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  • February 17, 2017
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    La La Land – Cantando Estações (2017) – Damien Chazelle

    La La Land é um daqueles filmes que te faz sair do cinema com um sorriso. É um romance diferente e criativo do que os filmes que nós estamos acostumados: tudo começa com o fato de que o longa é um musical, mas isso não significa que o enredo não vai ser explorado de maneira convincente. Mia (Emma Stone) é uma atriz que busca pela realização do seu sonho em Los Angeles, encarando audição atrás de audição todos os dias. Sebastian (Ryan Gosling) foi demitido do seu trabalho de pianista, e desiludido, só o que ele ainda possui é a sua paixão pelo jazz.

    Os dois se conhecem e encontram várias coisas em comum: ambos são artistas e estão tentando achar o seu caminho na cidade, que tem a indústria do entretenimento como o grande objetivo da maioria das pessoas. O filme me encantou. Os diálogos são ótimos, e o soundtrack é maravilhoso. “City Of Stars” é a melhor música do filme, mostrando que Emma Stone e Ryan Gosling, além de ótimos atores, também cantam bem.

    O filme tem participação do John Legend, mostrando o contraponto entre conquistar o sucesso e abandonar as suas paixões verdadeiras. O filme é um dos mais cotados para levar um troféu do Oscar para casa, e eu aposto forte também. Download.

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    The Edge Of Seventeen (2016) – Kelly Fremon Craig

    Hailee Steinfeld é uma das atrizes mais legais da geração atual de Hollywood. E ela só confirma isso, mais uma vez, neste filme, em que interpreta Nadine, uma menina de 17 anos que está completamente perdida. Desde a morte do pai, ela não encontra muitas coisas positivas na sua vida. Uma das poucas é Krista, sua melhor amiga. Mas isso muda quando ela descobre que Krista e o seu irmão (que ela detesta) estão ficando.

    Nadine não tem amigos e nem consegue lidar com todos os seus problemas e sentimentos. A personagem traz um retrato honesto de como é a vida de muitos jovens, que não conseguem descobrir quem são e muito menos como agir nos relacionamentos, com os pais e com as pessoas da escola. A estreia do diretor Kelly Fremon não deixa nada a desejar, e é um dos filmes mais sinceros, desde “As Vantagens De Ser Invisível”, que eu já vi sobre ensino médio.

    Apesar de mesclar humor e uma incrível trilha sonora, o filme traz uma carga dramática bem grande. A atuação da Hailee é o grande trunfo do longa: não é por acaso que ela foi indicada ao Oscar com apenas 14 anos. Quem também merece destaque é Woody Harrelson, o professor Mr. Bruner, que se torna um aliado inesperado para Nadine.

    February 12, 2017
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    Na viagem eu tive a oportunidade incrível de passar três dias em New York, e posso dizer que foi uma das experiências mais legais da minha vida. Eu – como a maioria das pessoas – sempre quis conhecer a cidade, mas não achava que a chance iria surgir ainda em 2017. Dois blogs me ajudaram muito na hora de montar o roteiro da viagem: O NY & About, da Martha Sachser, brasileira que mora há 10 anos na cidade, e o Matraqueando, com dicas preciosas. E a minha amiga Ana Maria, que conhece bem a cidade e me ajudou na hora de colocar tudo no papel (ou seria Word?).

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    No primeiro dia que eu cheguei na cidade, o tempo estava chuvoso, com muito vento e -2. Mas isso não me impediu de logo de cara, conhecer a Times Square (mesmo congelando!). O lugar era tudo o que eu imaginava, só que ainda melhor. Cheio de lojas, propagandas enormes e aqueles cenários que a gente vê muito nos seriados. Eu voltei posteriormente, a noite, e bati fotos bem legais (mas isso fica para outro post).

    O hotel que eu e a minha família nos hospedamos foi o ROW NYC. Ele fica na oitava avenida e tem uma localização muito boa, o que é essencial quando você vai viajar para NY. O hotel fica a apenas cinco minutos da Times Square, e em um local bem turístico da cidade, ou seja: tem muitos restaurantes, cafés e gifts shops. A reserva foi feita pelo Booking (que na maioria das vezes, garante preços bem mais amigáveis do que em comparação com outros sites). Eu super indico o hotel: o quarto para 3 pessoas era espaçoso, confortável, e o atendimento foi perfeito. Também tem bar, academia, e a famosa Sugar Factory dentro do saguão.

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    O dia seguinte já estava mais quente (em torno de 8 graus) com sol. A gente deu sorte, pois era o dia de fazer o passeio do Circle Line Liberty Cruise, pelo Rio Hudson, no Píer 83, perto do Hell’s Kitchen. Ele é uma boa pedida para quem quer ver partes legais da cidade com uma visão mais geral, se você não vai ficar tantos dias, como eu. Ah, e o barco também passa perto da Estátua da Liberdade. O narrador vai falando sobre todos os pontos turísticos. Ele mostra também o Píer 54, que foi o destino dos sobreviventes do Titanic, e que está sendo reformado atualmente.

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    Existem opções de passeios mais longos, para quem estiver interessado. Mas se você estiver com o roteiro apertado, vale a pena fazer este de uma hora.

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    O American Museum of Natural History foi a segunda parada. Fundado em 1869, ele fica em frente ao Central Park. É bom reservar algumas horas para visitá-lo (e mesmo assim, é bem difícil conseguir ver tudo!). Ele é separado em alas, com a história de vários povos e suas respectivas culturas. Eu passei pela história dos asiáticos e africanos, e é uma experiência muito legal. Você aprende muito, e de uma maneira divertida (o local era lotado de escolas com crianças pequenas impressionadas com tudo).

    Eu também visitei a ala dos animais vertebrados. Os fósseis de dinossauros são surpreendentes, e muitos foram descobertos na América Latina (principalmente na Argentina): ou seja, tem muita coisa que surgiu perto de nós, e nem sabíamos. Essa foi a única área que eu consegui bater fotos legais, porque as outras eram muito escuras.

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    Dica: Todos os museus possuem preços sugeridos (o ticket era $22 dólares para adultos) mas você pode pagar o preço que preferir por eles. Sim! É só ir ao balcão na compra dos ingressos e dizer o preço que você quer pagar. E é isso mesmo, sem erro.

    Vista do Central Park de dentro do museu

    Vista do Central Park de dentro do museu

    A visita ao Central Park aconteceu em seguida. Fomos direto para o Strawberry Fields, memorial do John Lennon, que fica bem pertinho do museu (uns 10 minutos a pé ou menos, seguindo na direção do trânsito, saindo na frente do museu).

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    O memorial do cantor é cheio de pessoas o tempo inteiro, então tirar a foto ali no centro escrito “Imagine” é uma missão complicada. Tem uma galera tocando violão, fazendo os seus covers das músicas dos Beatles, além de muitas camisetas, ilustrações e desenhos do John. O local foi construído com a ajuda de Yoko Ono. O apartamento em que ele viveu fica bem pertinho dali, o Dakota Building.

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    O parque é um dos locais mais bonitos de NY e você não pode deixar de visitá-lo. É necessário pelo menos uma hora para ver uma (pequena) parte. É possível passar horas no Central Park, batendo fotos e explorando cada lugar. A pista de patinação (que funciona no inverno) fica próximo da saída que é caminho para o Museu de Arte Moderna. Confira os preços aqui.

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    Antes de jantar passeamos pelos arredores do ponto em que estávamos do Central Park, que era próximo do MOMA, o Museum Of Modern Art, que data de 1929. Aqui, rola o mesmo esquema dos outros museus (você paga o que preferir). Essa foto, da entrada, foi uma das minhas favoritas que eu tirei na viagem.

    February 11, 2017
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    Sem título

    Em Fevereiro eu descobri várias músicas novas pela rádio durante a viagem. Algumas fizeram eu ficar viciada, e eu acabei começando a gostar de novas bandas também, como Hey Violet. E em Janeiro, a minha banda favorita, The Maine, anunciou as datas da nova turnê mundial, após o lançamento do disco novo, “Lovely Little Lonely”, em 4 de Julho. Eu já comprei o meu ingresso para o show de Porto Alegre. Quem mais vai?

    February 7, 2017
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    Foto: Pryscilla K (@pryscillak no Instagram)

    Foto: Pryscilla K (@pryscillak no Instagram)

    Stephanie Noelle é jornalista formada na USP, autora do blog Chez Noelle, do seu canal homônimo no Youtube, tem 27 anos e mora em São Paulo. No último mês, ela se tornou oficialmente a minha youtuber brasileira favorita. Além de ser mestre em falar de comportamento, Stephanie é autora de vídeos incríveis sobre feminismo, amor, relacionamentos, rótulos, e ela tenta desmitificar todos esses padrões da sociedade que nós temos que enfrentar todos os dias.

    Eu me apaixonei também pelo blog dela e pelos seus textos, e ela foi me conquistando com os seus vídeos, que são bem honestos. Sabe aquele papo que parece que você está tendo com uma amiga próxima? É exatamente assim! Esse é o tipo de conteúdo que eu mais gosto do Youtube: algo que seja sincero e que faça você refletir depois de assistir. 


    Eu achei os seus vídeos por acaso, quando estava pesquisando sobre vestibular na internet e vi que ela havia feito um vídeo contando sobre a sua experiência de como foi estudar na USP. Ela é super autêntica, e por isso eu gosto de acompanhá-la nas redes sociais, e até mesmo no Spotify, onde ela compartilha playlists muito boas (como essa, só com músicas brasileiras!).

    Quais outras garotas que vocês gostam de acompanhar na internet? Já conheciam a Stephanie? Não deixem de assistir os vídeos, vale a pena!

    February 7, 2017
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    Foto 21-01-17 18 13 53

    No meu primeiro final de semana na Georgia nós fomos visitar Atlanta, principal cidade do estado. Era 21 de Janeiro e esse dia ficou super marcado na minha memória, pois estava ocorrendo a Womens March, uma marcha realizada em todos os Estados Unidos como um protesto contra as ações recentes do Trump, as suas declarações e a campanha política extremamente sexista, homofóbica e racista.

    Poder presenciar essa marcha de perto foi incrível e emocionante. Eram milhares de pessoas unidas, segurando placas, com camisetas apoiando o feminismo e contra todos esses absurdos que andam acontecendo no mundo inteiro que nos deixam revoltados. Eu confesso que naquele momento me surgiu uma esperança de que a nossa geração seja mesmo uma mais politizada e que luta contra as injustiças sociais que as minorias são vítimas.

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    O movimento Black Lives Matter também foi citado diversas vezes na marcha

    As ruas da cidade estavam lotadas, e o trânsito, paralisado. Eu vi muitos grupos de jovens indo juntos para a Marcha, animados, cheios de cartazes, e alguns com camisetas apoiando o ex candidato Bernie Sanders.

    hard rock

    Logo depois foi o momento de conhecer o Hard Rock Cafe, no centro de Atlanta. Eu já tinha visto o restaurante algumas vezes, mas não entrei. Eu queria conhecer a decoração, que é especial para quem ama música. Cheio de guitarras de artistas importantes do rock (e da música pop também), é difícil não se impressionar. O ponto forte com certeza é o ambiente.

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    Os Beatles possuem uma parede só com fotos memoráveis da banda, um violão que já foi usado pelo John Lennon, um desenho feito à lápis pelo mesmo, e outras coisas que fariam qualquer fã surtar. O meu pai, que ama a banda, adorou tudo. E nada mais justo do que eles ganharem um espaço grande no Hard Rock Cafe, né?

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    Dica: Os preços de alimentação do Hard Rock são bem mais salgados do que nos outros lugares. Então, se você quer economizar, dá para conhecer o local e ir almoçar/jantar em outro lugar. Ah, e sempre tem uma loja lá dentro (alguns preços são acessíveis) e dá para levar lembranças e camisetas para você ou para algum amigo.

    De volta para os arredores de Duluth, eu visitei um shopping aberto bem interessante, o The Forum, na Peachtree Parkway. Na verdade, o que me fez entrar nele foi que eu enxerguei a placa da Barnes & Nobles, uma livraria que eu sempre quis visitar, e que é uma das mais famosas nos EUA. As minhas expectativas foram atendidas! Eu passei mais de uma hora no local olhando tudo e desejando os livros.

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    Eu passei um tempão na seção Young Adult, olhando os lançamentos (sabe aquele livro que você espera há meses a continuação sair no Brasil?) decidindo o que eu poderia levar. Os livros com capa dura são mais caros, custando em torno de $19 dólares. Os com capa mole são bem mais em conta: eles são no máximo $10 dólares. Mas vamos confessar que a capa dura é quase irresistível.

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    Os fãs de Harry Potter possuem um espaço especial na Barnes & Nobles, com promoções de livros e a série com capas e versões diferentes. Eu não fotografei tudo, e tem muita coisa legal, de acessórios ao livro em formato HQ de HP. Eu fiquei impressionada. Quero começar a ler a série novamente, só que gostaria de comprar com uma capa alternativa (tem várias!).

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    Quem ai é fã da Nora Robers? Nessa parte da livraria eu encontrei todos os livros por preços incríveis (os de capa mole, que eu comentei a cima). Foi aqui que eu escolhi os dois que eu levaria: “The Summer I Turned Pretty”, da Jenny Han, e “That Summer”, da Sarah Dessen. Juntos eles custaram $20, e eu escolhi estes porque eu dificilmente achava aqui no Brasil (e eu sou fã das duas autoras).

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    A seção de vinil é imperdível! Tem desde os discos mais clássicos até os atuais, passando por The Beatles, Pink Floyd, The Smiths, até chegar em Ed Sheeran. Eu achei até mesmo o primeiro CD da carreira da Taylor Swift, que nunca foi vendido aqui no país. Fiquei desejando muito os vinis.

    Dentro da livraria também tem um Starbucks, e a galera toma um café ali enquanto lê os livros que comprou. Legal, né?

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