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  • December 27, 2016
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    O verão oficialmente chegou, e todo mundo sabe que no país em que vivemos fica praticamente impossível não vestir looks confortáveis para essa época do ano. Claro que nem todas as cidades tem temperaturas extremas (aqui em Santa Catarina, algumas ainda passam um pouco de frio nessa época do ano, mas são poucas!), mas a grande maioria sabe como é se vestir em uma temperatura de 30 graus. Mas isso não dispensa o fato de que dá para acrescentar acessórios (o chapéu é um dos principais) para que a sua produção não perca o charme, e as estampas estão aí para deixar o visual mais criativo.

    Vestidos

    Kayla J, Carissa G, Diana Schneider e Elzara Muslimova

    Kayla J, Carissa G, Diana Schneider e Elzara Muslimova

    Cropped

    Daphne Blunt, Natalie Persson, Amanda Ikoma e Camila Damásio

    Daphne Blunt, Natalie Persson, Amanda Ikoma e Camila Damásio

    Jardineira

    Franziska Elea, Candy Thorne, Malinina-ek e Melody Jacob

    Franziska Elea, Candy Thorne, Malinina-ek e Melody Jacob

     Saia

    Luciana Vieira, Kimberly Kong, Melanie P e Marta Ucler Ucler

    Luciana Vieira, Kimberly Kong, Melanie P e Marta Ucler Ucler

    Short

    Diana Schneider, Carissa G, Ren Rong e Jacky

    Diana Schneider, Carissa G, Ren Rong e Jacky

    December 25, 2016
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    Eu na balada

    Eu na balada

    2016 pode ter sido um ano que desagradou muitas pessoas, mas temos de admitir que foi um ótimo ano para a indústria da música. Ótimos álbuns foram lançados, tanto do pop quando de outros gêneros, e eu descobri várias bandas legais. Além disso, quase todos os artistas que eu gosto lançaram novos discos que me deixaram completamente viciada. Por isso, foi muito difícil escolher só quinze músicas que marcaram o meu ano (tem muito mais!). Como critério, eu escolhi somente músicas que lançaram este ano. Ah, e se vocês querem ouvir playlists variadas, me sigam lá no Spotify (@anabeatriz13).

    December 21, 2016
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    Esqueça aquela ideia de franja certinha que você usou quando era criança (quem nunca?) as franjas voltaram com força total em 2016 e aparecem em versões modernas, repicadas e com inspirações em décadas anteriores (como os anos 70). As celebridades escolheram apostar de vez, e na internet também é possível achar milhares de inspirações legais de pessoas do mundo inteiro, que apostaram nesse corte. Eu também cedi e fiz franja nesse ano. Mesmo que dê trabalho, estou adorando o resultado. Se você quer uma mudança radical, elas fazem toda a diferença no formato do rosto.

    franjas1

    Quase todo mundo resolveu inovar e escolheu formatos de franjas diferentes. O da Arden Rose, da primeira foto, foi o que me inspirou de primeira para tomar a minha decisão. A franja dela é mais longa, mas você pode optar por opções um pouco mais curtas também (acredite: ela cresce muito rápido e em quinze dias você já vai perceber uma grande diferença!). Selena Gomez chamou a atenção com o seu novo corte, com pontas desconectadas no seu cabelo de ondas. E se você tem cabelos cacheados, não leve a sério esse mito de que a franja não combina com você. Ela dá certo sim, e a prova disso são esses 55 exemplos de franja em cabelos cheios de cachos.

    Lucy Hale

    Lucy Hale

    Alexa Chung

    Alexa Chung

    Alessandra Ambrósio

    Alessandra Ambrósio

    Via We Heart It

    Via We Heart It

    Zooey Deschanel

    Zooey Deschanel

    Via We Heart It

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    Maddi Bragg

    Maddi Bragg

    Jane Birkin

    Jane Birkin

    Audrey Hepburn

    Audrey Hepburn

    Taylor Swift

    Taylor Swift

    Zoe Kravitz

    Zoe Kravitz

    Via We Heart It

    Via We Heart It

    December 21, 2016
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    barry

    Título: Barry

    Gênero: Drama, Biografia

    Diretor (a): Vikram Gandhi

    Roteiro: Adam Mansbach

    Sinopse: Muito antes dele fazer história ao ser eleito o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ele era apenas “Barry”. Inspirado na vida real, este filme retrata Barack Obama durante a faculdade, quando começava a tentar entender questões raciais, culturais e pessoais.

    O presidente Obama sempre atraiu atenção do público: seja dos norte-americanos ou de pessoas do mundo todo. E diferente da maioria dos ex presidentes dos Estados Unidos, ele conquistou isso por motivos positivos. Com todo esse clima de eleição nos EUA que aconteceu nos últimos meses, o Netflix lançou em um boa época um filme baseado na história real de Barack Obama, quando ele era apenas um estudante da Universidade da Columbia em Nova York.

    Eu gosto muito de assuntos políticos, e isso atraiu a minha atenção para assistir ao filme e tentar conhecer mais um pouco sobre esse presidente. O enredo é focado na transição dele de jovem para adulto, quando Barack ainda possuía poucas aspirações na política e muitas dúvidas sobre em qual lugar ele se encaixava. Nos anos 80 em NY, ele era um dos poucos – se não o único – negro na maioria das suas aulas na faculdade. O filme trata o tempo todo das questões raciais e do preconceito – muitas vezes velado – que ele sofria, seja no campus (quando o policial pede identificação somente para ele), ao conhecer a família da namorada, e dos próprios amigos, que dizem que ele não deveria se preocupar tanto pois ele “não era tão negro”.

    barry_06196r

    Durante a sua trajetória tentando descobrir quem ele realmente era, o personagem enfrenta diversos conflitos. Barack foi criado pela mãe e nunca conheceu verdadeiramente o seu pai, que nasceu na Quênia. Os dois mantinham pouco contato e parte dele se sentia culpado por isso: ele queria descobrir mais sobre as suas raízes. Ele nasceu no Havaí, morou na Indonésia, passou um tempo na Califórnia, até por fim, fazer faculdade em Nova York.

    O protagonista é interpretado pelo ator australiano de 24 anos, Devon Terrell. Ele se destaca e cumpre bem o seu papel, nos familiarizando até o final da história com o personagem. Charlotte, sua colega de sala e namorada, ganha destaque pela atuação de Anya Taylor-Joy, de 20 anos. 

    Eu fiquei impressionada com a fotografia do filme, que é maravilhosa. Espere por muitas cenas e ângulos incríveis de NY. O filme mostra os locais bonitos da cidade e também a diferença entre os bairros de classe alta e baixa; ele faz críticas a marginalização dos negros na sociedade estadunidense de maneira clara.

    O filme já está disponível na Netflix faz alguns dias, que aliás, fez pouca propaganda do longa (com exceção do trailer). Poucos amigos meus sabiam desse lançamento, que vale super a pena assistir, se você é interessado nos temas citados aqui na resenha, e também nas discussões sociais que andam tão presentes na mídia atualmente.

    December 17, 2016
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    skam

    Sabe aquelas séries que te deixam completamente viciado e você assiste todas as temporadas em um final de semana? Foi isso que aconteceu comigo após assistir o primeiro episódio de SKAM, série da Noruega exibida desde 2015 e criada por Julie Andem. A premissa da série é básica: ela fala sobre a vida de jovens que entraram ou estão saindo do ensino médio, seus relacionamentos, e as experiências que praticamente todo mundo vive na adolescência. Mas o diferencial está na construção dos personagens: cada temporada é focada em um, ou seja, nós vemos a visão dele sobre os acontecimentos e os seus problemas.

    A série também tem características inovadoras: antes do episódio completo ser liberado, as cenas que acontecem em “tempo real” são exibidas naquele exato horário no site do seriado, assim como mensagens de texto trocadas pelos protagonistas. Cada personagem também tem a sua conta no Instagram, que é atualizada constantemente. Os temas são atuais e recorrentes: islamofobia, feminismo, crise dos refugiados e doenças mentais ganham destaque em alguns episódios. 

    Even e Isak, o casal foco da terceira temporada

    Even e Isak, o casal foco da terceira temporada

    Até agora, três temporadas já foram exibidas (a season 3 terminou ontem). A primeira protagonista é Eva, uma garota que tem poucos amigos: a sua única companhia é o namorado Jonas, e o melhor amigo dele, Isak. Acompanhamos-na em sua jornada tentando se descobrir, enquanto procura fazer novas amizades. A segunda é sobre a Noora (minha personagem favorita). Ela é independente, feminista e tem convicção das suas opiniões. Só que como nada é perfeito, ela acaba se apaixonando por William, o cara mais clichê que ela já conheceu na vida. E a última, que até agora já é a queridinha dos fãs, aborda o desenvolvimento de Isak, que passou anos fingindo ser heterossexual, até se arriscar de verdade e ter certeza que ele gostava de garotos, e se aproximar de Even.

    Eles abordam temas com profundidade, e ao mesmo tempo, de maneira delicada. Dá para se identificar com os personagens: todos eles possuem diversos defeitos e qualidades, de maneira realista e bem próxima do que nós vemos todos os dias na escola ou na faculdade.

    evak

    A trilha sonora também não deixa nada a desejar. É possível ouvir artistas indies que você já conhece, e descobrir outras músicas e bandas maravilhosas (principalmente da música Norueguesa). Todas as músicas são disponibilizadas no Spotify nessa playlist, atualizada sempre que o episódio é liberado.

    Não deixem de assistir! Eu me tornei fã da série e tenho certeza que vai acontecer o mesmo com vocês. É uma pedida ótima para as férias.

    Assista aqui, aqui e aqui no grupo de fãs da série no Facebook, sem precisar fazer download.

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