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  • February 12, 2017
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    Na viagem eu tive a oportunidade incrível de passar três dias em New York, e posso dizer que foi uma das experiências mais legais da minha vida. Eu – como a maioria das pessoas – sempre quis conhecer a cidade, mas não achava que a chance iria surgir ainda em 2017. Dois blogs me ajudaram muito na hora de montar o roteiro da viagem: O NY & About, da Martha Sachser, brasileira que mora há 10 anos na cidade, e o Matraqueando, com dicas preciosas. E a minha amiga Ana Maria, que conhece bem a cidade e me ajudou na hora de colocar tudo no papel (ou seria Word?).

    Foto 24-01-17 19 09 38 (1)

    No primeiro dia que eu cheguei na cidade, o tempo estava chuvoso, com muito vento e -2. Mas isso não me impediu de logo de cara, conhecer a Times Square (mesmo congelando!). O lugar era tudo o que eu imaginava, só que ainda melhor. Cheio de lojas, propagandas enormes e aqueles cenários que a gente vê muito nos seriados. Eu voltei posteriormente, a noite, e bati fotos bem legais (mas isso fica para outro post).

    O hotel que eu e a minha família nos hospedamos foi o ROW NYC. Ele fica na oitava avenida e tem uma localização muito boa, o que é essencial quando você vai viajar para NY. O hotel fica a apenas cinco minutos da Times Square, e em um local bem turístico da cidade, ou seja: tem muitos restaurantes, cafés e gifts shops. A reserva foi feita pelo Booking (que na maioria das vezes, garante preços bem mais amigáveis do que em comparação com outros sites). Eu super indico o hotel: o quarto para 3 pessoas era espaçoso, confortável, e o atendimento foi perfeito. Também tem bar, academia, e a famosa Sugar Factory dentro do saguão.

    Foto 25-01-17 11 51 33 NYC

    O dia seguinte já estava mais quente (em torno de 8 graus) com sol. A gente deu sorte, pois era o dia de fazer o passeio do Circle Line Liberty Cruise, pelo Rio Hudson, no Píer 83, perto do Hell’s Kitchen. Ele é uma boa pedida para quem quer ver partes legais da cidade com uma visão mais geral, se você não vai ficar tantos dias, como eu. Ah, e o barco também passa perto da Estátua da Liberdade. O narrador vai falando sobre todos os pontos turísticos. Ele mostra também o Píer 54, que foi o destino dos sobreviventes do Titanic, e que está sendo reformado atualmente.

    nyc2 Foto 25-01-17 12 18 32 (1)

    Existem opções de passeios mais longos, para quem estiver interessado. Mas se você estiver com o roteiro apertado, vale a pena fazer este de uma hora.

    Foto 25-01-17 14 28 16

    O American Museum of Natural History foi a segunda parada. Fundado em 1869, ele fica em frente ao Central Park. É bom reservar algumas horas para visitá-lo (e mesmo assim, é bem difícil conseguir ver tudo!). Ele é separado em alas, com a história de vários povos e suas respectivas culturas. Eu passei pela história dos asiáticos e africanos, e é uma experiência muito legal. Você aprende muito, e de uma maneira divertida (o local era lotado de escolas com crianças pequenas impressionadas com tudo).

    Eu também visitei a ala dos animais vertebrados. Os fósseis de dinossauros são surpreendentes, e muitos foram descobertos na América Latina (principalmente na Argentina): ou seja, tem muita coisa que surgiu perto de nós, e nem sabíamos. Essa foi a única área que eu consegui bater fotos legais, porque as outras eram muito escuras.

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    Dica: Todos os museus possuem preços sugeridos (o ticket era $22 dólares para adultos) mas você pode pagar o preço que preferir por eles. Sim! É só ir ao balcão na compra dos ingressos e dizer o preço que você quer pagar. E é isso mesmo, sem erro.

    Vista do Central Park de dentro do museu

    Vista do Central Park de dentro do museu

    A visita ao Central Park aconteceu em seguida. Fomos direto para o Strawberry Fields, memorial do John Lennon, que fica bem pertinho do museu (uns 10 minutos a pé ou menos, seguindo na direção do trânsito, saindo na frente do museu).

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    O memorial do cantor é cheio de pessoas o tempo inteiro, então tirar a foto ali no centro escrito “Imagine” é uma missão complicada. Tem uma galera tocando violão, fazendo os seus covers das músicas dos Beatles, além de muitas camisetas, ilustrações e desenhos do John. O local foi construído com a ajuda de Yoko Ono. O apartamento em que ele viveu fica bem pertinho dali, o Dakota Building.

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    O parque é um dos locais mais bonitos de NY e você não pode deixar de visitá-lo. É necessário pelo menos uma hora para ver uma (pequena) parte. É possível passar horas no Central Park, batendo fotos e explorando cada lugar. A pista de patinação (que funciona no inverno) fica próximo da saída que é caminho para o Museu de Arte Moderna. Confira os preços aqui.

    Foto 25-01-17 17 50 08

    Antes de jantar passeamos pelos arredores do ponto em que estávamos do Central Park, que era próximo do MOMA, o Museum Of Modern Art, que data de 1929. Aqui, rola o mesmo esquema dos outros museus (você paga o que preferir). Essa foto, da entrada, foi uma das minhas favoritas que eu tirei na viagem.

    February 11, 2017
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    Sem título

    Em Fevereiro eu descobri várias músicas novas pela rádio durante a viagem. Algumas fizeram eu ficar viciada, e eu acabei começando a gostar de novas bandas também, como Hey Violet. E em Janeiro, a minha banda favorita, The Maine, anunciou as datas da nova turnê mundial, após o lançamento do disco novo, “Lovely Little Lonely”, em 4 de Julho. Eu já comprei o meu ingresso para o show de Porto Alegre. Quem mais vai?

    February 7, 2017
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    Foto: Pryscilla K (@pryscillak no Instagram)

    Foto: Pryscilla K (@pryscillak no Instagram)

    Stephanie Noelle é jornalista formada na USP, autora do blog Chez Noelle, do seu canal homônimo no Youtube, tem 27 anos e mora em São Paulo. No último mês, ela se tornou oficialmente a minha youtuber brasileira favorita. Além de ser mestre em falar de comportamento, Stephanie é autora de vídeos incríveis sobre feminismo, amor, relacionamentos, rótulos, e ela tenta desmitificar todos esses padrões da sociedade que nós temos que enfrentar todos os dias.

    Eu me apaixonei também pelo blog dela e pelos seus textos, e ela foi me conquistando com os seus vídeos, que são bem honestos. Sabe aquele papo que parece que você está tendo com uma amiga próxima? É exatamente assim! Esse é o tipo de conteúdo que eu mais gosto do Youtube: algo que seja sincero e que faça você refletir depois de assistir. 


    Eu achei os seus vídeos por acaso, quando estava pesquisando sobre vestibular na internet e vi que ela havia feito um vídeo contando sobre a sua experiência de como foi estudar na USP. Ela é super autêntica, e por isso eu gosto de acompanhá-la nas redes sociais, e até mesmo no Spotify, onde ela compartilha playlists muito boas (como essa, só com músicas brasileiras!).

    Quais outras garotas que vocês gostam de acompanhar na internet? Já conheciam a Stephanie? Não deixem de assistir os vídeos, vale a pena!

    February 7, 2017
    postado por
    Foto 21-01-17 18 13 53

    No meu primeiro final de semana na Georgia nós fomos visitar Atlanta, principal cidade do estado. Era 21 de Janeiro e esse dia ficou super marcado na minha memória, pois estava ocorrendo a Womens March, uma marcha realizada em todos os Estados Unidos como um protesto contra as ações recentes do Trump, as suas declarações e a campanha política extremamente sexista, homofóbica e racista.

    Poder presenciar essa marcha de perto foi incrível e emocionante. Eram milhares de pessoas unidas, segurando placas, com camisetas apoiando o feminismo e contra todos esses absurdos que andam acontecendo no mundo inteiro que nos deixam revoltados. Eu confesso que naquele momento me surgiu uma esperança de que a nossa geração seja mesmo uma mais politizada e que luta contra as injustiças sociais que as minorias são vítimas.

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    As ruas da cidade estavam lotadas, e o trânsito, paralisado. Eu vi muitos grupos de jovens indo juntos para a Marcha, animados, cheios de cartazes, e alguns com camisetas apoiando o ex candidato Bernie Sanders.

    hard rock

    Logo depois foi o momento de conhecer o Hard Rock Cafe, no centro de Atlanta. Eu já tinha visto o restaurante algumas vezes, mas não entrei. Eu queria conhecer a decoração, que é especial para quem ama música. Cheio de guitarras de artistas importantes do rock (e da música pop também), é difícil não se impressionar. O ponto forte com certeza é o ambiente.

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    Os Beatles possuem uma parede só com fotos memoráveis da banda, um violão que já foi usado pelo John Lennon, um desenho feito à lápis pelo mesmo, e outras coisas que fariam qualquer fã surtar. O meu pai, que ama a banda, adorou tudo. E nada mais justo do que eles ganharem um espaço grande no Hard Rock Cafe, né?

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    Dica: Os preços de alimentação do Hard Rock são bem mais salgados do que nos outros lugares. Então, se você quer economizar, dá para conhecer o local e ir almoçar/jantar em outro lugar. Ah, e sempre tem uma loja lá dentro (alguns preços são acessíveis) e dá para levar lembranças e camisetas para você ou para algum amigo.

    De volta para os arredores de Duluth, eu visitei um shopping aberto bem interessante, o The Forum, na Peachtree Parkway. Na verdade, o que me fez entrar nele foi que eu enxerguei a placa da Barnes & Nobles, uma livraria que eu sempre quis visitar, e que é uma das mais famosas nos EUA. As minhas expectativas foram atendidas! Eu passei mais de uma hora no local olhando tudo e desejando os livros.

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    Eu passei um tempão na seção Young Adult, olhando os lançamentos (sabe aquele livro que você espera há meses a continuação sair no Brasil?) decidindo o que eu poderia levar. Os livros com capa dura são mais caros, custando em torno de $19 dólares. Os com capa mole são bem mais em conta: eles são no máximo $10 dólares. Mas vamos confessar que a capa dura é quase irresistível.

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    Os fãs de Harry Potter possuem um espaço especial na Barnes & Nobles, com promoções de livros e a série com capas e versões diferentes. Eu não fotografei tudo, e tem muita coisa legal, de acessórios ao livro em formato HQ de HP. Eu fiquei impressionada. Quero começar a ler a série novamente, só que gostaria de comprar com uma capa alternativa (tem várias!).

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    Quem ai é fã da Nora Robers? Nessa parte da livraria eu encontrei todos os livros por preços incríveis (os de capa mole, que eu comentei a cima). Foi aqui que eu escolhi os dois que eu levaria: “The Summer I Turned Pretty”, da Jenny Han, e “That Summer”, da Sarah Dessen. Juntos eles custaram $20, e eu escolhi estes porque eu dificilmente achava aqui no Brasil (e eu sou fã das duas autoras).

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    A seção de vinil é imperdível! Tem desde os discos mais clássicos até os atuais, passando por The Beatles, Pink Floyd, The Smiths, até chegar em Ed Sheeran. Eu achei até mesmo o primeiro CD da carreira da Taylor Swift, que nunca foi vendido aqui no país. Fiquei desejando muito os vinis.

    Dentro da livraria também tem um Starbucks, e a galera toma um café ali enquanto lê os livros que comprou. Legal, né?

    February 5, 2017
    postado por

    Esse é o primeiro de muitos posts que eu planejei sobre a viagem que fiz recentemente. Desembarquei de volta hoje, e já quis escrever para compartilhar com vocês como foi incrível conhecer a Georgia, um estado que fica no Sudeste dos Estados Unidos. Com uma população de mais de 9 milhões de habitantes, o estado tem como cidade principal Atlanta. Atualmente é inverno nos EUA, e a temperatura era amena, chegando ao máximo de 22 graus durante o dia e podendo chegar a 3 graus durante a noite.

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    A primeira parada foi em Duluth, uma cidade “pequena” que fica próximo de Marietta e Roswell. A estrada é ótima, e em 20 minutos você chega rapidamente na outra. Duluth é um dos lugares mais charmosos que eu já visitei. Aliás, todo o estado é assim: a vegetação é cheia de árvores enormes, muitas folhas no chão para dar o clima de inverno, e uma quantidade grande de verde. É tudo muito bem cuidado, limpo e organizado.

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    Além das paisagens lindas – que me impressionaram muito – a cidade possui um centro bem interessante, com alguns monumentos históricos, como o teatro City Hall, construído em 1876, e que sofreu uma reforma em 2007. A praça também tem palco e atrações (rolam festivais em determinadas épocas do ano). O clima de small town é complementado com diversos cafés, lojas de doces e sorvetes. O que eu mais gostei é que a cultura também é super valorizada. São diversos os ateliês de arte, que ficam numa mesma rua no centro da cidade, e escola de música.

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    Uma das lojas que eu mais gostei foi a Peace, Love & Decorating, que é uma boutique de roupas femininas e design de interiores. Os produtos são todos feitos por designers que fazem as peças manualmente e com muita delicadeza. É de ficar de queixo caído! E as roupas são maravilhosas, e trazem aquela vantagem da exclusividade. Cada coleção de um estilista traz algumas peças selecionadas, e marcas que destinam os seus lucros para ONGs também vendem seus produtos no local.

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    Vale super a pena conferir o Facebook da loja para entender mais do que eu estou falando. Eles também tem blog e loja online!

    Apaixonada por esse grafite

    Apaixonada por esse grafite

    O almoço neste dia foi na Dreamland Barbecue – ou simplesmente BBQ – que é um restaurante no estilo que os norte-americanos adoram (é semelhante ao Outback). Ele possui unidades na Georgia, Alabama, Tennessee e Florida. Para quem curte uma batata frita com queijo maravilhosa, carnes (no estilo costela) e uma comida com tempero, mas sem exageros (já que muitos restaurantes dos EUA exageram na pimenta) o local é uma ótima opção. Dá para conferir todo o menu.

    Dica: se você está viajando com mais de três pessoas, a Dreamland é uma boa escolha, porque os preços são bons e os pratos vem em grande quantidade.

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    Deu fome?

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