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    Música

    Conheça a belga Angèle

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    Música, Playlist

    Playlist: Dezembro

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    Comportamento, Textos, Viagens

    Carta de amor para os nômades

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    Séries

    Série: O Mundo Sombrio de Sabrina

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  • Fevereiro 12, 2017
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    Na viagem eu tive a oportunidade incrível de passar três dias em New York, e posso dizer que foi uma das experiências mais legais da minha vida. Eu – como a maioria das pessoas – sempre quis conhecer a cidade, mas não achava que a chance iria surgir ainda em 2017. Dois blogs me ajudaram muito na hora de montar o roteiro da viagem: O NY & About, da Martha Sachser, brasileira que mora há 10 anos na cidade, e o Matraqueando, com dicas preciosas. E a minha amiga Ana Maria, que conhece bem a cidade e me ajudou na hora de colocar tudo no papel (ou seria Word?).

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    No primeiro dia que eu cheguei na cidade, o tempo estava chuvoso, com muito vento e -2. Mas isso não me impediu de logo de cara, conhecer a Times Square (mesmo congelando!). O lugar era tudo o que eu imaginava, só que ainda melhor. Cheio de lojas, propagandas enormes e aqueles cenários que a gente vê muito nos seriados. Eu voltei posteriormente, a noite, e bati fotos bem legais (mas isso fica para outro post).

    O hotel que eu e a minha família nos hospedamos foi o ROW NYC. Ele fica na oitava avenida e tem uma localização muito boa, o que é essencial quando você vai viajar para NY. O hotel fica a apenas cinco minutos da Times Square, e em um local bem turístico da cidade, ou seja: tem muitos restaurantes, cafés e gifts shops. A reserva foi feita pelo Booking (que na maioria das vezes, garante preços bem mais amigáveis do que em comparação com outros sites). Eu super indico o hotel: o quarto para 3 pessoas era espaçoso, confortável, e o atendimento foi perfeito. Também tem bar, academia, e a famosa Sugar Factory dentro do saguão.

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    O dia seguinte já estava mais quente (em torno de 8 graus) com sol. A gente deu sorte, pois era o dia de fazer o passeio do Circle Line Liberty Cruise, pelo Rio Hudson, no Píer 83, perto do Hell’s Kitchen. Ele é uma boa pedida para quem quer ver partes legais da cidade com uma visão mais geral, se você não vai ficar tantos dias, como eu. Ah, e o barco também passa perto da Estátua da Liberdade. O narrador vai falando sobre todos os pontos turísticos. Ele mostra também o Píer 54, que foi o destino dos sobreviventes do Titanic, e que está sendo reformado atualmente.

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    Existem opções de passeios mais longos, para quem estiver interessado. Mas se você estiver com o roteiro apertado, vale a pena fazer este de uma hora.

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    O American Museum of Natural History foi a segunda parada. Fundado em 1869, ele fica em frente ao Central Park. É bom reservar algumas horas para visitá-lo (e mesmo assim, é bem difícil conseguir ver tudo!). Ele é separado em alas, com a história de vários povos e suas respectivas culturas. Eu passei pela história dos asiáticos e africanos, e é uma experiência muito legal. Você aprende muito, e de uma maneira divertida (o local era lotado de escolas com crianças pequenas impressionadas com tudo).

    Eu também visitei a ala dos animais vertebrados. Os fósseis de dinossauros são surpreendentes, e muitos foram descobertos na América Latina (principalmente na Argentina): ou seja, tem muita coisa que surgiu perto de nós, e nem sabíamos. Essa foi a única área que eu consegui bater fotos legais, porque as outras eram muito escuras.

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    Dica: Todos os museus possuem preços sugeridos (o ticket era $22 dólares para adultos) mas você pode pagar o preço que preferir por eles. Sim! É só ir ao balcão na compra dos ingressos e dizer o preço que você quer pagar. E é isso mesmo, sem erro.

    Vista do Central Park de dentro do museu

    Vista do Central Park de dentro do museu

    A visita ao Central Park aconteceu em seguida. Fomos direto para o Strawberry Fields, memorial do John Lennon, que fica bem pertinho do museu (uns 10 minutos a pé ou menos, seguindo na direção do trânsito, saindo na frente do museu).

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    O memorial do cantor é cheio de pessoas o tempo inteiro, então tirar a foto ali no centro escrito “Imagine” é uma missão complicada. Tem uma galera tocando violão, fazendo os seus covers das músicas dos Beatles, além de muitas camisetas, ilustrações e desenhos do John. O local foi construído com a ajuda de Yoko Ono. O apartamento em que ele viveu fica bem pertinho dali, o Dakota Building.

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    O parque é um dos locais mais bonitos de NY e você não pode deixar de visitá-lo. É necessário pelo menos uma hora para ver uma (pequena) parte. É possível passar horas no Central Park, batendo fotos e explorando cada lugar. A pista de patinação (que funciona no inverno) fica próximo da saída que é caminho para o Museu de Arte Moderna. Confira os preços aqui.

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    Antes de jantar passeamos pelos arredores do ponto em que estávamos do Central Park, que era próximo do MOMA, o Museum Of Modern Art, que data de 1929. Aqui, rola o mesmo esquema dos outros museus (você paga o que preferir). Essa foto, da entrada, foi uma das minhas favoritas que eu tirei na viagem.

    Fevereiro 7, 2017
    postado por
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    No meu primeiro final de semana na Georgia nós fomos visitar Atlanta, principal cidade do estado. Era 21 de Janeiro e esse dia ficou super marcado na minha memória, pois estava ocorrendo a Womens March, uma marcha realizada em todos os Estados Unidos como um protesto contra as ações recentes do Trump, as suas declarações e a campanha política extremamente sexista, homofóbica e racista.

    Poder presenciar essa marcha de perto foi incrível e emocionante. Eram milhares de pessoas unidas, segurando placas, com camisetas apoiando o feminismo e contra todos esses absurdos que andam acontecendo no mundo inteiro que nos deixam revoltados. Eu confesso que naquele momento me surgiu uma esperança de que a nossa geração seja mesmo uma mais politizada e que luta contra as injustiças sociais que as minorias são vítimas.

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    As ruas da cidade estavam lotadas, e o trânsito, paralisado. Eu vi muitos grupos de jovens indo juntos para a Marcha, animados, cheios de cartazes, e alguns com camisetas apoiando o ex candidato Bernie Sanders.

    hard rock

    Logo depois foi o momento de conhecer o Hard Rock Cafe, no centro de Atlanta. Eu já tinha visto o restaurante algumas vezes, mas não entrei. Eu queria conhecer a decoração, que é especial para quem ama música. Cheio de guitarras de artistas importantes do rock (e da música pop também), é difícil não se impressionar. O ponto forte com certeza é o ambiente.

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    Os Beatles possuem uma parede só com fotos memoráveis da banda, um violão que já foi usado pelo John Lennon, um desenho feito à lápis pelo mesmo, e outras coisas que fariam qualquer fã surtar. O meu pai, que ama a banda, adorou tudo. E nada mais justo do que eles ganharem um espaço grande no Hard Rock Cafe, né?

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    Dica: Os preços de alimentação do Hard Rock são bem mais salgados do que nos outros lugares. Então, se você quer economizar, dá para conhecer o local e ir almoçar/jantar em outro lugar. Ah, e sempre tem uma loja lá dentro (alguns preços são acessíveis) e dá para levar lembranças e camisetas para você ou para algum amigo.

    De volta para os arredores de Duluth, eu visitei um shopping aberto bem interessante, o The Forum, na Peachtree Parkway. Na verdade, o que me fez entrar nele foi que eu enxerguei a placa da Barnes & Nobles, uma livraria que eu sempre quis visitar, e que é uma das mais famosas nos EUA. As minhas expectativas foram atendidas! Eu passei mais de uma hora no local olhando tudo e desejando os livros.

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    Eu passei um tempão na seção Young Adult, olhando os lançamentos (sabe aquele livro que você espera há meses a continuação sair no Brasil?) decidindo o que eu poderia levar. Os livros com capa dura são mais caros, custando em torno de $19 dólares. Os com capa mole são bem mais em conta: eles são no máximo $10 dólares. Mas vamos confessar que a capa dura é quase irresistível.

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    Os fãs de Harry Potter possuem um espaço especial na Barnes & Nobles, com promoções de livros e a série com capas e versões diferentes. Eu não fotografei tudo, e tem muita coisa legal, de acessórios ao livro em formato HQ de HP. Eu fiquei impressionada. Quero começar a ler a série novamente, só que gostaria de comprar com uma capa alternativa (tem várias!).

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    Quem ai é fã da Nora Robers? Nessa parte da livraria eu encontrei todos os livros por preços incríveis (os de capa mole, que eu comentei a cima). Foi aqui que eu escolhi os dois que eu levaria: “The Summer I Turned Pretty”, da Jenny Han, e “That Summer”, da Sarah Dessen. Juntos eles custaram $20, e eu escolhi estes porque eu dificilmente achava aqui no Brasil (e eu sou fã das duas autoras).

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    A seção de vinil é imperdível! Tem desde os discos mais clássicos até os atuais, passando por The Beatles, Pink Floyd, The Smiths, até chegar em Ed Sheeran. Eu achei até mesmo o primeiro CD da carreira da Taylor Swift, que nunca foi vendido aqui no país. Fiquei desejando muito os vinis.

    Dentro da livraria também tem um Starbucks, e a galera toma um café ali enquanto lê os livros que comprou. Legal, né?

    Fevereiro 5, 2017
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    Esse é o primeiro de muitos posts que eu planejei sobre a viagem que fiz recentemente. Desembarquei de volta hoje, e já quis escrever para compartilhar com vocês como foi incrível conhecer a Georgia, um estado que fica no Sudeste dos Estados Unidos. Com uma população de mais de 9 milhões de habitantes, o estado tem como cidade principal Atlanta. Atualmente é inverno nos EUA, e a temperatura era amena, chegando ao máximo de 22 graus durante o dia e podendo chegar a 3 graus durante a noite.

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    A primeira parada foi em Duluth, uma cidade “pequena” que fica próximo de Marietta e Roswell. A estrada é ótima, e em 20 minutos você chega rapidamente na outra. Duluth é um dos lugares mais charmosos que eu já visitei. Aliás, todo o estado é assim: a vegetação é cheia de árvores enormes, muitas folhas no chão para dar o clima de inverno, e uma quantidade grande de verde. É tudo muito bem cuidado, limpo e organizado.

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    Além das paisagens lindas – que me impressionaram muito – a cidade possui um centro bem interessante, com alguns monumentos históricos, como o teatro City Hall, construído em 1876, e que sofreu uma reforma em 2007. A praça também tem palco e atrações (rolam festivais em determinadas épocas do ano). O clima de small town é complementado com diversos cafés, lojas de doces e sorvetes. O que eu mais gostei é que a cultura também é super valorizada. São diversos os ateliês de arte, que ficam numa mesma rua no centro da cidade, e escola de música.

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    Uma das lojas que eu mais gostei foi a Peace, Love & Decorating, que é uma boutique de roupas femininas e design de interiores. Os produtos são todos feitos por designers que fazem as peças manualmente e com muita delicadeza. É de ficar de queixo caído! E as roupas são maravilhosas, e trazem aquela vantagem da exclusividade. Cada coleção de um estilista traz algumas peças selecionadas, e marcas que destinam os seus lucros para ONGs também vendem seus produtos no local.

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    Vale super a pena conferir o Facebook da loja para entender mais do que eu estou falando. Eles também tem blog e loja online!

    Apaixonada por esse grafite

    Apaixonada por esse grafite

    O almoço neste dia foi na Dreamland Barbecue – ou simplesmente BBQ – que é um restaurante no estilo que os norte-americanos adoram (é semelhante ao Outback). Ele possui unidades na Georgia, Alabama, Tennessee e Florida. Para quem curte uma batata frita com queijo maravilhosa, carnes (no estilo costela) e uma comida com tempero, mas sem exageros (já que muitos restaurantes dos EUA exageram na pimenta) o local é uma ótima opção. Dá para conferir todo o menu.

    Dica: se você está viajando com mais de três pessoas, a Dreamland é uma boa escolha, porque os preços são bons e os pratos vem em grande quantidade.

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    Deu fome?

    Deu fome?

    Maio 18, 2014
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    O que você ouve primeiramente quando te falam sobre a comida dos Estados Unidos? Fast food, refeições pesadas, lanches, Mc Donald’s ou Burger King. Pois é isso mesmo! Lá fora, eles não tem esse costume de comer arroz e feijão que nem a gente. Aliás, normalmente comidas assim vem em quantidades muito maiores e os alimentos são mais pesados. Nos parques, é bem normal você encontrar costelas gigantes de carne, pedaços de frango enormes, e tudo mais. Tem comida saudável? Tem, óbvio! Mas a de acesso mais fácil e barata são justamente essas. O café da manhã é repleto de waffle e muffins.

    Mas eu não quero assustar ninguém. Mesmo com as comidas sendo gordurosas e nesse estilo, dá pra se alimentar bem em alguns momentos. Existem lugares com comidas extremamente baratas e refeições mais rápidas, e boas pra quem quer economizar grana durante a viagem. Eu já falei um pouco sobre a comida dos parques, tirando o Hooters.

    Dollar Tree

    Ele é o R$1,99 dos Estados Unidos, mais especificamente. Quer economizar? Esse é o local perfeito para comprar muita coisa, incluindo comidas rápidas, que é só colocar no microondas e em alguns minutos elas já estarão prontas. A loja também vende picolés, sorvetes, muito cup noodles (no final da viagem eu não aguentava mais olhar pra um copo desses. Meu deus do céu!) e o bom é que você vai ver o Dollar Tree espalhados por muitos lados de Orlando. É fácil de achar, os atendentes são simpáticos e é tudo extremamente barato.

    Hooters

    Eu já tinha comentado sobre esse restaurante no blog, que é tipicamente americano. Ele bomba a noite, e os clientes são principalmente homens, porque ele é tipo um ponto de encontro para os norte-americanos assistirem os famosos jogos de futebol. São várias telas grandes espalhadas no local, além de um bar super agitado e as garçonetes, que são famosas por usarem roupas curtíssimas. Elas tratam os clientes muito bem. A primeira vez que eu tive realmente dificuldade em falar com alguém na viagem em inglês foi aqui, porque a garçonete usava várias gírias e palavras que eu nunca tinha ouvido. Mas tudo foi resolvido rapidamente. Os pratos são tipo os do Outback, mas cuidado: tem muita pimenta, muito molho. E eu não estou sendo exagerada, pois pedi a comida que menos tinha pimenta no cardápio e ela era extremamente forte! Era batata-frita com queijo e cebolas.

    Starbucks

    O Starbucks não pode faltar, né? Todo mundo que viaja quer ir nele! E vale a pena mesmo. Ótima opção pro lanche da tarde, pro café da manhã, ou quando você simplesmente quer comer um cookie bem grande. Eles não são pequenos como os que vemos por aqui e também tem uma massa um pouco diferente. Os cafés são maravilhosos (na minha opinião) sem falar nos sabores diferentes das bebidas que tem lá. Eu tomei uma deliciosa, que era quase um milkshake, bem geladinha mesmo, e amei. As lojas estão localizadas principalmente nos shoppings, mas você encontra em quase todos os lugares.

    Giraffas

    Depois de alguns dias de viagem, você vai começar a morrer de saudade da comida brasileira, e de como ela digere super rápido no nosso estômago comparada às comidas dos gringos. Lá em Orlando os mais populares são o Camila’s e o Vittorio’s, e tem o Café Mineiro Brazilian Steakhouse também, mas o único que eu fui, foi o Giraffas. A comida é bem gostosa e não decepciona. Óbvio que tem diferença com a que comemos aqui, como o arroz, mas mesmo assim vale a pena. O preço é em conta, e sempre que você entrar lá vai ter um atendente falando português, o que vai ser um alívio se você não curte falar em inglês. Em alguns casos eles não são absurdamente simpáticos, depende da garçonete.

    • O Dunkin’ Donuts é um dos locais mais famosos dos EUA. Ele vende donuts de todos os tamanhos, sabores, cores, e café também. É uma rede super conhecida, você vai achar em muitos lugares!
    • Se você é apaixonado por frango, então vai gostar das milhões de lanchonetes e restaurantes em que a comida principal é essa. É frango por todo lado, literalmente. Desconfio que os americanos preferem ele à batata-frita. Aliás, o prato mais famoso lá é batata com frango.
    • Vale super a pena ir no Mc Donald’s. Você vai reparar que como a quantidade de locais pra comer é ENORME nas ruas, eles optam por fazer locais bem grandes, com muitas placas coloridas e chamativas, pra chamar mais a atenção, já que a concorrência é enorme. Em uma das redes de Mc da International Drive que eu fui, ele possuía dois andares. O primeiro tinha karaokê, uma área de café da manhã (servia panquecas!) um balcão para pedir os lanches normais, e no segundo andar, eram só jogos. Dava pra passar bastante tempo lá!
    Abril 21, 2014
    postado por

    Esse é o parque favorito de todos os fãs de montanhas-russas super radicais, e é o local perfeito para quem ama adrenalina (como eu!). Como esse tipo de brinquedo sempre foi o que eu mais gostei, eu não poderia perder a oportunidade de ir para o Busch Gardens, que fica em Tampa, localizado à uma hora de Orlando. É fácil de chegar lá com GPS se você pegar as rodovias principais (na volta, nós quase nos perdemos no meio de umas ruas bem mais afastadas na cidade). O foco dele também são os animais. São zoológicos e áreas representando a África e a Ásia. Ah, e tem muitos locais lindos para bater fotos, com flores e animais fofos!

    O ingresso custa 90 dólares pelo site e eu paguei 98 comprando na hora, então a diferença não é muito grande; às vezes os preços são super semelhantes na internet ou no guichê. No dia que eu fui em Tampa, (no inicio de Março) estava fazendo muito frio! E eu nem tinha levado roupas quentes. Em Orlando estava sol e calor, e lá, um vento forte e fazia uns 10 graus. Então, não esqueça do moletom, às vezes a temperatura varia muito.

    A Sheikra tem 61 metros, e solta a galera numa queda livre de 90 graus a mais de 112 km/h. É somente para os corajosos! Só de me lembrar, eu ainda nem acredito mesmo que fui. A fila até que foi rápida, durou uns 45 minutos. Nada descreve a sensação de estar lá e sentir aquela adrenalina enorme. Antes da primeira queda – que é a maior e mais assustadora de todas – ela fica parada por alguns segundos lá em cima. É agoniante, isso eu posso garantir! Eu quase morri de emoção vale muito à pena, porque é uma experiência incrível. Normalmente tem mais fila que as outras do parque, por ser a atração mais famosa. Ela não assusta tanto assim depois que você cai os 90 graus. Ela tem até uma curva que sobe girando 360 graus!

    A Kumba, não é tão assustadora quando parece, mas é cheia de loopings emocionantes. O legal das montanhas-russas desses parques é que o trajeto é sempre surpreendente. Sem nem mesmo perceber, você passa por baixo de alguma coisa, por curvas inusitadas… é bem diferente. Ela dura três minutos (sendo uma das de maior duração no parque) e tem aspirais de 360 graus. Ela tem várias descidas emocionantes!

    Cheetah Hunt foi uma das minhas atrações favoritas do parque. Ela é uma montanha-russa cheia de curvas e surpresas, além de ser muito, mas muito rápida! Acho que é uma das mais velozes do parque e isso só deixa tudo ainda mais emocionante, você sai dela sem fôlego. O legal do inicio é que ela começa devagar e do nada pega uma velocidade grande, ou seja, ela te pega de surpresa. Além disso, também é uma das maiores do parque, dá pra enxergá-la de vários lugares.

    A Montu acaba se tornando uma montanha-russa mais leve depois que você já foi em todas as outras que eu citei. Ela é bem rápida e tem vários loopings, e é mais legal por não ser um carrinho, e sim o banco que está nos trilhos. Ótimo pra ver o parque inteiro lá de cima, ainda mais com dias ensolarados (como o que eu fui!). A única coisa que eu não gostei muito é que a cabeça bate mais, porque ela se movimenta muito e com força. Porém, os bancos são confortáveis (assim como os de todas as outras atrações no parque).

    Eu não fui com tantas expectativas para a Scorpion, já que ela tem uma estrutura menor, então não assusta muito, mas me surpreendi! Ela é bem divertida e a descida que te leva para um looping enorme é de deixar qualquer um com muito (sério!) frio na barriga. A fila foi bem rápida até, não tinha muita gente. No dia que eu fui no Busch Gardens o parque não estava lotado; me falaram que na temporada as filas são de horas.

    Eu só fui almoçar (ou quase jantar!) mesmo lá pelo final da tarde. O parque naquele dia fechava perto das seis horas, então próximo das cinco eu fui comer. Escolhemos o Zambia Smokehouse, opção mais perto. Tinha uma praça de alimentação maior no parque, mas no Busch Gardens tudo é muito distante, então se você quiser ir em outras áreas, tem que caminhar – e muito – a pé e naquele momento eu já estava super cansada. Esse restaurante é mais prático (fica no caminho da Sheikra, inclusive você consegue ver todo o trajeto dela enquanto come!) porque você escolhe o seu pedido, entra numa fila e eles já vão fazendo tudo rapidamente, ou ele já vai estar pronto na bancada. Então, se estiver em dúvida, é só escolher o que quiser ali e depois pagar. O processo é rápido. Porém, ele não tem comidas muito leves. Eu pedi o menor prato (só frango e batata) mas existem outros bem maiores com o molho barbecue. Eu não escolhia esses pratos porque lá tudo é pesado demais, então corria o risco de ficar mal do estômago. Os preços variam de 12/25 dólares.

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