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    Filmes

    Filme: Extraordinário

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    Playlist: Dezembro

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    Séries

    Série: Atlanta

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    Música

    As mulheres indicadas ao Grammy

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  • October 11, 2017
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    Recentemente eu cortei o cabelo bem curto. Eu já tinha feito isso algumas vezes (usei o long bob durante dois anos) e na semana passada resolvi arriscar de vez e radicalizar um pouco mais. Agora, o meu cabelo está no meio do pescoço. Confesso que ainda estou aprendendo a arrumá-lo e a me acostumar com os fios mais curtos (que estão me dando um pouco mais de trabalho), mas a praticidade vence em muitos momentos. Eu levo em torno de três minutos para lavar o cabelo (ou menos).

    Sei que muitas pessoas tem medo de passar a tesoura, o que é normal, já que o cumprimento do cabelo significa muito para várias garotas (os); da forma como você se vê, até o seu estilo e personalidade. Mas se você tá a fim de mudar, eu te encorajo. É bem libertador. Nós mudamos de dentro para fora. Selecionei alguns curtos que me inspiraram na hora da mudança!

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    Mas eu aviso: depois que você vai para o curto, fica difícil voltar a ter cabelos compridos! Mesmo eles crescendo rapidamente, (os meus voltam ao tamanho normal em dois meses: eu juro! Quanto mais você corta, mais rápido cresce) ter fios menores é quase um vício. Comprei uma pomada modeladora para me ajudar a deixar os fios com mais forma – o meu corte é repicado – e em breve conto como foi a experiência.

    October 8, 2017
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    Eu já falei sobre a série norueguesa Skam algumas vezes no blog (aqui e aqui), e além de ser a minha série favorita, ela também se tornou uma inspiração de moda para mim (e a maioria dos fãs que assistem). Cada personagem possui o seu próprio estilo, e diferente das produções norte-americanas, as roupas deles são estilos que a gente pode facilmente encontrar em lojas de departamento. Nos episódios, os personagens repetem os looks o tempo inteiro (nada mais justo do que ser igual à vida real), e suas personalidades são refletidas em cada roupa que escolhem.

    Um dos estilos mais legais é o da Noora, personagem feminina representada pelo batom vermelho e pelas blusas de listras. Durante o decorrer dos episódios, ela encantou todo mundo que assistia e o seu estilo ganhou adeptos na Escandinávia. Já que a série se passa na Noruega, muitas das roupas dela são de frio, mas dá para adaptar bem ao nosso dia-dia de calor aqui no Brasil.

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    A blusa de botão é a peça que a personagem mais usa. Fáceis de achar e de combinar, ela normalmente usa com o mom jeans, aquele de cintura alta, e de lavagem clara. Os seus looks são básicos e monocromáticos, sempre combinando cores como o branco, o azul e o vermelho. E a estampa favorita de Noora são as listras.

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    As camisetas e suéteres apresentam um papel importante nos looks. Enquanto as outras peças, como o sobretudo e a calça são de tons escuros, o amarelo e o vermelho aparecem para dar aquele toque especial. Esse truque é interessante nas roupas de frio: ao invés de deixar tudo em cores sóbrias, você escolhe um ponto de cor.

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    Os truques de styling também são uma das características do estilo da personagem. Os cintos pretos com detalhes no meio não podem faltar: assim como a jaqueta oversized, que ganhou espaço no meu coração faz um tempinho e não saiu mais do meu guarda-roupa. Ela pode ser usada de diversas maneiras, e dobrar as mangas é um dos truques. Pode fazer com a jaqueta jeans, o suéter e até as camisetas maiores.

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    Além das roupas, a Noora chamou a atenção também pelo corte de cabelo, que começou bem curtinho na primeira temporada e na segunda, e depois foi crescendo. A atriz, Josefine Frida Pettersen, tinha fios compridos e cortou especialmente para a personagem. Tudo isso ajudou a construir a imagem de Noora, que é mostrada como uma garota forte e feminista no início da série: depois, vamos conhecendo as outras camadas dela.

    Por isso, o batom vermelho ganha destaque especial e raramente a vemos sem ele. Inclusive, nos episódios em que ela passa por momentos difíceis, ela não o usa (é uma representação também do seu humor). Às vezes ela varia para os tons rosa. Os batons que ela usa na série foram revelados pela estilista de Skam: as marcas incluem o Legendary in Infrared Matte da Smashbox e o Red-y To Wear da Clinique.

    Para se inspirar_Batom vermelho estilo Noora

    Como obcecada fiel por batons vermelhos que sou, essas sugestões são bem certeiras e possuem tons super parecidos com os que a Noora usa na série.

    1. MAC – Batom Retro Matte Lipcolour (Dance With Me): Esse batom possui um tom de vermelho mais puxado para o vinho. O fato de ele ser líquido ajuda na hora da aplicação, deixando bem mais prático usá-lo. A duração é boa (afinal, ele é matte). Minha única reclamação é que eu percebo que os líquidos começam a craquelar depois de umas 5 horas de uso. R$89,00

    2. Natura Faces – Battom Matte (Marsala): Os batons da Natura Faces se tornaram os meus favoritos nos últimos meses. Eles cumprem muito bem o papel de matte, duram muito, não craquelam, e são super fáceis de passar. Sem falar que as cores são intensas e não saem fácil. R$9,90

    3. Natura Faces – Batom Cremoso (Vermelho Hot): Esse é um vermelho para quem gosta da cor, mas prefere versões um pouco mais discretas. Ele tem uma cor linda, mas não é tão intensa quanto os dois primeiros. Mesmo sendo cremoso, tem uma duração ótima. R$9,90

    4. MAC – Retro Matte Lipstick (Ruby Woo): Esse é o meu queridinho desde os 16 anos. Não tem batom que o substitua (apesar de eu já ter me apaixonado por muitos outros no caminho!). Com um vermelho intenso, o Ruby Woo anima qualquer make ou rosto desanimado. Nem preciso dizer que ele resiste na boca por horas, né? R$76,00 

    October 8, 2017
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    Eu não quero que esse texto seja romântico. Mas talvez seja difícil evitar. Aliás, evitar você é quase impossível. Eu tento, eu juro. Eu fiz uma promessa para mim mesma que arriscaria mais. Que iria me permitir sentir mais. Eu não quero ser um robô que tenta controlar todos os meus sentimentos. E afinal, se eu estou aqui, é para viver, não é? Mas as coisas são mais complicadas que parecem. Você apareceu do nada, mas eu sei que quem procurou foi eu. Então, seria injusto dizer que você surgiu sem eu querer de verdade. Mas eu ainda sei muito pouco sobre mim e você bagunça todas as minhas tentativas de autocontrole, sem ao menos saber. Parece que eu chego no meu limite; e eu não faço ideia se são borboletas no estômago ou a minha ansiedade pedindo ajuda.

    Controlar a mim mesma é algo que simplesmente não existe quando você está perto. E o pior é que você nem precisa fazer nada. É só dar um sorriso que parece que alguma coisa no meu estômago se revira 10 vezes seguida, e eu confesso, minha primeira ação é ficar paralisada. E depois querer correr. Eu sei, eu estou me auto sabotando e isso é horrível. É péssimo que a minha cabeça queira fugir de uma coisa que pode se transformar em algo bom.

    Deixar as pessoas entrar às vezes pode ser muito difícil. E eu sei que estou sendo resistente e dura demais comigo mesma. Mas é que eu tenho medo de verdade de depois, eu ter que recolher todos os pedacinhos sozinha. Porque isso já aconteceu antes. E eu tentei te deixar de lado. Tentei não prestar atenção, nem me importar. E funcionou. Por dois dias. Foi só você aparecer de novo que eu já voltei à estaca zero.

    Eu não sei se quero ficar nessa estaca zero. Eu não sei, de verdade, se devo dar uma chance para mim, para você, e simplesmente deixar as coisas acontecerem. É complicado, quando existem dias que a minha cabeça anda a milhão e eu só quero não pensar em nada. Mas não adianta: você achou um lugar na minha mente faz algumas semanas e não saiu mais. Grudou aqui e se recusa a ir embora. E eu confesso que gosto. Às vezes eu fico irritada, e digo pra mim mesma e todo mundo que chega, eu tenho prioridades importantes, mas você se tornou uma prioridade instável no meio de um turbilhão de ansiedades.

    Acho que gosto de não saber o que você vai fazer, mesmo que a instabilidade me assuste um pouquinho. Sempre foi assim. Eu gosto do que é fixo, imutável, e só precisa de cinco minutos para saber que você está bem longe de ser essas duas coisas. Mas talvez isso seja algo positivo para alguém como eu, que corre o risco de se estagnar onde está.

    Eu não quero depositar um monte de expectativas em você. De idealizar alguém que não existe, de imaginar qualidades e defeitos que não estão ali. Eu quero ser mais sincera comigo, com os outros, e não cobrar coisas impossíveis de pessoas que não merecem isso (e ninguém merece). Então, desculpa se no meio do caminho eu vou tropeçando e criando coisas na minha cabeça que nem existem. Eu custumo fazer isso. Mas quero melhorar. Tô aqui, me dispondo a alterar esse hábito.

    Daqui a uma semana, três dias, tudo pode mudar. Talvez a minha opinião não seja mais a mesma. Talvez sua paciência acabe. Mas eu queria colocar isso para fora. Quero dizer que, apesar dos pesares, é muito bom, em alguns momentos, estar próxima de alguém como você.

    September 25, 2017
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    “Gaga: Five Foot Two”, foi lançado na Netflix em 22 de Setembro, na última Sexta-Feira. A proposta do documentário, que possui uma hora e quarenta minutos de duração, é mostrar a trajetória de Stefani Joanne Angelina Germanotta, mais conhecida como Lady Gaga, no último ano. A cantora de 30 anos, durante a época em que tudo foi filmado, estava nas gravações do seu quinto álbum, Joanne, lançado em 2016.

    Essa nova fase de Gaga é bem diferente da que a cantora seguia no início da sua carreira, ou pelo menos até em 2013, com o Artpop. Ela se tornou mundialmente famosa pelo seu talento e pelas suas excentricidades. As roupas, a maquiagem, as performances peculiares e de cair o queixo: tudo isso ajudou Lady Gaga a se tornar uma das maiores cantoras pop da década, mas também auxiliou para que o público tivesse uma imagem mais distante de quem ela era por trás da câmera. E é isso que ela quis mostrar na era Joanne. O figurino principal do CD é o chapéu rosa – que a cantora usa em diversas apresentações -, mas fora isso, Stefani abandonou os vestidos de carne para vestir jeans preto rasgado e blusa branca.

    Não que a sua fase antiga seja motivo de reclamação: cada personalidade que a cantora incorporou teve seu próprio valor e a ajudou a se tornar a artista que é hoje. Isso fica claro, em uma das primeiras cenas do documentário, em que ela revela que uma das maneiras de sentir que ela ainda estava no controle –  enquanto era rodeada por produtores musicais machistas – era, ao invés de apenas fazer uma performance sexy, aparecer sangrando, como uma maneira de lembrar às pessoas o que a fama fazia com os artistas (essa apresentação aconteceu no VMA de 2009).

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    Dirigido por Chris Moukarbel, o documentário escolhe mostrar um lado da vida da cantora que a maioria de nós não conhece. É um tom sensível, que explora diversos momentos da vida de Gaga que foram complicados. Em meio à tudo isso, ela também prepara o novo disco (trabalhando incansalvemente no estúdio), grava a sexta temporada de American Horror Story e espera pela resposta se ela irá ou não se apresentar no Super Bowl (que ocorreu em Fevereiro deste ano).

    Ela é uma pessoa extremamente perfeccionista e a impressão que temos é que Gaga dá o seu melhor em tudo que faz, chegando até mesmo ao seu limite. É possível ver como a fibromialgia (doença que a impediu de se apresentar no Rock in Rio) é algo muito presente na sua vida, a impedindo de muitas coisas. Mesmo contando com um time de médicos e profissionais especializados – segundo ela própria -, a doença é um desafio enorme, causando dores intensas na cantora durante as turnês e os seus compromissos de trabalho. Em um momento de crises agudas de dores, Gaga se pergunta como as pessoas que não possuem os privilégios que ela tem – de ter uma equipe à sua disposição – conseguem enfrentar a doença.

    Seguindo a linha de explorar temas muito pessoais da vida da cantora, nós conhecemos um pouco mais sobre a Joanne, mulher que levou o nome do disco da cantora. Joanne é tia de Gaga, e faleceu aos 19 anos por consequência do lúpus nos anos 80, quando ainda não se sabia praticamente nada sobre a doença (que a cantora também possui, e luta contra faz alguns anos). Joanne também foi uma artista. Ela escreveu poemas, fez desenhos, e influenciou toda a carreira de Lady Gaga, mesmo que a mesma não tenha chegado a conhecer a tia. A canção Joanne é em homenagem à avô de Gaga e ao seu pai. A cena em que ela apresenta para eles a canção finalizada é emocionante.

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    Acompanhamos de perto o lançamento do clipe de Perfect Illusion, a preparação e o lançamento do Joanne (produzido por Mark Rownson, que é figura sempre presente nas cenas do documentário) e os ensaios para o Super Bowl. Para GaGa, esse foi o momento mais importante da sua carreira. Nas suas palavras, não havia algo maior após isso. São horas e horas intensas de ensaio e prepações para todos os detalhes; e é aí que também fica explícito a autoridade da cantora sob os seus projetos. Ela sabe o que faz, tem segurança na sua arte – e no seu talento -, e é extremamente apegada à tudo de suas performances, pois ela não quer fazer nada “mais ou menos”.

    O perfeccionismo de Lady Gaga tem presença forte em todas as cenas. Ela sempre se esforça para que as coisas saíam do jeito que ela planejou, o que também leva a grande estresse e ansiedade, afinal, ela faz diversos projetos ao mesmo tempo, sempre tentando dar o máximo em todos eles, sobrando pouco para a sua vida pessoal. Ela diz que os seus últimos relacionamentos não acabaram bem, e que a fama e o sucesso tiveram influência forte nisso.

    É um documentário honesto, extremamente pessoal, com uma carga dramática e cenas que mostram todas as nuances da cantora e da sua música. Gaga é cantora, atriz, melhor amiga, exigente, líder, e uma mulher que busca fazer o que ama, apesar de tantos tropeços e dificuldades no seu caminho.

    September 21, 2017
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    Às vezes me sinto sem ar. Perdida. Quando a minha ansiedade aparece, tudo para de funcionar. Eu tenho a sensação de que todas as coisas do mundo colidem e começam a acontecer ao mesmo tempo. Piadas, sorrisos, tristezas, dor, mágoa, calor. Tudo. É difícil de enxergar outras coisas, é complicado ver algo que está bem ali, mas eu simplesmente não consigo perceber. Me sinto sufocada. Sozinha. Eu achei que já tinha me acostumado a ficar sozinha, mas recentemente descobri que eu não gosto dessa sensação. Parece que eu preciso de alguém ao meu lado, se não, é complicado funcionar. Ou talvez eu só esteja jogando um monte de expectativas em cima das outras pessoas, o que é injusto. Ninguém pode arrumar a bagunça que você mesmo causa.

    Eu sinto medo. Medo de sair da zona de conforto – e também de ficar parada nela para sempre – de arriscar, de levar um tapa na cara, de me magoar. O medo me paralisa, me impede. É quase pior que a própria ansiedade; ele não me deixa viver, mesmo quando eu sei que deveria dar uma chance para as experiências novas. Engraçado: logo eu, que sempre gostei de rotina, não aguento mais repetir sempre os mesmos passos e cair nas mesmas situações. Cansei de sempre idealizar tudo. Quero começar a agir, mas o que fazer quando parece que o seu primeiro instinto é ficar com os pés fincados no chão? Quando parece que nada de tira daquele lugar?

    Eu sei que vai passar. Eu já aprendi anteriormente que a ansiedade é a coisa mais desafiante que eu já encarei, mas ela não vai ficar aqui por tempo determinado. Eu me esforço, tento uma vez, e mais outra. Insisto. Uma das minhas maiores qualidades é, mesmo depois de conseguir juntar os caquinhos, ter coragem para mergulhar em algo que pode quebrar tudo outra vez.

    Só quero um tempo pra mim.

    Um respiro profundo. Alguns minutinhos.

    Qualquer coisa, que me faça recuperar o equilibrio que eu já tive, mas que agora se perdeu em algum lugar dentro de mim.

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