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  • June 17, 2017
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    Eu sou taurina e comer é uma das minhas atividades favoritas (sério). E ultimamente eu estou experimentando bastante hambúrguer gourmet, algo que se popularizou nos últimos anos. Toda cidade está cheia de restaurantes com essas propostas, e alguns trazem os burgers mais gostosos (e é uma tarefa difícil escolher qual é o melhor, acredite). Nesse post eu selecionei os meus restaurantes favoritos de hambúrguer – falando também sobre os preços – de Florianópolis. E já que essa é uma cidade turística, fica aqui as dicas para quando você visitar Floripa, já estar sabendo onde comer!

    P.S: Todas as fotos utilizadas neste post são de autoria dos estabelecimentos citados.

    São Paulo Hamburgueria

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    Endereço: Rua Gentil Sandin, Praia Comprida, São José (SC).

    Faixa de preço: $$ (Mediano)

    Um dos meus restaurantes favoritos, o São Paulo, tem burgers deliciosos e com tamanhos consideráveis (também sempre vem a batata frita e o molho como acompanhamento). O meu favorito é o Barueri, que custa apenas R$20,00. O preço dos outros burgers mais elaborados varia (o que o meu irmão adora é R$26,00). É um local ótimo para ir com amigos, bem descontraído, e que tem preços bem legais pra quem não quer gastar muito. Em 2016, o São Paulo foi considerado o dono do melhor hambúrguer de Floripa!

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    Gourmet Burger Market

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    Endereço: Rua Desembargador Pedro Silva, 2045, Coqueiros

    Faixa de preço: $$$ (Se você estiver disposto a gastar mais!)

    Esse é o meu restaurante preferido da lista. Mas é também um local que eu vou mais em ocasiões especiais, porque o preço dele é mais salgado. Porém, a comida, os drinks e o ambiente compensam. É um local para comemorar com os amigos, e também ideal para quem é super exigente com a qualidade da comida. Os hambúrguer são extremamente deliciosos, e as porções acompanham dois molhos, fritas ou onion rings. O meu prato favorito é o Fiesta (R$47,00) que serve duas pessoas. Os burgers são super elaborados, então se você gosta de algo diferente e mais inusitado, o Burger Market não vai te decepcionar. As sobremesas também são ótimas.

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    Nobre Burger

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    Endereço: Rua Santo Antônio, Barreiros, São José

    Faixa de preço: $ (Muito barato!)

    Se você está naquela fase de ter que economizar muito, mas mesmo assim não quer deixar de lado o sagrado hambúrguer, a Nobre é o melhor local para comer bem e pagar pouco em Floripa, acredite! E só porque o preço é baixo não significa que a qualidade não seja boa: pelo contrário, é tudo muito bom, bem feito e delicioso. O burger classic, que é o mais simples (e o meu favorito, porque eu, surpreendentemente, não gosto de burgers muito elaborados) custa apenas R$16,00, com fritas. A maionese verde deles também é uma das melhores que eu já provei. Ah, e eles também tem hot dogs. Eu nunca provei, mas eles são bem elogiados!

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    Bartô Burger Lounge

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    Endereço: Rua Koesa, 99, Kobrasol (São José)

    Preço: $$ (Mediano)

    O Bartô tem um lugar especial no meu coração, porque ele foi o responsável por iniciar a minha paixão por burgers gourmet. As porções são bem grandes, os preços são bons, os burgers são ótimos e um dos destaques é a batata frita com queijo, um dos melhores pratos do restaurante. O restaurante também é um bar com música ao vivo e que oferece vários drinks diferentes. É um ponto de encontro para aquela saída depois do trabalho, ou para comemorar um aniversário, como eu mesma já fiz.

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    E você, tem algum restaurante que é o seu favorito?

    June 15, 2017
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    Nos últimos meses eu passei por várias mudanças, e nada melhor do que o blog acompanhar isso também. Afinal, esse é o meu espaço (e de todos os leitores que passam por aqui) e eu sinto que o Elas Disseram também tem que refletir a minha personalidade no visual. E é justamente por isso que o novo layout está um pouco mais sóbrio, com ícones que lembram o feminismo – um assunto que eu venho falando cada vez mais aqui, e que começou definitivamente a fazer parte da minha vida em 2014 -, e com duas cores tão opostas, mas que combinam perfeitamente: o preto e o cinza. No banner também está presente as ilustrações de flores, que são especiais para mim: eu tatuei em Maio deste ano duas rosas no braço, em preto e branco, com detalhes em sombreado.

    Pensando nessa nova fase, eu elaborei uma pesquisa rápida para que vocês deem as suas opiniões e eu possa descobrir como estão os gostos dos leitores. Mesmo que você conheça o blog faz poucos dias ou nos acompanhe há mais de um ano, eu gostaria de pedir a sua participação. Ela é bem importante pra mim!

    A responsável pelo novo layout é a querida Sara Silva, que sempre me acompanha nas mudanças de visual do blog. Ela fez o primeiro layout do blog – lá em 2011 -, e desde então continua sendo a responsável por todos os que vieram em seguida. E eles sempre ficam do jeitinho que eu quero (a Sara já conhece o meu gosto, né?). Eu super indico o trabalho dela!

    June 13, 2017
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    A minha parte favorita de beleza, quando se fala em maquiagem, é o batom. A MAC fez eu me apaixonar por batons quando eu experimentei o Ruby Woo pela primeira vez e descobri que não poderia mais viver sem ele (é sério: pra mim batom vermelho não é para ocasiões especiais, é para usar todo dia!). Ultimamente eu ando experimentando alguns diferentes de marcas brasileiras que trazem preços legais e também tem uma ótima qualidade. E a gente sabe que o preço muitas vezes conta sim, na hora de escolher uma make.

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    Natura relançou em 2017 uma de suas linhas mais famosas, a Faces. Com uma pegada mais urbana e moderna, e também levantando a bandeira de que a make da marca é feita para mulheres e homens, eles também repaginaram a embalagem (eu adorei o preto com o branco). Eu experimentei os batons cremosos. O meu favorito e o que eu uso bastante é o Cereja Drama.

    Os cremosos são ideais para quem gosta de batons bem simples de passar, e que não gosta muito do estilo do matte (que fica bem sequinho na boca mesmo. Eu adoro mas conheço muitas pessoas que não curtem), e a durabilidade dele é boa para um batom cremoso, mas é para quem tem paciência de retocar durante o dia. A cor é super intensa, e esse foi um dos fatores que eu mais gostei.

    Como eu realmente gostei da linha, comprei um matte (o Shock in Pink) e vou experimentar em breve. O bom é que o preço é super amigável e a linha cumpre com o prometido. Essa semana eu vi que também foi lançado os batons líquidos, uma novidade a mais na linha Faces. Ou seja, tem estilos para todos os gostos. No site é possível encontrar todos.

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    Outra linha que eu experimentei também este ano foi a da Mary Kay. Eu gosto bastante dos produtos da marca, mas ainda não tinha nenhum batom. Por meio de uma amiga eu vi todas as cores e fiquei apaixonada (eu gosto de tons fortes, como vermelho e roxo). A única cor cheguei que faltava era um rosa. Eu tenho o Paparazzi pink – que faz parte da linha matte – e ele se tornou um dos meus batons mattes favoritos. A duração é muito boa, e mesmo que você coma e tome água ele não sai mesmo (eu preciso repassar somente uma vez ao dia).

    Quando se trata de batons que prometem longa duração, o da Mary Kay não decepciona e vale o preço, que é um pouco mais salgado que o da Natura, por exemplo. Ainda não experimentei os líquidos, mas uma amiga testou e ele sai ainda menos que o matte, e possui uma pigmentação bem alta.

    O ponto forte também são as cores, que são super variadas (dos nudes, aos intermediários, até os tons chamativos). Todas as linhas estão disponíveis no e-commerce.

    June 8, 2017
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    Um dos meus temas favoritos para falar aqui no blog é música, e eu amo descobrir artistas novas. Ultimamente eu ando tentando inovar e conhecer artistas que não são só do círculo EUA-UK, que a gente sempre ouve nas rádios; e o Spotify é o melhor amigo na hora de conhecer novas músicas boas. Nos últimos meses eu conheci duas cantoras da Escandinávia que se tornaram as minhas favoritas atualmente: Astrid S e a Zara Larsson. Nesse post eu indico mais algumas que valem muito a pena ouvir!

    Aurora

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    Ouça Siga

    Se você ainda não ouviu Aurora, corre! A norueguesa de 21 anos já tem vários fãs aqui no Brasil, e ela explodiu na Europa com a sua voz doce, que embala músicas com letras profundas que falam sobre diversos assuntos; as músicas dela tem um toque bem diferente, e um clima bem inovador na indústria musical. Aliás, o instrumental é um dos grandes destaques das músicas de Aurora. Todas as letras são escritas por ela, e a cantora disse que as suas músicas são sobre aceitar as coisas obscuras sobre si mesmo. Eu a conheci por meio da trilha sonora de Skam. Ah, e ela vai passar pelo nosso país em Outubro, com show em SP e RJ!


    Julia Michaels

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    OuçaSiga 

    Julia Michaels cresceu em Santa Clarita, na Califórnia, e desde cedo ela já tinha habilidade para fazer o que faz de melhor: escrever músicas. Muitas vezes nós não sabemos quem está por trás de grandes sucessos dos artistas pop, e assim como Sia, ela passou anos escrevendo para artistas e emplacando músicas nas rádios (Hands to Myself, Good for You, Sorry, Love Myself, todas foram escritas por ela!) e não pensou em cantar – segundo Julia, ela sempre preferiu ficar por trás das câmeras -, mas foi o presidente de uma das gravadoras do qual ela trabalhava que insistiu nela. O seu primeiro single, “Issues”, foi um sucesso. Ela diz que quer fazer músicas emocionais, que faça as pessoas sentirem algo.


    Sigrid

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    OuçaSiga

    Sabe aquele pop de qualidade que a galera da Noruega/Suécia/Dinamarca faz tão bem? Esse é o som de Sigrid Solbakk Raabe, que começou a sua carreira em 2013, e lançou em 2017 – aos 20 anos – o seu primeiro EP, intitulado de “Don’t Kill My Vibe”, que também dá título ao seu single principal. Uma mistura de eletrônica com letras chicletes e elaboradas (sim, tem muitos artistas pop cheios de conteúdo por ai!) ela é uma das promessas deste ano. Mas no catálago também tem espaço para baladas mais calmas, como “Dynamite“, que mostra a sua voz poderosa.

    June 4, 2017
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    Título: Wonder Woman (Mulher-Maravilha)

    Lançamento: 1 de junho

    Direção: Patty Jenkins

    Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, David Thewlis, Danny Huston, Elena Anaya

    Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

    Não é exagero dizer que Mulher-Maravilha é um dos filmes mais aguardados de 2017. Criando expectativas desde o ano passado, o longa dirigido pela californiana Patty Jenkins pode ser considerado uma das melhores estréias do ano. A protagonista Diana (Gal Gadot) foi criada desde criança em uma ilha, vivendo cercada pelas Amazonas. Para quem não as conhece, essas são as mulheres – na mitologia grega – participantes de uma nação de guerreiras. Elas vivem em comunidades exclusivamente femininas. Diana é filha da rainha das Amazonas, e ela sempre teve interesse em aprender a lutar e a se defender.

    Mesmo criança, ela queria fazer parte daquele grupo de mulheres poderosas e que eram mestres no arco e flecha e na luta. Desde as suas primeiras cenas, o filme já nos dá um banho de girl power. São personagens independentes e interessantes a cada cena nova; desde a mãe de Diana, até a guerreira Antiope que a ensina a lutar. Ou seja: em cinco minutos de filme, ele já cumpre a sua proposta de colocar os personagens femininos em uma visão totalmente diferente do qual elas são mostradas em filmes de super-heróis. Elas não estão ali para figuração ou ser alvo de piadinhas.

    Diana cresce e com o tempo adquire as habilidades das suas companheiras, se tornando uma das melhores Amazonas. Tudo ocorria relativamente bem – a paz estava instaurada – até a chegada dos soldados alemães na ilha, e de um soldado britânico em especial, Steve (Chris Pine) que era um espião. O longa se passa durante a primeira guerra mundial, e Diana não tinha nenhuma noção de que uma guerra enorme matava milhares de pessoas no mundo dos humanos; ela, instantaneamente, quer sair da ilha para lutar. As amazonas acreditam que a única pessoa que pode destruir Ares – o deus da Guerra, na mitologia – o homem responsável por influenciar os seres humanos a serem ao egoístas e fazer a guerra, seria uma amazona, que nesse caso, é Diana.

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    Mesmo com o medo da sua mãe, Hipólita, de perdê-la, Diana parte para a primeira guerra mundial na companhia de Steve. A guerra não é apenas um pano de fundo para a história da protagonista: ela é um dos arcos principais da história, motivando a indignação da personagem e a sua força, que a tornam uma super-heroína. As cores utilizadas nessa parte do filme, diferente das do início, são frias e cinzas, representando o terror das cidades da Europa durante a guerra. Detalhes são mostrados, como as lutas das tropas alemãs e britânicas nas trincheiras, assim como uma representação plausível de todo o sofrimento que a população sofria, ao morrer de fome e violência durante a guerra.

    Diana acredita que o responsável por tudo isso é Ares, que motivou os homens a agirem dessa forma, numa tentativa de mostrar aos Deuses do Olímpo que Zeus havia errado ao criar os humanos. Mas enquanto age, ela precisa se adaptar também à realidade de Londres: as cenas em que o machismo fica explícito são muitas. O tema é abordado o tempo todo durante o longa, quando a personagem é constantemente descreditada da sua inteligência, tirada do seu lugar de fala e excluída pelos homens. Diana é inteligente, sabe falar diversas línguas e tem um senso de estratégia enorme: mesmo assim, os personagens masculinos só compreendem o seu valor quando ela demonstra a sua força física, ao derrotar e impedir milhares de mortes.

    WONDER WOMAN

    As cenas de ação merecem um destaque à mais. As lutas foram perfeitamente orquestradas e a Gal Gadot rouba todos os minutos de tela. Ela se encaixou perfeitamente na personagem, e acreditamos na sua força e torcemos por ela a todo momento. É impressionante como as cenas em que Diana luta foram muito bem feitas; é incrível poder ver finalmente uma super-heroína no cinema tendo esse espaço para mostrar que elas também são capazes. Grande parte da simpatia que temos pela protagonista se deve à atriz, que nos conquista desde o primeiro momento.

    Diversos nuances de Diana são mostrados: ela também tem um lado ingênuo, que não conhece muito do mundo dos humanos, ao mesmo tempo que aprende tudo rapidamente, e não deixa que ninguém a diga o que fazer. Sempre que é questionada sobre as suas convicções, ela insiste e não desiste das suas ideias e dos seus conceitos.

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    O elenco está afiadíssimo e o filme reúne tudo de interessante que um longa pode ter: uma trama bem trabalhada – aos seu detalhes, sem nada feito às pressas -, momentos irônicos e alfinetadas (feitos com maestria por Gal Gadot, quando a personagem afirma que uma mulher não precisa de um homem para satisfazer o seu próprio prazer), romance, cenas de luta empolgantes e uma trilha sonora bem feita.

    Um dos trunfos do filme é a luta da Mulher-Maravilha com o Ares. Também rolam alguns plots twists bem legais, que deixam o telespectador surpreso. Eu confesso que eu saí do cinema super feliz, porque o filme foi ainda melhor do que eu esperava. Dá uma alegria enorme ver um longa tão bem feito que representa as super-heroínas e as mulheres de uma maneira honesta e importante. Representatividade importa sim, e fica claro que a visão do mundo feminino fica bem diferente quando o filme é dirigido por uma mulher (é algo óbvio, mas constantemente ignorado na indústria cinematográfica).

    Concluindo: chama as amigas, a família inteira, e vá assistir ao filme, porque você não vai se arrepender!

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