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    Playlist: Novembro

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  • December 11, 2014
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    Um monte de coisas me assustam o tempo inteiro. Eu admito, sou uma pessoa assustada, mas ao mesmo tempo, corajosa. Quando quero algo de verdade, me jogo sem pensar muito no que pode acontecer depois. E isso já me rendeu experiências maravilhosas, mas algumas bem ruins também. Eu tenho um medo do não saber. Sou uma pessoa que planeja tudo e não gosta de ficar no escuro. Quero saber o que está na minha frente ou o que vai chegar.

    Me dá uma sensação de nervoso não saber o que está por vir, o que me aguarda, o que o futuro traz. A gente sempre traça milhares de planos na nossa cabeça, cria expectativas, mas eu já aprendi muito bem que isso, às vezes, não vale a pena. Por que quanto mais se planeja tudo e se cria versões melhores nos nossos pensamentos, a queda é péssima quando você descobre que a realidade é muito distante daquilo que você imaginou.

    Mas é muito complicado pra mim não imaginar o futuro. Eu confesso que se fosse por mim, já queria me formar no ensino médio amanhã. Sei que todo mundo diz que essa é a etapa mais legal da vida, mas se for mesmo (socorro gente) tenho até medo do que me espera na vida adulta. Mas eu queria mesmo era entrar na faculdade logo. Parece que aqueles dramas da adolescência já ficaram ZZzzzZZZ faz muito tempo.

    Me dá vontade de procurar por coisas novas, visitar lugares que eu ainda não descobri, abrir a mente, conhecer outras pessoas. É muito interessante conhecer aqueles que não tem muito a ver com você; vamos aprendendo, de todos os jeitos possíveis. Pode ser que não se identificar muito com alguém complique uma amizade ou um relacionamento, mas eu garanto que é uma boa oportunidade pra aprender mais sobre a vida e sobre os outros.

    Ano que vem vai ser um recomeço. De novo. Mas eu confesso que não sei se tenho ânimo mais para grandes recomeços. Esse ano já foi um, e começar tudo de novo não é das coisas mais fáceis. É difícil, e até você se acostumar com lugares novos, demora um bom tempo. Ainda mais eu, que me apego fácil demais às pessoas e aos lugares. Gosto de mudanças, mas encará-las é complicado demais pra mim.

    Porém, eu adoro desafios. E acho que com o tempo aprendi a lidar melhor com eles. Se tem uma frase que eu repito sempre pra mim mesma, é que podemos superar tudo. Se a gente tentar, dá pra ir levando, dar a volta por cima. Não podemos deixar tudo nos destruir e as coisas não são justas. Tem um momento na vida de todo mundo em que vamos quebrar a cara e perceber que não existe uma versão romantizada do mundo. É amargo, meio doído, eu sei. Mas é o primeiro passo pra aceitar que nem sempre coisas legais vão acontecer com você.

    Ultimamente ando pensando bastante sobre o que vem por ai. Mas eu sei que a gente tem que viver o momento. Pensar demais só estraga tudo. Mas por dentro, tem aquele frio na barriga por não saber quais são os riscos, e o que o futuro nos aguarda. É tudo tão incerto. Quando olho pra trás, vejo que muita coisa mudou desde o ano passado. E não saber o que me espera dá nervosismo em quem é controlador como eu.

    December 7, 2014
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    Nos últimos meses reavaliei um monte de coisas na minha vida. E cresci muito também. Não por fora (acho que vou ter 1,55 pra sempre, não adianta) mas por dentro. Acho que esse ano aprendi a me virar sozinha e também, mesmo sem querer, a me desapegar de algumas coisas. Alterei meus valores – não todos, mas alguns – e descobri que o mundo não divide as pessoas em “boas” ou “ruins.” Somos todas um só, do nosso próprio jeito. Ninguém é só uma coisa. No fundo, acho que o ser humano é uma bagunça completa de várias características. Não dá pra definir as pessoas. Elas podem mudar constantemente.

    Uma das coisas que eu mais percebi foi como a opinião alheia influenciava na minha vida (o que eu já havia notado há alguns anos) mas achei que isso acontecia muito só comigo. Mas não. Isso tá presente na vida de todo mundo e mais do que imaginamos. É engraçado o quanto uma roupa, uma imagem e uma foto no Instagram podem definir boa parte do que você é. O que você aparenta ser é muito mais importante, para os outros, do que tá ali na sua cabeça. É uma obsessão por querer ser mais lindo, mais magro, mais fotogênico, aparentar se divertir mais do que as outras pessoas da Terra e depois que você vê o quanto isso tudo é exagerado e tão presente no dia-dia, as coisas se tornam… chatas. “Tédio” é a melhor palavra pra definir.

    E acho que acabamos nos prendendo demais à isso, e quando percebemos, coisas assim já tomaram parte da nossa vida. Foi neste ano que eu descobri – e me informei – mais sobre o feminismo também, e confesso que parece que milhares de coisas que eu nunca haviam percebido (e eram extremamente presentes na nossa sociedade) de repente pareceram revoltantes pra mim. Porque julgar uma mulher pelo tamanho da roupa? Porque achar que temos que agradar os homens? Porque somos obrigadas à se encaixar nessa droga de estereótipo de “linda” e ter que parecer uma modelo? Não, não.

    Odeio o fato de dividirem as pessoas em “bonitas” e “feias” quando cada um tem a sua própria opinião do que é beleza ou não (ou pelo menos, deveria). Vocês viram aquela notícia que circulou essa semana, sobre a menina que seria a mais bonita do mundo? Mas bonita em qual padrão? Da mídia? Dos filmes, da TV, que dizem que você só é atraente se tiver cabelos lisos, claros e olhos azuis? Existem algumas coisas que parece que viram regras e infelizmente todo mundo passa a acreditar nelas. Você pode – e deve – se achar bonita independente da cor da sua pele, dos olhos, e de como o seu cabelo é.

    Passamos a acreditar demais na verdade alheia, e não na nossa. Parece que a opinião dos outros é a verdade absoluta. Se algum garoto vai lá e diz que você não é bonita, então você deve levar essa opinião à sério e passar a acreditar mesmo que não é? É impossível agradar todo mundo. E há muitas pessoas que só levam os padrões em consideração, então, não se surpreenda se alguém quiser apontar supostos “defeitos” na sua aparência. Sempre vai ter alguém pra te colocar pra baixo, mesmo se você tiver 13 ou 80 anos. A decisão fica para nós, se vamos simplesmente aceitar isso, ou bater no peito e dizer que não. A sua verdade, não é a minha.

    Somos cobrados o tempo inteiro, a ser alguma coisa, parecer alguma coisa, ter algo. Quantas vezes eu já ouvi que eu deveria namorar logo? Já me chamaram até de sozinha (não vou me desculpar por eu gostar da minha própria companhia). Existe algum papel que diz que eu sou obrigada à namorar? Tem algum tipo de regra ou coisa do tipo? A única coisa que penso é que, se você acha que é incompleto sem um relacionamento, eu te envio minhas lamentações.

    É um processo longo e difícil, mas eu estou tentando aceitar totalmente quem eu sou. E sabe porque é difícil? Porque somos ensinados, desde pequenos, a querer agradar tudo, aos outros, a preencher alguma expectativa que inventaram. A querer ser a mais inteligente, a mais bonita, a mais tudo. E chega uma hora da sua vida que você descobre que… Não. Você não precisa ser alguma coisa. Aliás, você pode ser até nada, se quiser. A vida é exclusivamente sua mesmo. Eu não preciso que você me ache bonita, agradável, simpática. E se você não achar, não é por isso que eu vou odiar quem eu sou.

    Eu me recuso – e sempre me recusei, desde pequena – a largar a minha personalidade, a minha moral, as coisas que me fazem ser essa pessoa que eu sou agora, que tenta sempre acrescentar coisas novas ao seu pensamento. Nunca vou mudar por alguma pessoa. Um dia você vai perceber que o mundo é gigante, somos apenas uma pequena parte dele, e que o seu número de curtidas e o photoshop que você colocou naquela foto cheia de likes no Instagram, não importam absolutamente nada no mundo real. E o mundo real, meu amigo, ele bate na sua porta quando você menos espera. E de um jeito meio agressivo. O mundo real te mostra a realidade do qual você tanto fugiu.

    Então, fica ai algo pra refletir na semana: todo é muito maior do que a gente imagina. E se alguém quiser te definir de qualquer maneira fútil, seja pela roupa que você usa, pelas coisas que você gosta, vire as costas. Ou volte e argumente. Porque ninguém pode dizer o que você é, ou deixa de ser. Ninguém te diz se você vale a pena ou não.

    P.S: A opinião de um garoto ou o que ele faz não define sua vida. Por favor, vamos viver a nossa, e não deixe ninguém controlar sua felicidade.

    November 19, 2014
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    2014 já está quase chegando ao fim. Parece que tudo passa muito rápido. Estamos em Novembro, daqui a alguns dias é Dezembro, e ai começa tudo de novo: Natal, férias, ano-novo. Eu percebi ultimamente que as coisas andam de modo mais veloz do que a gente imagina. Eu me lembro que no inicio desse ano eu fiz mil planos. Alguns deles eu consegui cumprir, outros ficaram na gaveta, e eu também me surpreendi com muita coisa. Foi um ano positivo, mas eu confesso que esperava que fosse mais calmo. E foi o contrário de tudo isso.

    Mas eu acho que o saldo no final, é positivo. Eu aprendi a me virar bastante. Comparado ao ano passado, cresci uns 200%. E também percebi que se a gente realmente quer alguma coisa, é preciso traçar seus objetivos e ir atrás. Nada (ou quase nada!) é impossível nesse mundo. Mas no final, a gente pode insistir muito em algumas coisas só pra descobrir que elas nem valem a pena. Mas pelo menos, tentamos, né? Acho que eu vi que a minha visão das coisas era sempre muito melhor do que elas realmente eram. E perceber que a realidade é bem mais dura, não é nada muito agradável.

    Posso dizer que vi que as coisas são complicadas, que mudanças demoram pra acontecer (e como!) e que nada vem rápido. E se vem, não é muito garantido que fique na sua vida por muito tempo. Tem coisas que a gente realmente precisa insistir pra conquistar.

    Eu até poderia pedir mais tranquilidade pro ano que vem (vocês não imaginam como esse ano foi corrido e uma bagunça em quase todos os sentidos) mas chegou o último ano de escola, vestibular, então, acho que pedir tranquilidade é sonhar demais, né? Aliás, confesso que eu mal posso esperar pra me formar. Sério, eu quase conto os dias, meses. O dia que eu finalmente sair do ensino médio vai ser, com certeza, o mais feliz da minha vida (posso estar exagerando, mas vai chegar perto disso, juro).

    Também andei aprendendo, nos últimos meses, o que significa amizade. Acho que eu já deveria ter percebido o que é faz um tempão, mas eu sou daquelas pessoas que comete o mesmo erro umas vinte vezes seguidas. Mas nunca é tarde demais pra aprender nada. É preciso realmente dar confiança para quem você sabe que vai estar ao seu lado quando você precisar também, e não só o contrário. Bom senso evita muitas decepções.

    Mas também não posso só reclamar. Muitas coisas maravilhosas aconteceram. E eu provei pra mim mesma que era capaz também, que não precisava sempre só sonhar e idealizar tudo. Mesmo que nada seja simples, a gente tem que tomar a iniciativa de percorrer novos caminhos e deixar pra trás a zona-de-conforto. Que é um ótimo lugar, eu confesso, mas tem muitas outras coisas ai pra conhecer/viver.

    Esse ano acho que aprendi a aceitar o fato que às vezes eu devo ser a minha própria companhia. Na maioria das vezes eu tive que enfrentar um monte de problemas sozinha. Só cabia a mim mesma. Não tinha outra pessoa ali pra resolver as coisas pra mim ou surgir com milagres. Tive que aprender muitas coisas, sozinha. E isso foi muito bom por um lado. Por outro, eu confesso que tem dias que eu sinto uma solidão bem chata. Andei perdendo o interesse por muitas coisas, por muitas pessoas. Acho que depois que a gente percebe que nada são flores, ficamos meio desiludidos com tudo. E preferimos nos resguardar.

    October 30, 2014
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    Há momentos em que preciso escrever. Preciso colocar para fora tudo o que aprisiona, me faz sentir vontade de gritar – sem nem ao menos poder fazer isso – de sumir, de não voltar mais. De pegar uma bagagem agora, nesse momento, e simplesmente ir. Pra algum outro lugar, do qual eu não sei se eu posso achar alguma coisa pra me completar. Mas no fundo, não importa muito. Já tá tudo atrapalhado mesmo. Eu não acho que as coisas tem muita solução.

    Escrever é tentar entender o impossível e ao mesmo tempo, organizar algumas coisas na sua cabeça. Às vezes parece que tudo vai explodir. Depois que você aguenta muito as coisas calado, chega uma hora que fica difícil fingir que não sente nada, que não se importa. Mas a gente sempre, sempre se importa. Por mais que saiba disfarçar muito bem, e há pessoas que conseguem de uma maneira que eu realmente admiro. Afinal, pra falar a verdade, não dá pra expor as nossas fraquezas para o mundo. Quando descobrem quais são elas, as coisas só pioram. E sentimentos estão totalmente banalizados; se você sente alguma coisa e admite isso, as pessoas só o acham bobo.

    Na minha opinião é exatamente o contrário. A partir do momento que você deixa os outros verem que você possui um lado mais vulnerável, quando você diz o que realmente sente – sem joguinhos idiotas, sem fingimento nenhum – só mostra que não tem medo. Que é um ser humano como qualquer outro. Desculpa aí então se eu sou sensível. Mas eu não sou obrigada a fingir que não ligo pra nada. Se você consegue ser assim, me diz qual é o seu grande segredo.

    Eu não sei se na minha cara tem algum tipo de placa dizendo que é liberado me fazer de idiota. Não, não é. Eu levo tudo numa boa por um tempo, mas não é sempre assim. As coisas parecem que não tem saída nenhuma. E é a pior sensação do mundo achar que você está num lugar onde não tem nenhum lugar pra sair. Que tudo começa a se acumular e fica ainda pior.

    As pessoas não são obrigadas a nos entender. Se nem a gente se entende direito, os outros também não precisam. Mas de vez em quando um pouco de compaixão é bom. Mas se tem uma coisa que eu já aprendi é que não adianta ficar esperando pelos outros. A maioria das pessoas simplesmente não liga, não se importa. E precisamos ser dependentes. Autossuficientes. Esperar pela ajuda do outro só vale quando são seus melhores amigos de verdade. Porque caso contrário… você vai esperar pelo vazio. Acredite.

    É difícil deixar tudo guardado o tempo todo e não se permitir nada. É mais complicado ainda tentar compreender todas as outras coisas do mundo e porque nos decepcionamos de maneira tão fácil e como as coisas saem do controle, dão errado, de uma hora pra outra. E acontece tudo ao mesmo tempo. Colocar tudo no papel de vez em quando é a única maneira, de pelo menos, tentar entender um pouco as nossas próprias loucuras.

    September 22, 2014
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    Se sentir sozinho é estranho. Acho que todas as pessoas do mundo já se sentiram sozinhas ou solitárias pelo menos alguma vez. É óbvio. Não vou dizer que não gosto da minha própria companhia: aliás, ela é uma das coisas que eu mais gosto no mundo, admito. Às vezes (ou em muitos momentos) só quero ficar sozinha com as minhas músicas e os meus livros, do que ficar aguentando todo dia pessoas que eu nem quero aguentar, mas que sou obrigada, por que isso faz parte do dia-dia.

    Mas sabe quando a gente torce insistentemente para chegar a sexta-feira? Quando a vontade de levantar da cama anda zero? Tipo, nenhuma? Ou quando a vontade de tapar os ouvidos e os olhos pra não ouvir e ver coisas totalmente desnecessárias se torna uma vontade quase sobrenatural, de tão forte que é? Os meus dias andam cheio de silêncios longos, momentos meio vazios em que praticamente tudo é sem graça. Mas eu admito que tenho sorte, pois tenho algumas pessoas na minha vida que são especiais e me tiram de qualquer buraco à qualquer hora. São as companhias que eu mais gosto no mundo, as minhas amigas, e acho que elas sabem disso.

    Na vida vamos encontrar muita gente que irá nos decepcionar e em vários momentos nossa fé na humanidade vai ser testada (se a sua ainda não foi, um dia será, acredite) mas é que às vezes parece que tudo o que às pessoas dizem, entra por um ouvido e sai pelo outro. Não tem nenhum valor, sabe? É só besteira. E de vez em quando eu torço pra aquilo acabar logo, pra eu poder escapar pra casa. Aliás, minha casa é um dos meus lugares favoritos do mundo (ou o meu quarto, pra ser mais especifica). Tudo no meu quarto remete à quem eu sou. É o espaço, em todo o universo, que mais se parece comigo.

    Ultimamente eu ando com um problema que é viajar demais. Minha cabeça vai pra outro lugar em segundos. E isso anda prejudicando até as minhas notas na escola. Mas é incrível como os sonhos e o nosso pensamento são sempre extremamente melhores do que a realidade. Não sei se é porque eu amo ler ou escrever, mas eu consigo facilmente sair da realidade para outro lugar tão melhor – criado na minha cabeça – de modo tão simples. Mas depois, sou obrigada a encarar as coisas da vida que só fazem eu pensar que tudo anda meio ZZZzzzZZ. Seria uma fase? Algo que vai passar? Já passei por fases ruins em que tudo ficou melhor depois. Talvez essa seja uma delas.

    É que dá um sentimento de preguiça, sabe? Acho que preguiça define tudo. Preguiça da escola, de levantar da cama, de ter que lidar com as dificuldades da vida, de pessoas chatas, daqueles que só querem te colocar pra baixo, de ilusões, de erros que você comete e deseja desesperadamente voltar atrás pra consertá-los – mas sabe que não pode – e de corações partidos.

    Acho que no fundo, muitas pessoas devem estar passando por isso também. Dá uma vontade de falar “pula ai pra uma parte mais legal, viu?”. Adoro pensar no meu futuro, sou daquelas pessoas que planeja bastante, então às vezes eu penso que tudo tem prazo de validade. Mas ao mesmo tempo, não dá pra viver pensando só no que vai acontecer. A gente nunca sabe o dia de amanhã (clichê, mas é verdade) e podemos perder momentos essenciais do agora, pensando no que ainda nem chegou.

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