• d66ce951f1e176b5424b87e2a6a84dec
    Comportamento, feminismo

    Podcasts que eu amo e indico #1

    ver post
  • Arte por Camila Rosa (@camixvx) no Instagram.
    Amor, Comportamento

    Ficar sozinha me torna confiante

    ver post
  • ee1bf6647f89d2b3cbd6c9d5643ead8d
    Textos

    Talvez

    ver post
  • ef5be07191f28d76d6fd874d513e286a
    Playlist

    Playlist: Junho

    ver post
  • Dezembro 1, 2018
    postado por
    d7c4f8272df21bdae9d45345439cf090

    Dezembro chegou com álbuns novos à pleno vapor, já no primeiro dia do mês. Tivemos o lançamento do tão aguardado terceiro álbum da banda britânica The 1975, que não lançava inéditas desde 2016. “A Brief Inquiry Into Online Relationships“, trás a evolução do grupo de diversas formas: seja nas letras – que abordam as drogas, a superação dos vícios, o medo da morte, relacionamentos, traições e o mundo moderno -, ou nos instrumentais (que a banda sempre apostou) como o jazz, mas que dessa vez, aparecem para ficar e dão uma sonoridade ainda melhor para o grupo. É um álbum para se ouvir do início ao fim, é diferente, criativo, e tem até uma narração da Siri em “The Man Who Married a Robot.”


    Novembro 27, 2018
    postado por

    photo-1527936599657-e6d24be0c95c

    Para todos os cidadãos do mundo,

    eu quero que vocês saibam que eu entendo.

    Eu entendo esse sentimento de acolhimento que vocês sentem quando o vento bagunça os cabelos e o primeiro pensamento é “eu estou, finalmente, em casa.”

    E eu entendo que por um milésimo de segundo, esse pensamento é real, mas assim como o tempo, nada dura. A sensação de ter encontrado o seu lugar no mundo é viciante a ponto de, diferente de outros tipos de dependência, você desejar que não seja infinita, porque a procura é quase tão instigante quanto o encontro.

    Eu sei que as células do nosso corpo se renovam milhares de vezes durante a vida e isso significa que a pele que um dia morou nos lugares que vocês pisaram já não existe mais. Mesmo que voltássemos para cada pedaço de cidade que já desbravamos, nada seria igual, porque nós já morremos e renascemos muitas vezes em todos esses anos.

    Mas podem ter certeza: o mundo nos ensina diariamente sobre a selvageria que é dançar no meio da tempestade. Não importa o tamanho do oceano e nem a maneira que ele intimida o resto do planeta – de qualquer forma, ele continua sozinho, perdido dentro da sua própria intensidade.

    Os seus sonhos são mais profundos do que o universo, e é por isso que nós nos perdemos nas curvas das cidades durante a noite, observando os bares cheios e os ônibus apressados correndo pelas avenidas. Se você algum dia já se perguntou onde diabos estava o mapa, saiba: você é o mapa e a sua missão é se encontrar.

    Nós somos aquelas pessoas que já atravessaram o céu inteiro e puderam enxergar de longe as veias que interligavam uma cidade a outra. Como almas livres que somos, sentimos o desejo de aproximar a visão e nadar com as estrelas que brilham nas entranhas das cidades.

    No ato de liberdade mais corajoso, vimos que, assim como todos os lugares do mundo, existem veias dentro de nós que pulsam tão intensamente quanto.

    Para todos os cidadãos do mundo,

    quero que vocês saibam: eu nunca vou descansar a minha alma. Para sempre serei o ser mais inquieto do planeta que possui mistérios que lugar nenhum será capaz de desvendar, mas que jamais vai perder o interesse pela tentativa.

    Cada centímetro de mim tem um pouco de vocês, porque nós somos os mesmos, apesar de não sermos.

    Para todos os cidadãos do mundo,

    quando vocês estiverem beijando os lábios de uma cidade e pensando em outra, que não esqueçam: o passado é o motivo da nossa nostalgia. No exato agora, somos as almas que se abrem para as veias que ainda não foram descobertas. Jamais seremos inteiros novamente, pois deixamos pedaço de nós em todos os cantos que já passamos. Esse é o preço que se paga por amar tão intensamente todos os lugares do mundo.

    Novembro 21, 2018
    postado por
    MV5BOTQyMDYwNDMyOV5BMl5BanBnXkFtZTgwMjM4NTIzNjM@._V1_

    Título: O Mundo Sombrio de Sabrina

    Onde: Netflix

    Criador (a): Roberto Aguirre-Sacasa

    Elenco: Kiernan Shipka, Miranda Otto, Lucy Davis, Ross Lynch, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Richard Coyle, Tati Gabrielle, Lachlan Watson

    Sinopse: Prestes a completar dezesseis anos, a jovem Sabrina Spellman (Kiernan Shipka) é obrigada a tomar uma decisão crucial que mudará sua vida para sempre. Ela deve escolher entre o mundo das bruxas e o mundo dos mortais, enquanto luta para proteger a família e os amigos de forças sombrias que os ameaçam.

    Inspirado na versão em HQ publicada pela Archie Comics, “Chilling Adventures of Sabrina” trás uma roupagem sombria do seriado que fez tanto sucesso nos anos 90, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, que foi ao ar de 1996 até 2003. No remake de 2018, lançado na Netflix em 26 de Outubro, Sabrina Spellman (Kiernan Shipka) é uma adolescente que vive com suas tias, Zelda (Miranda Otto), Hilda (Lucy Davis) e o primo mais velho, Ambrose (Chance Perdomo). Os seus pais morreram em um acidente de carro. Apesar de saber pouco sobre eles, é do pai e da mãe que Sabrina herdou sua maior característica: ela é metade humana e metade bruxa. Seu pai era o Sacerdote da Igreja da Noite, que promove à adoração a Satã e que as bruxas fazem parte, na cidade de Greendale. É no seu aniversário de dezesseis anos que Sabrina precisa escolher se vai assinar o livro que promete sua alma e devoção eterna ao Diabo, e que consequentemente, lhe dará seus poderes completos de bruxa.

    Esse é o ritual que toda a comunidade bruxa tem completo orgulho de fazer parte. É quando uma bruxa finalmente deixará sua infância para trás e ingressará na Academia de Artes Ocultas, que possui o propósito de ensinar todos os conhecimentos necessários que ela precisa saber. Porém, nossa protagonista foge um pouco da normalidade: questionadora e de personalidade forte, Sabrina sempre possuiu um elo forte com a sua vida humana. Suas melhores amigas, Rosalind (Jaz Sinclair) e Susie (Lachlan Watson) possuem uma forte conexão com ela. Sem falar no seu namorado, Harvey (Ross Lynch) pela qual ela é apaixonada. Caso ela escolha assinar o livro, vai precisar deixar toda a sua vida humana para trás.

    chilling-adventures-of-sabrina-102.w700.h467

    É na primeira leva de episódios que já conhecemos as nuances da personagem principal, tão bem trabalhadas. Apesar de sua teimosia não agradar todos os telespectadores da série, Sabrina é uma adolescente forte, que acredita nas suas convicções. A série trabalha o elemento do feminismo muito bem, seja na representação da importância dos exemplos da tia Zelda Hilda, e na amizade que Sabrina desenvolve com suas amigas Susie e Rosalind. Susie se define como queer gender fluid, e sofre bullying na escola pelos garotos do time de futebol; sua amiga bruxa acaba usando os seus poderes para protegê-la, e de certa forma, empoderando Susie, que também possui sua própria jornada ao longo dos dez episódios.

    Por sua personalidade que Sabrina nega assinar o seu nome no Livro da Besta. Ela teria que abdicar de sua vida humana, deixando todas as suas escolhas de lado para sempre estar devota ao Diabo, que é o grande líder da Igreja da Noite. Esse é um dos primeiros dos seus vários atos de rebeldia. É também por essa decisão que ela entra em confronto com Prudence (Tati Gabrielle), bruxa que cria uma espécie de rivalidade com Sabrina.

    Um dos diálogos mais legais da série

    Um dos diálogos mais legais da série

    Mas não só da protagonista permeiam-se os episódios. Os personagens secundários – que em muitos momentos, também quase se tornam principais – conquistam o coração de quem está assistindo. Ambrose faz o papel de primo mais velho experiente e fiel escudeiro de Sabrina, que auxilia-a na execução de alguns feitiços. Por ter cometido um crime no passado, ele paga sua penitência estando aprisionado na casa que a família mora em Greendale. Mas nem por isso ele deixa de interagir com outros personagens, ganhando seu próprio arco e outras camadas. Descrito como um personagem panssexual, sua sexualidade é explorada em alguns momentos da série; porém, talvez se dê atenção demais somente para esse quesito, e eu espero que na segunda temporada ele ganhe destaque por outros arcos também, que se aprofundem mais na trajetória de Ambrose.

    As narrações de Rosalind e Susie também ganham destaque. Os amigos de Sabrina possuem o seu próprio envolvimento com o sobrenatural, e por mais que não sejam bruxos, também tem suas histórias particulares com o misterioso. Rosalind vem de uma família em que todas as mulheres possuem o sexto sentido aguçado; Susie é descendente de uma mulher guerreira e sobrevivente que apoiou as 13 bruxas que foram enforcadas em Greendale, em séculos anteriores. E os antecessores de Harvey, ironicamente, foram caçadores de bruxas.

    lcalelszrhy2uv8hlxcz

    Os 10 episódios são permeados por elementos sobrenaturais e muitas referências a filmes de terror clássico e histórias de horror aclamadas pela cultura pop. A série começa em uma clima mais leve, mas quando as histórias começam a se desenvolver e a aprofundar mais as mitologias sobre o mundo das bruxas, os plots ganham um tom mais sombrio e interessante. Aparições de demônios, rituais de exorcismo, simbologias e muitas histórias que misturam até mesmo religião ganham espaço nos episódios de quase uma hora de duração. Uma das cenas mais interessantes é quando Sabrina, ao fazer um feitiço, invoca o nome de mulheres que foram acusadas de ser bruxas e são lembradas pelos livros até hoje.

    Ao ser confrontada pelo próprio Dark Lord durante diversos momentos, a personagem precisa mostrar sua resiliência e força à não se curvar aquele que ela mais rejeita, enquanto tenta também equilibrar sua vida sobrenatural com a humana, enfrentando o ensino médio durante o dia e uma escola de artes ocultas a noite; a representação masculina no seriado – e do próprio Satã – é uma clara crítica ao patriarcado. Durante todos os episódios, a protagonista é subestimada pelos personagens masculinos, que tentam – seja pela violência, pela humilhação ou exposição – fazê-la mudar de ideia, para assinar O Livro da Besta, e revogar sua personalidade crítica.

    O Mundo Sombrio de Sabrina é uma adaptação que diverte e questiona. Apesar de possuir alguns furos, trás episódios bem elaborados; algumas tramas não ficaram tão bem amarradas, mas a Netflix já confirmou um episódio de Natal para o dia 14 de Dezembro, e a segunda temporada chega em 2019.

    Novembro 19, 2018
    postado por

    Meu estilo de make sempre foi bem básico. Base, pó, blush, e no máximo um delineador. Mas em 2018 eu comecei a brincar mais com as makes e me inspirar em amigas (que sempre apareciam com sombras coloridas, ou substituiam a sombra clássica por batom nas pálpebras), e encarei a maquiagem mais como uma diversão, um statement, uma forma de me expressar mesmo. Tudo se iniciou com uma sombra verde da Sephora que eu roubei do estojo da minha mãe, e desde então, não parei mais (gosto de usar os batons da Natura Faces como sombra também).

    Se você ainda se sente insegura, confere a minha seleção de imagens: elas vão te dar vontade de se arriscar também!

    5109b9589e1ca3badd4134dc05e37533 d0900e42e785939488923cdfc38ccea9 db53939902e873e651d75f55bba3fa43 bd01bfaeb12667e8a7a4678235914e2a 9550294ec3789ce1529a69c99d8cc88a c068d4fdee50a586cfd139c8fcdf8700 d4cc93574266e7894fdb1b3892712b7c f5c5b0876cef6e4a7e41a358daa98fc6 dfadf5b3b4273f8d65124ca627092c47 975bad39412c3a247335ed8746c1d7ca
    Novembro 12, 2018
    postado por

    O vintage sempre vai ser, de certa maneira, contemporâneo. Em todas as estações vemos o ressurgimento de tendências de décadas anteriores, sejam em detalhes, acessórios ou roupas. A moda sempre busca inspiração lá trás; todo ano eu sinto que meu estilo muda um pouco, e nos últimos meses eu busquei muitas referências nos anos 90’s e em musas francesas (talvez tenha sido influência do curso!), e é legal de enxergar como tudo isso contribui para o nosso gosto e estética.

    Design sem nome

    Brigitte Bardot foi um dos maiores símbolos dos anos 50 e 60. Hoje ela ainda é reconhecida como um ícone da moda – além de claro, sua carreira de sucesso como atriz e ativista -, e muitas das peças que a atriz usou na época podem ser vistas como tendência atualmente. É fácil se inspirar: a cintura marcada, seja com cintos ou saias, ganha espaço e é vista constantemente. Aliás, as saias recebem uma repaginada com o tecido de veludo e as cores sóbrias (roxo, azul, vermelho e preto).

    JIVE_ The Grand Summer Concert

    Jane Birkin e sua franja atemporal não perderam força. A britânica, que morou na França durante toda a sua vida, cultivou os cabelos lisos e longos com a franjinha durante décadas, se tornando uma verdadeira referência. Até hoje, as francesas continuam apostando no corte. Eu cortei franja em 2016, quando quis fazer uma mudança radical no cabelo, e desde então não a abandonei. Ela já passou por algumas alterações: no início era longa, mais parecida com essa de Jane, e agora é bem curtinha e desfiada.

    80c13eb801803ddd50f19081bf729c15 7339c516a441109f698c9d9b913d7961 f7c172d8c1d59ffe7c59f4d1a9a3c297 108753ad71961f1222acd50f26475589 14607cd9aa5cf7518f983b4a6046213f

    Mais inspo

    Design sem nome-2

    É mais fácil do que parece aplicar o estilo com inspirações vintage no nosso dia-dia. Ele está presente em detalhes: seja no estilo mais puxado para o lado das francesas, como o do primeiro look – e não pode faltar o óculos gatinho, que voltou com tudo e é marca registrada de décadas anteriores -, seja nas sobreposições da jardineira com as blusas listradas (que ganharam força nos anos 80). E para finalizar, a saia jeans é uma opção fácil: as de cintura alta e com lavagem clara e desgastada são a cara dos anos 90.

    subir
    elas disseram TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2017 // DESIGN POR SARA SILVA