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    Filme: Extraordinário

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    Playlist: Dezembro

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    Série: Atlanta

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    Música

    As mulheres indicadas ao Grammy

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  • September 18, 2017
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    Eu já comentei aqui no blog como vlogs de viagem é uma das minhas categorias favoritas no Youtube. Eu já peguei muitas dicas assistindo vídeos e anotando o que me interessava, principalmente se é de algum destino que você vai em breve. Pensando nisso, selecionei os meus favoritos (mais recentes) que mostram um pouquinho de cada cidade, seja na América Látina, América do Norte, ou em outros locais legais.

    No início de 2017 eu fiz alguns posts sobre o estado da Georgia e a cidade de Nova York. No final de Dezembro e início de Janeiro eu pretendo trazer também alguns vídeos aqui para o blog, como se fosse um diário de viagem, mostrando alguns lugares legais que valem a pena conhecer! Vocês curtem a ideia?

    Peru

    Argentina

    Londres

    Portugal

    Nova York

    September 11, 2017
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    Eu já fiz muitos posts aqui no blog indicando cantores e bandas relativamente “novas” (que ainda não são conhecidas pelo público no geral aqui no Brasil), mas faz um longo tempo que eu não trago novidades; e o Spotify facilita a nossa vida no quesito conhecer artistas novos que valem a pena. 

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    King Nun (UK) – Ouça/Facebook

    Assinados pela importante gravadora britânica Dirty Hit (a mesma do The 1975) no final de 2016, a banda é formada por quatro garotos bem jovens: Theo no vocal, James na guitarra, Nathan no baixo e Caius na bateria. Eles trouxeram à tona o grunge, que andava meio esquecido no cenário de bandas contemporâneas (principalmente formada por integrantes na faixa etária dos 18-25 anos). A banda já lançou alguns singles este ano, que foram bem recebidos pelo público e os críticos no cenário alternativo. O sucesso resultou em passagem por festivais importantes, como o Reading e o Leeds. Destaque para a voz do vocalista!

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    Pale Waves (UK)Ouça/Facebook

    O Pale Waves pode até parecer uma banda gótica olhando de primeira, mas não se deixe enganar. Apesar da presença das guitarras, o som deles é bem pop e gostoso de ouvir, com inspiração nas músicas animadas dos anos 80. O grupo de Manchester já tem o primeiro álbum confirmado para 2018 (antes um EP será lançado), e a expectativa é grande. Após marcar presença em festivais, eles lançaram o segundo single, “Television Romance”, que segue a vibe do primeiro, “There’s a Honey.” A banda traz uma garota no vocal, Heather Baron-Gracie, Ciara Doran na bateria, Hugo Silvani na guitarra e Charlie Wood no baixo.

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    Superfood (UK) – Ouça/Facebook

    Formado pelo duo Dom Ganderton e Ryan Malcolm, a banda anteriomente era formada por quatro integrantes, e um CD já havia sido lançado. Porém, após assinar com outra gravadora, eles repaginaram o seu som e se tornaram um grupo mais experimental, que não tem um gênero muito definido. E essa é a graça do Superfood, que nasceu em Birmingham. No novo disco – lançado em 8 de Setembro – intitulado de “Bambino”, cada faixa tem sua essência. É um álbum para dançar e se divertir, e uma das melhores novidades britânicas do ano. Não deixe de ouvir: Unstoppable, I Can’t See e Double Dutch.

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    Me And The Julios (Noruega) – Ouça/Facebook

    Depois que eu conheci Skam, me empolguei para ouvir música norueguesa, algo super presente na série. Foi assim que eu conheci Me And The Julios, banda de Oslo. Eles tem um som bem rock, mas um pouco diferente do indie norte-americano e britânico que nós estamos acostumados. É legal para quem quer conhecer bandas diferentes mesmo, e a Escandinávia é ótima para isso. Vale super a pena fuçar no Spotify. A banda é composta por Sigurd Hollen, Herman Friis, Sverre Fuglevaag, Henrik Løvmyr e Pia Alette. Na ativa desde 2013, eles são bem fortes no cenário musical da Noruega.

    September 8, 2017
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    Arte: Juliana Senra

    Arte: Juliana Senra

    No final de Agosto, todo mundo ficou sabendo de mais uma notícia que deixou explícito o quanto as mulheres sofrem com o abuso sexual no Brasil. Uma passageira no ônibus foi alvo de Diego Ferreira de Novais, que ejaculou no seu pescoço. O caso ganhou uma repercussão maior quando o juiz responsável pela causa – José Eugenio do Amaral Souza Neto – não considerou a situação como estupro. Nas palavras dele: “Na espécie, não entendo que houve o constrangimento, tampouco violência ou grave ameaça (…)”.

    O autor do crime já possuía diversas passagens pela polícia por acusações de estupro. Ele foi liberado no dia 30 de Agosto, e no dia seguinte, cometeu o crime novamente, contra outra mulher no transporte público.

    Notícias como essa chocam, revoltam e nos causam desprezo. Mas para muitas mulheres, elas infelizmente não são novidade. Quando eu soube da posição do juiz, eu não fiquei supresa. Porquê no Brasil, nossos direitos são negados e crimes como o abuso sexual passam ímpunes. Eu já vi milhares de vezes isso acontecer; todas nós também vemos, por meio de nossas amigas, colegas, conhecidas, e celebridades. É difícil ser mulher. É difícil resistir todos os dias. Seja no ônibus, na rua, no trabalho, ou até mesmo em nossa própria casa.

    Uma semana antes deste crime acontecer, eu havia testemunhado mais exemplos de como o machismo nos atrapalha diariamente. Não que eu já não tivesse certeza disso, mas vê-lo na sua frente é ainda mais perturbador, e magoa. Duas vezes na mesma semana, eu sai de casa cedo para ir ao centro da cidade (fazendo o caminho de todos os dias), e um homem se aproximou de forma abrupta de uma mulher, enquanto seguia ela pela rua. Ela, nervosa, andava rápido; mas ele insistia. No próximo dia, ele fez o mesmo comigo. E tenho certeza que continua repetindo esse comportamento com outras mulheres.

    Quando eu relatei o que aconteceu em casa, recebi os mesmos conselhos que eu ouço há anos. “Toma cuidado”, “não responda, não se mete com esse tipo de homem, você não sabe o que ele pode fazer.” Nós crescemos ouvindo isso. Nós passamos a vida inteira tendo que tomar cuidado, carregando um medo enorme com a gente, porque não sabemos do que o agressor é capaz. Eu reagi uma vez, quando um homem dentro de um táxi gritou uma cantada para mim, e eu sai atrás do carro e o confrontei.

    O fato é claro: não somos nós que precisamos mudar o nosso comportamento. São os responsáveis que precisam tomar essa atitude.

    Arte: Joana Plautz/Texto: Bê Brandão

    Arte: Joana Plautz/Texto: Bê Brandão

    O resultado da indignação criou o projeto #MeuCorpoNãoÉPúblico, promovido no Catarse e criado por Agatha Kim e o grupo Mad Women, que tem como intuito gerar uma resposta e um sentimento de união entre nós, mulheres. “Um movimento de solidariedade a ela e a todas as mulheres que sofrem abusos diários dentro do transporte público. Esse movimento é para abrir os olhos de que essas histórias acontecem.”

    As mulheres criaram diversos banners que podem virar panfletos, T-shirt, enfim, tudo que você quiser. Nós temos passe livre para divulgar todas as artes, e o projeto nos incentiva a imprimir e colá-los pela cidade, no metrô, no ponto de ônibus, onde você preferir. Você pode acessá-los todos aqui.

    As ilustrações misturam criatividade, textos e desenhos que representam essa campanha de maneira sensacional. Divulgue, mande para as amigas e todo mundo que você conhece! E se possível, apoie o projeto no Catarse também.

    Arte: Juliana Rocha

    Arte: Juliana Rocha

    September 7, 2017
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    Lançado em Agosto, uma das produções mais aguardadas da Netflix neste ano foi The Defenders, que uniu os quatro heróis da Marvel, que ganharam suas próprias séries no serviço de streaming. Todos esses quatro personagens, apesar de serem muito diferentes entre si – e complexos – apresentam uma semelhança: eles carregam um pouco de antí heroísmo em suas personalidades. Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter), Danny Rand (Finn Jones) e Matthew Murdock (Charlie Cox) não são heróis óbvios, que ganham super poderes e querem salvar todo mundo. Os quatro possuem trajetórias difíceis. Apesar de Jessica, Luke e Matthew agradarem muito mais o público em geral que Danny – o Punho de Ferro -, este último ganha nuances diferentes em The Defenders que o tornam um pouco mais crível.

    Na produção, os personagens precisam se unir para enfrentar o Tentáculo, uma organização que consegue monopolizar não apenas Nova York, mas lugares no mundo inteiro, com o seu poder e influência enormes, que interferem não apenas em empresas que controlam bilhões de dólares, mas na vida dos próprios nova iorquinos, e dos nossos quatro protagonistas também. Em Iron Fist já foi possível entender mais sobre o Tentáculo, que apareceu pela primeira vez em Daredevil.

    Eles não se encontram de primeira, mas os seus caminhos se cruzam, apesar de alguns deles já terem uma história antiga, como Luke e Jessica. O confronto inicial dos quatro não é tão amigável: Danny e Luke, por exemplo, possuem milhares de diferenças. Enquanto o primeiro é um milionário dono de uma das empresas mais importantes de NY e cresceu no luxo, o outro vive no Harlem, e é responsável por tentar tirar garotos negros jovens da cena de crime do bairro. Um dos diálogos mais interessantes da série acontece entre os dois: Danny afirma para Luke que o dinheiro não o define, e esse responde para ele, que ele já nasceu com poder. É uma cena clara que alfineta o privilégio branco enorme que o personagem de Finn Jones carrega consigo.

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    Duas personagens que também ganham um merecido espaço durante os oito episódios são Claire (Rosario Dawson) e Colleen (Jessica Henwick). Elas não possuem nenhum super poder, mas isso não tira o fato de que ambas se estabelecem como verdadeiras heroínas durante a história. Claire e Collen possuem os seus próprios “poderes”, e elas lutam com as armas que possuem. Claire, que é uma personagem bem conhecida, possui todas as suas habilidades como enfermeira, mas em The Defenders ela se arrisca também a lutar, e se transforma em uma amiga importante para Colleen.

    Colleen lutou artes marciais durante a sua vida inteira, e além de ser uma lutadora experiente, ela também é corajosa e é responsável por, em muitos momentos, incentivar Danny (que acaba levando o título de “herói”) a se arriscar e buscar fazer o que é certo. Porém, a sensação que nós temos é que sem Colleen, ele não teria nem metade da força que possui. Eu acredito também que a personagem poderia ser mais explorada e ganhar um destaque que não esteja tão vínculado ao Punho de Ferro. E os primeiros passos, digamos assim, foram dados no arco entre ela e Claire.

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    Apesar de serem os grandes protagonistas da história, Os Defensores contam com a ajuda de outras pessoas, como Misty Knight, que havia sido uma das grandes aliadas de Luke durante Luke Cage. As cenas de luta e ação ganharam uma qualidade de um nível superior às cenas de Iron Fist, por exemplo. Dessa vez, é impossível não tirar os olhos da tela. Cada episódio conta com um clímax que além de nos surpreender, faz quem está assistindo apertar no “play” para o próximo episódio em segundos. Os vilões, como Alexandra (Sigourney Weaver) nos convencem, e são mais complicados que qualquer coisa que cada um dos heróis já enfrentou.

    Destaque também para a amizade desenvolvida entre Jessica e Matthew, que promoveram as melhores cenas da série quando estavam juntos. Eu confesso que estava morrendo de saudades de Jessica Jones, que apareceu pela última vez em 2015. A segunda temporada de JJ já foi confirmada (CHEGA LOGO!)

    Os oito episódios de The Defenders mesclam ação com bons diálogos e cliffhangers que deixam qualquer um de boca aberta, tudo isso com episódios que possuem em torno de 50 minutos.

    August 26, 2017
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    Taylor Swift - ReputationCredit: Mert & Marcus

    Três anos se passaram desde o lançamento do último álbum de Taylor Swift – o 1989, que lhe rendeu o Grammy de “Álbum do Ano” – e depois de muitas premiações, singles e uma parceria com ZAYN em I Don’t Wanna Live Forever, Taylor anunciou o seu sexto disco. Não é segredo que em todos os seus CDs ela tenta trazer uma roupagem diferente e um toque inovador às suas músicas. Foi assim desde o início da carreira, em 2006, e ao revelar o título do novo projeto, “Reputation”, nós já imaginamos que uma fase diferente vai surgir.


    Após deletar todos os posts das suas redes socíais (não sobrou nada!) ela postou alguns vídeos de uma cobra no seu Instagram e Twitter, fazendo uma clara referência as polêmicas que a midia a envolveu no início de 2017. Taylor fez piada da própria crítica que faziam a ela, e é dessa ideia que nasce o single “Look What You Made Me Do”, escrito por ela e Jack Antonoff, responsável por produzir o Melodrama de Lorde.

    O single traz uma batida dançante, porém mais “pesada” – que lembra as canções atuais da Lorde – e com uma letra bem sincera e cheia de mágoas: “Eu não gosto dos seus joguinhos, não gosto do seu palco pendurado, o papel que você me forçou a fazer de tola, não, eu não gosto de você”.

    Como fã – mas tentando ser imparcial – eu confesso que gostei muito da canção e acho que ela tem potencial para ser hit. Analisando toda a trajetória da Taylor, eu a considero uma compositora incrível e ela tem capacidade para expressar todos os seus sentimentos (raiva, coração partido, fim de relacionamentos, alegria) com maestria. Sim, ela expõe o que sente. E qual seria a graça da música se ela não fosse honesta de verdade?

    Inclusive, o Valkírias – um dos sites que eu mais gosto – fez um texto sobre isso.

    O clipe será lançado no Domingo, e “Reputation” em 10 de Novembro.

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