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    Ronda Quinzenal #1 – O que há de mais interessante na internet

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    Comportamento, feminismo

    Podcasts que eu amo e indico #1

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  • Arte por Camila Rosa (@camixvx) no Instagram.
    Amor, Comportamento

    Ficar sozinha me torna confiante

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  • Maio 18, 2019
    postado por

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    Você já teve aquela sensação de estar prestes a virar uma borboleta? Como se, depois de tanto tempo, finalmente estivesse pronta para sair do casulo?

    É uma sensação maravilhosa, mas que, por algum motivo, causa desconforto nas pessoas. Antes de tudo, é preciso entender uma coisa que eu quero que você leve para o resto da sua vida: o ambiente em que você está provavelmente odeia renascimentos. E nós, meu bem, fomos feitas para renascer a todo momento.

    A verdade é que se falamos ou fizemos algo há três anos, então definitivamente não podemos contrariar nós mesmos. Acontece que a pessoa que você era há três anos está morta. E isso não é algo ruim. Tenha empatia pelo seu passado. Você tinha sentimentos, sentia dor, dava amor e tinha sonhos. E ali, no curso da história, dançava no meio da pista quando um caminhão repleto de futuro te cortou em pedaços. E você despedaçou, se perdeu por algum tempo, mas renasceu.

    Você agora está cada vez mais viva, depois de ter encarado a morte.

    Não me importa o que você fez há um ano. Não me importa se machucou alguém ou se foi machucada – mas, ainda assim, eu sinto muito.

    O que me importa é o que você é, e o que você pode ser. Não entra na minha cabeça porquê passamos tanto tempo pensando no que as pessoas foram ou fizeram, se poderíamos gastar todo esse tempo e energia focando no que elas podem ser.

    Você já parou para pensar no que você pode realizar agora mesmo? No poder que tem nas mãos?

    Ignore aqueles que dizem que você não pode entrar em constante evolução. É para isso que você está aqui, meu bem. Voe.

    Maio 13, 2019
    postado por
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    Eu já falei sobre ansiedade algumas vezes aqui no blog, mas de vez em quando penso o quanto eu deveria falar mais sobre isso. No final de Abril completei três anos de medicação do tratamento para transtorno de ansiedade, dentre outros síntomas, e parece que passou rápido demais. Três anos foram voando, mas viver com um transtorno nunca é fácil e é uma jornada doída, em que você enfrenta algumas coisas difíceis no caminho. E mesmo que sejam só alguns anos, eu me vejo como uma pessoa muito diferente de quem eu era em 2015, quando se trata da minha saúde mental.

    Não existe um segredo 

    Outro dia eu li um texto no Man Repeller  em que a autora narrava a sua vida com Síndrome de Pânico. Ela confessa que durante uma época, apesar de ter mantido uma dieta balanceada, um clima “good vibes” e feito tudo o que as pessoas diziam que ela precisava fazer, ela continuava tendo ataques de pânico. E isso me lembrou o quanto, de verdade, não existe um segredo absoluto sobre como a sua doença, ou no meu caso, o transtorno de ansiedade, vai funcionar. É claro que uma rotina faz toda a diferença – e às vezes eu dedico horas no meu dia em atividades que vão me fazer bem -, mas mesmo assim, eu posso ter uma crise amanhã. Ou no outro dia. E eu não tenho culpa disso.

    Por muito tempo eu achei que ter uma crise significava que eu tinha voltado pra estaca zero. Que todo o meu trabalho em tomar a medicação e ir na aula de yoga, ou na terapia, tinha se perdido por causa disso. Mas não é verdade. Foi assim que eu descobri que é uma jornada; em alguns dias eu vou estar bem, e em outros não. E o meu progresso não precisa ser linear.

     Eu tenho medo da ansiedade atrapalhar os meus relacionamentos

    Lidar com um transtorno não afeta só você mesmo na maioria das vezes: pode afetar os seus relacionamentos também. Não é fácil conhecer alguém novo e mostrar para aquela pessoa que você enfrenta alguns problemas. Eu mesma já tentei esconder as características do transtorno de ansiedade: aquela que você pode passar mal numa festa e precisar ir pra casa porque teve um ataque de pânico, ou aquela que lida de maneira diferente com algumas situações que, para os outros, são normais. Transtornos mentais ainda são um tabu enorme e muitas pessoas nunca nem ouviram falar sobre eles, ainda menos sobre os efeitos físicos e psicológicos que eles podem causar em alguém.

    É um pouco assustador quando eu me relaciono com alguém e tento colocar para debaixo do tapete tudo isso. Em algum momento, a pessoa vai acabar descobrindo, e eu confesso que ainda estou tentando aprender a não sentir vergonha, a não ficar me culpando ou pior, ficando ainda mais ansiosa pelo que os outros vão pensar de mim ou se eles vão me rotular como instável, transtornada, etc.

    Alguns meses são mais difíceis que outros

    Às vezes eu consigo lidar super bem com a minha ansiedade e manter tudo no controle. Eu tenho muitos privilégios que me permitem conseguir cuidar da minha saúde mental, quando a gente sabe muito bem que metade da população brasileira não tem acesso à plano de saúde, a consultas esporádicas ou medicamentos. Tudo isso tem um preço, um custo, tempo, planejamento, é difícil fazer as coisas sem apoio. 

    A sociedade não conversa sobre isso e a nossa cultura invalida os transtornos mentais, as doenças psicológicas. Elas ainda são consideradas “frescura”, ou pouco relevantes comparados à um problema físico. Sem falar na dificuldade do acesso à informação. Para a sua família ou os seus amigos entenderem o que você passa, eles precisam de informação. As pessoas próximas de mim não entenderam de um dia para o outro o que era o meu transtorno de ansiedade. Foi preciso ajuda dos médicos também para eles enxergarem os sintomas e como lidar com isso.

    Sendo assim, algumas fases são mais complicadas. Se um monte de coisas novas acontecem comigo, ou problemas, ou términos, parece que eu não consigo lidar com tudo ao mesmo tempo e a minha ansiedade bate como nunca. Sem falar no desânimo, no medo de ter uma crise, na vontade de ficar na cama. Houveram semanas que eu quase não saía de casa e desaparecia da faculdade. Mas é um ciclo, como muitas coisas da vida. Por mais que pareça que você está no fundo do poço, tem uma maneira sim, de sair dele. 

    A medicação é importante

    Tá aí outro tabu. Algumas pessoas acham problemático você tomar uma medicação para o seu transtorno, mas a verdade é que faz diferença quase absoluta no seu tratamento. Com o tempo, eu parei de me importar muito com o que outras pessoas achavam e considerar a opinião apenas dos profissionais (médicos, terapeutas). É relevante seguir as instruções da minha medicação, e com isso vem várias coisas que você tem que mudar: beber pouco, não fumar, ficar longe de drogas. Coisas que podem não ser tão simples em alguns ambientes, mas eu aprendi que o que causa um efeito X nos outros, pode ser muito mais forte pra mim.

    É um compromisso consigo mesmo. É uma responsabilidade que você assume de querer melhorar. De querer estar bem, de fazer o possível para que você leve uma vida equilibrada, sabe? E mais importante, de aprender a respeitar quem eu sou, respeitar os meus sintomas, a minha jornada, e não atropelar as minhas dificuldades.

    O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma organização não-governamental que faz um trabalho importante de conscientização da saúde mental e oferece apoio para todo o Brasil pelo número 188, com ligação gratuita, 24 horas.

    Maio 4, 2019
    postado por
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    Você já seguiu uma página de ilustras no Instagram, no Facebook (ou pela internet toda) e já se perguntou quem era a mente criativa por trás dos desenhos, dos poemas e das frases que mexem tanto conosco? Foi com essa pergunta que eu procurei a Debora Kais, autora do perfil Deborices, que possui mais de 50 mil seguidores no Insta. No Facebook ela está quase batendo os 100 mil likes!

    Deborices surgiu em 2016, e desde então o traço da artista mudou bastante. Por meio de sua arte, ela consegue nos fazer refletir, se identificar e se emocionar. Os temas são diversos (muitos desenhos seus possuem um tom super político), e ela consegue representar, com suas personagens, mulheres muito diferentes, o que promove ainda mais representatividade. As tirinhas e os posts de Debora, que tem 17 anos e mora em Fazenda Rio Grande – município do Paraná -, conseguem falar comigo de um jeito especial. Em momentos difíceis, eles sempre estão lá, na distância de um clique, e é incrível como a arte pode nos trazer esse conforto e o sentimento de pertencimento, que você não é a única que está sentindo tudo aquilo.

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    Confira o meu papo com a Debora e conheça mais sobre ela!

    1. Você começou a sua página no Facebook, “Deborices”, em 2016, juntamente com a página do Instagram. Desde então foram três anos compartilhando a sua arte na internet. O seu traço se diferenciou muito desde então, como ocorreu esse processo? Quais foram suas inspirações?

    Meus traços mudaram por pura prática, eu desenho desde muito bebê  (uns 2 aninhos de idade). Ao longo do tempo, meus traços sempre foram mudando bastante. Porém, depois que eu comecei a página, eu passei a desenhar com muito mais frequência, porque os posts são diários, então, automaticamente, essa prática diária me fez evoluir muito. É muito perceptível a mudança se pegar as artes do início e comparar com as de agora. Eu tenho muitos artistas que me inspiram, mas eu tento sempre ser muito original! A minha sorte é ser muito criativa desde criança.

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    2. Uma das suas características são as tirinhas e as artes em que você fala sobre amor próprio, dificuldades, tristeza, e sentimentos que conversam muito com inseguranças que enfrentamos no mundo feminino. Você se inspira na sua própria vida ou também no que acontece com os seus amigos (as)?

    Às vezes me inspiro no que eu passo, às vezes no que eu vejo pessoas ao meu redor passarem, e também no que eu imagino que alguém possa estar passando e, de que forma posso confortar um pouco, tornar mais leve.

    3. A representação também é um fator super presente nos seus desenhos. Você desenha personagens de etnias, cabelos e características físicas diferentes, o que é super importante. De onde surgiu essa vontade? Você sente que consegue dar visibilidade maior para mais pessoas?

    Eu gosto de abraçar as diferenças, de fazer as pessoas serem incluídas, eu tenho isso dentro de mim desde que me entendo por gente. Tenho desenhos guardados de quando eu tinha 7 anos de idade, onde eu escrevia que não devemos ter preconceito com a cor de ninguém. Eu sempre fui uma criança inclusiva e eu me orgulho muito disso. As crianças são puras, o racismo e outros preconceitos são ensinados! Trago isso comigo e expresso na minha arte. As pessoas são diferentes, a gente vive um mundo tão artificial na Internet, eu não preciso ser mais uma colaboradora disso. Ajudar no processo de aceitação, ajudar as pessoas se amarem e, amar o que as torna diferente é revolucionário. Eu vejo que as pessoas se sentem representadas, ou que gostam muito dessa diversidade que eu abordo. Fico muito feliz com isso.

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    4. Você também realiza alguns projetos e séries específicas. A última que está rolando no seu Insta é a “Você não é (…)”, que faz com que a gente se identifique de cara. Como é essa sensação de, por meio da sua arte, conseguir confortar quem te acompanha, e de ajudar de alguma maneira?

    O projeto “você não é…” surgiu do nada na minha mente, acho que foi um sinal de que eu deveria fazer isso e, comecei desenhar desesperadamente as 50 artes que estão ilustrando esse projeto lindo que tem o intuito de mostrar pras pessoas que elas não são tudo aquilo de ruim que elas alimentam dentro de suas inseguranças. Eu sinto que estou cumprindo muito bem o papel que eu quero cumprir com a minha arte. Eu recebo mensagens lindas de pessoas que se sentem bem através da minha arte. Eu sei que não estou curando ninguém, mas, aliviar o fardo, 1% que seja, no dia-a-dia das pessoas, é uma grande coisa pra mim.

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    5. Você pretende seguir carreira no mundo artístico? Quais são os seus planos futuros?

    Eu pretendo sim! Estou com um projeto maravilhoso chamado “PankParks” que é uma loja virtual, com produtos que levam minhas artes e também as artes da minha amiga Caroline Batista. São canecas, pôsteres, e, mais pra frente teremos outros produtos também. Quem quiser conhecer, @pankparks no instagram e facebook. Meus planos futuros são continuar sempre com a minha arte, estudar, fazer esse projeto dar certo, ser muito feliz com muito amor.

    Como a Debora falou, ela está abrindo a sua loja virtual! Você pode conferir aqui os produtos!

    Abril 29, 2019
    postado por

    Em Março deste ano a Glamour norte-americana já tinha dado a cartada: as unhas coloridas são a nova aposta de nail trend desde o final de 2018. Nos desfiles o que se viu foram versões criativas: uma cor diferente em cada dedo, tons pastéis e terrosos, jóias nas unhas e esmaltes foscos. Eu comecei a usar no início desse ano e é divertido misturar um monte de cores e ver o resultado final. Eu prefiro fazer degradês, mas não existe regra nenhuma: aposte nos tons que você mais gostar.

    Minha próxima aposta são as jóias; eu costumo ser básica, mas elas me encantaram tanto que eu estou realmente pensando em colocar nas unhas (que no momento estão bem longas, com fibra de vidro. Recomendo).

    The Intrepid Adventurer

    Os esmaltes foscos sempre ganham uma atenção maior no outono e no inverno, principalmente com o degradê dos tons mais escuros; o mix de marrom, azul escuro e laranja combina perfeitamente com os dias frios. No verão eu usei bastante os esmaltes coloridos, mas depende muito do mood diário no momento de escolher as cores.

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    Abril 22, 2019
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    Djamila Ribeiro é brasileira, mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo, colunista da Carta Capital e da Marie Claire Brasil. É pesquisadora, escritora e responsável por uma das coleções de livros mais relevantes do Brasil na última década: “Feminismos Plurais”, inicialmente lançado pelo selo Sueli Carneiro, e que ganha nova edição pela Pólen Livros. Djamila consegue estabelecer no país discussão sobre temas importantes trazendo como viés o feminismo negro. Tivemos três lançamentos até o final de 2018: “Lugar de Fala”, escrito por Djamila, “O que É Encarceramento em Massa?“, de Juliana Borges, e “O Que É Empoderamento?“, por Joice Berth, além de “O que é racismo estrutural?”, de Sílvio Almeida, e “Interseccionalidade”, de Carla Akotirene, em 2017.

    O próximo nome da coleção chegou no início do mês de Abril: “Racismo Recreativo”, de Adilson Moreira.

    Além de ter no currículo os seus próprios títulos, a autora também faz um trabalho fundamental como editora, pois conseguiu estabelecer uma coleção que trouxesse a discussão de maneira didática; todos os livros estão no valor de R$19,90.

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    Começar a leitura da coleção Feminismos Plurais foi um dos primeiros passos para mim em uma trajetória de conseguir compreender profundamente a ligação do feminismo com a raça, a classe e o gênero. Bell hooks já nos explica que para ser feminista é necessário ser antirracista, e entender as complexidades estruturais disso é relevante.

    Juliana Borges trás em “O Que É Encarceramento em Massa?”, uma das pautas que por diversas vezes, é esquecida nos movimentos sociais: o que é ser antipunitivista? Porque a maioria da população carcerária é negra? A população feminina nos presídios só aumentou nas últimas décadas; porém essas mulheres tem cor e classe social específicas. Como o feminismo deve agir sob esse tema?

    Entre 2006 e 2014, a população feminina nos presídios aumentou em 567,4%, nos colocando no ranking dos países que mais encarceram no mundo, ficando no 5º lugar. 67% destas mulheres são negras e 50% são jovens. Justificando

    Já a arquiteta e ativista Joice Berth desmistifica o que significa empoderamento. Desde o início do boom do feminismo no Brasil ouvimos essa palavra todos os dias, mas o que ela realmente significa? O que pode ser considerado se empoderar? Uma pesquisa profunda feita pela acadêmica abre os nossos olhos sobre o conceito. O empoderamento é um processo que deve partir de si mesmo – e não apenas de maneira individual, mas sim coletiva -, ou seja, a atitude de empoderar-se deve promover alterações na estrutura social, caso contrário, só irá manter o status quo.

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    “Quem Tem Medo do Feminismo Negro?”, foi lançado em 2018 pela Companhia das Letras, e reúne textos de algumas colunas que Djamila escreveu para a Carta Capital, além de inéditos. Os temas debatidos são diversos, e o interessante é que os textos são curtos e rápidos de ler; além da linguagem acessível, a autora aborda diversas problemáticas, como o ativismo nas redes sociais, o racismo sofrido pela tenista Serena Williams, e também a sua trajetória na infância, os passos que ela enfrentou até chegar a se empoderar.

    As ações serão no sentido de manter os lugares construídos por uma sociedade machista e racista. Mulheres podendo ser até belas, recatadas e do lar, mas não agentes de mudança e ocupando espaços de poder. Da população negra limpando, mas não sentando nos banco da universidade. Da manutenção das mulheres negras dentro de uma lógica escravista. É como se eles dissessem: “vocês já viram demais.

    O sucesso e relevância da autora é tanto que os seus livros vão ser lançados na França em Maio, coincidentemente no mesmo país de uma de suas maiores referências: Simone de Beauvoir. Djamila estuda o pensamento da filósofa francesa há anos e “O Segundo Sexo”, é uma das suas maiores referências em diversas publicações da autora paulista.

    Escolhida pelo próprio governo de Emmanuel Macron, a ativista participou do programa “Personalidades do Amanhã”, com diversos ativistas também da América Latina.

    REFERÊNCIAS

    • RIBEIRO, Djamila. “Feminismo negro não exclui, amplia”, diz Djamila Ribeiro. Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/sociedade/feminismo-negro-nao-exclui-amplia-diz-djamila-ribeiro/>. Acesso em: 20 de Abril de 2018.
    • JUSTIFICANDO. “Pesquisadora discute encarceramento em massa com base em pensadoras negras.” Disponível em: <http://www.justificando.com/2017/12/08/pesquisadora-discute-encarceramento-em-massa-com-base-em-pensadoras-negras/>. Acesso em: 21 de Abril de 2018.
    • SOUZA RODRIGUES, Wallesandra. “O que é empoderamento?” Disponível em: <http://revistaalabastro.fespsp.org.br/index.php/alabastro/article/download/247/121>. Acesso em: 21 de Abril de 2018.
    • RIBEIRO, Djamila. “É hora de enfrentamento e resistência.” Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/politica/e-hora-de-enfrentamento-e-resistencia/>. Acesso em: 21 de Abril de 2018.

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