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    Série: Dark

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    Filme: Extraordinário

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    Playlist: Dezembro

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    Série: Atlanta

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  • August 6, 2017
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    Título: Siga Os Balões – O Livro

    Autor (a): Daniel Duarte

    Editora: BestSeller

    Preço Sugerido: R$22,70 na Saraiva, R$27,07 no Submarino, e R$27,07 na Americanas

    Sinopse: Um projeto que espalha em pedaços de papel a vida cotidiana. Criado pelo carioca Daniel Duarte, o projeto “Siga os balões” tem um simples objetivo: compartilhar amor e boas vibrações pela Internet. Unindo as cores vibrantes de suas ilustrações com as doces mensagens de seus textos motivacionais, Daniel ensina como enxergar o lado bom de todos os aspectos da vida. Entre crônicas inéditas e ilustrações com um visual totalmente diferente, “Siga os balões” é o que você precisa para dar uma pausa na rotina, respirar e se inspirar.

    Eu conheci o projeto do carioca Daniel Duarte no Instagram há alguns meses atrás, e foi paixão à primeira vista. A página do Daniel, intitulada de “Siga Os Balões”, possui mais de 200 mil seguidores na rede social, e ele consegue levar para milhares de pessoas – por meio da internet – textos sinceros, emocionantes e que te confortam. Eu explico: juntamente com as ilustrações lindas, o autor coloca o que ele escreve na descrição. Podem ser pensamentos, confissões, conselhos ou experiências baseadas na sua própria vida: ele sempre consegue nos sensibilizar. E sensibilidade é algo que, muitas vezes, nós acabamos deixando de lado no dia dia tão atribulado. E é por isso mesmo que a página do Daniel representa para mim um local de conforto tão grande!

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    Criado em Julho de 2014, o sucesso na internet foi tanto que a inspiração logo virou livro, lançado no ano passado. Segundo Daniel, todo o processo levou em torno de um ano. O intuito do livro é de servir como um amigo para os leitores, e é essa a sensação que nós temos durante a leitura. São textos sobre amor, relacionamentos, sonhos, perdas, tristezas, e aquela fase que todo mundo passa em que temos que simplesmente levantar e seguir em frente. É aquela leitura ideal para quando você precisa de uma forcinha do universo, de uma palavra que te deixe pra cima.


    Ninguém sabe como vai viver depois de uma partida, seja ela qual for. Por mais que você se sinta metade novamente, eu te garanto que ninguém nasceu para ser metade de ninguém. Nascemos para nos amarmos e sermos completos para nós mesmos, e isso de longe é egoísmo ou arrogância, mas você simplesmente não pode prometer à alguém algo que nem você tem. Antes de qualquer novo clique no coração alheio, aviso aos novos navegantes e aos velhos de coração partido: primeiro a gente se ama… e depois também.

    – Manuais

    O ponto alto também são as ilustrações, que vão te deixar completamente apaixonado. Além de serem criativas e diferentes, as frases e palavras são colocadas de maneiras distintas. Várias páginas são compostas pelos desenhos. Você vai querer fotografar tudo, eu te garanto! Vale comentar que a edição do livro é muito bem trabalhada, e a folha é de um material mais sofisticado.


    Tem dias em que me pego repetindo em voz alta: ‘Aguenta firme. É só metade do caminho.’

    No meio da bagunça e no meio das partidas.

    No meio, amadurecemos, e tudo não é tão mágico; tudo se torna difícil demais para lidar.

    Essa é a vida te ensinando a ser forte.

    (…)

    As coisas não ficam fáceis, isso é fato, mas é possível que fiquem melhores.

    Então aguenta firme. A gente não acaba assim.

    Se nada der certo por agora, ainda teremos a sexta-feira.

    – Sexta-Feira

    É possível se identificar com a maioria dos textos, e se encantar também com a delicadeza em que o autor escreve sobre temas difíceis, sejam mágoas que a gente guarda, ou corações partidos. A escrita do Daniel faz o leitor se sentir próximo e acolhido. Sabe aquele livro que você presenteia para um amigo? “Siga Os Balões” é exatamente esse!


    Tenho preguiça dessa onda de conquista 007.  Não levanto nem para desligar o despertador, imagina ficar horas procurando o gosto musical do outro na linha do tempo.

    Não faço a mínima ideia de como flertar ou ser sexy ao mesmo tempo.

    Eu só consigo ser eu. Só eu mesmo.

    Gaguejando às vezes, mas com o peito aberto para mergulhar livre, porque, se eu der com a cara no concreto, vai ser só uma vez.

    – Não faça jogo

    August 4, 2017
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    Dona de um dos melhores álbuns pop do ano (na minha opinião), Lorde lançou nesta Quinta-Feira (03/08) o clipe do segundo single do disco Melodrama. A faixa escolhida foi “Perfect Places”, a última da tracklist, e que representa todo o conceito do último trabalho da cantora. Ao mesmo tempo que a letra mescla batidas animadas, a letra fala sobre o espírito de ser jovem: a procura do lugar perfeito, enquanto vive todas as noites de uma maneira intensa, mas sem perder o sentimento de solidão.

    Enquanto canta “now I can’t stand to be alone” (“agora eu não suporto ficar sozinha”), o ritmo da música narra o ambiente de uma festa, de uma procura incessante por algo. Isso também está presente no clipe: Lorde aparece em locações maravilhosas, porém sempre sozinha.

    July 31, 2017
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    Título: O Mínimo Para Viver (“To The Bone”)

    Diretor (a): Marti Noxon

    Lançamento: 14 de Julho (Disponível na Netflix)

    Elenco: Lily Collins, Liana Liberato, Keanu Reeves, Ziah Colon, Alex Sharp, Retta, e mais

    Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

    ATENÇÃO: SE OS TEMAS QUE ENVOLVEM DISTÚRBIOS ALIMENTARES SÃO UM GATILHO PARA VOCÊ, NÃO RECOMENDAMOS QUE ASSISTA AO FILME.

    Produzido pela Netflix, o “Mínimo para Viver” causou polêmica antes mesmo de sua estréia. Muitas pessoas criticaram a Netflix por lançar um filme que abordasse a anorexia de maneira gráfica, o que poderia gerar trigger warnings (os gatilhos). Sim, eles estão presentes no filme – do início ao fim – o que é avisado logo antes da primeira cena, mas o filme consegue abordar de maneira justa e fiel um distúrbio que atinge mais de 150 mil pessoas por ano, somente no Brasil. O longa é baseado em fatos que ocorreram na vida da própria diretora, Marti Noxon. A norte-americana de 52 anos lutou para desenvolver o filme, que foi negado por muitos produtores homens. O intuito, segundo ela, não era falar somente de anorexia e bulimia, mas sim abrir uma discussão sobre imagem corporal e transtornos alimentares.

    Ellen (Lily Collins) tem 20 anos e batalha contra a anorexia há muito tempo. A doença tomou grande parte da vida dela – e dos seus famíliares – e ela já passou por diversos tratamentos. Nenhum deles pareceu funcionar. É como se ela estivesse perdendo a esperança e não soubesse mais como virar o jogo. Do outro lado, também está uma complicada relação famíliar com a mãe, a madrasta, e o pai que nunca está presente. A pessoa que ela mais se dá bem é a sua irmã postiça, Kelly (Liana Liberato).

    Após ser mandada para casa no centro de treinamento que participava – por ser uma “má influência” para os outros pacientes -, a sua madrasta recorre a outra esperança de que Ellen consiga se tratar: Dr. Beckham (Keanu Reeves) representa um ponto de esperança para todos eles. Ele é conhecido por seus métodos diferentes, e por ser extremamente sincero com os seus pacientes. É assim que Ellen descobre que se ela não melhorar logo, a sua vida vai chegar ao fim.

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    É então com uma nova proposta de tratamento que Ellen vai parar em um casa – que é uma espécia de clínica – onde vai dividir o teto com outros seis pacientes, que também sofrem de transtornos alimentares. Eles não são muito explorados – a ótica principal do filme sempre foca na protagonista – mas também podemos entender um pouco mais sobre eles. Não sabemos os motivos que levaram os seis jovens a estar ali, mas todos eles possuem suas próprias batalhas diárias.

    Luke (Alex Sharp) é um ex dançarino de Londres que machucou o joelho. Ele está na clínica há seis meses, e está, aos poucos, superando a doença e carrega consigo um ar positivo e piadista, em que tenta, ao mesmo tempo, cuidar dos outros colegas. O seu sonho é ficar saudável novamente para voltar a dançar. Megan (Leslie Bibb) também ganha mais espaço na tela, pois a personagem – contra todas as possibilidades – desenvolve uma gravidez.

    Todos os personagens possuem uma carga dramática. Lily Collins consegue, de maneira célebre, nos emocionar com os constantes conflitos que Ellen tem que encarar. Ao mesmo tempo que ela quer sobreviver, a protagonista também quer achar um motivo para continuar vivendo. Afinal, ela precisa avançar no tratamento para garantir a sua própria vida. Ellen é sensível, mas guarda tudo para si mesma. Ela carrega uma aura de mistério consigo mesma, e é díficil para ela deixar que outras pessoas entrem na sua vida.

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    Apesar das dificuldades, Ellen e Luke desenvolvem uma amizade, e até mesmo um romance delicado, aos trancos e barrancos. Luke possui uma visão muito diferente da vida que a de Ellen. Ao mesmo tempo que ele quer seguir em frente, ela ainda não encontrou a força necessária para fazer isso. É em meio a reflexões e bons diálogos que Ellen questiona Dr. Beckham qual o motivo que ela teria para viver. E ele responde que não existem motivos específicos; mas se ela quiser, ela pode virar o jogo.

    Obviamente, a superação da doença está longe de ser fácil. E o tempo todo as cenas do longa nos mostram isso. São momentos de questionamento, tristeza e dúvidas que levam Ellen e alguns pacientes a quase desistir da superação da doença. Alguns fatores poderiam ter sido mais explorados. Senti falta de saber do passado dos personagens e o que levou cada um até ali; e de que maneira eles encontrariam uma forma de superar a doença, que é complexa, e precisa de muito mais que 1h35 para ser verdadeiramente explorada.

    O filme abre uma porta importante para os debates dos transtornos alimentares. Nós vemos muito pouco o tema sendo abordado na mídia: e quando isso acontece, é sempre de maneira discreta. A Netflix é uma plataforma com milhões de usuários, o que significa que muitas pessoas terão a oportunidade de ver o filme, e podem tentar compreender a doença – e por que tantas pessoas tem que enfrentá-la – e, posteriormente, discutir o assunto.

    July 22, 2017
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    Foto: Guadalupe Bastos @_lupe

    Foto: Guadalupe Bastos @_lupe

    Eu andei sumida na última semana do blog, pois eu fui para Porto Alegre acompanhar o show do The Maine. Eles são a minha banda favorita, e essa já é a quinta passagem da banda pelo Brasil (eles desembarcaram aqui pela primeira vez em 2011, e desde então, não pararam mais!). A turnê atual, que conta com shows por SP, Limeira, POA, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, é a do último álbum, intitulado de “Lovely Little Lonely“.

    O The Maine possui seis álbuns na sua discografia, e ganhou ainda mais sucesso no mainstream – eles são independentes desde o terceiro álbum – com o disco “American Candy“, lançado em 2015. O grupo possui um estilo que passa pelo rock e pelo pop (algumas músicas são mais puxadas para um dos gêneros, e a mistura deles é muito boa!).


    A banda vai te agradar se você curte o gênero do pop punk (ou principalmente se as letras são, para você, parte essencial da música). Para citar grupos que tem um estilo semelhante: Paramore, We The Kings, The Summer Set, The Cab, Yellowcard…

    Cada álbum tem um tom diferente. Eles sempre estão evoluindo e inserindo coisas novas na musicalidade da banda. Ou seja: nenhum dos discos é totalmente parecido. O mais interessante é que a cada novo trabalho, eles conseguem manter a qualidade da música e se tornarem ainda melhores. Alguns discos do The Maine tem uma vibe mais pesada (como o “Forever Halloween”) e outros são muito mais dançantes (como o “American Candy”).

    Kennedy em Porto Alegre. Foto: Guadalupe Bastos @_lupe

    Kennedy em Porto Alegre. Foto: Guadalupe Bastos @_lupe

    Eu sou suspeita para falar, mas o show do grupo é sempre um daqueles momentos incríveis. Além de serem talentosos, a banda também é muito querida e acessível com os fãs; essa é uma das características principais do The Maine. Sempre antes do show rola um meet & great de graça com a banda (que está incluido no ingresso) e você pode dar um abraço em todos eles antes de vê-los no palco. Nesse ano, por exemplo, deu tempo até pra conversar rapidamente com o Kennedy (guitarrista) e com o John (vocalista). Eu sinto que eles dão o melhor de si mesmos no palco e o show é uma experiência maravilhosa!

    O meu primeiro show da banda foi em 2015, e 2017 foi ainda mais legal. Ser fã de The Maine é uma alegria, juro! Os caras são sempre simpáticos.

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    O último cd deles, que deu vida à esta turnê, é uma mistura de músicas rock com algumas canções de melodias mais lentas. Nas palavras de John O’Callaghan para a Rolling Stone do Brasil: “Gravamos e escrevemos de maneiras que não estávamos acostumados, e nos preocupamos em entregar algo que pudesse ser facilmente digerido, caso alguém escutasse apenas uma faixa, mas que também formasse um trabalho integralmente coeso.” Lovely Little Lonely é recheado de interludes que completam cada música, e dão inicio a outra. É um disco contínuo, e perfeito para ouvir do inicio ao fim, sem pausas.

    Eu preparei uma playlist com os meus hits favoritos da banda, misturando todos os álbuns. É ótimo para quem ainda não conhece o trabalho deles, e pra quem já é fã, e está familiarizado com as transiçòes que o The Maine já passou!

    July 12, 2017
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    Às vezes eu tiro uma força de dentro de mim que eu nem sei de onde saiu. Às vezes penso que não tenho mais vontade, nem paciência, nem mente para encarar alguns desafios. Passo semanas na fossa, ou meses. E cometo o erro de achar que não vou conseguir sair de lá. Que as coisas não tem mais sentido, que tudo é complicado demais, que não é pra mim. Não é vitimismo: é apenas quando o corpo cansa e você fica exausto de repetir as mesmas ações, e ter os mesmos objetivos que ainda não se realizaram.

    Mas aos poucos, eu me reconstruo de novo. Não se engane: leva tempo. Eu nunca fui de fazer as coisas rápido. Minhas decisões demoram para serem tomadas, as mudanças não são encaradas em cinco dias e eu sempre repenso tudo na minha mente. Converso, reflito, choro, tenho crises, volto, peço ajuda, peço um abraço. Respiro fundo, começo outro ciclo, acho que não vou conseguir. Consigo. Por mais que a gente ache que está sozinho, sempre tem alguém que pode te estender a mão. Que pode te ouvir, te aconselhar, e vai te ajudar a acreditar de novo em quem você é.

    Desde criança eu resistia até o final, mesmo nas situações mais difíceis. Ir embora quase sempre nunca foi uma opção; até eu aprender que finalmente ir pode ser o melhor remédio. Mas eu costumo segurar as pontas até o final, até elas escorregarem dos meus dedos. Em resumo, eu não desisto facilmente. Essa característica pode nos levar a boas ou más experiências. Boas, porque sempre tentamos de novo. Más, porque algumas pessoas ou situações não valem a insistência.

    O fato é que depois que eu consigo me curar, sempre tem um ponto de esperança e positividade que me fazem seguir em frente. No início eu não acho que vou encontrar essa sensação, essa força física e mental novamente, mas o processo de reconstrução nos ensina que devemos lutar e persistir por aquilo que acreditamos. Mesmo que doa, mesmo que seja complicado, se você quer muito algo – de verdade – é necessário tentar. É preciso dar uma outra chance. E é o que eu estou fazendo agora: me dando mais uma chance. Mais uma tentativa. Abrindo outra oportunidade para mim.

    Eu mereço. Eu mereço. 

    Afinal, mesmo que vez ou outra eu me quebre, eu sempre acho um jeito de me reconstruir. Eu sempre acho um jeito de me curar.

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