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  • February 4, 2015
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    Quando somos jovens, sentimos que o mundo é cheio de possibilidades. Que a nossa vida pode tomar rumos inesperados, surpreendentes. E sonhamos bastante também. Sonhamos coisas que podem ser mais possíveis, outras, que são quase dignas de filme. Ou quem tem a mente fértil e vive pensando em mil coisas ao mesmo tempo (como eu) tem uns sonhos meio bizarros. No fundo não sei se nenhum deles vai se realizar, mas gosto de pensar que talvez, sim. Quem sabe, né? Mas acho que nada cai do céu. Já aprendi isso faz um tempo.

    Nos últimos meses venho me questionando sobre os rumos da vida. Percebi que não adianta planejar todos os detalhes, porque na nossa cabeça, as coisas são sempre muito diferentes. Na vida real, no dia-dia, nem tudo é como esperamos. Você pode pensar em como quer que as coisas sejam – ou como elas irão ser – mas na hora H, a situação pode sair totalmente diferente do que você imaginou (isso acontece muito comigo). Eu sei, temos que manter as expectativas baixas. Mas eu uso esse mantra há anos e não sei colocar ele muito bem em prática.

    Eu sei que pode parecer papo antigo, mas a gente nunca sabe o dia do amanhã. E isso me assusta. Mas é claro que não dá pra viver na base do “finja que esse é o seu último dia na terra” (porque se fosse, eu não estaria aqui em casa agora) mas o futuro me assusta bastante. Ao mesmo tempo que eu sei que ainda tenho muita coisa pela frente, também sei que o tempo passa rápido demais. Sem a gente nem perceber direito, ou levá-lo muito à sério. Parece que somos obrigados a tomar mil decisões ao mesmo tempo. Eu sempre achei que fosse demorar um tempão para sair da escola, e este já vai ser meu último ano. Eu via a faculdade como algo muito distante, mas agora já terei que fazer o vestibular e pensar numa profissão.

    Profissão (?) eu mal vou fazer 17 anos. E tenho que decidir várias coisas. Na verdade, na maioria do tempo, pra ser sincera, eu quase nunca sei muito bem o que eu estou fazendo. Eu mudo de opinião sobre o mundo, sobre as pessoas, constantemente. Mas ando preferindo, nos últimos tempos, a minha própria companhia. Mas é incrível como alguns meses podem alterar várias coisas (e em alguns outros casos, quase nada). Há uns 3 meses atrás eu tinha tantas opiniões formadas sobre algumas situações e elas se desconstruíram totalmente, enquanto outras diferentes tomaram seu lugar.

    Eu normalmente não me sinto confusa. Aliás, eu sempre fui muito decidida. Sabia o que eu queria ao pé da letra; nunca tive muitas dúvidas. Quando eu colocava alguma coisa na cabeça, ia até o final. Mas ultimamente parece que as coisas mudaram. Eu já mudei de ideia de curso umas 4 vezes. Eu sei que é normal. Mas é que é estranho, de repente, parecer que todas aquelas suas ideias vão pro espaço e você tem que levar  um choque de realidade, sabe?

    Uma coisa eu não consigo mudar de opinião: gostaria que o meu futuro não fosse monótono. Tudo bem, eu ainda sou adolescente. Mas eu não me vejo, sei lá, casando, tendo um cachorro e indo ao shopping nos finais de semana. Queria uma vida mais surpreendente, com desafios. Ah, eu me formo no inglês este ano também (minha língua favorita no mundo!) e espero que isso dê vários resultados.

    Não tenho certeza de muita coisa ainda. Mas no fundo, as coisas são assim: reviravoltas, um monte de incertezas. Algumas perguntas, poucas respostas. Eu não sei. Tenho 11 meses pela frente ainda. Muitas coisas me aguardam.

    January 12, 2015
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    Vivemos a vida achando que precisamos de alguém. De uma outra pessoa para nos completar, pra nos fazer companhia, pra não ter que andar sozinho por ai. Pra tapar algum vazio ou buraco que está exposto e não consegue mais ser escondido. Mas a verdade é que não dá pra deixar nas mãos de outra pessoa a sua felicidade ou depositar nela as esperanças que as suas inseguranças sejam superadas de uma hora pra outra. Dizem que fica mais fácil gostar de si mesmo quando outra pessoa também gosta, mas eu não sei, não. Acho que essa história é meio farjuta; no final, a gente sempre vai ficar se questionando se vai conseguir suprir as expectativas de alguém. E não tem nada pior no mundo que achar que as outras pessoas são sempre melhores do que nós.

    Se você não entender quais são as suas qualidades e defeitos, e começar a aceitá-los (porque nós sempre esperamos que os outros façam isso, mas você mesmo aceita os seus problemas, os seus medos?) não adianta. Uma pessoa incrível pode se materializar na sua frente que nada vai mudar. Mas não se supera tudo da noite para o dia. Não se deixa as coisas de lado como se fossem nada.

    Cada um sabe dos seus problemas. Das coisas que tem que enfrentar todos os dias, e mesmo que alguém pareça ter uma vida perfeita, ela não tem. Eu descobri ano passado que as pessoas conseguem esconder muito bem o que elas passam; hoje em dia, todo mundo está correndo o mais rápido possível todos os dias e acaba nem reparando direito nos outros (de verdade). Não digo reparar em redes sociais e na última foto que alguém postou; mas sim no que jeito que os amigos, os familiares, realmente agem. Não espere muita compreensão das pessoas, porque quase ninguém faz muita força pra compreender o próximo, então você mesmo tem que tentar fazer isso por si.

    A gente tem que sempre continuar andando, sem parar no meio do caminho. Sem se arrepender demais ou ter um medo absurdo de deixar as coisas pra trás. O futuro sempre nos aguarda coisas novas. Podem ser boas ou ruins, mas não dá pra desistir. Eu sei que tem momentos que a vontade de jogar tudo pro alto é grande (eu vivo tendo esse sentimento, admito) mas é preciso ter segurança. Ou tentar. E saber que não dá pra viver esperando que alguém satisfaça todas as suas vontades, os seus sonhos.

    As pessoas podem nos decepcionar, nos surpreender, estarem do nosso lado em um momento e no outro não. Mas com o tempo, e com experiência, vamos aprendendo a lidar com as inconstâncias da vida, que não são poucas. E que assim como os outros erram com a gente, nós também vamos errar com eles. Eu percebi que existem momentos em que temos que agradar a nós mesmos. E não os outros. Que é preciso saber enfrentar algumas coisas sozinho. Porque, acredite, você vai ter que passar por muitas coisas na vida em que não haverá outra pessoa ali do seu lado pra te dar a mão.

    December 11, 2014
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    Um monte de coisas me assustam o tempo inteiro. Eu admito, sou uma pessoa assustada, mas ao mesmo tempo, corajosa. Quando quero algo de verdade, me jogo sem pensar muito no que pode acontecer depois. E isso já me rendeu experiências maravilhosas, mas algumas bem ruins também. Eu tenho um medo do não saber. Sou uma pessoa que planeja tudo e não gosta de ficar no escuro. Quero saber o que está na minha frente ou o que vai chegar.

    Me dá uma sensação de nervoso não saber o que está por vir, o que me aguarda, o que o futuro traz. A gente sempre traça milhares de planos na nossa cabeça, cria expectativas, mas eu já aprendi muito bem que isso, às vezes, não vale a pena. Por que quanto mais se planeja tudo e se cria versões melhores nos nossos pensamentos, a queda é péssima quando você descobre que a realidade é muito distante daquilo que você imaginou.

    Mas é muito complicado pra mim não imaginar o futuro. Eu confesso que se fosse por mim, já queria me formar no ensino médio amanhã. Sei que todo mundo diz que essa é a etapa mais legal da vida, mas se for mesmo (socorro gente) tenho até medo do que me espera na vida adulta. Mas eu queria mesmo era entrar na faculdade logo. Parece que aqueles dramas da adolescência já ficaram ZZzzzZZZ faz muito tempo.

    Me dá vontade de procurar por coisas novas, visitar lugares que eu ainda não descobri, abrir a mente, conhecer outras pessoas. É muito interessante conhecer aqueles que não tem muito a ver com você; vamos aprendendo, de todos os jeitos possíveis. Pode ser que não se identificar muito com alguém complique uma amizade ou um relacionamento, mas eu garanto que é uma boa oportunidade pra aprender mais sobre a vida e sobre os outros.

    Ano que vem vai ser um recomeço. De novo. Mas eu confesso que não sei se tenho ânimo mais para grandes recomeços. Esse ano já foi um, e começar tudo de novo não é das coisas mais fáceis. É difícil, e até você se acostumar com lugares novos, demora um bom tempo. Ainda mais eu, que me apego fácil demais às pessoas e aos lugares. Gosto de mudanças, mas encará-las é complicado demais pra mim.

    Porém, eu adoro desafios. E acho que com o tempo aprendi a lidar melhor com eles. Se tem uma frase que eu repito sempre pra mim mesma, é que podemos superar tudo. Se a gente tentar, dá pra ir levando, dar a volta por cima. Não podemos deixar tudo nos destruir e as coisas não são justas. Tem um momento na vida de todo mundo em que vamos quebrar a cara e perceber que não existe uma versão romantizada do mundo. É amargo, meio doído, eu sei. Mas é o primeiro passo pra aceitar que nem sempre coisas legais vão acontecer com você.

    Ultimamente ando pensando bastante sobre o que vem por ai. Mas eu sei que a gente tem que viver o momento. Pensar demais só estraga tudo. Mas por dentro, tem aquele frio na barriga por não saber quais são os riscos, e o que o futuro nos aguarda. É tudo tão incerto. Quando olho pra trás, vejo que muita coisa mudou desde o ano passado. E não saber o que me espera dá nervosismo em quem é controlador como eu.

    December 7, 2014
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    Nos últimos meses reavaliei um monte de coisas na minha vida. E cresci muito também. Não por fora (acho que vou ter 1,55 pra sempre, não adianta) mas por dentro. Acho que esse ano aprendi a me virar sozinha e também, mesmo sem querer, a me desapegar de algumas coisas. Alterei meus valores – não todos, mas alguns – e descobri que o mundo não divide as pessoas em “boas” ou “ruins.” Somos todas um só, do nosso próprio jeito. Ninguém é só uma coisa. No fundo, acho que o ser humano é uma bagunça completa de várias características. Não dá pra definir as pessoas. Elas podem mudar constantemente.

    Uma das coisas que eu mais percebi foi como a opinião alheia influenciava na minha vida (o que eu já havia notado há alguns anos) mas achei que isso acontecia muito só comigo. Mas não. Isso tá presente na vida de todo mundo e mais do que imaginamos. É engraçado o quanto uma roupa, uma imagem e uma foto no Instagram podem definir boa parte do que você é. O que você aparenta ser é muito mais importante, para os outros, do que tá ali na sua cabeça. É uma obsessão por querer ser mais lindo, mais magro, mais fotogênico, aparentar se divertir mais do que as outras pessoas da Terra e depois que você vê o quanto isso tudo é exagerado e tão presente no dia-dia, as coisas se tornam… chatas. “Tédio” é a melhor palavra pra definir.

    E acho que acabamos nos prendendo demais à isso, e quando percebemos, coisas assim já tomaram parte da nossa vida. Foi neste ano que eu descobri – e me informei – mais sobre o feminismo também, e confesso que parece que milhares de coisas que eu nunca haviam percebido (e eram extremamente presentes na nossa sociedade) de repente pareceram revoltantes pra mim. Porque julgar uma mulher pelo tamanho da roupa? Porque achar que temos que agradar os homens? Porque somos obrigadas à se encaixar nessa droga de estereótipo de “linda” e ter que parecer uma modelo? Não, não.

    Odeio o fato de dividirem as pessoas em “bonitas” e “feias” quando cada um tem a sua própria opinião do que é beleza ou não (ou pelo menos, deveria). Vocês viram aquela notícia que circulou essa semana, sobre a menina que seria a mais bonita do mundo? Mas bonita em qual padrão? Da mídia? Dos filmes, da TV, que dizem que você só é atraente se tiver cabelos lisos, claros e olhos azuis? Existem algumas coisas que parece que viram regras e infelizmente todo mundo passa a acreditar nelas. Você pode – e deve – se achar bonita independente da cor da sua pele, dos olhos, e de como o seu cabelo é.

    Passamos a acreditar demais na verdade alheia, e não na nossa. Parece que a opinião dos outros é a verdade absoluta. Se algum garoto vai lá e diz que você não é bonita, então você deve levar essa opinião à sério e passar a acreditar mesmo que não é? É impossível agradar todo mundo. E há muitas pessoas que só levam os padrões em consideração, então, não se surpreenda se alguém quiser apontar supostos “defeitos” na sua aparência. Sempre vai ter alguém pra te colocar pra baixo, mesmo se você tiver 13 ou 80 anos. A decisão fica para nós, se vamos simplesmente aceitar isso, ou bater no peito e dizer que não. A sua verdade, não é a minha.

    Somos cobrados o tempo inteiro, a ser alguma coisa, parecer alguma coisa, ter algo. Quantas vezes eu já ouvi que eu deveria namorar logo? Já me chamaram até de sozinha (não vou me desculpar por eu gostar da minha própria companhia). Existe algum papel que diz que eu sou obrigada à namorar? Tem algum tipo de regra ou coisa do tipo? A única coisa que penso é que, se você acha que é incompleto sem um relacionamento, eu te envio minhas lamentações.

    É um processo longo e difícil, mas eu estou tentando aceitar totalmente quem eu sou. E sabe porque é difícil? Porque somos ensinados, desde pequenos, a querer agradar tudo, aos outros, a preencher alguma expectativa que inventaram. A querer ser a mais inteligente, a mais bonita, a mais tudo. E chega uma hora da sua vida que você descobre que… Não. Você não precisa ser alguma coisa. Aliás, você pode ser até nada, se quiser. A vida é exclusivamente sua mesmo. Eu não preciso que você me ache bonita, agradável, simpática. E se você não achar, não é por isso que eu vou odiar quem eu sou.

    Eu me recuso – e sempre me recusei, desde pequena – a largar a minha personalidade, a minha moral, as coisas que me fazem ser essa pessoa que eu sou agora, que tenta sempre acrescentar coisas novas ao seu pensamento. Nunca vou mudar por alguma pessoa. Um dia você vai perceber que o mundo é gigante, somos apenas uma pequena parte dele, e que o seu número de curtidas e o photoshop que você colocou naquela foto cheia de likes no Instagram, não importam absolutamente nada no mundo real. E o mundo real, meu amigo, ele bate na sua porta quando você menos espera. E de um jeito meio agressivo. O mundo real te mostra a realidade do qual você tanto fugiu.

    Então, fica ai algo pra refletir na semana: todo é muito maior do que a gente imagina. E se alguém quiser te definir de qualquer maneira fútil, seja pela roupa que você usa, pelas coisas que você gosta, vire as costas. Ou volte e argumente. Porque ninguém pode dizer o que você é, ou deixa de ser. Ninguém te diz se você vale a pena ou não.

    P.S: A opinião de um garoto ou o que ele faz não define sua vida. Por favor, vamos viver a nossa, e não deixe ninguém controlar sua felicidade.

    November 19, 2014
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    2014 já está quase chegando ao fim. Parece que tudo passa muito rápido. Estamos em Novembro, daqui a alguns dias é Dezembro, e ai começa tudo de novo: Natal, férias, ano-novo. Eu percebi ultimamente que as coisas andam de modo mais veloz do que a gente imagina. Eu me lembro que no inicio desse ano eu fiz mil planos. Alguns deles eu consegui cumprir, outros ficaram na gaveta, e eu também me surpreendi com muita coisa. Foi um ano positivo, mas eu confesso que esperava que fosse mais calmo. E foi o contrário de tudo isso.

    Mas eu acho que o saldo no final, é positivo. Eu aprendi a me virar bastante. Comparado ao ano passado, cresci uns 200%. E também percebi que se a gente realmente quer alguma coisa, é preciso traçar seus objetivos e ir atrás. Nada (ou quase nada!) é impossível nesse mundo. Mas no final, a gente pode insistir muito em algumas coisas só pra descobrir que elas nem valem a pena. Mas pelo menos, tentamos, né? Acho que eu vi que a minha visão das coisas era sempre muito melhor do que elas realmente eram. E perceber que a realidade é bem mais dura, não é nada muito agradável.

    Posso dizer que vi que as coisas são complicadas, que mudanças demoram pra acontecer (e como!) e que nada vem rápido. E se vem, não é muito garantido que fique na sua vida por muito tempo. Tem coisas que a gente realmente precisa insistir pra conquistar.

    Eu até poderia pedir mais tranquilidade pro ano que vem (vocês não imaginam como esse ano foi corrido e uma bagunça em quase todos os sentidos) mas chegou o último ano de escola, vestibular, então, acho que pedir tranquilidade é sonhar demais, né? Aliás, confesso que eu mal posso esperar pra me formar. Sério, eu quase conto os dias, meses. O dia que eu finalmente sair do ensino médio vai ser, com certeza, o mais feliz da minha vida (posso estar exagerando, mas vai chegar perto disso, juro).

    Também andei aprendendo, nos últimos meses, o que significa amizade. Acho que eu já deveria ter percebido o que é faz um tempão, mas eu sou daquelas pessoas que comete o mesmo erro umas vinte vezes seguidas. Mas nunca é tarde demais pra aprender nada. É preciso realmente dar confiança para quem você sabe que vai estar ao seu lado quando você precisar também, e não só o contrário. Bom senso evita muitas decepções.

    Mas também não posso só reclamar. Muitas coisas maravilhosas aconteceram. E eu provei pra mim mesma que era capaz também, que não precisava sempre só sonhar e idealizar tudo. Mesmo que nada seja simples, a gente tem que tomar a iniciativa de percorrer novos caminhos e deixar pra trás a zona-de-conforto. Que é um ótimo lugar, eu confesso, mas tem muitas outras coisas ai pra conhecer/viver.

    Esse ano acho que aprendi a aceitar o fato que às vezes eu devo ser a minha própria companhia. Na maioria das vezes eu tive que enfrentar um monte de problemas sozinha. Só cabia a mim mesma. Não tinha outra pessoa ali pra resolver as coisas pra mim ou surgir com milagres. Tive que aprender muitas coisas, sozinha. E isso foi muito bom por um lado. Por outro, eu confesso que tem dias que eu sinto uma solidão bem chata. Andei perdendo o interesse por muitas coisas, por muitas pessoas. Acho que depois que a gente percebe que nada são flores, ficamos meio desiludidos com tudo. E preferimos nos resguardar.

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