiva, a insegurança, a vontade de sair correndo que de vez em sempre, aparece no meu dia. Ou aquela sensação estranha de que algumas coisas que no passado significavam muito para você, agora simplesmente não tem a menor importância. Parecem algo que saiu do lugar, que não se encaixa mais ali. E de repente, você cresceu sem perceber. E não consegue mais levar nas costas algumas coisas que antes eram tão fácil de serem suportadas.

    É difícil se sentir sozinho. As pessoas mudam, você também. Ainda bem, né? Porque eu não acho que conseguiria continuar sempre seguindo em frente se não acontecessem mudanças dentro de mim; mesmo que elas demorem, às vezes, alguns meses. Ou em outros momentos, apenas semanas.

    Não há sentimento pior que a frustração, eu arrisco dizer. Ou quando você cria teorias pessimistas na sua cabeça só para vê-las se provarem pouco tempo depois. É como se uma voz falasse que as coisas são assim e ponto. E elas não vão mudar. O jeito seria se conformar.

    Se sentir preso pode ser aterrorizante. Na sua própria cidade, no seu bairro. O local mais confortável seria o seu quarto; mas eu sei, melhor do que ninguém, que nada acontece na zona de conforto. Que as coisas permanecem exatamente do jeito que estão quando não nos arriscamos, quando não arranjamos coragem e enfrentamos o mundo.

    Nada parece certo. Ao contrário: tudo parece meio sem rumo. Esperar os dias passarem é sempre muito entediante. Aguardar pelo final de semana, ou pela noite, quando você pode dormir e se desligar de tudo por algumas (poucas) horas.

    É engraçado, porque até alguns meses atrás eu tinha muita certeza das coisas que queria, e fazia mil esforços para alcançá-las. Até a gente conseguir o que quer e perceber que aquilo que tanto desejávamos não passava de uma ilusão da nossa cabeça, de uma fantasia criada por nós mesmos. A realidade é sempre mais dura. E eu sempre tive essa mania de romantizar tudo, criar uma versão mais especial das pessoas. Até conhecê-las de verdade e perceber como podemos ser ingênuos e bobos de vez em quando.

    E a realidade me chamou de verdade dessa vez. Me deu um pontapé para me mostrar que grande parte das coisas não são nada como a gente imagina. Continuo distraída, mas não escapo mais de tudo tão rapidamente como antes.

    É desconfortável perceber que cada vez mais, você não acha nenhum lugar do qual realmente pertença. Mas eu me prendo ao futuro. Ao fato de que talvez um dia eu possa buscar as coisas que eu desejo, ter chances de viajar, conhecer muitas pessoas, viver experiências.

    Enfrento tudo de boca calada. Sempre fui assim. E é por isso que eu prefiro escrever, ao invés de falar. Mas guardo tanta coisa dentro de mim que uma hora, elas vão explodir. Não tenho mais paciência para falta de honestidade e companheirismo. Acho que minha tolerância com sacanagem acabou, sabe? E eu sempre fui uma pessoa paciente. Compreensiva até dizer chega. Até entender que, se você releva tudo, as pessoas irão continuar te decepcionando.

    Confesso que eu não tenho ideia de onde os meus caminhos vão me levar. Só quero me sentir um pouco menos perdida.

    May 7, 2015
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    Eu sou uma pessoa muito observadora. Tenho esse costume de prestar a atenção no comportamento dos outros, nas manias, e sempre vejo os detalhes em praticamente tudo. Às vezes, não sei se isso é bom ou ruim (é mais uma característica que me faz ser muito avoada no dia-dia, e acabo me esquecendo do mundo real de vez em quando).

    Mas ultimamente, o que eu mais tenho notado – e acho que outras pessoas também, provavelmente – é como o ser humano está ficando cada vez mais egoísta. Eu sei, na sociedade em que vivemos somos ensinados a ser sempre individualistas, afinal, vivemos no capitalismo. Pensamos no futuro, em executar nossa rotina todos os dias e depois voltar para casa, dormir, e na manhã seguinte começar tudo de novo. Todos nós temos problemas, e tem dias que eles não são poucos, então não é a coisa mais simples do mundo deixar um pouco isso de lado e prestar mais atenção nos outros.

    Porém, existem momentos em que isso é necessário. Todo mundo conhece algumas pessoas que tem certeza que o mundo gira em torno delas; em algum momento da vida, todos nós já fomos assim. Quando eu tinha uns treze, eu tinha certeza que o mundo estava conspirando contra mim. E não, isso não acontece só quando você tem essa idade; pode ser aos 10, 20 aos 30 anos.

    Mas uma hora o ser humano cresce. E eu não sei se isso já aconteceu com você, mas se ainda não, provavelmente ainda vai, pelo menos alguma vez. Você vai ter que enfrentar experiências difíceis, vai ter dúvidas consigo mesmo e vai precisar de verdade amadurecer, nem que o mundo ao seu redor acabe te obrigando. E vai ser nesse momento que você vai notar que todas as outras milhares de pessoas que estão ai também tem inseguranças enormes. Tem medos, defeitos e que ninguém sabe com certeza absoluta o que fará nos próximos cinco anos.

    E que não é tão complicado assim tentar compreender o outro. Tentar ajudar às pessoas, sem julgar tudo e todos instantaneamente. É meio triste notar isso, mas todo mundo tem a sua opinião pronta para jogar na cara dos outros. Sem pensar, nem por dois segundos, se eles vão se machucar ou não com isso.

    Olha ai, te trago uma novidade: não é só você que tem sentimentos. Não é só você que se magoa e não quer sair da cama em alguns dias. O seu melhor amigo, os seus pais, e aquela pessoa que você não conhece muito bem, também passam por isso.

    Às vezes é bom fazer esse exercício de tentar se colocar no lugar dos outros. Uma coisa que quase ninguém faz hoje em dia. Nunca tentamos ver o outro lado da história, só o nosso. Só levamos nossa vontade em conta; ignoramos a dos outros. Pode ser uma fase que o ser humano passa ao longo da vida, mas não dá pra achar que o sofrimento do outro nunca é válido.

    Não dá pra saber o que uma pessoa sente de verdade, se você não for ela. Tentamos entender, mas é complicado. Quando nos decepcionamos e parece que tudo sai do lugar, temos a sensação de que não tem ninguém no mundo que compreenda isso. E talvez não tenha mesmo alguém que tenha sentido algo semelhante, mas com certeza, outra pessoa também já passou por isso.

    O que eu estou tentando dizer é que eu sinto que nós precisamos tentar entender melhor as pessoas. Tentar ser mais compreensivo, sabe? Todo mundo sente falta de uma pessoa assim em alguns momentos; alguém que realmente tente te entender, e não só questione, coloque mais dúvidas na sua cabeça, ache que você só está sempre dramatizando tudo.

    E por mais que a gente espere que não, ainda vamos encontrar por ai muitas pessoas que são extremamente frias. E quando eu digo frio, não quero dizer aquela pessoa que não se apaixona, que não se apega aos outros, que não demonstra tanto empolgação. Eu quero dizer o tipo de pessoa que simplesmente não liga para os sentimentos dos outros. Que é totalmente alheio à isso. Ela não se importa se vai te machucar ou não, se os outros tem problemas e precisam de ajuda, de uma mão. Elas apenas ignoram.

    E não dá para fugir disso; mas cabe a nós tentar fazer alguma coisa diferente. Tentar ajudar, pensar por alguns minutos em como seria ruim se você estivesse naquela situação, ou precisasse de ajuda e ninguém te desse uma mão.

    Compaixão. É isso que as pessoas precisam ter mais.

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