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    Playlist: Abril

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    Universo em Bolha de Tinta no Catarse

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  • tomoffinland
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    Filmes de Abril #1

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  • Fevereiro 23, 2018
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    Faz um tempinho que eu não trago indicações musicais, e essa é definitivamente um dos meus posts favoritos de fazer no blog. No final de 2017 eu conheci a voz do britânico Lewis Capaldi pelo twitter. Ele estava divulgando uma de suas músicas, e quando eu ouvi Bruises (o primeiro single dele lançado oficialmente), eu fiquei apaixonada. A sua voz é bem intensa e rouca, ou seja, fica na nossa memória de primeira. Me lembrou a vibe de cantores como o Sam Smith, famosos por terem um alcance vocal grande, e fazerem músicas intensas e com uma pegada mais romântica.

    E esse é o estilo do Lewis, que alcançou fama pela internet e já tem mais de 2 milhões de execuções mensais no Spotify. Em Dezembro ele liberou o seu EP, intitulado de Bloom, com quatro faixas no total e seguindo o estilo de Bruises: músicas feitas no piano e no violão. Suas letras são o principal de suas canções, e é interessante até mesmo procurá-las na internet (não perde em nada para a de artistas britânicos consolidados, como George Ezra e Hozier; aliàs, se você gosta destes dois, vai curtir o Lewis).

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    Com o reconhecimento que está alcançando recentemente, Lewis começou a fazer shows na Inglaterra, percorreu a Europa dando suporte para outros artistas, vai abrir os shows da turnê européia do Sam Smith, e também começará a sua primeira tour headliner, passando por cidades como Dublin, Londres, Manchester e Amsterdam. Além disso, ele está confirmado em diversos festivais de peso. Na minha opinião, uma das coisas mais legais é acompanhar um artista que está no início da carreira, e ver eles crescendo aos poucos!

    Tá esperando o quê para dar o play?

    Fevereiro 20, 2018
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    ULTRAVIOLET-2

    Todo ano a Pantone Color Institute, consultoria da Pantone que influencia as tendências da moda e do design, escolhe a cor que irá se destacar mais nos próximos 12 meses. Nós já tivemos o marsala, o greenery, e a minha favorita dos últimos tempos: serenity e rose quartz. Em 2018 a escolhida é ultra violet, uma cor roxa derivada do azul escuro, segundo a definição do próprio instituto.

    “Evocando a exploração de novas tecnologias e das grandes galáxias, com a sua expressão artística e reflexões espirituais, o intuitivo Ultra Violet ilumina o caminho do que ainda está por vir.”

    Eu confesso que gostei bastante da cor. Ela é chamativa, feminina, e me transmite força. Porém, meu primeiro pensamento foi: “como é possível adaptá-la para o dia-dia de maneira prática?”. O roxo é um dos tons que eu gosto muito, mas que raramente aparece nas minhas roupas. Não sei se com vocês ocorre o mesmo. Por isso, eu preparei esse post com inspirações e ideias de como colocar o ultra violent na sua (e na minha) rotina estética.

    ULTRAVIOLET-2

    O ultra violet com certeza destaca e chama a atenção em qualquer roupa, por isso é fácil de ser usado como o ponto X do look. Seja em detalhes, como nas flores da estampa da blusa no primeiro look, ou na meia-calça e na saia do segundo, ele não é tão difícil de usar quanto parece! Ah, e se você prefere roupas mais básicas, dá para apostar no tom em uma camiseta (o roxo e suas variações estarão em alta). Mas o meu favorito, sem dúvidas, é o maxi cardigã! Nada básico, certo?

    ULTRAVIOLET

    Outra maneira de usar é em blazers e calças (sociais e pant court estão ganhando cada vez mais espaço). O roxo pode variar para aquele rosa mais claro ou escuro: depende do que você preferir. As suas nuances são similares e apenas uma peça é suficiente para segurar um look (mas é claro que se você curte, a graça também é misturar!).

    ULTRAVIOLET

    Não é de hoje que os batons roxo foram alvo de coleções de marcas renomadas; nos últimos três anos, quando a febre dos batons matte surgiu, a cor e suas nuances apareceu em coleções da MAC (como o famoso Heroine, Punk Couture e Diva). Eu já falei aqui no blog sobre: o Diva é um dos meus batons queridinhos e o seu tom de roxo é bem escuro e gótico.

    No Brasil, tivemos coleções da Quem Disse Berenice?, Natura – principalmente com a linha Faces – e Avon, com tons de roxo mais dark e outros claros.

    Os meus favoritos da Natura Faces são o Marsala e Shock In. Tanto os cremosos quanto os matte possuem uma cobertura satisfatória, e as cores (principalmente as mais chamativas), são bem acesas. Indico muito para quem quer usar o roxo na make.

    Fevereiro 19, 2018
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    O horário de verão oficialmente acabou, mas na maioria das cidades as temperaturas quentes estão longe de terminar (tirando SP, que pelo que eu vejo a galera postando na internet, anda meio friozinho, certo?). Aqui no Sul os 30 graus continua firme e forte, e é preciso inspiração pra sair de casa e se arrumar (eu tenho mais preguiça nos dias quentes do que nos frios!). Já que agora as atividades e os compromissos estão voltando de vez, pós Carnaval, selecionei alguns looks pra te inspirar.

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    Fevereiro 13, 2018
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    Big Little Lies completa no dia 19 deste mês um ano da exibição do seu primeiro episódio na HBO, emissora conhecida por apostar em séries polêmicas (Game of Thrones, True Blood) e que não possuem cautela nas cenas explícitas, por exemplo. Quando esta série protagonizada por Nicole Kidman, Reese Whiterspoon e Shailene Woodley entrou para o catálogo, algumas pessoas torceram o nariz, achando que ela seria um guilty pleasure (termo que na tradução significa “prazer culposo”, e normalmente é usado para taxar séries protagonizadas por mulheres, como produções bobas). Mas Big Little Lies apresenta, tanto na sua adaptação televisiva quanto no seu script original – derivado do livro escrito pela australiana Liane Moriarty – um seriado que traz mulheres como protagonistas da própria história, esta que muitas vezes, está longe de ser fácil.

    Madeline é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex e a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeline e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de como isso afetará a vida de todos. Reunindo na mesma cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos domésticos, o romance de Liane Moriarty explora com habilidade os perigos das meias verdades que todos contamos o tempo inteiro.

    Eu comecei a ler o livro nas férias antes de iniciar a série, mas a expectativa foi tanta que eu me revezei entre os capítulos e os episódios (o que fez eu me adentrar na história de maneira intensa). São mais de 400 páginas que narram a rotina e a vida pessoal de Madeline, Celeste e Jane, que possuem apenas uma coisa em comum: os seus filhos pequenos estudam na mesma escola, em uma cidade litorânea na Austrália. Fora isso, elas são muito diferentes, mas encontram entre si fatores em comum que fazem crescer uma amizade entre as três. Madeline e Celeste são amigas há um bom tempo, mas a chegada de Jane na cidade – que é mais nova que as duas e mãe solo -, transforma a dupla em trio.

    Há algumas diferenças leves entre o livro e a série, e elas atrapalham em pouco a trama. A maioria dos diálogos são exatamente iguais no seriado produzido por Reese Whiterspoon. O maior trunfo de Big Little Lies é narrar, de maneira honesta, a vida dessas três mulheres, e de outras personagens presentes no livro. Apesar de Madeline e Celeste viverem uma vida aparentemente “perfeita”, descobrimos que a perfeição está longe de ser uma característica da rotina delas. Elas podem ter uma casa maravilhosa, serem casadas com homem bem sucedidos e possuírem uma vida financeira estabilizada, mas suas vidas íntimas possuem traumas, dores e muitos conflitos. Jane é a única das três que é vista na cidade como alguém que não possui uma vida ideal, por ser mãe solteira e ter o filho apontado na escola como o causador de bullying contra uma colega.

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    O enredo possui como pano de fundo um assassinato, que ocorre durante um evento escolar organizado apenas para os pais da comunidade que possuem filhos na escola. Os capítulos e as cenas do seriado são mesclados com depoimentos de outras pessoas que também estavam na festa. Apesar de mover a trama, o grande foco são as relações entre os personagens e a vida das protagonistas, e como cada uma delas enfrenta suas próprias batalhas. Celeste (Nicole Kidman) é alvo de violência doméstica em um casamento que é visto pelos outros como exemplar. Porém, ninguém sabe de verdade o que se passa na vida dela, que sofre com o marido abusivo Perry (Alexander Skarsgård). As cenas de violência são tensas e cruas, levando à tona a discussão sobre violência doméstica e como ela pode acontecer, sim, com qualquer pessoa, não importa o status social.

    Jane (Shailene Woodley) não chegou perto dos 30 anos e encontra uma chance de recomeçar de novo naquela cidade. Como esperado, nem tudo ocorre como ela planejou. O seu filho Ziggy enfrenta diversos problemas na escola, ao ser acusado de praticar bullying, fazendo Jane questionar o comportamento do próprio filho. Em paralelo, descobrimos que muitas das suas aflições e traumas foram causados por uma experiência que gerou a criança: Jane foi vítima de estupro.

    Madeline (Reese Whiterspoon) tem uma rotina que inclui cuidar dos filhos, administrar a peça de teatro da cidade, manter o casamento com Ed (Adam Scott), e sobreviver à sua relação conturbada com a filha mais velha, Abigail (Kathryn Newton), que para revolta de Madeline, está passando muito tempo com o pai que sumiu quando ela era ainda bebê, e a madrasta Bonnie (Zoë Kravitz).

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    É difícil elencar todos os temas abordados pelo seriado e pelo livro, mas eles tem o traço em comum de serem conflitos que estão presentes na jornada de todas as mulheres que aparecem na série – e não só as principais -, seja o papel da maternidade (que é muito questionado durante os episódios; algumas mulheres são julgadas por não possuírem uma carreira para cuidar dos filhos, e outras, por terem!), abuso sexual, traumas e sororidade, e amizade feminina.

    Cada um deles é desenvolvido com maestria e ganha espaço em tela, nos fazendo questionar e refletir após terminar os episódios. Big Little Lies mostra o quanto a união entre mulheres pode ser poderosa e literalmente, salvar vidas. Por mais que algumas personagens tenham conflitos entre si em muitos momentos, a série não transforma isso em uma típica representação machista que mulheres não podem ser amigas de outras mulheres; pelo contrário, ela justifica o quanto essas mesmas pessoas que brigaram anteriormente, podem se unir quando necessário.

    Essa história é importante e vai mexer com você, eu garanto. Seja no papel ou na televisão, não deixe de dar uma chance.

    Fevereiro 6, 2018
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    Moda sempre foi, e provavelmente será, uma das minhas coisas favoritas no mundo. Todo ano eu tento descobrir peças e visuais que me façam me sentir mais eu: seja me descobrindo melhor ou expressando o meu estado de espírito por meio das roupas (o que eu gosto muito de fazer). A inspiração vem de todo lugar: pinterest, personagens de TV, blogs, e garotas que tenham estilos que eu admiro.

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    Vic Hollo é uma das minhas maiores inspirações fashion. Já faz alguns anos que eu acompanho-a na internet, e durante os anos o estilo dela só ficou ainda mais legal. O mais interessante da Vic é que ela mistura peças básicas com algumas chave, como a  jaqueta de couro e um cinto que marque a cintura (como na primeira foto). Nos pés, ela sempre aparece com plataformas e botinhas. A cor mais presente no seu visual é o preto, mas isso não significa que ela não inove, com looks total white.

    A moda sempre esteve presente em sua vida. Victoria é estilista da C&A na linha infantil, e no seu canal de Youtube fez um vídeo bem interessante sobre o seu trabalho como estilista. 


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    Hannah Louise é britânica e mora em Londres. Blogueira há alguns anos, o seu estilo vai do roqueiro ao mais delicado rapidamente. Mesmo que as peças que ela use sejam bem femininas (como vestido e saias), ela sempre adiciona um acessório ou peça que dão um ar mais gótico (como o sapato oxford, as saias pretas e o famoso Dr Martens). No blog dela é possível conferir bastante sobre o seu estilo pessoal. Nos looks invernais, ela usa muito o faux fur coat. Já que no Brasil é mais difícil nós encararmos temperaturas frias, vale se inspirar nas roupas de verão dela (também!).


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    Sophia Rosemary começou a postar os seus looks no Instagram, e o sucesso foi tanto que ela criou o seu próprio site, para compartilhar mais sobre o seu amor por brechós, roupas vintage e moda. Vivendo em Manchester, ela possui um estilo que aposta em cores vibrantes, vestidos floridos e muitos sapatos delicados (nos seus looks de calor). Já no inverno, ela é fã de suéteres com estampas coloridas, pant court e botas fechadas. Ah, eu já reparei também que ela é fiel aos jeans da Levi’s, que marcam presença nas suas fotos.


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